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 Listen all of y'all it's a sabotage

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Makie
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Char RPG : Personagens:

Freya Gatemberg - Night Class
Aidan Becker - Day Class
Lilac Löfgren - Universitária
Juliet Glotieb - Prof.ª Ed. Fisica
Posts: : 323
Inscrição : 26/08/2015

MensagemAssunto: Listen all of y'all it's a sabotage   Ter 23 Ago 2016 - 0:27

Eu poderia dizer que imaginava qualquer outra coisa para o lugar maluco no qual me mandaram.  Mas com toda a certeza nunca imaginei que seria tão perigoso assim ( por vários motivos.) mas quem  diria que o pior lugar onde eu poderia cair era na índia?
 
Os riscos eram grandes, a violência que me contavam do lugar  parecia um tanto bizarra demais (mas acredito que eram os meus padrões de vida que não conseguiam me fazer enxergar). Bem de qualquer forma eu iria para lá. Com as passagens compradas, la fui eu para aquele lugar exótico cheio de cores e cheiros( não vamos entrar em detalhes sobre quantas vezes tive náuseas), Andrew estava comigo nesse serviço, eu precisava me infiltrar em um local fortemente protegido mas não sabia o que realmente precisava tomar. Ficamos num hotel dividindo um quarto.  Em alguns momentos me sentia quase que em um filme de ladrões desses clássicos do cinema “b” de Hollywood  ( e me fazia dar risadas a qualquer hora do dia). Pois bem, estávamos no quarto revendo alguns mapas e esquemas para entrar e sair do local. Eu estava de calça comprida típica da região ( que eu achei linda e me pareciam confortáveis, até eu me dar conta que não estava acostumada aquele calor todo). Uma blusa leve enquanto prendia os cabelos, e Andrew estava bem a vontade ( até um pouco demais, apenas usando suas calças e sem camisa... sério, depois de anos com ele, eu o vejo como meu pai, mas tenho até evitado contato visual para não dar esperanças ao velhinho...).
 
— a festa do embaixador será amanhã, logicamente a segurança nos arredores será reforçada e principalmente em alguns espaços estarão trancados, mas acredito que poderemos “dobrar” estes obstáculos, bem o mais importante é conseguir os convites e o resto não será de fato um problema. Se quiser pode andar pela cidade e procurar umas rotas de fuga, mas tome cuidado.
— tá, tá, até parece que alguém poderia me fazer mau nesta cidade...
— não tenha tanta duvidas assim, por aqui eles ainda acreditam em bruxas. Mas não queimam feiticeiras na fogueira, fazem coisas pior.
— pensei que essas coisas da idade das trevas haviam acabado desde o acordo e a renovação do véu.
— pois é, na Europa como um todo sim mas... não em todos os países da Ásia e da África, portanto, cuidado! Basta desconfiarem e talvez eu não consiga te salvar.
— Fica calmo, vou agir como uma turista qualquer.

— bem aja normalmente mas não deixem que desconfiem, tá bom assim?


Seus olhos me fitavam preocupado enquanto simplesmente dava de ombros passando pela porta com minha bolsa e uma echarpe enrolada no pescoço. A principio aquela conversa era um tanto sacal, mas fazer o que, seu excesso de zelo as vezes me preocupava demais. Era visível que me usava para subir mais e mais de posto dentro da família, mas até que ponto me usaria? E quando precisasse me deixar ele simplesmente me deixaria ir? Uma mensagem tocou no celular e logo tratei de afastar esses pensamentos loucos para longe( ainda teria algum tempo para pensar nisso). O que dizer de uma pessoa que acerta o time na hora de te fazer sorrir? De alguma forma este era o poder de Dominic (por mais que o safado não mereça, ele me faz sorrir)  olhei envolta e tudo parecia tranquilo dentro de seu caos habitual. Desbloqueei a tela e então com um sorriso involuntário comecei a conversar.

“- olá.”
“-oi.”
“-você acredita no destino?”
“- as vezes, por que?”
“-deixa pra lá!, te explico depois...
- esta na cidade?”

“-na verdade não, estou viajando.”
“- jura?”
“-pois é”
“- me manda uma foto”
“- não acredita em mim?”
“- não rs”
 
Com um sorriso bobo guardei o celular no bolso da calça e caminhei até uma entrada de loja, ela era bonitinha e vendia destas coisas para turistas, ela era bem genérica então não daria para denunciar onde estava, mas comprovava que eu não estava em casa.
“- agora acredita?”
“- sim... acredita que passou por mim uma garota bem parecida com você?
“-então ela é muito bonita”
“- ela? Com certeza! Aposto que conseguiria sair com ela hoje a noite”
Para a minha sorte a câmera do celular não estava habilitada e com isso a minha expressão de ciúmes não seria percebida.
“- pois bem, então eu não estou na cidade, você está ai sozinho... aproveita <3”


Com um pouco de raiva deixei o celular no bolso e voltei a caminhar e voltei a minha rota,  estudei cada entrada e saída que pude observa a distancia que estava daquele local. Obviamente alguns seguranças vieram perguntar por que eu tirava fotos e olhava com tanta insistência (isso seria ruim, marcariam o meu rosto), enterrei os óculos no rosto enquanto tentava explicar m inglês que eu era estudante e a beleza dos ornamentos eram de aparência antiga e muito bonita, eles ficavam de olho em mim enquanto ainda sim fazia anotações e tirava algumas fotos, isso era ruim, mas então novamente as mensagens voltaram a encher a tela do celular e então desisti de olhar a casa e voltei a caminhar pelas ruas.
 
“- como está o seu namorado?”
“dom... você sabe que não tenho namorado, diferente de você que fica suspirando o nome de outras por ai”
“- fala sério, foi apenas uma vez, ainda está com isso na cabeça?”
“-foram 3”
“- me desculpa, eu te falei, ela não é namorada”
“-historia mal contada, me chamar pelo nome da outra”
“- já falei, fazia tanto tempo que não via essa minha prima que eu estava sentindo um aperto no peito, mas já me encontrei com ela! Isso não vai ocorrer novamente”
“se você diz”
“- esta na rua?”
“- por que?”
“esta escrevendo frases curtas... é melhor voltar para onde está, vai começar a escurecer”
“não estou no país, então aqui ainda vai demorar um pouco”
“hum”
 

O que esta mensagem significava não sabia, mas antes que pudesse pensar sobre isso, um homem de moto tentava puxar meu celular das minhas mãos, por sorte o aparelho escorregou e caiu no chão, instintivamente corri e peguei o celular e comecei a correr pelas ruas tentando entrar nos becos, precisava voltar para hotel rapidamente .por mais que houvesse transito de alguma forma eles conseguiam me seguir, um deles jogou alguma coisa pesada que me fez cair. Segurando o firme o celular, me pus de pé novamente (com dor) e tentei fugir novamente, já não sabia direito onde estava quando alguém me pegou pelo braço e me puxou . tentei gritar, mas me taparam a boca, eu não poderia fazer nada ali além de me debater e tentar sair, mas assim que me viraram, encarei os olhos de Dominic. Meus olhos estavam arregalados e por alguns instantes perdi a voz sem entender o que ele fazia aqui.
- anda me seguindo?
- ao menos nas ultimas horas, sim!
- como soube onde eu estava?
- não te disse que resolvi meus problemas? Estava no aeroporto quando vi o destino do seu voo, mas te vi com um cara, pensei que era seu namorado... por um momento pensei que havia viajado atoa.
 
 Dom deu um sorriso tentando demonstrar inocência, apesar que isso só me fazia pensar mais e mais que ele me perseguia(deveria me assustar com isso?), de qualquer forma ele ali foi uma benção! Ele me abraçou e com um sorriso atrevido tentou me roubar um beijo, virei o rosto ouvindo quem se aproximava, o barulho da moto me deixou em alerta. dom me abraçou mais forte e me puxou para a sombra que  a barraca fazia naquele beco, e ali ficamos por mais algum tempo abraçados. Mesmo que a situação fosse perigosa a adrenalina nos fazia sorrir um para o outro. Estávamos colados um no outro com os rostos muito próximos e então o inevitável, um misto de medo com euforia nos entorpeceu os sentidos e começamos com um flete simples e logo passamos para beijos bem acalorados. O sol já começava a se esconder e isso significava voltar.
— onde está hospedado?
— não muito longe daqui, eu te levo...
— eu não posso, tenho que voltar para o hotel.
— para o seu “não-namorado”?
— Dom ele não é meu namorado, é o meu tio!
—..... tio? Sério que essa vai ser a sua desculpa?
— mas esta é a verdade
— ele não me parece tão mais velho assim...
— vamos falar então da sua “priminha” chamada Lena?
— ah qual é de novo não!
— então não tem direito de dizer que estou mentindo.
 
Seus olhos estavam enfurecidos e a pressão que sua mandíbula fazia, parecia que estouraria um vaso que saltava em suas têmporas, mas ao invés disso, ele me puxou e me imprensou contra a parede, me tomando um beijo de maneira voraz (e logicamente eu perdi o folego). Enquanto eu arfava tentando respirar, ele sorria satisfeito me dando um selinho em seguida, e então se manteve na pose de vitorioso (mesmo que na minha cabeça e ele tenha perdido o embate e usou de golpe baixo... isso significava que haveria vingança!).
 
Dom me deixou na porta do hotel(talvez quisesse ver a cara de ciúmes do Andrew, porem isso era algo que não queria, ele reforçaria que Andrew era meu namorado e provavelmente os dois brigariam... e eu não sou a donzela que precisa de homens lutando por mim! gosto de escolher os que me deixam feliz). E mal havia terminado de pensar na algazarra entre aqueles dois e la estava ele ali de toalha amarrada na cintura saindo do banho. Ele podia ser mais velho mas que era tudo de bom isso ele era! De fato Andrew era exótico com seus cabelos ruivos e seus olhos caramelos, seu corpo como o meu levava tatuagens repletas de símbolos mágicos, aquilo facilitava e muito na hora de começar a executar alguma magia ( não havendo a necessidade de desperdício de tempo em preparar rituais para isso, a cada degrau que subíamos era adicionado uma nova tatuagem em nossos corpos, e pelas dezessete  que ele carregava,  qualquer iniciado teria certeza de não irrita-lo facilmente.
 
— qual é Andrew, coloque uma roupa não sou obrigada a ficar vendo isso.
— Se bem conheço seu gosto por namorados... — abriu os braços mostrando ainda mais seu porte físico invejável — diria que faço exatamente seu tipo.
— você não sabe de nada padawan... não saio com caras poa contar gominhos,  é outra coisa que me agrada!
— bem, posso te provar que sou melhor do que você pensa.
— e depois ficar dando ataques histéricos de ciúmes? Lógico que não, por mais que seu histórico de pegar suas instruídas, sabe que em teria que me abandonar, já q seria um relacionamento proibido.
— ninguém precisa saber julie..
Ele se aproximou por trás e me abraçou a cintura beijando meu pescoço, mas logo ficou rígido e me virou olhando com um pouco de incredulidade em meus olhos:
— esteve com aquele seu namoradinho?
— ele não é meu namorado e sim estive com ele... viu só como não daria certo um relacionamento escondido...
 
Repousei minha mão sobre o peito dele e então o empurrei gentilmente deixando a echarpe sobre minha cama enquanto terminava de transferir as fotos pro celular de Andrew. Em uma nova investida ele me virou e colou seu corpo contra o meu, parecia querer me enfeitiçar com seu cheiro e seus olhos ( mas devo revelar q ao toque era irresistível, podia sentir cada curva de seus músculos,  e entre outras coisas que pressionavam contra mim).
—não vamos começar...
—por que você não ve que eu te quero?
muito mais do que aquelas palavras, sua mão tomou minha nuca e a apertou me forçando olhar para ele. Eu mordi o lábio inferior e sorri
— ver? Eu vejo e principalmente— toque o volume proeminente que pressionava meu corpo— eu posso sentir... mas Andrew, você sabe...
— Bruxa! O que você fez comigo?
— eu? Sou uma simples aluna mestre.
 
Seus olhos faiscaram e em seguida me tomou um beijo calmo porem provocativo, podia sentir seu desejo ser transmitido no toque macio de sua língua que serpenteava entorno da minha. Suas mãos firmes puxaram meu corpo e me deitaram gentilmente sobre a cama. A toalha havia se perdido no meio do trajeto e isso já não era mais importante, seus olhos me desejavam e suas mãos me despiam calmamente, meus olhos se fecharam enquanto suspirei ( pensei comigo, no fundo eu não queria isso, mas ele é gato, se jogou no meu colo, eu sei que vai dar problema, mas penso nisso depois.. e é Dom, parece que você tinha motivo para se preocupar, em me deixar com ele rs). Entre os beijos e os toques, pude sentir de fato o tamanho do desejo de Andrew enquanto ele parecia se deliciar em me tocar e provocar sensações adversas . mas o telefone nos interrompia naquele momento, se fossemos pessoas comuns, nada impediria de simplesmente ignorar aquilo e continuar, mas como não éramos Andrew teve que se levantar dali (visivelmente irritado) enquanto atendia a ligação. Eu não faço ideia de com quem ele falava, mas ele se sentou em outra cama pegando o maço de cigarros e assim acendendo seu vicio (particularmente eu odeio, mas como ele mesmo sabia evitava de fumar na minha presença, mas ao que tudo indicava o caso era sério).  Como aquilo de alguma forma cortou o clima ( e eu estava quente demais pra deixar pra lá) caminhei em sua direção.
 

Andrew parecia um pouco irritado com o que ouvia enquanto eu começava a me toca suavemente, esperando que assim tomasse sua atenção, e nesse instante ele olhou para mim curioso, tentando entender o porquê fazia isso. Ainda concentrado ele conversava algo sério em uma língua que não entendia, eu me agachei e engatinhei entre suas pernas, ele se recolheu um pouco tentando se concentrar enquanto logo eu o tomava com minha boca. Uma respiração profunda denunciava a aceitação aquele toque enquanto eu prosseguia naquela tarefa de provocar sua capacidade de concentração.


mushu:
 
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MensagemAssunto: Re: Listen all of y'all it's a sabotage   Ter 23 Ago 2016 - 0:33

A conversa se prolongou por mais algum tempo e pude notar que por vezes ele estava a ponto de não resistir, e então eu parava esperando que retomasse o folego, tal sensação era de fato angustiante, e ele parecia cada vez mais impaciente em terminar aquela conversa, num ultimo momento ele  encerrou a ligação desligando o telefone e agarrou minha cabeça, me forçando desta vez ir até o final, e assim o fiz, sentindo seu prazer eclodir em minha língua. Com um gemido rouco, ele se deitou sobre a cama exausto e sorrindo me levante limpando minha boca.
 
— nunca mais faça isso enquanto eu estiver no telefone!
— então não me deixe na vontade.
-- venha, corrigirei meu erro!
Ele estendeu a mão e me puxou sobre a cama. Não ouve rodeios, simplesmente abriu a carteira e achou o único preservativo que tinha,  ele respirou fundo e me mostrou.
— tem outra?
— eu não imaginei vir para índia fazer isso...
— ok, teremos que nos virar apenas com uma durante toda noite!
— então faremos essa uma valer a pena.
 
Ele sorriu com aquela resposta deixando o preservativo sobre a cabeceira, e então passou a me retribuir aquela pequena tortura com os dedos e a boca. Entre os risos e os gemidos durante um bom tempo apenas nos tocávamos, por fim, já era quase de manhã quando resolvemos usar aquele único preservativo.
 
Não sei al certo que horas acordei, mas vi varias mensagens de Dominic em meu celular, e pensei “isso vai dar problema, ele deve estar nas redondezas, Andrew sabe que ele esta por aqui e principalmente se ve-lo pode dar um barraco... melhor dar um jeito nisso”
 
“—oi Don, desculpa, acordei tarde”
“ — entendo por que quer que eu arranje uma garota, tem tanto ciúmes de mim que dorme até com sei tio”
“— não vamos começar com isso”
“—então admite?”
“— que ideia a sua,  Dom você nem mesmo é meu namorado pra me cobrar fidelidade, não se esqueça da ultima vez que te encontrei com uma garota sentada no seu colo”
“— isso tudo é vingança? Por que estava com outra?”
“— não, a caso se esqueceu que concordamos em não termos compromisso?”
“— me parece que esta apaixonada por mim mas se deita com outros pra não dar o braço a torcer”
“...
— Dom, eu tenho muito tesão em você mas sério, se continua assim com este ciúmes, não vou mais conseguir ficar contigo, você tem a sua vida e eu a minha, eu superei vc me chamar com outro nome e até relevei suas mentiras,  mas quando está comigo, eu sei que nunca está pensando em mim e principalmente você me usa como uma válvula de escape de... não sei o que,  mas isso é algo que não me importo, eu não te faço perguntas, você não me faz perguntas e essa “amizade colorida” vai seguindo”
“- pode se encontrar comigo?”
“ tenho um compromisso mais tarde Dom, e tenho que ir com o meu tio, espero que não me siga e principalmente não me cause confusões. Quando voltarmos podemos nos falar”
 
O ultima mensagem não foi respondida, e aquilo me pareceu estranho, ele não era do tipo que aceitava um não como resposta, estaria ele de saco cheio ou com raiva invadindo o hotel? Tudo estava num absoluto silencio então talvez apenas estivesse cansado de tudo.
 
Respirei fundo me jogando novamente na cama, mas o celular vibrou anunciando alguma mensagem. Era um e-mail  da família, neste explicava que meu treinamento com andrew estava finalmente terminado e que devia me apresentar imediatamente, respondi que estava fora do país   em uma busca particular, mas que retornaria no dia seguinte. Meu tutor ficaria possesso ao saber desta decisão do clã, porém nada poderia fazer. Terminaria alguns projetos e quem sabe começaria os meus próprios, no final era assim que tudo iria terminar, o velhote com raiva de me perder e simplesmente eu indo embora (talvez seja uma sina da minha família). E Dominic? Aquela ausência de resposta e de conflito me deixava um pouco inquieta.
 
Me levantei espantando a preguiça e tomei um banho, e ali começava um pequeno ritual , ali tinha q reforçar minhas proteções e minhas habilidades.  Andrew estava ali no quarto parado me esperando e ao seu lado Domnic (parece que o pior havia acontecido) eu estava enrrolada na roalha enxugando o cabelo recém saída do banho quando vi a cena no quarto e tudo que pude pensar é “ferrou”, olhei para os dois e botei a s mãos na cintura dando uma risada.
— ora ora, chegou muito cedo e ainda trouxe um amigo... ao menos podia ter sido educado em me avisar que me vestiria apropriadamente
— esta apropriada para mim — disse Dominic com um sorriso ferino provocando Andrew
Os dois se olharam e uma leve tensão estava no ar, o ruivo estava com aparência de irritado enquanto o moreno com aspecto de zombeteiro , mas sua aura indicava que se pudesse, quebraria o hotel inteiro e algumas pessoas mais
 
— ah por favor, menos enrolação, tenho coisas importantes para fazer— disse me dirigindoao armário
— é justamente sobre isso— disse andrew
— como assim, me explica...
— não vamos conseguir entrar só nós dois, e ele vai ser o plano b
— como assim? Pera desde quando vocês ficaram amigos?
— gata não sou amigo dele, mas não gosto da ideia de que possa morrer.
— esta contando coisa demais...
— não tem problema, afinal ele é um lobisomem... ou ele não havia te contado isso?
Bem pela cara que eu fiquei a resposta obviamente foi não, a surpresa foi grande quando olhei para Dom e ele olhou um pouco surpreso para Andrew, meus olhos estavam arregalados e pisquei tantas vezes incrédula que nem percebi que minha toalha caia enquanto eu dava uns passos para trás.
 
— Wow, um belo espetáculo gata, mas acredito que não é hora para isso
Desnorteada e um pouco envergonhada, me abaixei me cobrindo com a toalha novamente, me virei pegando uma roupa e continuei sem palavras ate que me trancasse no banheiro para me vestir.
— acho que ela não aceitou bem a noticia pulguento
— mas como você sabia? O que eu sou?
— não é tão difícil, quando se conhece um se conhece todos. É perceptível as “vibrações” que emitem.
Eles estavam conversando no quarto como se fosse uma coisa normal, mas eu não conseguia entender como normal, já tinha lido e estudado sobre, mas como não reconheci estando taõ perto ( e coloque perto nisso) de um? Me sentei no vaso e respirei por algum tempo fazendo o pânico desaparecer quando ouvi umas batidinhas na porta
— está tudo bem?—disse Dominic
— sim.
— quer conversar sobre?
Eu abri a porta do banheiro e sei que a fúria era visível em meus olhos, porém apenas sorri
— temos um assalto para planejar
—... ta... o wow opa, como assim assalto?
— ei Andrew, pensei que tinha contado todos os detalhes?
— eu ia chegar nesta parte.
— além de rasgar o véu o que mais você fez?
- não rasguei o véu, ele também é uma criatura das sombras como nós eu, um pouco de ajuda sempre é bem vinda.
— vamos ao plano.
— eu imaginava que seria divertido, mas gata, você se superou
— cale a boca Dom, ou eu quebro seus dentes!
— você não poderia... ou ela poderia?
Andrew deu de ombros abrindo uma planta no tablet em conjunto com as fotos que eu havia tirado, e assim nos sentamos por algumas horas traçando uma estratégia de como entrar e sair de lá.
 
A noite havia começado, fizemos o check out no hotel, pegamos um taxi e fomos até a casa, havia uma festa lá e com isso começamos o plano despachando as nossas malas com Dom, ele seria a nossa rota de fuga ( na verdade a minha, já que Andrew teria que sair de lá sem seu nome ser manchado), ele entrou acompanhado de uma dama vestida de forma elegante, enquanto eu esperava o meu horário. Sentada em um dos terraços de um dos pequenos edifícios próximos, observava o movimento com ajuda de um binóculo.  Era uma cidade aglomerada como outra qualquer, o pequeno palacete onde ocorria a festa era um pequeno museu que comemorava a sua reinauguração, e assim que tudo começava. Desci por uma árvore que camuflava e andei pelas sombras no alto do muro até a entrada dos fundos, ali desci para a parte interna do terreno e me camuflei nas sombras ( e com isso me tornava imperceptível usando minimamente meu poder, e a dor de cabeça viria no futuro).
 
 Vestida de negro igual aos funcionários do Buffet, peguei uma das caixas e logo caminhei peça entrada dos fundos para dentro do palacete. Havia a sala da diretoria no primeiro andar e um cofre no ultimo (com isso meu trabalho só iria piorar) me concentrei e logo uma ilusão era criada, meu rosto sempre estaria desfocado em fotos e minha aparência não seria notada por ninguém ali presente (e mais dor de cabeça, talvez um sangramento nasal). Era necessário não ser reconhecida naquele momento, porém havia mais vibrações anormais naquele lugar, isso seria um pequeno problema, haviam alguns bruxos e outras coisa que não conseguia reconhecer, a aura era pesada, obscura e com tons avermelhados.  Passando pela sala da diretoria verifiquei com a magia que a porta estava trancada e havia um alarme, aquilo demoraria demais, era necessário então medidas drásticas (e isso significava uns dois dias de cama). Entre idas e vindas na cozinha, consegui trocar meu percurso e comecei a servir nos outros andares que também tinham  alas de exposição abertas.
 
Meu objetivo era o quarto andar, e entre uma rodada e outra finalmente havia atingido o terceiro andar, a bandeja estava quase vazia e eu havia perdido tempo demais nessa brincadeira, faltava pouco mais que meia hora para o discurso formal e o jantar começar. As pessoas ainda entravam e saiam, o andar estava bem iluminado então me esconder nas sombras seria difícil. Comecei por encontrar algum ponto de luz próximo, e ali usar de mais magia, a luz começava a piscar enquanto eu caminhava andar a cima (era basicamente o terceiro e quarto andar, alguém desconfiaria em pane elétrica logo e eu precisaria ser rápida). A magia fluía pelos pontos de iluminação e para o meu azar alguns bruxos desconhecidos estavam na festa, isso logo faria algum deles aparecer por aqui, ou talvez não, não poderia contar com a sorte. Tomei mais uma ilusão e minha imagem se tornou mais difusa e com isso tomou alguns aspectos fantasmagóricos. Enquanto caminhava rapidamente (porem tentando não fazer barulho) até a porta, as câmeras de segurança se moviam em minha direção e logo pensei “droga, paradoxo!”. E assim atravessei a matéria da porta de vidro para dentro da área de segurança do cofre.
 
 Pro meu azar, ali também era a área de segurança das câmeras de tv, havia uma placa na porta do circuito e elas não estavam nas plantas. Praguejei mentalmente aquele erro e então atravessei a porta. O segurança me esperava aterrorizado com a arma em punho, e assim que me movi, vários disparos foram efetuados enquanto eu o adormecia magicamente. Dois tiros haviam me atingido, um de raspão e o outro no braço próximo ao ombro ainda alojado. A ferida queimava absurdamente, afinal era um pedaço de metal quente cravado no meu osso. Peguei um dos lenços de guardanapo que estavam no meu bolso e fiz um pequeno torniquete envolto do braço (ainda havia outros ali para limpar minhas marcas) as balas eu não as encontraria na escuridão, então tratei logo de desligar as câmeras de vigilância e atravessar aquela porta de volta para o cofre.
 
Movi mais e mais energia, manipulando minha magika. Desta vez um pequeno sangramento nasal começava enquanto atravessava os ambientes, mas depois de muito esforço consegui chegar ao outro lado. Exausta e arfando.  Mesmo sendo uma bruxa, ainda precisava de oxigênio para sobreviver, e respirar rápido daquela forma não me ajudava em nada. Usei a lanterna do celular (já bastava de magika naquele momento. O sistema de segurança por infra vermelho eu conseguia sentir, porem desviava a energia ao meu redor, precisava caminhar calmamente para dar tempo ao faixo desviar (como se eu fosse um prisma).  Para minha sorte objetos com poderes emanam magia e isso facilitou a minha busca,  haviam muitos outros ali, mas pouco relevantes (e eu não poderia levar todos de uma vez) e dentro de uma caixa de vidro lá estava ele, um grande anel dourado com um enorme rubi  no centro e pequenos diamantes ao seu redor.  o ouro estava tão envelhecido que estava bem avermelhado, as runas entalhadas tanto por dentro quanto por fora indicavam que algum sacerdote tinha conhecimentos e aquilo dava um grande poder ao seu portador. qual poder era, isso ainda não tinha certeza.
 
meu ar se tornava aos poucos rarefeito, e logo precisaria sair dali. caminhei novamente em direção a parede da sala de segurança, justamente por ali ser mais escuro atravessei lentamente a materia ( e isso é dificil, já que não se consegue respirar neste momento e o ar rarefeito do cofre havia me ajudado a ficar fatigada demais). com o anel no bolso da calça atravessei lentamente a parede, mas o local ja não estava mais tão escuro, por sorte eu atravessava frente a lixeira que ficava num canto escondido do lado de um armário. com os olhos arregalados, terminei de passar e me posicionei para que não fizesse nenhum barulho. ninguém estava olhando os monitores, tentavam entender por que não funcionava( lógico, desliguei as telas cortando alguns fios), mas principalmente, estavam socorrendo o segurança que estava ali desmaiado, eles acharam as capsulas de bala e apenas uma das balas (a outra estava no meu braço e não pense que não estava doendo, mas entre aguentar ou poder morrer com um gemido de dor, bem...)
 

minha mão começava a ficar dormente , o guardanapo branco agora estava vermelho, e em breve começaria a pingar ( o que seria muito ruim). como so havia ficado mais um segurança aguardando reforços, o fiz desmaiar ( isso funciona bem com pessoas de mente fraca, saca star wars? pois é mas eu não sou jedi, mas eu posso induzir a pessoa a dormir por algum tempo). quando o outro segurança caiu desmaiado, sai do meu esconderijo desligando a luz(interruptor ao lado da porta <3) e observei as câmeras de segurança,  haviam dois homens na base da escada, os outros de moviam normalmente pela festa. alguém havia substituído o meu furo no buffet, o que era bom, com um sorriso de canto de boca, fiz novamente as luzes piscarem, mais uma vez a assombração iria atacar. amarrei um novo guardanapo no braço e soltei meu cabelos os jogando sobre o rosto enquanto fazia as lampadas do corredor oscilarem novamente, desta vez apenas no quarto andar. os dois seguranças haviam subido as escadas e eu iria começar um show a parte. atravessei a primeira parede( a porta estava aberta eu sei, mas queria causar medo e não fofura) e ele se depararam com a minha figura(fofa, com cabelo tapando parcialmente os olhos porem com os olhos completamente negros pele levemente azulada e dentes bem afiados <3) caminhei lentamente em direção a eles e minhas mãos se tornavam garras como uma das figuras mitológicas local que tinham a fama de serem cruéis. ambos os guardas abaixaram suas armas e se ajoelharam e desviavam o olhar ( isso é que da conhecer costumes locais). aquilo facilitava e muito as coisas, e logo os adormeci também. ambos se deitaram e logo as luzes estavam normais novamente. minha aparência havia voltado ao normal enquanto descia as escadas e prendia o cabelo.


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MensagemAssunto: Re: Listen all of y'all it's a sabotage   Ter 23 Ago 2016 - 0:43

tudo parecia um tento fácil, caminhei como um pouco alarmada tentando disfarçar algum medo e principalmente tentando não esbarrar em ninguém com o torniquete ensanguentado, logo encontrei o chefe do buffet ( que estava uma fera comigo por causa do furo, mas eu tenho uma carinha fofa demais pra alguem ficar com raiva de mim por muito tempo <3 alguma vantagem finalmente). e avisei que algo muito estranho havia acontecido perto da escada no terceiro andar, caminhei até a cozinha e sai pelos fundos correndo novamente para as sombras até o muro. me escondi ali por algum tempo, podia ouvir que me procuravam ( por mais que não soubesse meu nome, e antes que se perguntem como consegui fazer isso tudo, eu consigo usar ilusão e mudar temporariamente o meu rosto, ganhei características de uma mestiça, o que explicaria meu inglês). quando tudo parecia apaziguado caminhei pelas sombras, mas o braço já não aguentava mais me levantar, precisava sair dali de oura forma, atravessei o muro e então comecei a andar pelos fundos de um dos edifícios ali ao redor, porém como estava muito escudo, cai em algum buraco (o que me deixou ainda mais dolorida e cheia de lama... eu espero q seja lama Y_Y). o anel ainda permanecia em meu bolso e logo tudo num raio de vinte metros estaria tomado por policiais, eu precisava sair dali, a dor em meu braço latejava mais e mais enquanto agora já não conseguia mais correr por conta da perna. Caminhei lentamente me esgueirando pelos muros e sombras até uma casa que parecia vazia, ela era levemente luxuosa ( talvez tivesse cães por ali) mas havia uma piscina, como não havia rede de proteção aproveitei e lentamente entrei, me lavando daquela coisa que grudava no meu corpo, e como pensei haviam cachorros e eles começaram a rosnar para mim, ( esse seria um bom momento para falar que tenho medo de cachorros? Mas é irônico justamente quando saio com um lobisomem, mas é a vida). Como falei antes, mentes fracas, jedi e tal(não preciso explicar novamente ne) acalmei os cães e consegui que se mantivessem afastados, até que saísse dos muros daquela casa.
 
Molhada, mancando e bem longe do evento principal precisava agora chegar até o lugar marcado. Meu telefone? Esquece, estava estragada a uma hora dessas, sozinha num pais estranho e sem meios de comunicação, por sorte eu sou uma bruxa! Me sentei numa pequena escada, provavelmente era algum tempo. Ali também era um lugar de grande poder, aproveitei onde estava e me sentei como se meditasse, fechei meus olhos e tentei “expiar meus pecados” ali (traduzindo, precisava recarregar as energias e me livrar do paradoxo).
 
Bem, resumindo o que é paradoxo, seria tipo o karma/dharma de uma pessoa, só que para um bruxo este castigo por seus atos (bons ou não) vem a galope. meu nariz já começava a sangrar assim como minhas orelhas e meus olhos ( e isso significava q rompi demais o véu e me ferraria com isso). Bem não foi difícil para Andrew me achar, afinal ainda tínhamos um vinculo de Tutor e aprendiz, mas naquele momento estava receosa com o que viria a seguir.  O taxi parou na frente do templo uma hora depois ( eu estava começando a sentir um pouco de frio), já estava praticamente seca, meu corpo estava levemente febril e meu braço quente e dormente. Por sorte o ferimento já não sangrava mais( ao menos havia conseguido cicatrizar levemente com os poderes regenerativos do templo) porem isso não dignificava que estava tudo bem. Andrew saiu do carro enquanto o taxi esperava, sua acompanhante me olhava um pouco curiosa e com nojo enquanto apenas ria da situação.
 
— como foi lá? Vi uma pequena movimentação, pensei por pouco que tivessem te pegado.
— sorte a minha, quase fui pega.
— conseguiu o que procurávamos?
joguei o anel que estava no meu bolso para ele ( que quase deixou cair no chão) dei um sorrisinho debochado me recostando contra a porta do templo
— ai está, não te devo mais nada.
— como assim pequena?
— o alto concelho me chamou, disseram que estou pronta, bem, foi bom enquanto durou.
— disse onde estava?
— não, mas acredito que já saibam, haviam outros bruxos na festa. é uma pena, já que disse que chegaria amanhã, não terei tempo de aproveitar a cidade.
— realmente é uma pena...
— pensei que me mataria quando este dia chegasse, mas não pode faze-lo não é? Sou aguardada, outros bruxos provavelmente me viram...
— mas você rasgou o véu, seria o suficiente para ser castigada.
— talvez, mas quem pode provar?
— o paradoxo.
— ah, pois é...
Com risinhos baixos, me apoiei dobre meus joelhos. Estava zonza pela febre e pela perda de sangue, peguei meu celular quebrado (ou ao menos pensei, por que esqueci que esse troço era a prova d’água?) como estava no silencioso, consegui enviar um sinal e assim Dom poderia me rastrear.
 
— bem já que é assim espero que tenha uma boa viajem. Quem sabe nos veremos em breve.
— obrigada por tudo Andrew.
Ele entrou no taxi com o anele me deixou ali sozinha, talvez eu devesse ficar com raiva ou espernear (ou chorar), mas eu estava talvez mais segura ali sozinha na porta do templo do que com ele, talvez fosse me propor uma aliança ou realmente quisesse me matar no final, porém fraca tudo o que queria era um lugar seguro para ficar, e por ironia, talvez o lobo fosse o único que me desse paz naquele momento. Quanto tempo demorou para que ele me achasse não sei ao certo, meus olhos não conseguiam se manter abertos enquanto lutava para me manter acordada.

— achei você, o que houve, porque esta fedendo desta forma gata?... hey, ju.. JU!!!


Meus olhos se abriram enquanto ardia em febre, sentindo frio e fraca tentei pronunciar algumas palavras, mas meu queixo tremia. Foi necessário me concentrar um pouco para que então conseguisse falar e tentar não gaguejar.

— frio... dom, me.. me leve embora daqui.

Sem pensar duas vezes, ele me colocou no colo pressionando meu corpo contra o corpo quente dele enquanto se dirigia ao local onde estava hospedado.  Ele tentava acelerar o passo (podia sentir conforme ele se movia), meus olhos estavam fechados enquanto me encolhia, quando percebeu que o torniquete vermelho em meu braço era na verdade branco e que aquilo era sangue pude ouvir um tipo de rosnado em seu peito. Estremeci com medo enquanto ele me apertava mais contra seu corpo e com isso gemi de dor, sem se importar continuou me apertando forte enquanto me levava até um bairro mais distante, as ruas eram silenciosas (em comparação as que estive), logo ouvi a porta se abrindo e os braços de Dom relaxando enquanto subia as escadas e então com o auxilio de alguém abrindo a porta.
 
Não sei ao certo quando ele trancou a porta e preparou o banho, apenas sei que quando abri os olhos o quarto estava em penumbra enquanto ele me despia, tentei sorrir e fazer algum gracejo, mas logo me tomou os lábios num beijo cuidadoso e com uma expressão ruim, estaria eu tão fedida assim? (meu deus então aquilo era uma vala eca!). nua, ele me levou no colo e me colocou dentro da banheira, e me deixou ali por um tempo, a água estava morna e a luz ali também estava controlada, não precisei fazer força para manter os olhos apertos enquanto o via entrar pela porta nu, um sorriso de aprovação dei um assobio.
— olá enfermeiro!
— como?
— é a fala de um desenho animado...
— que desenho?
— não deve uma infância muito feliz não é?
— não...
—  ... desculpe...
Revirei os olhos enquanto tentava me ajeitar na banheira, logo ele veio ao meu auxilio me ajudando a sentar de maneira confortável na banheira. ele me olhou com um tanto de carinho e me deu um beijo na testa, o buraco de bala no meu braço estava vermelha  visivelmente e infeccionada.
— como conseguiu isso?
— um segurança tomou um susto e atirou em mim — apontei para o tiro de raspão mais abaixo no braço
— obteve sucesso no final?
— sim, e já entreguei o anel ao Andrew.
— e o que aquele desgraçado fez que não te ajudou?
— sei lá... provavelmente saindo com alguma rica dessas por ai, apesar que hoje deve estar com raiva por saber que não serei mais sua pupila.
Os olhos furiosos de Dominic me causavam calafrios e com isso me encolhi na agua aquecida da banheira, porém ele agarrou meu braço com força (o com a bala) e se sentou do meu lado (do lado de fora da banheira) com um canivete , uma vela e um esqueiro na mão.
— o que vai fazer? — perguntei
— o obvio, vamos cuidar desse ferimento
— e a anestesia? Assepsia?
Ele se levantou e pegou uma garrafa de vodca na minha frente.
— aqui está
— ta de brincadeira, pensei que isso só rolava nos filmes...
— quer ficar internada no hospital?
— você sabe fazer isso?
— lógico!
— tem certeza?
—sim!
—Sério?
—sim...
— de verd..
— SIM PORRA! Cale a boca logo e beba isso antes que eu te amarre e faça assim mesmo
Com o susto, estendi minha mão e comecei a virar a vodca garganta a baixo, bebia mais e rápido, o efeito queria que fosse logo, mas antes que pudesse virar a garrafa pela terceira vez, ele tomou da minha mão e bebericou um pouco. A vela estava acesa ali perto e uma bandagem limpa estava pronta esperando o procedimento terminar. Seus dedos tatearam cuidadosamente a pele até que pudessem sentir alguma coisa de diferente, como havia começado a infeccionar, pegou uma toalha e a molhou com a vodca. Meus olhos o observavam calmamente, mas logo se fecharam de dor enquanto tentava não gritar prendendo minha mandíbula com toda força que tinha. Seus dedos esfregavam a ferida sensível e então começaram a espremer a inflamação até que tudo que saísse fosse sangue. Assim mais facilmente conseguiu localizar onde estava a bala.  Coma ajuda do alicate em su canivete (daqueles que vem um monte de coisas) ele conseguiu pegar o projetil no meu braço ( sim ele passou o ponta do alicate pelo buraco de entrada), por algumas vezes ele sentiu dificuldade de tirar e com isso fazia um pouco de força para tirar, nesses momentos as lagrimas escorriam por meus olhos enquanto tentava sufocar meus gemidos de dor, ele me passou novamente a garrafa de vodca  quando irritado pegou a ponta da faca e então forçou a saída, com isso a bala caiu dentro doa banheira. Nos olhamos por um instante e ele se agauchou  me dando um beijo cheio de alivio. Eu o olhei e o vi passar a lamina no fogo, meu olhos se fecharam em agonia enquanto virava mais uma golada da bebida. Ele jogou um pouco de água sobre meu braço e a ferida e em seguida, com a lamina ainda quente cauterizou a ferida. Eu estava cansada, fraca, e com medo, o calor da lamina me fez urrar de dor enquanto as lagrimas rolavam pelo meu rosto, tentei não me sacudir, mas minhas pernas me moviam insanamente dentro da banheira, mais uma vez ele passava a lamina no fogo da vela enquanto eu chorava de dor tentando me encolher, tentando não me mover.
 
- shhh, esta acabando...
 
Mais uma vez a lamina queimava minha pele, fechando de uma vez aquela ferida, desta vez impedindo de uma infecção, chorei mais uma vez enquanto gemia de dor, logo que o cheiro de carne queimando chegou ao meu nariz, virei o rosto pra fora da banheira e vomitei o chão, A bebida, a dor nauseante e o cheiro perturbador fizeram mau ao meu estomago. Cansada e fraca, lentamente adormeci na banheira.
 
Quando meus olhos se abriram, meu corpo estava seco, sobre a cama com lençóis me cobrindo e me mantendo quente, enquanto Dom saia do banho. Deu um sorriso enquanto tentei me ajeitar sobre a cama, porem estava dolorida. Ele veio até minha direção me abraçando e me ajeitando melhor sobre a cama. Retribui aquele jesto com um beijo  eele sorriu.
 
— não me de outro susto assim.
— difícil garantir.
Com um sorriso bobo consegui  quebrar sua expressão carrancuda e cheia de preocupações, então ainda úmido e quente pelo banho, subiu na cama e se apoiou em meu lado. Seus beijos eram doces e seus movimentos cuidadoso, porem nada disso o impedia de segurar-me  firme contra seu peito . eu estava de lado, contra seu peito e sentindo seu calor, movi o braço ferido lentamente e o abracei, ele me correspondeu me apertando ainda mais contra seu peito me fazendo suspirar um pouco pela dor e um pouco pela paixão. Seus movimentos eram cheios de cuidados e hesitantes talvez tivesse medo demais de não se controlar e me machucar, porem me afastei dele e o olhei diretamente nos olhos.
— o que houve? Do que tem medo?
— você... podia ter morrido... estava tão frágil em meus braços, a pouco estava se contorcendo de dor, não quero te causar mais dor.
— então me faça ter um orgasmo. — ri de sua cara de surpresa
— vou te machucar, Sabe que sou bruto.
— então me faça sentir nas nuvem para ignorar a dor.


Com um sorriso malicioso atirou a toalha no chão e se enfiou debaixo dos lençóis, seu corpo sobre o meu me aquecia de varias formas. O abracei enquanto sua língua tomava a minha enquanto suas mãos exploravam meu corpo ainda frágil e gelado. Em um movimento ágil, trocamos de posição, eu estava sobre ele  e suas mãos agarravam minhas nádegas, minhas pernas se separaram enquanto me ajustei sobre seu quadril e me sentei, em seguida ele se sentou na cama, beijando meu pescoço e descendo em direção aos meu seios, num calafrio prazeroso gemi e então pude senti-lo pulsar debaixo de mim. seus lábios tomaram os meus novamente enquanto movia o quadril sobre o dele, sua expressão alternava entre o desejo e  a dor ( e isso me deixava ainda mais desejosa por ele), minhas mãos tocaram deu peito e ele as segurou relutante em abrir os olhos entretanto, meus lábios tocaram suavemente os dele enquanto me afastava lentamente. Meus beijos percorriam seu pescoço ombro até o peito, todavia Dominic me jogou de costas na cama de maneira feroz. Meus olhos se abriram e suspirei enquanto vi sua feição numa luta interna entre não me machucar e me consumir, minhas pernas envolveram sua cintura e o vi se arrepiar e pulsar novamente contra mim. 

— tem certeza que é isso que quer?
— se me perguntar mais uma vez, vou te fazer dormir no banheiro!
— não seria probleahh


Meu quadril se moveu contra o volume pulsante de Dom enquanto minhas pernas o prendia contra mim e neste instante ele percebeu a minha resposta. Se concentrando, Dominic se afastou de mim e pegou o pacote de preservativos guardado e a colocou na cabeceira ao lado da cama ele tomou o primeiro entre os dedos e o colocou,  exibindo o quão desejoso estava por mim. mordi meu lábio e o chamei de volta para mim e então num abraço nossos corpos se fundiram. Um suspiro desejoso escapulia por entre meus lábios que logo eram abafados pelos seus beijos.  Não sei ao certo por quanto tempo passou enquanto nos amávamos, apenas que adormeci exausta após finalmente cessarmos os nossos desejos.
 
  Quando acordei o sol entrava pelas frestas da janela e iluminava o quarto, eu estava deitada de lado como braço machucado exposto. Meu corpo quase todo descoberto e dominic deitado ao meu lado, vestindo apenas uma peça intima.  Ele sorria para mim ao perceber que havia acordado enquanto brincava com os meus cabelos, sorri de volta enquanto me virava par a ele, mas uma dor logo pareceu rasgar meu braço, carinhoso se deitou atrás de mim e me abraçou forte.
— não se preocupe, sua parte do anel já foi entregue a mim
— como assim?
— andrew passou por aqui mais cedo e te deixou o dinheiro.
— aqui onde? Na hospedaria ou no quarto?
— no quarto.
— e ele me viu?
— sim.
— assim?!??
— sim rs... mas não se preocupe, ele queria ver o seu estado, e ficou apenas um pouco irritado em ver a forma que estava.
— serio as vezes vocês  são um saco.
— vai por mim, era pelo seu machucado e não por estar nua em minha cama.
Revirei os olhos  e logo tentei me sentar na cama, porem os braços de Dom me prenderam contra ele me fazendo sentir um pouco de dor.
— eu preciso ir.
— para onde?
— para casa, tenho coisas pra resolver.
—coisas normais ou coisas de bruxa?
— os dois dom... os dois, preciso comprar as passagens e ir.
— eu irei com você, vamos aproveitar até o horário acabar, quando voltarmos provavelmente não nos veremos mais.
— lena novamente?
— não sei... provavelmente não, tenho outros assuntos para resolver.
— e eu posso saber?
Ele riu e me beijou os ombros o pescoço e em seguida a boca em uma expressão feliz.
— não
 
***
Atrasada em um dia, me vesti elegantemente como a ocasião me pedia e então segui em direção a uma sala imponente, seu interior em madeira com estantes cobertas de livro que iam do chão ao teto. No meio sentado na mesa um mago antig que me olhava um pouco desdenhoso talvez pela aparência, mas logo me fez o convite para sentar ( e logicamente aceitei).

— recebi boas indicações dos seus trabalhos Juliet, agora você tem mais um a fazer, desta vez estará por sua conta, sem a ajuda de um instrutor. Acha que conseguira?
— estou pronta para provar o meu Valor.
— ótimo, aqui está uma carta de recomendação, este será seu próximo trabalho.
— e o que devo encontrar?
— você saberá, com o tempo entraremos em contato, esta dispensada por enquanto, em alguns dias as suas aulas começarão, professora substituta.

Acenando em concordância me ergui e reverenciei ao meu superior, em seguida peguei a carta de recomendação  e fui arrumar minhas malas para meu novo ano letivo.


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MensagemAssunto: Re: Listen all of y'all it's a sabotage   Ter 23 Ago 2016 - 14:42

Adorei Dominc :3

Muito bom!!

Ganhos pelo shot = Pontos + 8 


~* Narrador Master *~
_Agora repita comigo: Nunca mais desobedecerei um DEUS!
Assim você evita levar um mac ban feliz >D
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MensagemAssunto: Re: Listen all of y'all it's a sabotage   Hoje à(s) 21:20

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