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 Cemitério Abandonado

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MensagemAssunto: Cemitério Abandonado   Dom 8 Maio 2016 - 18:34

Cemitério Abandonado


Uma expedição guiada pela Dra Valery caminhava pela floresta, eles buscavam umas ruínas antigas, segundo as pesquisas de Magnus era o local onde estava mantido adormecido o corpo do último ancião da tríade. Ela juntamente com Richard foram até aquele lugar que alguns dias estava sendo explorado em uma enorme escavação por alguns operários vampiros e humanos contratados para aquele trabalho. Tinha que localizar segundo as pesquisas um cemitério abandonado. Após um mês de buscas encontraram as ruínas do cemitério abandonado. 



O ponto exato era uma tumba no solo que havia algumas discrições em uma língua morta que estava descrito em um manuscrito antigo. Valery estava muito satisfeita com a descoberta e assim que chegaram até o local indicado. Era um tumulo cercado por grade.


_Segundo o manuscrito são grades para repelir vampiros... interessante. - Mandou os operários humanos arrombarem as grades sobre o tumulo.


Enquanto examinava aquele manuscrito os operários conseguiram quebras as grades e abrirem o túmulo, para a frustração dela havia um buraco e nele uma escada que ao que parecia levava ao interior daquele lugar.


No final da escada depararam com uma enorme porta que fora aberta pelo operários e assim que entraram havia um enorme corredor com colunas em mármore que estava inundado, água até altura do joelho.


No final daquele corredor após andarem alguns minutos chegaram a uma área seca e entraram para ver e lá estava no centro daquele lugar a tumba onde provavelmente dormia o último ancião Lord Dreizhl.


Valery sorriu satisfeita ao se aproximar do tumulo, passou a mão sobre aquele mármore que protegia o corpo do ancião e pode sentir uma forma emanando daquele lugar.

_Avise Magnus que achamos Lord Dreizahl, agora precisamos do artefato para abrir esse caixão de pedra e acordá-lo.

Um dos humanos curvou-se e saiu correndo de volta pelo lugar onde entraram, iria comunicar o senhor que haviam encontrado.


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Qua 10 Ago 2016 - 14:36

+ Marlon + 



O matador parou o carro perto da entrada da floresta, iria continuar o restante do percurso a pé, usava roupas camufladas e um óculos de visão noturna, levava consigo sua mochila e também uma arma caso precisasse usar. Dentro da mochila carregava a chave para abrir o caixão. 

O plano era simples, entrar abrir o caixão, ler aquele ritual sobre a criatura despejar o sangue e sair antes que acordasse. 

Com essa ideias na cabeça o matador chegou perto das escavações, como já imaginava havia seguranças em todo o lugar inclusive no caminho que levava até o túmulo. Havia infiltrado um dos seus no grupo para ajudar a entrar no lugar e enviou uma mensagem informando que chegara. 

Não demorou muito e logo recebeu o sinal que deveria se aproximar, pois a distração já havia sido feita e o caminho estava livre, para entrar no local. 

Marlon se aproximou da entrada do túmulo quando viu um dos seguranças seguir o humano que era o aliado nessa empreitada. Desceu rapidamente as escadas e viu o enorme corredor alagado, andou silenciosamente pelo lugar para não fazer barulho nas águas foi lento, quando finalmente entrou na área do túmulo, olhou a sua volta, havia sido direcionadas câmeras de monitoramento. 

Pegou um aparelho da mochila para sintonizar as imagens e assim ganhar uns minutos de estáticas para poder realizar aquele plano em acordar o vampiro.

Pegou a chave e olhou no celular as fotos que tirou, posicionou na parte superior do túmulo e encaixou a chave girando conforme as instruções dois giros para direita e três giros para esquerda finalizando com um empurrão para a peça se encaixar na entrada. 

Um barulho de destravamento se fez quando ele terminou de girar e afundar a chave e a pedra da tampa de mármore deslisou para o lado abrindo o túmulo.

-Puta que pariu...- Xingou o humano quando o vapor de odor de carne podre saiu daquele lugar, a coisa fedia e ele pegou uma máscara e colocou na face para olhar dentro do túmulo.

A criatura tinha a pele ressecada grudada aos ossos, vestia roupas antigas talvez do século XVI estava em farrapos devido aos séculos ali adormecida. 

Ancião Adormecido :
 

Marlon pegou novamente o celular e começou a ler aquele manuscritos que havia fotografado, primeiro tinha que ter certeza que era o vampiro ancião, nas traduções dizia que havia sinais como símbolos no pescoço e braço. Mexeu e localizou os símbolos provavelmente marcas como tatuagens feitas na pele. 

Após confirmação que era realmente a criatura ele pegou as bolsas de sangue e abriu outra imagem onde tinham as palavras do ritual, fez um furo e despejou na abertura da boca daquela múmia petrificada e começou a falar aquelas palavras em um idioma antigo que nem ele mesmo sabia. 

Sinceramente pensando o matador duvidava que daria certo, mas tudo estava posicionado para ser aquela noite, ou teriam que esperar a próxima lua nova que seria dali um mês.

Continuou a despejar o sangue e por fim finalizou as duas bolsas de sangue, parou de falar aquelas palavras e ficou olhando por um tempo o ser mumificado, mas nada acontecia, voltou a ler as imagens do manuscrito quando ouviu um barulho olhou em volta e começou a guardar tudo. Alerta teve a nítida impressão de ter ouvido sussurros, abaixou e jogou tudo na mochila limpando o lugar com uma flanela foi até a chave e voltou a girar para fechar a tampa e sair do lugar rapidamente. 

Novamente sussurros o chamaram atenção, virou o rosto para dentro do túmulo e olhou novamente a criatura, parecia que vinha da coisa aqueles sussurros, aproximou o rosto quando sentiu uma mão lhe tocar por trás levando um susto sacou a arma e apontou, assustando também o humano que lhe ajudara a entrar naquele lugar.

-Que susto porra cara ... avisa cacete!

Marlon passou a mão na cabeça e olhou para o túmulo.

-Esta demorando muito tive que entrar, não poderei segurar por mais tempo aqueles seguranças.

O homem loiro estava vestido de roupas camufladas e olhou para dentro do túmulo e fez uma careta tapando o nariz.

-Porra essa merda fede.

-Claro que fede é um defunto de 1200 anos, tu que o que, cheiro de rosas? - vira os olhos e volta para fechar o caixão quando nota algo na roupa da criatura. - O que é isso? - Pega a ponta da arma e levanta a roupa velha e esgaçada. - Que merda! - ralha baixo e pega o celular tirando fotos. 

Depois disso, finalmente fecha o túmulo e sai seguido do aliado que finaliza as câmeras e fecham o lugar.

-Deu certo o plano?

-Sei lá, depois do que vi ... Tenho minhas dúvidas. - Marlon andou o lugar de volta e quando saiu correu pela matar deixando o aliado para trás voltando para o carro guardou tudo e entrou pegando o celular e olhando as fotos.

Havia um buraco na altura do peito e vazio, possivelmente seria o lugar onde estaria o coração, mas não havia nada, era oco.

-Fudeu, essa coisa não vai acordar, não tem coração ali. - Ligou o carro e partiu de volta a cidade para devolver o artefato a Nero e assim colocar de volta no lugar antes de amanhecer.


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Qua 19 Abr 2017 - 12:28

Rolando ocultismo  (5) + int (5)


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Qua 19 Abr 2017 - 12:28

O membro 'kagura' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'D10' : 4, 7, 6, 8, 8, 1, 10, 5, 5, 6


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Qui 20 Abr 2017 - 7:43

+ Lya +
A puro Albina chegou junto a seu servo Willian e seu colaborador Murtagh, estava um tanto apreensiva e queria resolver rapidamente tudo e tirar o corpo do ancião daquele tumulo. Aquela noite era a sua única oportunidade, já que todos estavam voltados para o renascimento de Magnus como sangue puro.

O local havia seguranças de Magnus e que assim que notaram aproximação foram apontando armas prontos para atacar, porém não tiveram chance de sequer colocar o dedo no gatilho, foram abatidos pelos cães infernais de Lya.

- O local está limpo, vamos entrar.

Pararam diante daquela cova que na verdade era a entrada da tumba que estava escondida no subsolo, desceram as escadas em forma de caracol até o fundo e atravessaram o enorme corredor submerso até chegarem a porta de entrada da tumba.

- És aqui que jaz Lord Dreizahl e hoje eu tirarei ele desse lugar e manterei comigo para sempre.

Ela sorriu e a porta fora aberta por Will e assim todos entraram, no centro daquele mausoléu estava a tumba de mármore lacrada a qual dormia em torpor o primeiro vampiro, aquele que em manuscritos milenares informa que nunca deva ser acordado ou seria libertado o maior mal sobre a terra.


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Sex 21 Abr 2017 - 16:15

A verdade é que Murtagh tinha total e completa certeza que seu plano não tinha onde falhar. Já havia passado por aquela rotina mais de uma centena de vezes, e pesquisado todas as possibilidades futuras de acontecimentos com ajuda de sua neta Juniper, e, pelo menos em cinco delas, garantira o completo e total sucesso. O feitiço já havia sido feito, e ele mesmo se cobrirá de barreiras mágicas para não ser detectado por qualquer agente inimigo. Também tinha uma chave magicamente forjada, já que roubar a verdadeira não seria tão fácil. Mas mais importante de tudo, tinha aquele coração. Não exatamente o de Drenizah, mas um emplasto. Um substituto temporário que sofreria transmutação, já que em todas suas visões o verdadeiro havia sumido.

Mas não seria aquela a hora que comentaria com Lya aqueles detalhes ou seu plano, ele apenas a observava, como também olhava com um sorriso ao lado de William a facilidade com que ela se livrava dos servos de Magnus, antes de entrarem na tumba propriamente dita, onde um tumulo de mármore lacrado enfeitava o centro. O tumulo do vampiro "mais terrível de todos". - Será realmente um prazer conhecê-lo. - Murmurou Murtagh quase num sussurro, retirando a falsa chave de suas mangas, e de uma hora para outra, abrindo a tumba sem qualquer dificuldade, deixando o cheiro pútrido e o esqueleto do vampiro ganharem destaque. Ótimo. Tudo estava de acordo com o plano até então.

-Espero que não se importe se eu trazer mais companhia. - Sinalizou assim que a escuridão total tomou conta do lugar, deixando seus olhos brilharem em um amarelo vivo e assustador, enquanto as sombras pareciam crescer naquele mausoléu, até pararem e desvanecerem, dando lugar para seis homens encapuçados com uma capa roxa com símbolos estranhos, semelhantes ao do relógio de bolso de Murtagh e olhos tão profundos e vazios como criaturas mortas, que os aguardavam sobre as sombras. Seus belos servos, no entanto, aparentemente, não mais que que vampiros comuns pelo cheiro. O mais velho deles não parecia ter mais de quinze anos. - Afinal... Para vampiros, precisaríamos de sangue, já para outros, o trabalho pode ser um pouco mais complicado. - E ao final de sua frase ele sorriu, só então focando o neto. - William, para o seu bem é melhor que fique a porta. Pode vigia-la por nós?

Perguntou para o loiro que, prontamente e sem pestanejar, balançou a cabeça, ao lado da porta e com uma de suas mãos no bolso. Não tinha trazido uma arma, era verdade, mas deixava a viscosidade de sua sombra se espalhar pelo chão a frente. E, embora não soubesse controlar bem seus poderes Ainda, possuía suas garras venenosas. A mesma magia que sabia quando era humano. E quanto aquilo não poderia reclamar.

Não gostava daquele lugar, e aqueles garotos encobertos das cabeças aos pés lhe davam uma sensação estranha, mas talvez essa Ainda jazesse como resquício de seu antigo eu humano. O cheiro de morto também chegava a enojar suas narinas, embora não fosse tão diferente do do necrotério do hospital. E, por instantes, Will pode sentir a dúvida lhe invadir. Pensando bem, acordar um vampiro ancião adormecido não parecia ser uma boa ideia, mas a magia negra de seu avô também não era. Assim como se aproximar. Mas seu julgamento de boas ideias ultimamente parecia completamente deficitário.

Por o que pareceram minutos, o homem de cabelos longos e negros olhou o cadáver quase como se o analisasse com seus frios e vazios olhos, só então sinalizando para seus seis servos de forma silenciosa, para que esses se posicionassem em volta do corpo. Ato que, como robôs logo o fizessem, congelando seus corpos em uma só posição. Ótimo, aquele era o primeiro passo, pensou o puro sangue, só então tirando um coração quase negro, podre e ainda pulsante de suas coisas, e o posicionando no centro do corpo morto do vampiro, onde há pouco um buraco jazia.

-Carne, energia vital e espírito. O cerne fundamental que faz um ser estar vivo. - Falou em voz baixa o patriarca Fallneaves, então pegando uma antiga e enferrujada faca e, sem pestanejar, fazendo um corte no próprio pulso, imóvel por sima do coração. - Vou precisar de um pouco de seu sangue também... - Alertou à anciã, enquanto parte do conteúdo escuro, enegrecido e de odor muito forte de suas veias lhe escapava pelo pulso. Sangue de puro sangue, mas também de demônio, que se misturava ao de Lya logo que a vampira fez o mesmo.

-Igr saujk shuna jahsnche kaihsybe pujari masdsndh... - As palavras quase incompreensíveis e de um dialeto estranho e desconfortável começaram a sair de seus lábios com clareza e exatidão. - Igr jaomer hakoph lak ix... - continuava o homem pelo que parecia parecia um minuto. Era impressão ou os sons pareciam ter desaparecido por instantes? E o ambiente havia ficado mais escuro? Notava um Will encolhido, e nos seis seres a observar. Que, quase sem aviso, levavam a mão a uma espécie de faca lhes presa em uma corrente, também perfurando os dois pulsos. - Igr husk cbaji farhsa kaijiou majk... - Mais alto os Söns das palavras de Murtagh pareciam ressoar, mais forte parecia a sensação de estranheza crescia em Will... E maiores ficavam os cortes nos braços dos escravos cobertos.

Primeiro em todo um braço, então no outro. E, no instante seguinte, todo o sangue se espalhava pelo chão, como se tivesse vida. Formando figuras, caminhando de um lado para outro. Mas não havia cheiro de sangue ali, era algo mais repulssivo? Enxofre talvez? E o calor? Por instantes esse se tornava insuportável a ponto de Will começar a suar sem parar. E por que aquelas palavras não paravam de gritar em seu ouvido? - IrG POREF jhmei ahsui laojsh ajshne nhjheeet hjau igr! - O ancião continuava em suas preces, o sangue se espalhava e, convulsionando, os meninos esticavam o corpo para trás de maneira humanamente impossível, quase gritando de dor, enquanto seus ossos quebravam em um creck e seus corpos deixavam o chão.

E então veio um grito mais alto de dor e uma luz muito forte, que pareceu brilhar em azul límpido. Ou melhor seis delas, a se colidirem no centro do símbolo formado por sangue. - Igr sham mansh nahs keoks Igr paik hade... - E Bum. De repente essas mesmas luz sumiram e os barulhos de corpos caindo foi ouvido, enquanto todas as manchas de sangue foram cobertas por fogo. - Igr ahue jak jamiash Dreizahl, jah Karlen povisk jahkar majk Farsg. - A voz do velho Murtagh parecia mais fora do que nunca, e tudo que William via era fogo, vermelho e então tão negro quanto a noite, sumindo nas sombras, e calor que, tão rápido apareceram, logo sumiram, deixando cinzas e os seis corpos carbonizados para trás com aquele cheiro desagradável.

No centro do círculo, William podia ver vagamente dois vultos erguidos em meio a fumaça, enquanto tossia e seus olhos lacrimejavam Ainda atônitos. O que fora aquilo?

Off: Tentando levantar o Dreizahl


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Sab 22 Abr 2017 - 4:52

Silence...

Silence:
 

Lya observava a múmia maltrapilha que era o corpo de Lord Dreizahl, agora um coração pulsava no buraco que jazia o antigo que fora arrancado por sei lá quem, assim ela pensou. A vampira albina se aproximou mais e farejou, franziu o nariz com odor de podre que vinha daquele corpo, bufou baixo e olhou Murtagh um tanto incrédula, apesar de saber que aquele ritual era poderoso, porém conhecia bem o seu senhor e sabia de sua imunidade a qualquer rito.

No entanto aqueles poucos segundos de total silêncio fora quebrado por um gemido baixo, no entanto assustador para aqueles que não havia presenciado tal ato daqueles dois vampiros demônios.

A carne podre esticou sobre os ossos ressecados ao ponto de estalarem, o gemido aumentou e como de supetão o corpo se ergueu, sentado ainda dentro daquele cacófago de mármore o ancião urrou baixo e sua mão esquelética tocou a borda como quem quisesse apoio a levantar.

Lya sorriu ao ver que Dreizahl ficara sentado e que ao menos despertará, se aproximou dele com cautela, sabia da sede de um puro em torpor ao acordar e ela não queria ser aquela que o alimentaria naquele momento.

- Lord Dreizahl... Meu senhor, finalmente levantaste, sou eu sua serva Lya que lhe segue a milênios.

O puro ancião ainda se mantinha sentado, soltou um novo gemido foi quando ela se aproximou mais e tocou a sua mão pele e osso de leve para lhe olhar.

- Lord Dreizahl... se...

No mesmo momento que ela lhe toca as sombras oscilam e começam a se moverem rapidamente, como quem se agrupassem. Lya virou-se a Murtagh com olhar questionador, já que anteriormente usara as sombras com aquelas criaturas sacrificadas, no entanto percebeu de imediato que o puro estava surpreso.

-Não foi vós?

As sombras agruparam em volta do tumulo de mármore e criaram uma camada em torno dele, primeiro hostilizando ambos os puros na sala, como quem quisesse expulsa-los e depois se voltando para o corpo de Dreizahl, assim começaram a envolve-lo conforme o puro ficava de pé.
Um zumbido fino ecoou pelo lugar ao ponto de todos taparem os ouvidos por ferir até os tímpanos, Lord Dreizahl urrou baixo ainda envolvido nas sombras até que enormes tentáculos surgiram por baixo de seu corpo e o desceram do túmulo.

As sombras o cobriram como se fosse um manto e esconderam todo sem deixar uma parte visivel, assim ele ficou de pé e o lugar voltou a ficar em silêncio.

Lya tirou as mãos dos ouvidos e olhou-o por um momento, receosa voltou a se aproximar, chamando seu nome.

-Lord Dreizahl... Meu senhor, me reconhece? - Chegou mais perto.

A figura envolta naquele manto negro somente inclinou a parte que era a cabeça por baixo do capuz e caminhou lento e aparentemente com dificuldade até ela. Parou e estendeu a mão que estava também coberta de negro. Soltou um novo gemido e caminhou novamente parando bem perto da vampira. Ela olhava-o confusa e farejou novamente, sentiu odor poder e notou algo que alarmou. 

- Esse não é Lord Dreizahl... É somente um corpo podre e reanimado com o coração de demônio... ahhhh droga... Pode até ser que seja o corpo dele, mas a essência dele não está nessa carcaça podre e morta. - rosnou baixo se virando a Murtagh. - Sr Murtagh conseguimos em tese o que queríamos, vou levá-lo ao refúgio que preparei para esconde-lo de Magnus.

Olhou novamente para o amontado de ossos podres coberto pelo manto e chamou-o, prontamente foi seguindo-a para fora daquele lugar.

- Vamos William, vejo que não está se sentindo bem, melhor sairmos antes que Magnus nos descubra, se bem que ele está ocupado agora em seu ritual de renascimento. - saiu caminhando pelo corredor coberto de água sendo seguida pela sombra que flutuava sem tocar no solo e aquela água. Pouco depois estavam fora da tumba e diante do carro que os aguardavam.
Os servos que dirigiam o carro tremeram com aquela criatura que além de emanar uma aura pesada fedia muito, após Lya acomodá-lo no carro, sentou-se e olhou Murtagh.

- Agradeço imensamente e tenha certeza que iremos nos dá muito bem com esse enorme favor que me fizeste, sei que tem mais afazeres o carro junto a nós irá leva-lo, peço por gentileza que leve William e cuide dele, seu neto não estava tão preparado para tudo que presenciou. - olhou Will confirmando que ele fosse com avô e quando estivesse melhor voltasse a mansão Homan. Assim o carro de Lya saiu, sendo logo em seguida outro carro levando Murtagh e William.

Ao longe um sobrevivente, observava tudo e enviou fotos e mensagens através do celular depois que os carros saíram, aquele jovem vampiro, correu pela mata logo que partiram apavorado para chegar o quanto antes na cidade e encontrar ajuda.  

Posso escultar a todos
Mais mal posso me ouvir
minhas palavras
minha voz
agora estão trancados
em minha garganta
dolorida


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MensagemAssunto: Re: Cemitério Abandonado   Dom 23 Abr 2017 - 19:43

Willian tremia, e tremia mais como se estivesse à frente de assombração. E, quando o demônio finalmente se levantou, o vampiro sentiu sua pressão cair por leves instantes, quase desmaiando. O que era aquilo? Seu avô realmente havia acordado os mortos? Seu coração batia agitado, suas mãos temia, e ele estava Branco, sem força nas pernasm por algum motivo tremendo sem parar e esquecendo por instantes da porta. Sorte que ninguém vinha lhes incomodar, embora ele às vezes desejasse que sim apenas para poder cair fora dali.

Murtagh por outro lado, permanecia impassível e a observar Lya e o vampiro que tecnicamente deveria ter levantado com seu feitiço perfeito. Ou melhor, voltado a si. - Não fui eu... - Apenas sinalizou para ela, a respeito de suas sombras, sem nunca tirar seus olhos da criatura. O cheiro tecnicamente já deveria ter melhorado até ali, assim como o corpo voltado a se regenerar, o que não aconteceu. Dreizahl continuava como um zumbi. Um demônio sem Alma, como outrora se tornara o corpo de seu paí. A Alma estava selada? Não importa. Aquilo seria algo fácil de se arrumar, e, por que não? Estava feliz com seu resultado apresar de tudo...

Já Willian, parecia tão Branco como se tivesse visto um fantasma. E talvez realmente o tivesse Visto. - Não se preocupe, William é forte, vai se recuperar logo. - Sinalizou Murtagh, abraçando os ombros do neto antes se seguir com ele para o carro ainda em estado de choque... Tinha Ainda muito o que fazer naquela noite.


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