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 Jardim da mansão Kuran

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Loran Kuran

Louis Montgomery

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MensagemAssunto: Jardim da mansão Kuran   Sex 22 Abr 2016 - 11:58

Relembrando a primeira mensagem :

Jardim da mansão Kuran








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Tohru Kuran
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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Ter 7 Fev 2017 - 2:03

Tohru ficou ainda mais rosada que seu vestido com as cutucadas e as palavras de Cathy e Adrian mas apertando as mãos delicadas em punhos esticados ao lado do corpo, segurando a rodada saia do belo vestido ela se encaminhou para Kyoshiro. Antes que ela se aproximasse, ele se aproximou de um senhor ruivo, que achava ja ter visto antes e parou, tímida, mas voltou a  se aproximar dele assim que ele se afastou em direção aos demais convidados da festa.
-K-Kyo-sama, watashi...- parou, hesitante, sem saber com abordá-lo.- Está tudo bem com o senhor? quero dizer... Eu queria...Queria parabenizá-lo pela bela cerimônia. Foi muito linda e emocionante, Kyo-Sama.Parabéns...


               Tohru e Kyoshiro
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Adrian Ivashikov
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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Qui 9 Fev 2017 - 1:05

Adrian sorriu e ergueu um brinde a Cathy. Gostava da franqueza dela. Sempre apreciara isso. Olhou bem pra ela, com uma forma nova de olhar. Um brilho intenso iluminou os olhos verdes do nobre por um instante e  com calor novo em sua voz profunda ele respondeu:

- Você é perfeita...- disse olhando-a como se a visse pela primeira vez.- Obrigado...parece que as aulas de canto da minha mãe deram um bom resultado ou talvez seja simplesmente genética...- falou, enigmático.-  Espero que possamos repetir essa parceria muitas vezes ainda, porém...Sabe, essa é uma habilidade um tanto nova pra mim.Gosto mesmo é de pintar e, se me permitir, gostaria muitíssimo de captar ao menos um pouco de tamanha perfeição em uma tela. O que me diz, bela Cathy? Posaria pra mim? Por favor?- disse, tomando ousadamente a mão delicada num gesto galante.


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Rose Hathaway
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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Qui 9 Fev 2017 - 1:32

Rose observava Tohru de longe, garantindo que ela estivesse sempre em segurança. Deu uma olhada de soslaio na cena de Cathy e  Adrian. Sorriu consigo mesmo. A capacidade de recuperação de Adrian era realmente impressionante! Lá estava ele apaixonado de novo! Desejava que fosse pra valer dessa vez...


"Eles vêm primeiro."
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Fabi
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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Dom 12 Fev 2017 - 19:19

+ Nero +


O nobre não tinha assim tanta confiança nos Kuran quanto aquele puro tinha. Não tinha nada contra a família real ou o jovem monarca, mas ele não tinha tanta certeza se eles eram realmente capazes de esconderem Kyoshiro de Magnus e sua organização. O mafioso parecia ter olhos e ouvidos e todo lugar. Nero se preocupava com a segurança daquele vampiro tão ingênuo mesmo sendo um ancião, afinal Kyoshiro era o único puro por quem tinha apreço, já que fora sempre tão gentil com o ruivo desde que o conhecera, por mais que fosse um servo.


- Espero mesmo que sim, Kyoshiro-sama – falou ainda hesitante e preocupado com ele – Divirta-se na festa – desejou a ele quando o puro se despediu e se afastou antes de virar para ele e proferir as palavras misteriosas.


Aquele papo de sombra de novo? O que o puro queria dizer com aquilo? A sombra que iria sumir mas logo voltaria... Não fazia o menor sentido para Nero. Por mais que o nobre tentasse raciocinar aquelas palavras, não encontrava nenhum significado plausível para elas. Acabou preferindo deixar de lado e retornar para a família. Agora que já havia falado com a broaca da rainha e Kyoshiro havia o encontrado enquanto tentava fugir dele, não havia mais porque se esconder.



+ Lily e Nero +


Antes de seguirem para a mesa...


Lily fez uma carinha cômica colocando as mãos delicadas no rosto enquanto olhava com uma pontinha de desespero para Adrian.


- Ah, ah, sensei, me desculpe, desculpe, não era a minha intenção, por favor, não fique chateado nem traumatizado comigo – ela se aproximou e então deu um beijinho na bochecha dele, depois limpou a marca de batom que deixara – Pode deixar que eu não vou mais esquecer! – deu um sorriso fofinho, rindo e então se despediu deles antes de se afastarem para irem à mesa.


... depois de se ajeitarem na festa.


Lily estava preocupada. Não via o pai desde que haviam cumprimentado os noivos e o ruivo ainda não reaparecera. Já fazia minutos e a menina estava ansiosa e chateada com Nero. Tanto que tomava uma taça de vinho apesar das proibições, talvez fosse um pequeno sinal de rebeldia e vingança contra o pai, traços que ela obviamente puxara dele e demonstrava quando estava irritada ou bêbada.


- Se ele tivesse mesmo dando atenção para tantas pessoas, nós já teríamos o visto andando por aí no salão – resmungou mau humorada enquanto mexia o pé em um tique nervoso.


Pouco depois Nero achou a mesa onde as filhas e o enteado estavam sentados e se juntou a eles sentando ao lado de Naru. Lançou um olhar repreensivo para Lily por ela estar bebendo vinho e ela lançou um olhar fuzilante pelo pai ter sumido durante tanto tempo.


- Onde esteve esse tempo todo? – a menina perguntou em um tom meio agressivo. 


Logo o clima entre os dois se tornou tenso. Fogo e eletricidade, sempre estavam com as emoções à flor da pele, assim era o relacionamento deles. Porém, ao invés de vociferar ou soltar uma resposta ríspida entre os dentes, Nero respondeu em um tom de voz baixo e calmo.


- Eu estava conversando com um amigo que eu me preocupo. Queria saber se ele estava bem, seguro e sendo bem tratado. Agora que sei que ele está bem, voltei para cá. Satisfeita?


Lily semicerrou os olhos e analisou a expressão de Nero. Quando viu que o pai não estava mentindo, ela relaxou e o clima estranho entre eles se dissipou quando o ruivo deu um sorriso de desculpas para ela.


- Satisfeita – respondeu sem sorrir de volta, mas parecia ser porque não queria dar o braço a torcer. Orgulho Sorel.


- Então sorri pro pai – Nero pediu enquanto dava um largo sorriso para a filha.


Lily empinou o nariz, cruzou os braços e olhou para o outro lado, se fazendo de difícil. Nero inclinou a cabeça para o lado com uma expressão de “ah, é?” no rosto, deu um sorrisinho atentado e então se aproximou da menina e a abraçou a enchendo de beijinhos no rosto. Lily se surpreendeu e tentou afastar dele controlando o riso.


- Para, pai, sai!


- Só quando você sorrir pra mim! – ele falou em meio aos beijinhos e ela acabou não resistindo e riu.


- Tá, você conseguiu, chega – Lily falou rindo.


Nero ficou satisfeito de ter conseguido fazê-la rir e passou o resto da festa a agradando como um pedido de desculpas pelo sumiço. Aquilo era um grande avanço para o ruivo, dar satisfações de onde estivera, voltar cedo, passar o resto do tempo com eles e ainda pedir desculpas pelo sumiço. O nobre estava mesmo mudado. 


Também mimou Naru e se divertiu o máximo que pode com eles e que um evento social permitia, sem deixar de implicar com Daryl vez ou outra, o que não poderia faltar. Dançou com ambas as filhas quando tocaram as valsas e até mesmo perguntou de sacanagem se Daryl não gostaria de ir dançar com ele também, arrancando risos das duas. 


Quando deu a hora e os monarcas saíram para a lua de mel, eles também se retiraram como os demais convidados para suas casas.




< Lewis >


O jovem ruivo também fingia estar interessado, mas para ele aquela celebração era tudo um grande porre. Achava um desperdício o amigo estar se enlaçando assim tão novo, mesmo que a noiva dele fosse bonita apesar de nojentinha e sem sal. E toda aquela papagaiada de coroa e cálices e afins? Tinha que ser mesmo exagero da realeza. Ainda bem que a família dele não tinha o costume de realizar casamentos, nem fazer aqueles rituais cheios de pompa. Lewis não  sabia se agüentaria ter que passar por aquele papel chato de noivo.


- Não faço ideia onde ele fez essa despedida, mas estou mesmo muito ofendido de não ter sido convidado. Acho que nem o cabeça de palha foi. O mais provável é que o reizinho nem tenha feito mesmo uma despedida. O que é uma pena, eu e o Charles tínhamos ótimas ideias de como agitar a noite dele pré pris... ops, casamento – riu.


Ele tomou um gole da taça de champanhe que havia pego e chegou a cuspir com a pergunta de Minna. A olhou e então começou a gargalhar de doer a barriga. Precisou de alguns minutos até conseguir parar de rir e respirar de novo.


- Nosso casamento – riu de novo – Ah, mamãe adoraria isso, pode apostar, ela encheria tudo de laços e flores até não ter espaço. Mas ainda bem que minha família não necessita dessa frescura toda de matrimônio para aceitar uma união – olhou Minna de novo – Casamento... – voltou a rir.


Depois de irem cumprimentar os monarcas, ele permaneceu ali com sua companhia o tempo que os dois agüentaram fingir que estavam se divertindo ali e depois meteram o pé para algum lugar onde não morressem de tédio.




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kagura
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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Ter 21 Fev 2017 - 5:56

Melissa

Pés instáveis, músculos tremendo e pernas bambas, junto com aquele estranho frio na barriga. O que era aquela sensação? Eu mesma não entendia, já que era algo que estranhamente caminhava fora de meu mundo imaginário. E, embora sentisse um pouco de medo do que poderia vir a acontecer, não queria me afastar de Hunny de verdade ou voltar para onde estava meu irmão. Ou a música ou todo o evento do casamento que, como boa princesinha, eu deveria acompanhar. Queria apenas ficar ali, enquanto inesperadamente meus batimentos pareciam mais agitados como se criassem uma música por si só. 

Para falar a verdade, a partir do momento em que o vampiro loiro tocou meu rosto até mesmo a própria razão parava de existir, enquanto eu congelava. Olhos violetas presos no azul intenso quase hipnotizados e confusos, principalmente quando senti seus braços em minha volta. Meu rosto por si só corava estranhamente naquele momento, ficando ainda mais cor de tomate quando senti seus lábios encostados no meu como em um daqueles contos de fada que tento gostava.

O beijo era terno, quente e suave, e talvez um pouco no modo automático, eu o retribui em meio aquele misto de sensações novas. Aquela proximidade que me agitava, fazendo todos meus pensamentos voarem longe. E que, infelizmente, logo acabou. - Hunny-chan? - Perguntei ainda aérea e corada, quando ele beijou minha testa se afastando. 

Estava ausente, confusa e aérea de repente, e meus batimentos quase alcançavam minha garganta, enquanto observava ele partir. Meu príncipe que me deixava aquela sensação cálida que quase fazia-me despencar ao próprio peso. Seria aquele o significado de estar apaixonada por alguém? 

Charles

Não puxa-lá daquele jeito? Sem chance, quando da última vez em que a encarei, ela estava se afastando com mais um daqueles pés no saco do meu clã. E, por que não, o pior deles? Aquele meu tio bizarro com mania de grandeza mas retardado que Murtagh parecia querer pular em sua ordem sucessória idiota. [s]Mas também quem não iria querer?[/s] De qualquer forma, não via nada de errado em minhas ações, nem em meus motivos. Sakura era minha é apenas minha, e mesmo que não visse nenhum perigo naquele evento exaustivamente chato, eu o enchergava perfeitamente. E devia me manter ao seu lado. 

Existem várias maneiras de se desafiar um Kuran, ou criar uma guerra particular, e ferir você não seria um impedimento para quem quisesse criar isso. - E a mais inteligente é começar pelos entes mais fracos. Ou te eliminar se for ideia de meu avô. Pensei em silêncio, mantendo minha mão em seu pulso, enquanto olhava quase consumido pelo tédio o resto do encarceramento de Loran, em seguida seguindo para festa e escolhendo uma mesa segura. E com segura quero dizer longe de todos que considerava uma ameaça para Sakura, ou os chatonildos do conselho. Por que não também meus clientes de ouro do banco que não queria ver dando com a língua nos dentes em um ataque sobre efeito de bebida? 

-Quer champanhe? -Perguntei, pegando duas taças, mesmo sem a concordância de Sakura, e estendendo essa em sua direção, assim como alguns canapés que com certeza estavam ali devido ao disfarce e aos poucos humanos no lugar. Ainda parecia um pouco irritadiço e enciumado pelos momentos anteriores, embora o tédio também me dominasse naquele lugar. 

Melissa por sua vez levou mais alguns minutos para aparecer, e, quando surgiu, mesmo diante de minha desconfiança e as quase dez vezes que abasteci meu copo de champanhe, engajou-se a conversar com Sakura sobre um assunto de meninas entediante que não tinha interesse, mas indolente a ponto de eu preferir não me intrometer.

Quantas horas isso levou? Bem. Pela minha cara amassada, deveriam ter passado várias e várias até que a alforria da despedida de meu amigo me desse a liberdade de finalmente partir com as duas meninas a me acompanhar para casa. 

Devido à "maravilhosa tramoia" de minha irmã com a japonesa, naquela noite eu não teria nada. As duas meninas dividiriam o quarto e fariam uma festa do pijama.


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MensagemAssunto: Re: Jardim da mansão Kuran   Dom 26 Fev 2017 - 17:28

Amanhecendo...

A festa se encerrara e todos saíram deixando o lugar somente com os empregados que guardavam e limpavam tudo.

Kyo que se despediram de Nero com um aceno a distância, olhou a jovem Kuran e agradeceu pelo elogio retribuindo que ela tinha uma bela voz que o tocara muito. Aquele puro começava a ter apreço por ela e a companhia da vampira era muito agradável.

Cathy por sua vez achava o jovem vampiro professor muito divertido e aquele jeito galanteador soava até atraente, concordou com a cabeça que pensaria se posaria ou não para ele, nesse momento é chamada por Vick para partirem de volta ao hotel. Acenou a ele deixando claro que o veria nas aulas da Academia.

Os demais seguiram para suas respectivas residências e a noite que se encerrava aparentemente denunciava que tudo correra bem.

Uma sombra caminhava pelos corredores da mansão Kuran, espreitando até chegar a suíte do casal Kuran, invadiu e ali vasculhou todo lugar indo direto para os pertences de Rose, após as portas do guarda roupa se abrirem localizou um item e o afanou voltando a guardar tudo e deixar como se nunca fora mexido. Sumiu assim como apareceu, nas sombras daquela mansão.


+++++
Rodada Encerrada


Todos somaram : + 8


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