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 Vício

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Loran Kuran

Louis/Arthur

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MensagemAssunto: Vício    Sab 12 Mar 2016 - 13:19

- Vício - 
One Shot 
Arthur Linvisck / Louis Montgomery


Aquele ano a Inglaterra havia tido um inverno intenso. O vampiro olhava pela janela e os flocos tocavam a vidros da janela que ficava embaçada com o ar que saia do aquecedor daquela suíte. Ele via sua existência se resumir a prisão que entrará. Aquelas pastilhas eram tão maravilhosas que a sua sede era saciada e isso deixava feliz afinal era a sua salvação, fora com esse pensamento que ele entrou nessa armadilha.
A porta da suíte abriu de repente e o homem de terno bem alinhado e fala mansa deixando as chaves do carro sobre a mesa de centro daquele quarto no hotel de luxo no centro de Londres.
_Eu lhe trouxe mais pastilhas. -Estendeu a caixinha preta a ele.
O vampiro estremeceu evitando pegar, relutou nervoso rosnou, a garganta ardia e ele sofreu pegando por fim.
_Por que isso agora? Sabe bem que isso lhe faz bem.
_Eu não tenho como pagar...-vampiro baixou a cabeça relutando para abrir e tomar mais daquela pastilha.
_Já disse por minha conta, estou lhe ajudando. - o humano com influência muito grande no comércio exterior tinha trabalhos no submundo esse era Victor Polmon tinha vários contatos e servia a um traficante a qual tinha a intensão de usar o vampiro para conseguir concluir seus planos. _Você agora trabalha para mim, então fique a vontade e se sirva das pastilhas.
Victor iria dar um golpe no chefão da máfia Adolph Magnus, tinha encontrado aquele vampiro nas boates onde o mesmo frequentava em busca de saciar sua sede, ele apresentou as pastilhas assim como fazia com vários humanos e vampiros a pedido de Magnus para distribuir na cidade. Ele foi servindo Arthur com elas, a medida que o vampiro as provavas mais e mais sentia a necessidade de tê-las e assim o aliciou. O vicio fora imediato o que deixou Arthur Linvisck preso a ele, preso a Victor pelo pagamento a qual ele não conseguia dinheiro o suficiente para quitar o que devia, sua dívida só aumentava e o desespero pelas pastilhas não conseguia fazer se afastar.
_Logo irá conhecer o nosso chefe e lembre-se Arthur faça de tudo para lhe agradar, quero lhe por lá dentro e será meu braço direito para conseguir tirar Magnus do comando.
Victor havia descoberto algumas particularidades sobre o vampiro, ele tinha poderes extraordinários e o usaria para dar o golpe em Magnus e assim tomar o comando do cartel de narco trafego de entorpecentes que atuava em 4 continentes, havia conseguido apoio interno de alguns grupo que eram distribuidores das drogas em alguns pontos mais importantes das cidades as quais atuavam. Mas o que ele queria era o controle das pastilhas, aquelas preciosidades eram como uma mina de ouro, dinheiro entrava fácil e as mesma viciavam rápido dando assim ao trafego uma nova abertura. Não importavam quem eram, nobres vampiros a vampiros de nível inferior, não havia nenhum que não resistisse aquelas pastilhas. Victor queria isso, os lucros e controle daquela nova droga e usaria o vampiro com poderes mentais para conseguir.
Arthur abriu a caixinha e pegou uma das pastilhas, Victor tinha um copo com água a frente dele e após entregar sentou no sofá e pegou seu smartphone fazendo envio de alguns emails. O vampiro tinha uma máscara tipo aquelas cirúrgicas cobria a boca, ele puxou rapidamente ingerindo a pastilha que sentiu os efeitos de imediato.
_Fico grato pela ajuda, pagarei por elas assim que tiver o dinheiro.
Victor sorriu de lado, nesse momento recebeu uma ligação a qual atendeu prontamente.
_Magnus, sim … Sim está tudo bem e os fornecedores estão aguardando a nova remessa.
Arthur olhou-o e se levantou indo para o outro cômodo da suíte, ali ficou esperando por tal encontro que seria aquela noite, viu que logo amanheceria e que precisava dormir, olhou a cama e deitou-se, Victor não deveria se importar se dormisse um pouco.

Quando experimentei a primeira vez aquelas pastilhas, fora maravilhoso, não sentia mais a sede desesperadora. A sede que me tornava um animal, fazendo caçar aqueles humanos na noite, fazendo expor-me, deixar aqueles seres fracos me tocarem. Nojo, sentia nojo deles, o mundo era imundo aqueles seres eram podres, mas era minha necessidade desesperadora de sorver daquele sangue para não morrer, para me manter são, fazia-me tocar as presas na pele imunda deles. E assim ia a lugares certos que ficaria mais fácil de caça-los, aquela época, a moda eram as boates de música eletrônica lugares perfeitos para a caça. Foi em um desses lugares que encontrei Victor e as pastilhas, me viu caçando e alimentando, me ofereceu as pastilhas. Quando as provei me senti vivo, dancei na pista de dança como uma criança que acabara de ganhar o brinquedo desejado no natal, gritava dentro de mim uma euforia entusiasmada que o meu primeiro pensamento fora … mais... eu quero … mais. E foi como gastei o dinheiro que fora de Selene, que me fez deixar nossas crias Skye e Noah, vivendo em um pequeno loft no subúrbio de Londre. Desde que me envolvi com Victor e as pastilhas, afastei-me deles, visitava-os as escondidas, mandava dinheiro para Skye, era muito pouco eu sei, mas o vicio e a dívida com aquele traficante só piorava as coisas. Não podia deixar que soubessem da existência deles. Agora para pagar o que devo, terei que ajudar o outro a dar um golpe em seu chefe, que fosse então se me livrasse das mãos de Victor faria qualquer coisa. Tenho medo dele, o cara é estranho, me olha de forma estranha, chega a ser assustador. Nunca imaginei que existiria um humano tão apavorante quanto um vampiro. Via a aura dele, era negra e perversa.”

Deitado com suas lembranças Arthur adormeceu, dormindo o dia todo quando acordou, sentiu uma mão tocar-lhe por baixo da blusa, arregalou os olhos e se afastou para o canto oposto da cama. Olhava o contorno daquela aura diferente, não havia visto antes junto a Victor aquele que estava sentado na beira da cama com um sorriso malicioso.
_Calma... Estou aqui a mando de Victor, Sou San Winter, empresário local.- O homem levantou e fez como quem iria até Arthur.
_O que o sr Winter quer de mim? - Arthur se afastou levantando em seguida da cama.
_Eu nunca vi um de sua espécie de perto, fiquei curioso como seriam o meu novo amigo Victor falou-me de você e me permitiu que o conhecesse. - O humano chegou perto dando a volta em torno da cama.
O vampiro se afastou andando de costas e esbarrou no criado mudo, desviou sem tirar os olhos daquele humano, era nítido na sua aura que ele queria muito mais que só conhecer, ele queria tocar e chegar perto.
_Acho que já viu o que queria, pode se retirar. -Apontava a porta para humano sair.
_Mas acabei de chegar, vamos conversar? Eu fico imaginando, são todos tão belos como você? - Ele sorriu baixinho chegando mais perto, colocou as mãos dentro do bolso analisando-o.

_Não sei, sr Winter se deseja conversar podemos fazer lá na sala de estar, eu vou lhe acompanhar...-Arthur andou para passar ao lado do humano que nesse momento o segurou pelo braço fazendo-o parar.


_ Prefiro que seja aqui em particular, sou um empresário conhecido em Londres, melhor evitar ser visto por empregados do hotel com um vampiro. -Ele apertou o braço, puxando o vampiro para mais perto.

_Sr Winter por favor solte-me.- Arthur rosnou baixo, mas parecia que aquele humano não o temia.

_Sabe sr Linvisck, quando se tem muito dinheiro se consegue mimos com muita facilidade.-O homem puxou do bolso uma pequena arma que de imediato tocou o corpo do vampiro lhe dando uma descarga paralisando seu corpo. 
Arthur soltou um grito que foi abafado pelo humano ao encostar o rosto no seu ombro. 

_Poderia ter facilitado as coisas sr Linvisck, mas não tem problemas, agora podemos nos divertir, certo.- humano deitou-o na cama, e subiu na mesma tocando o peito de Arthur para tirar-lhe a roupa. 


Arthur apesar de ter levado aquela descarga, não desmaiara, mas sentiu o corpo paralisado, mesmo que tentasse se mexer não conseguia, gemeu baixo sentindo a dor do choque daquela arma e seu rosnar surgiu de dentro do peito quando o humano tentava-lhe tirar a roupa.

Não em toca... não me toca... não me toca...”
Queria gritar a voz não saia o pânico começou a tomar conta de si, seu corpo tremia de medo, aquela humano imundo o tocava, se afasta era o que ele pensava.
SOCORROOO...” -Gritava por dentro.
Arthur tinha medo do toque, o vampiro sempre teve algumas restrições, mas nada tão patológico como era após a morte de Selene. Por muito tempo ele evitou o contato com outros seres, vivia com roupas que cobriam todo o corpo, luvas e atualmente usava aquela máscara cirúrgica, o medo do contato com germes e a imundice do ar e pessoas o levava a se proteger daquela forma, então após a morte da mãe de suas crias, a situação piorou.
Contato sexual fora banido definitivamente de sua vida, até então ele tinha suas vontades e preferencias mesmo que fosse casado com Selene, ainda assim a traia, saia com outros vampiros e humanos que gostavam das mesma preferencias que a dele, Arthur nunca negara a sua companheira que era o que os humanos deram o nome de homossexual ou gay e mesmo que ela dissesse que não se importava ele sabia que isso a fazia mal. As escondidas passou a sair em busca dessa satisfação. Foi em uma dessas saídas que a sua companheira fora morta, ela não teve chance e a única coisa que conseguiu fazer foi esconder as crias antes de morrer, Arthur não pode fazer nada, somente segurar em seus braços enquanto se tornava pó a sua frente. A sua mente que já era doente com aquele TOC somente piorou. Ele largou aquela vida e contatos, olhava tudo e a todos como seres imundos e passou a fugir com as crias pelo continente. Não sabia quem fizera aquilo, mas agora ele detestava ser tocado, punindo-se por ter deixado Selene morrer para saciar seus fúteis desejos e caprichos.
O humano tirava-lhe sua proteção, expondo seu corpo, faltava-lhe muito pouco para deixar aquele pavor do contato daquele ser imundo com sua pele, agora nu ele chorava as lágrimas molhavam a face e suas forças não retornavam.
_Que bela visão... Pode me ver como um bom amigo que lhe dará o prazer que desejar.- sorriu voltando a tocar o corpo de Arthur.
Pânico tomava cada vez mais conta do vampiro, algo dentro dele começou a criar forças aumentando conforme seu pavor crescia sobre o contato daquele humano, quando o mesmo abriu o zíper da sua calça fez o vampiro estremecer aquela situação o desesperou, um rosnar maior veio de dentro do peito alto e uma força surgiu fazendo todo quarto tremer como um pequeno terremoto atingisse o local. Em seguida um enorme brilho sai dos olhos do vampiro. Tudo no quarto parecia está girando em um enorme redomoinho de energia, o humano gritava por ajuda e no momento seguinte ouve um silêncio e um estalar no ar faz o humano ser arremessado contra a parede se desintegrando no ar, somente ficando a mancha do contorno de seu corpo na parede, era como uma sombra do que restara dele.
Arthur estava tonto e tentou se levantar, mas aparentemente usar aquele poder o fez perder a consciência desmaiando em seguida.
_Então... O que achou? - Victor estava junto ao outro homem de mais idade que sentado de frente ao notebook olhou toda a cena.
_Realmente isso me surpreendeu.- O homem levantou e caminhou até a porta onde outro que aparentemente era seu segurança abriu-lhe a porta para sair. _Obrigado Vincent. - Olhou para Victor antes de sair pela aquela porta. _Sr Winter foi um problema resolvido, leve o sr Linvisck para Herlock vamos ver como ele lida com a situação.
_Claro Magnus, assim que ele acordar e estiver recuperado levo-o até sua presença.
Victor sorriu por dentro, na verdade vibrava, seu plano começava a ganhar forma e iniciar-se. Magnus havia se interessado em Arthur e era questão de tempo em colocar o vampiro para ser seu espião junto ao chefe e assim poder usurpar o poder daquele império de drogas.


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MensagemAssunto: Re: Vício    Qua 4 Maio 2016 - 18:10

O vampiro estremeceu ao abrir os olhos, estava sentado naquela cadeira a sua mente vinha a cena daquele humano querendo tocar, seu desespero fora tanto que só se recorda de empurrar o humano e depois desmaiar. Quando acordou estava em outro quarto ainda estava nu, envolto no lençol, levantou e passou horas no banho se limpando, esfregava o corpo com esponja até a pele pálida ficar vermelha. Se arrumou e foi ao encontro de Victor. O humano não comentou nada e o vampiro não tinha coragem de perguntar o que acontecera a Victor. Aquela situação só o fizera se trancar ainda mais.
Agora estava naquele lugar, um pub aparentemente comum esperando para encontrar juntamente com Victor aguardava o poderoso mafioso que comandava o tráfego de drogas e agora aquelas pastilhas de sangue. Sentiu os olhares de alguns humanos e pelo cheiro, vampiros claro. Segundo Victor o chefe gostava de recrutar vampiros para lhe servir, então havia falado de Arthur e despertou a curiosidade do mafioso.
Ele olhou por cima dos olhos para a direção daqueles humanos que sentados em bancos no bar, falavam e por vezes riam do assuntos que conversaram e outras olhavam para ele. Arthur estava sentado com os braços recolhidos e pousados sobre as pernas não queria tocar em nada.
_Cara sinistro, olha como ele fica ali sentado imóvel.-Pablo resmungou com os demais. _Deve ser desses vampiros sinistros que Magnus trás para servir a ele.
Douglas bebeu um gole da cerveja e tragou seu charuto daqueles cubanos que eram difíceis de achar na cidade.
_Desde que não mexa comigo. - o capanga somente deu de ombros.
Pierre entrou no lugar fazendo barulho falando alto e sentando em um dos bancos perto do bar.
_E ai galera qual a boa de hoje? Poderoso chefão mandou a gente vir aqui o que rola?
Rick estava terminando de preparar seu martini no bar quando deu um tapa na nuca do vampiro loiro que sismava em falar com gírias americanas.
_Olha o respeito... Fala direito ... -Fez um gesto com a cabeça apontando as direção do outro vampiro que estava sentado na mesa da frente.
_Ao que parece mais um de sua raça vai entrar para pub.
Pierre olhou de longe colocou a mão sobre testa e forçou a visão para ver o vampiro que ali estava.
_Cara que porra é essa...? nem dá para ver se é macho ou fêmea todo coberto, vou até lá.- Pierre desceu do banco num salto e chegou perto da mesa._E ai... beleza? Pierre "o malandro" Frantini. -sentou na cadeira de frente ao moreno e mastigada sem parar um chiclete.
_Arthur Linvisck prazer em lhe conhecer Sr Frantini.-respondeu em uma voz suave e calma, ainda com a sua postura defesa.
Pierre sentiu algo vindo daquele vampiro que o deixou um pouco receoso, mas não queria demonstrar e começou a tagarela.
_Hiii...ala ... sr Frantini... viu só seus "pelas" o Arthur aqui me respeita mais que vocês.
_Isso porque ele não te conhece -Rick chegou perto e olhou para o vampiro moreno. _Ricardo Martins ou Rick .
Arthur olhou os dois e confirmou a cabeça, ele estava começando a ficar receoso com aquelas aproximações.
_Bem vindo então...- Rick olhou Pierre e chamou para acompanhá-lo.
_Obrigado.
Pierre ainda olhava para o moreno, parecia esta encantado pelo olhos azuis, mas a face estava coberta pela máscara cirúrgicas.
_Por que você esta usando isso?
Arthur baixou a cabeça se encolhendo na cadeira murmurando algo sobre ser um pouco incapacitado, uma doença que impedia de ter contato com o ar.
Pierre se levantou dando uma afastada brusca.
_Não se preocupe Sr Frantini minha doenças não é contagiosa, ela não afeta ninguém além de mim mesmo. -Arthur abaixou a cabeça e fitou as mãos que estavam com luvas pretas combinando com os sobretudo preto usava além disso um cachecol que tirara assim que entrou no pub.
_Errr... está certo... -se afastou dando as costas para ele e seguindo o outro até o bar. Fez um gesto com o dedo circular ao lado da testa indicando que o vampiro novato de maluco.
Assim que eles chegaram perto dos outros no bar, Victor aparece no salão e faz um gesto para que Arthur seguisse.
Victor seguia a frente e o vampiro atrás observava o lugar, era muito luxuoso e bem decorado passaram por um corredor longo e chegaram a uma sala onde havia um belo e amplo escritório montado. Ficou imaginando como um lugar como aquele ficava escondido no subsolo daquele pubs. Logo que chegaram foram recebidos por um vampiro de olhos tão brilhantes que chegava a incomodar o moreno. Desviou o olhar e ficou ao lado de Víctor, um outro homem entrou por uma porta e falava ao celular fez um gesto pedindo que aguardasse e pouco depois finalizou a conversa indo de encontro a eles.
_Prazer em conhece -lo sr Linvisck , Aldoph Magnus, desculpe ter feito esperar, estamos com os negócios um tanto enrolado, mas logo se ajeitam. -Sorriu ao vampiro e segurou sua mão olhando-o diretamente nos olhos. _Está com uma fisionomia abatida, se alimentou?
_E..u.. sim... - Arthur tinha a fala suave e ficava abafada com aquele cachecol._ Agradeço por me receber e dar-me essa oportunidade Sr Magnus.
_Eu que agradeço por ter vindo. - o humano que ali estava e pelo que Victor havia dito não era de ser contrariado, o chefe dele logo seria o seu e precisa de um assistente e via a oportunidade de ganha aquele humano e sua confiança.
O homem era de fala simples mas cordial, com um sorriso leve a face propositalmente para conquista os que lhe serviam.
Ele abriu a gaveta da sua mesa e retirou aquela caixinha de veludo preta e entregou ao vampiro.
_Pegue... precisa esta disposto para trabalha comigo.
O moreno exitou um momento e olhou no canto dos olhos para Victor que sinalizou com a cabeça positivamente, pegou a caixinha e abriu em seguida, ao pegar um das pastilhas o seu futuro chefe tinha um copo com água a sua frente para ajudar a tomar aquela pastilha.
_Agradeço sr Magnus, pagarei pelas pastilhas que me serviu.
_Não se preocupe com pagamentos, seu serviços cobrem os gastos, desde que seja tudo feito na maior precisão. - Olhava para o vampiro com um leve sorriso empatia aquela criatura.
Arthur estremeceu e curvou a cabeça, não sentia que iria ser boa aquela parceria, mas a sua dívida e o vicio não lhe permitiam negar ou se afastar de Victor.
_Agradeço Sr Magnus.
_Magnus viu o seu trabalho Arthur e gostou muito acredito que será bem recompensado.
Ambos se olharam e ele acentiu com a cabeça, fechando ali aquele acordo. Batidas suaves a porta e a permissão de entrar foi dada e atravessou a porta um bela e estonteante vampira de longos cabelos negros e olhos azuis, ela tinha um ar muito sensual e olhou Arthur de ciama baixo.
_Bom vejo que estamos com mais um vampiro entre nós. - Sentou no sofá e cruzou as pernas deixando exposta as belas e longas pernas que seguia-se com aquela minisaia.
_Alanis Montoya. - Falou apresentando a Athur.
_Muito prazer srta Montoya, sou Atrhur Linvisck.
_Prazer...rs – Olhava-o com malícia.
_Athur será meu novo assistente Alanis. - Magnus olhou para a vampira por cima dos óculos. Arthur, essa senhorita bela é minha química, responsável pela manipulação das pastilhas de sangue.
O vampiro levantou o olhar a ela como que se admirasse por aquela vampira bela e ao mesmo tempo, como era dito pelos humanos, uma prostituta, poderia ser uma química responsável por manipular aquelas drogas. Deixou aqueles pensamentos para si, já havia visto muito dessas vampiras na noite e pretendia se manter máximo afastado dela.
_Bom, já que não tenho muito o que fazer por aqui, vou voltar a boate. - Levantou e olhou Magnus, Victor e Arthur dando um leve aceno.
Vincent estava de pé no lado de fora do escritório e esperou Alanis sair, assim que ela despontou abrindo e fechando a porto atrás de si, passou pelo vampiro alto e forte que tinha olhar sério.
_Outro vampiro... Vini... Não sei que esse humano pretende, mas o é melhor ficarmos de olho nesse Linvisck.

Meses se passaram … Trabalhava a finco para terminar os relatórios, sua precisão e perfeccionismo faziam serem perfeitos os contratos e parcerias com outras facções aumentavam junto a Magnus e em pouco tempo tudo a sua volta ficava as mãos do mafioso. Comprava políticos e grandes empresários. Arthur fazia a parte administrativa e fechava contratos com grandes empresas, investindo o dinheiro e desviando para paraísos fiscais em nome daquele humano.
As noites eram somente para isso, trabalhar para aquele humano, acesso a tudo foi dado a cada sucesso em ganhar a confiança de Magnus. Após 1 anos estava com o controle de todo o império de drogas.

Naquela noite o vampiro estava analisando os gráficos na tela do computador quando Victor entrou na sala. Olhou por cima dos olhos por uns instantes depois retomou o trabalho que fazia. Victor deixa sobre a mesa ao lado dele um pedaço de papel dobrado, volta o rosto a ele e depois sai. Arthur sente um embrulho no estomago ao abrir aquele pedaço de papel, era um bilhete onde havia um endereço e horário. Suspirou e ficou apreensivo afinal, Victor tinha um plano e ficou aguardando todo o desenrolar daquela preparação. Ganhar a confiança de Magnus e agora que tinha sabia que Victor iria agir.
Arthur estava farto de ficar preso aquele humano, sabia que se o maldito conseguisse seria mais um escravo dele do que um aliado.
Tocou a garganta e sentiu arder, olhou a gaveta e pegou uma caixa preta e abriu, tomando em seguida a pastilha, esperou seu efeito e encostou a cabeça pendendo-a para trás olhando o teto.
_Não entendo como toma essa porcaria.
A voz era grave e firme, mas tinha uma certa empatia ao lhe falar, ele voltou a cabeça para frente e viu aquele humano parado de pé na porta, era alto e de cabelos curtos acendia um cigarro e lhe deu um meio sorriso.
_Posso lhe ajudar em algo sr?
_Magnus me mandou, disse que procurasse Arthur Linvisck, é você certo? Peter Marlon, mas acredito que ouviu falar de mim por outro nome...
_Faxineiro.
O humano tirou o óculos escuro e sorriu ao vampiro.
_Tem algo para mim, sr Linvisck?
Arthur olhou para a tela do computador e após alguns poucos segundos pegou um pen-drive do aparelhos e estendeu a Marlon.
_Está tudo ai, instruções completas.
Voltou a olhar para a tela do computador para finalizar aquela conversa, ouviu dizer que aquele humano era cruel e matava a sangue frio tanto faz humano ou vampiro, se tiver o nome na lista podia se considerar morto. Viu o humano pegar aquele pen drive e acenar saindo da sala dando um olhar fixo ao vampiro que notara mesmo não visse o que fazia ao se afastar e partir.
Arthur descobrira que aquele lugar era cercado de humanos manipuladores e usavam de todos os meios para conseguir o que queriam, Era o tipo de pessoa que não queria por perto. Alias era assim que vivia seus dias, fazendo o trabalho designado por Magnus e tomando aquelas malditas pastilhas. Isolava-se sempre em seu quarto e pensava na única coisa que lhe era importante Skye e Noah... já fazia 1 ano que não os via apesar de sempre lhe enviar mensagens pela internet, sabia que estavam bem e escondidos, mas ainda assim tinha que ficar afastado, não os queria presos aqueles humanos e tinha que suportar a saudade deles.


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