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 Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado

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MensagemAssunto: Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado   Ter 16 Fev 2016 - 19:38

Relembrando a primeira mensagem :

Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado


A cidade baixa era conhecida por ser a área menos favorecida da cidade, local havia umas construções abandonadas para ser erguidas uma nova revitalização da cidade. Essa região abandonada era perfeito para algumas tribos de vampiros e consequentemente alguns anárquicos que não seguia nenhum sistema e se intitulavam "livres". Muitos que frequentavam o lugar alegavam ser o submundo dos vampiros, em algumas daquelas construções abandonadas era a morada desses vampiros e outras eram usadas para promover eventos e rinhas tanto entre level para testarem o poder como de Level E que eram praticamente escravizados para esse fim, apostavam quase sempre o sangue do mais poderoso. Lógico que o dinheiro era o principal motivo, mas o valor de um sangue puro era muito mais cobiçado. Era a sua principal moeda de barganha e troca, naquela região desativada e abandonada.

O grupo liderado por Charles chegou aquele lugar pouco mais de meia hora após a queima de fogos que anunciara o ano novo. Ele falava ao celular como quem confirmasse algo.

Chegaram a entrada da cidade baixa abandonada, um túnel ferroviário que ligava ambas as áreas da cidade baixa. Ao que parecia teriam que seguir a pé,  o grupo formado por Charles, Lewis, Loran, Rose, Raiven e Wo li entrou pelo lugar, seguiam Charles que mostrava o caminho. Havia entregue a todos lanternas com uma luz amarela, segundo ele era sinal aos que estavam lá que aqueles que chegavam não eram hostis.



Assim que sairão depararam com a cidade em ruínas, tudo estava coberto pelo branco da neve e logo chegara a entrada de um pequeno prédio.



Charles bateu a porta e a mesma se abriu revelando um jovem e magricela vampiro que vestia roupas engraçadas meio sem jeito ele sorriu como quem conhecesse o puro e fez um gesto para entrarem. 



_Sejam Bem vindos, me chamo Mauricius irei guia-los até ao evento.

Atravessaram um enorme corredor e conforme chegavam mais perto do tal lugar ouviam as vozes, era um alvoroço que crescia até se depararem com o local, uma estação abandonada de trem onde havia um ringue e muitos vampiros em volta apostando e no lugar uma dupla lutando ferozmente pela vida.


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Dorii'
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MensagemAssunto: Re: Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado   Ter 12 Abr 2016 - 18:47

Niños....Niños....Niños.... Não sabem mesmo parar?
 
Parece que não. Nem um pouco. Eu também era dessas mas os olhares repreensivos de Paolo estavam me irritando e aquela vozinha na minha cabeça....
 
~Vá logo verificar se tudo já foi feito. – falei baixo e já irritada para o vampiro, que logo se afastou revirando os olhos. Eu não precisava de duas babás.
 
Mas talvez quem precisasse fosse Lewis. De duas babás geriátricas se continuasse me provocando daquela forma.
Sem babaquisses igualitárias pra cima de mim. Sim, eu queria implicar e não gostava quando acertavam como fazer isso comigo.
 
~Por suspoto... – disse, já fechando a cara de novo. ~ No soy niñera de un vampiro que no limpia o su propio culo sin un padre sonrisa diciendo " buen trabajo". (não sou babá de um vampiro que não limpa a própria bunda sem o pai sorrindo e dizendo “bom trabalho”). – Não vou dizer que era mentira, porque não era. Mas eu nunca ia admitir qual foi o verdadeiro motivo que me fez partir. Mas aquela lembrança me pegou de um jeito que a provocação seguinte não me causou mais que um riso amarguro e sem vontade. ~ ¿Yo parezco?...No se puede romper lo que nunca estaba lleno (Eu pareço?... Não se pode quebrar aquilo que nunca esteve inteiro).
Mas talvez a cara de Lewis pudesse se quebrar, porque eu respirei fundo, muito fundo, mas não para controlar o mal estar. Ele me afetava menos do que Lewis podia imaginar... Foi para me controlar para não descer a mão na cara dele com o que disse.
 
“É o que sempre digo pra ela, mas eu teria mais cuidado se tivesse dentes a perder” – Disse uma voz masculina e brincalhona na cabeça de Lewis enquanto eu revirava os olhos.
- Está na hora de partir... – comentei, pegando o celular como se checasse algo. Realmente, as fotos haviam sido tiradas. Não só dos rounds, mas da interação daqueles dois...  – Nos vemos por aí, peluto.
Eu andei alguns passos, me afastando depois que o Kuran e o ancião se foram, me virando para Lewis e a menina novamente.
- A ruiva com quem você está competindo não sou eu.... – um sorriso pequeno, malicioso e com o despontar das presas abriu no meu rosto, singelo, enquanto meus cabelos dançaram ao me virar. – Mas eu teria o dobro de cuidado se fosse você... um pescoço mordid... ops... coração partido, torna as pessoas muito perigosas.
 
Eu me virei e saí. Que aquela mensagem fosse bem clara para Lewis. Ele sabia de quem eu falava e, da mesma forma que ela pudesse ser uma ameaça agora, se, como ele dizia, eu também estava com o coração partido, era melhor ele nem relar comigo.
 

Meus passos deslizaram pelo local. Já estava na hora de ir. Havia muito o que fazer.


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Fabi
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MensagemAssunto: Re: Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado   Ter 12 Abr 2016 - 19:37

< Lewis > 


Citação :
- Não sei se gosto de conquistas sem luta, mas se é assim... é o primeiro passo para ser dominado, o que o hermowsow acha disso? 


Lewis riu com as palavras dela, dando um sorriso zombeteiro em seguida. Ele? Ser dominado? Aquilo era piada para os ouvidos do puro. Uma mera nobre como ela, por mais que tivesse algo naquela vampira que ele não conseguia entender o que o intrigava, não seria o suficiente para controlá-lo. Era um vampiro orgulho e cheio de si, mesmo que não passasse de uma criança.

- O que eu acho? - o ruivo segurou o queixo dela e acariciou sua bochecha - Acho que a senhorita vai ter que ser esforçar muito mais do que isso para conseguir me dominar - a desafiou sorrindo.

Mas logo Lídia chamava sua atenção outra vez com as palavras irritadas e agressivas dela. O ruivo a olhou e sorriu. Havia acertado no ponto certo para atingi-la. E não discordou com as palavras que ela dissera sobre o mauricinho. Até aquele dia ainda não havia entendido como uma garota sem rumo como ela e aquele filhinho de papai haviam se apaixonado. Devia ser a mesma ironia do destino que fizera com que ele e Lohanne ficassem juntos. Mas passado era passado... 

Citação :
“É o que sempre digo pra ela, mas eu teria mais cuidado se tivesse dentes a perder” – Disse uma voz masculina e brincalhona na cabeça de Lewis enquanto eu revirava os olhos.


- Mas que...? - ele olhou surpreso quando ouviu aquela voz em sua mente vindo do nada.

Ficou intrigado. O que era aquilo? Parecia que aquela ruiva tinha muito mais segredos do que ele podia imaginar, mas aquilo era interessante... Aquela voz vinda do nada lembrava de Nathaniel, o espírito de um anjo preso naquele rosário que o selava que ele tivera o prazer de sumir a anos atrás. Ou será que Lidia tinha uma surpresinha selada dentro de si? Era uma ótima informação de se ter obtido.

Resolveu ficar calado por hora, aquilo não era uma informação a ser comentada em um lugar como aquele. E a vampira também já estava se afastando, ocupada com os próprios assuntos dela. Deu de ombros e voltou sua atenção a Joudan, já que o ancião estranho havia se afastado levando o Kuran e a noiva sem sal dele. No entanto, ainda havia mais uma alfinetada por vir.

Citação :
- A ruiva com quem você está competindo não sou eu.... – um sorriso pequeno, malicioso e com o despontar das presas abriu no meu rosto, singelo, enquanto meus cabelos dançaram ao me virar. – Mas eu teria o dobro de cuidado se fosse você... um pescoço mordid... ops... coração partido, torna as pessoas muito perigosas.

O que ele havia pensado mesmo? Que passado era passado? Pelo menos era o que ele queria até Lídia se vingar e cutucar a ferida dele. De imediato ele a olhou com os olhos voltando ao vermelho e a aura hostil enquanto mostrava as presas e rosnava em sua direção.

- Vaya al diablo te mantenga! (Vá para o diabo que te carregue!) - Lewis rosnou entre dentes e a viu saindo - Hija de puta... - a xingou baixo entredentes depois que aqueles cabelos rosados sumiram de vista.

Bufou e respirou fundo tentando se recompor para não chamar tanta a atenção. Cruzou os braços e continuou rosnando baixo enquanto olhava para a rinha, com uma expressão de quem queria estripar alguém. Poderia pedir desculpas para sua companhia pelo comportamento agressivo, mas isso não era algo que alguém orgulhoso como Lewis faria.




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Luthica
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MensagemAssunto: Re: Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado   Ter 12 Abr 2016 - 21:15

Jourdan sorriu zombeteira, guardando aquele pequeno segredo.

"É só vir comigo que eu mostro...",
pensou, sem falar pois ele já tinha a atenção roubada

Quando Edgard saiu com Loran para se sentarem em local particular, Vilhelmina se contorceu de vontade de ouvir a conversa. AH! Como queria usar seus poderes. Mas nenhum dos dois era um vampirinho qualquer que ela poderia simplesmente invadir a mente e ouvir a conversa. Ainda mais em território que claramente não era vantajoso.

Observou a dupla curiosa e mais ainda pelo senhor daquele lugar ter revelado que haveria uma surpresa naquela noite. O que era? Sentiu forte adrenalina crescendo.

De qualquer forma, estava satisfeita de ter presenciado o líder dos vampiros se aproximando demais do palco principal da anarquia. Aquele Loran não tinha nada de tonto, não é mesmo? Gostava dele, diferentemente daquela noivinha dele, que estava o tempo todo com aquela cara de superioridade.

Observar de longe e tentando, sem sucesso, entender o que se passava na arquibancada era uma tarefa bem mais divertida do que prestar atenção naquela briga em idioma latino que ela não fazia nenhuma questão de saber... até que a ruiva decidiu soltar um comentário diretamente para ela.

Ruiva? Tinha ainda outra mulher (E ruiva) na jogada? Talvez fosse melhor tingir o cabelo de Jourdan. Riu internamente.

Será que a menina ruiva era a mesma sobre quem ele conversava com Charles na festa? Não sentia ciúme daquele fato, mas agora estava bem determinada a descobrir a força do que se tratava... em breve.

Jourdan sorriu debochada, não da cara da mulher, mas da situação.

- Dica anotada, querida, obrigada! Eu até ia falar pra você ficar, mas assim vai ficar meio difícil ... - deu de ombros e apontou para Lewis que tinha falado algo provavelmente bem feio em espanhol.

Não tinha nenhum problema com aquela ruiva. Pelo contrário. Ela trazia aquele lado novo e nervoso daquele vampiro cheio de orgulho! Adorava.

- Awn. Vamos... - falava manhosa e tocou-lhe o braço - Não fique assim, bonitinho - e foi se ajeitando sem seu ombro. - As lutas vão começar já já, veja... Não estrague uma noite tão bonita. - ficou na ponta dos pés por charme, dando-lhe um beijo na bochecha. - Eu prometo a você que eu consigo te fazer esquecer qualquer outra que esteja na sua cabeça

Aquela promessa era tão literal que a fez sorrir. Ela só não sabia mesmo onde estava pisando.
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MensagemAssunto: Re: Ruínas da Cidade Baixa - Prédio Abandonado   Qua 4 Maio 2016 - 13:14

Charles

Saber com quem está lidando. Aquele era o fundamental no submundo e nos negócios. E, claro, nesse sentido, o loiro sabia muito bem que não poderia mentir para aquele puro sangue. Pelo menos não desde que pretendesse manter negócios com ele. Portanto, não escondeu o óbvio, que Loran era um Kuran. Sua cara era o maldito Kaname cuspido e escarrado mesmo, que diferença aquilo iria fazer? Os dois não eram bebês para isso, além do mais, Charles tinha coisas mais interessantes para ver naquele dia. Como sua luta e, claro, um conforto as suas frustrações e ao sumiço de Sakura, que encontrava a cada soco dado e cada vez que um dos lutadores, mesmo que fosse o seu perdia um pouco de sangue ou tinha um ferimento mais sério.

Não. Não era só isso, havia muito mais ali... A cor de seu olhar quase hipnotizado, quase sadico enquanto observava a luta, alterado e alheio aos outros que lhe cercavam e ali, apenas ali, naquele sangue e na sensação familiar que ele lhe dava. Na visão da mesma planície de seus sonhos, no lago e na grama pintados de vermelho, no riso que saia do nada por entre seus lábios. E talvez por instantes tenha aumentado o sorriso enquanto sua aura se intensificava de forma estranha, quando uma das cabeças rolaram antes de virar pó ali. Quando ouviu aquele último suspiro e o prazer atingiu seu ser junto aquele grito de dor. Não por ter uma vitória, pois o seu havia perdido, mas por outra coisa, aquela sensação talvez?

Aquela estranha expressão em sua face que, por míseros milésimos de segundos, junto à sua aura pareciam menos vampíricas é mais demoniacos. Logo voltando ao normal...

- Parece que não está com sorte, Lutont... - O vampiro careca por instantes riu, pegando seu prêmio da aposta. Mas de alguma forma, nem aquilo chamou a atenção de Charles, que simplesmente balançou a cabeça despreocupado, tirando o risinho de prazer do rosto, pegando uma espécie de comprimido no bolso e colocando na boca, apesar de odiar Murtagh, aquele presente do velho Fallneaves sempre o fazia sentir melhor, como uma pastilha de sangue para outros vampiros.

- Ou talvez esteja... - Sim. Pois aquele primeiro não era sua aposta desde o inicio. O melhor estava por vir, e já já chegaria. Pensava o loiro, olhando por instantes para Loran e o dono naquele lugar nas arquibancadas e então para Lewis de uma forma definitivamente ultraconfiante. - Porque estou pronto para dar o cheque mate... - Sim. Era hora de verem sua aposta, o homem baixo que entrava no ringue, o improvável e certo vencedor daquela noite.

Afinal, Charles era famoso ali por muitas coisas. E a principal dela era nunca perder uma aposta.


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