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 Green path - Central Park

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MensagemAssunto: Green path - Central Park    Seg 1 Fev 2016 - 16:53

Relembrando a primeira mensagem :

Green path - Central Park


Spoiler:
 


Na cidade Central, havia uma área verde cercada que era ponto de encontro para os moradores fazerem passeios junto a natureza, era o parque da cidade um jardim muito bem urbanizado que atraia muitos frequentadores para caminhadas, passeios e apenas descansar. No cento desse parque havia o Coreto que era onde havia diversos eventos que ficava de frente a um lago, no inverno virava uma pista de patinação no gelo.

fonte das imagens:
 


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_Agora repita comigo: Nunca mais desobedecerei um DEUS!
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 12:34

 Sakura Tsukino

Aquela história toda era uma grande mentira. Meus lábios se contraíram e ele pode sentir meu corpo enrijecer. Por que ele estava mentindo para mim depois de tudo? Não era... Não devia haver segredos mais. Ele tinha que confiar em mim, se me queria por perto, eu deveria estar por perto em tudo e não ser uma das garotas idiotas que ele já teve, uma daquelas que ele trata com distância. Eu não ia ser assim.

- Se você acha que ainda está lidando com a mesma menina idiota que conheceu há quatro anos está completamente enganado, Charles... - Minha voz saiu baixa e trêmula pela raiva, por ele mentir para mim - Não ache que eu vou engolir suas mentiras de forma passiva, quieta. 

Eu puxei minha mão, com mais força, tendo soltá-la, mas ele parecia me prender como uma algema, fazendo meus pés tropeçarem sobre eles mesmos de forma desajeitada, quando logo, ele me forçava a seguir seu passo sem escolha.

~Não vai ser assim, Charles ~eu falei, agora algo como choro embargava minha voz e deixava meus olhos cheios de lágrimas, embaçando minha visão, embora eu me concentrasse para não deixá-las cair. ~ Ou você confia em mim, ou não. Ou me quer, ou não. Eu não vou ficar do seu lado de enfeite....Ou talvez eu devesse ficar longe algum tempo até você decidir.

Era isso. Eu não sei se ele não percebia o quanto eu tinha mudado ou ele simplesmente se enganava a ver isso, prendendo-se a imagem da garota boba de anos atrás. Mas eu não seria mais isso. Nenhum de nós éramos o mesmo e ele ia ter que lidar com isso. Que não era mais à força ou com suas mentiras que ele ia me convencer.

Da mesma forma, ele não me convencia de sua aparente calma frente ao outro puro. Charles sempre fingia muito bem, mas não para mim.
Eu tentei engolir o choro, desviando o olhar do outro vampiro e me concentrando em aparentar a mesma calma que Charles, embora fosse claro em mim o quanto não estava bem. Não estava bem por aquele PB ali, não estava bem pela forma descarada como Charles mentiu para mim, Não estava bem por aquela sensação angustiante que tive ao ver a estátua e que agora parecia vir da presença de Charles.

Mas tudo sempre pode piorar. Piorar de forma colossal quando um frio me atingiu de forma intensa, quando aquela energia que eu conhecia se aproximou, me trazendo um pânico interno que me fez igorar o PB à nossa frente e me virar.

Eu a vi. Andando ali meio aos humanos, a todas as pessoas como se fosse um ser normal. Só o rosto dela fez minha pele arrepiar e me deixar como um animal acuado, assustado, mas a maior parte disso foi resultado do que vi ao lado dela.
Will.

O meu rosto incrédulo logo se fez cair em uma expressão de dor, misturada com tristeza, cm confusão.  Ele estava ao lado dela. Não parecia ser nenhuma indução. Não poderia ser. Até porque ele não só caminhava ao lado dele, como ele ERA como ela... Um pureblood...

~nani....Will.....

Da mesma forma que do dia para a noite Charles era um pb will tb pareceu se tornar um. Agora eu sentia nele as mesmas coisas que sentia em todos. A mesma energia sombria, a mesma sede sufocante. Ele não era mais aquele Will.... Eu já devia saber disso. Já sabia disso quando ele fez o que fez na mansão, quando ele QUIS ficar lá. Mas isso, certamente, era algo que eu jamais esperaria.

~onegai, vamos embora... onegai... ~eu falei baixo, com um pouco de medo na voz.Charles estava ferido por algum motivo que não queria me contar e haviam três puros ali. Um, que não parecia hostil nem amigável, mas curioso sobre nós. Outra, que era um demônio mais sujo do que sua aparência poderia mostrar e Will... Que eu já não ousava mais dizer sobre o que ele era capaz


 Lucian Salazzar (Murdock)

Era engraçado ver como aquele puro não perdia sua classe. Ele não parecia hostil mas sabia muito bem que na posição que estava não precisaria de muito para que ele se tornasse assim.

- Ora, apenas vim verificar se estava tudo bem. Mas vejo que está sendo bem cuidado - eu dei um sorriso na direção da menina que parecia saber muito bem " o que " eu era. - Vim em paz, Lucius Salazzar, novo na cidade e disposto a ajudar - Dei o nome do meu irmão. Gostava disso. As vezes era bom fazer esses jogos para confundí-lo quando estranhos viessem falar com ele do nada.

Sim. Um pouco de sorrisos claros e abertos. Esse era meu dom. Ser confiável, ao extremo, até diria. Eu conseguia simular tiques, pequenas oscilações na feição que me tornavam perfeitamente confiável, como se as pessoas conseguissem ler isso inconsciente.

- Se quiser, posso lhe dar uma carona. Pela cara de vocês as esculturas não estão tão boas, né?

Na verdade, eu queria saber quem era aquele puro. Ele não parecia tão normal assim. Tinha algumas suspeitas de quem ele era, baseado no que já me haviam contado e em seu gosto por companhias humanas. Mas esperaria que ele me contasse isso.

Mas logo, eu vi outro casal de puros se aproximando e fiquei um tanto quanto confuso.
O outro rapaz, em especial, era identico ao pb à minha frente. Completamente igual se não fossem os trejeitos e os modos de se mover. Mas eles eram, certamente, a cópia um do outro.
Aquilo era interessante. Gêmeos pb's? Os únicos que conhecia eram eu e meu irmão. Talvez fosse interessante ficar e ver. Até porque, a humana agora parecia uma presa encurralada. 
Sua expressão denunciava ainda mais que ela sabia o que todos ali eram, o que me fez julgar que seu medo era completamente racional e que, em conjunto, deixava as coisas mais interessantes.
Afinal, o que há de mais divertido do que assistir uma presa que sabe que está sendo predada?
Lucius talvez se divertisse em ver isso também.


Hunny Orion

Bem. Em meu desagrado ou não, o menino já estava ali, sorridentes e me cumprimentando. De certa forma ele me lembrava Melissa quando a conheci. Aquele jeito animado até demais que te fazia perguntar se tinha algo errado com ela.
Eu realmente achei, no começo, que tudo aquilo era uma máscara, era um jeito dela parecer inofensiva aos outros enquanto alcançava seus objetivos, assim como eu mesmo fazia. E por isso, eu me aproximei. Tentei todos os dias fazer aquelas máscara cair apenas por diversão, quando então, me dei conta, de que o único que usava máscara ali era eu. Que aquela, era ela. E conhecê-la tão de perto, todos aqueles dias me fez ver pouco a pouco não só a a menina, mas também que eu comecei a sentir algo. Algo que eu não esperava ou me agradava.
Mas puros sofrem demais quando essas coisas acontecem e não adianta fugir. Nossa vida é longa demais, assim como nossos sentimentos, mas longa também é nossa paciência e muito dela tive esperando esse momento para que o pequeno loirinho ali estragasse.

- Pode me chamar de Hunny - sorri, não ia ser antipático com o menino. Afinal, isso ia estraga ro humor de Melissa.

Antes que eu continuasse as apresentações e principalmente as perguntas a menina nos puxou, me fazendo deslizar no gelo. Mesmo que não tivéssemos treinados um dia se quer, qualquer um de nós ali, era melhor do que qualquer humano no gelo. Mas eu prezava bastante pelas aparências, ainda mais quando sabia que nessas situações Melissa costumava não se conter, então fiquei no básico, apenas delsizando.

- Vá com calma... - disse, quase em um som de adulto responsável. Não era com o amigo dela que eu estava preocupado. Era com os olhos que seu avô pudesse ter, com o fato dela chamar atenções demais que lhe dessem problemas depois.

- Vejo que isso está mais interessante para 'nós' do que imaginei que seria - sorri, olhando o menino. Eu não via muitos vampiros em eventos humanos assim há algum tempo. O que me fazia imaginr que teriamos problemas em alguma hora.




Última edição por Dorii' em Qua 18 Maio 2016 - 19:35, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 13:55

Vilhelmina (Jourdan)

Vilhelmina quase suspirou, os olhos brilhantes de empolgação. Prontamente levou a mão para a nuca dele, correspondendo ao beijo voraz e colando o corpo no rapaz. Dessa vez, simplesmente seguindo uma vontade sua.

Estava satisfeita que o ruivo não passaria o resto do evento se lamentando por causa daquele humano e a outra garota. Parecia que lidava com os problemas mais ou menos como ela: substituindo por diversão. Absolutamente não ligava de ser uma distração, afinal, estava se aproveitando também.

Sem pressa, não tomou a iniciativa para soltá-lo, tampouco se afastou, depois deixando os lábios roçarem nos dele, ainda de olhos fechados e um gosto de vinho na boca. Sorriu satisfeita.


- Até que não foi uma ideia tão ruim assim vir até aqui hoje - comentou, pousando as mãos em seu peito e puxando-o para perto. - Né? - perguntou em um sussurro, já se aproximando para beijá-lo novamente. Gostava de ideia de ficarem trocando carinhos em vez de conversar besteiras.



Euphemia


Talvez estivesse lá para equilibrar o restante, pensou, sobre a caixa de Pandora e a esperança. Não o interromperia. Achava aquele humano bastante inteligente. Refletiu durante aquela pausa. Na verdade, continuava ali, seguindo as sugestões de Casper, porque tinha alguma esperança. Do quê? Não sabia... mas no fundo talvez acreditasse que as coisas se resolveriam de alguma forma.

- Você tem razão. Fui hipócrita de falar dessa maneira de um sentimento como a esperança. Se não houvesse nenhuma, o que me custaria fazer alguma loucura? No fim, acho que todos temos um desejo de ver a mudança. Mesmo que não saibamos de que forma precisamos agir para mudar o curso de nossa história ou tenhamos a certeza de que nada podemos fazer... acho que temos a esperança guardada em nós junto com todos os outros sentimentos ruins, como a caixa da Pandora
- complementou e ficou em silêncio. Olhava atenta e sentia que ele a compreendia. Estava gostando de conversar com aquele homem.

A leveza da curiosidade em seus olhos foi substituída rapidamente por pesar. Olhou para baixo. Sentiu uma dor no peito, pensando no e filho e no marido conforme ele descrevia, de certa forma, a mente dela. Balançou a cabeça negativamente. Estava visivelmente triste com aquelas falas, mas não era motivo para se desculpar. Suspirou e entendeu também que ele se referia a si mesmo sobre a mudança em alguém querido. Virou-se para ele e resolveu abrir parcialmente seu coração:

-  Acertou. Estive em um pesadelo por mais anos do que pude contar e quando acordei, pensei que acabaria, mas ele se tornou realidade. Meu marido e meu filho estão mortos e eu me dei conta que estava sozinha em um mundo moderno. Lamento por seu ente querido que o tempo transformou. Se quer um conselho vago, porém sincero, tente resgatar essa pessoa com suas próprias mãos antes que isso não seja mais possível... - olhou para baixo um tempo. -  Por mais inútil que possa parecer agora... se você pode falar com ela ainda, aproveite. Depois deixe que o tempo a ensine. Era isso que... eu teria feito para o meu filho, que eu soube que escolheu um caminho infeliz enquanto eu dormia.


Forçou-se a sorrir para ele também, embora isso não representasse mais do que um leve movimento do lábio ouvindo o restante. Se fosse humana, talvez não tivesse vivido tempo o bastante para que aquela tragédia acontecesse, mas poderia sentir-se ainda mais impotente se Vilhelmina fosse apenas uma assassina serial comum e ela uma pobre viúva. Além disso, perguntava-se se aquele homem não apenas tinha um grau de empatia elevado e se a todo momento falava dele mesmo. De repente, ele falou em tempo. Ela fez questão de dar uma boa olhada nele. Não era tão velho para um humano. Nem tinha deformidade ou maldição aparente. O que havia nele? Ignorou sem querer o final, sobre sua companhia. Estava bem intrigada e, por que não dizer? Levemente preocupada.

- Mas você... bem, eu nem ao menos me sinto confortável de chamá-lo de senhor. Não parece ter uma idade avançada... nem para um humano. Quando eu disse para se redimir com quem quer que seja, era apenas pensando em imprevistos, eu não quis dizer que... seu tempo estava acabando ou algo assim. - comentou, confusa.-  E quanto a energia... você mesmo me convenceu sobre a esperança... - falou mais baixo, como se desse uma bronca indiretamente.


Casper


- Ok, Hun-ny! - disse meio cantarolando. Era um nome peculiar. Um apelido? Bem, não importava. Já estava feliz de ser cumprimentado com alegria. O vampiro tinha sido simpático.

Antes que pudesse dizer muito mais, já sentia a grande força da vampirinha. Arregalou os olhos e, sem modos, decidiu comentar isso em voz alta, deixando-se levar por ela, sem o menor incômodo e achando-se já amigo dos dois.

- OH!! A senhorita Melissa é bem forte!! Estou realmente impressionado. Hahaha. Que legal!! - riu de forma infantil, bem curioso com as habilidades dela. -  -  Seu avô nem precisava se preocupar! Você contou para ele que é forte desse jeito? Ninguém se atreveria a fazer-lhe mal, senhorita

- Sem dúvidas! Acho que o casamento do ano resolveu reunir todos na mesma cidade. Então por que não aproveitar um pouquinho? - respondeu a Hunny. Gostava de ver um lado positivo em tudo.


Naru e Daryl


- Lily... - repreendeu Daryl, já nem tão preocupado, pois estava acostumado com a imprudência da namorada. - Tome cuidado, hein? Se acabar machucada, vou te levar embora e você vai deixar sua amiga triste e estragar o aniversário da Naru - ameaçou de leve.

- N-n-não, de forma nenhuma, Lily jamais estragaria meu aniversário!! E...e.. você ouviu que a Tohru disse que cair é normal? E além do mais, a Lily é bem forte e determinada! - fez um sinal de vitória. - Vamos! Tenho que me esforçar também e um dia vamos patinar como a Tohru - brincou e voltou a patinar, mas diferentemente de sua nova irmã, tentou passo a passo com cuidado.


Última edição por Luthica em Qui 19 Maio 2016 - 7:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 18:34

- Rose -


- Ela me mandou uma mensagem dizendo já estar chegando. – Ela responde Loran que não parecia muito animado com a sua amiga, mas não o julgava, Victória não é uma vampira fácil de agradar.
 
- Sim, Catarine tocará hoje. Ela toca divinamente.
 

Quando ele beija sua mão ela abre um leve sorriso. Gostava quando ele fazia essas coisas. Em seguida foram em direção ao palco para ver se elas haviam chegado. Mas no caminho encontraram Rosemarie junto a um desconhecido que estava se comportando estranhamente. Ela ficou a observar a situação junto ao noivo.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 20:48

+ Louis +

Quando Nero chegou aquele inicio de noite em Fukuchiyama estava com uma empolgação que Louis ficou um tanto surpreso, geralmente ele estava muito cansado pelo trabalho e a viagem até ao interior para vê-lo, devido a isso todos na casa preferiam fazer de tudo para dar ao ruivo maior conforto e descanso.
Louis olhou-o com a pergunta nítida na face, mesmo que não tivesse feito verbalmente o ruivo entendera e respondera de imediato lhe mostrando um panfleto do festival de escultura de gelo, até ai tudo bem é só um festival, mas pela empolgação do ruivo deveria ser interessante ao menos.
O que assustou o moreno era que o festival seria no parque da cidade em Ambarantis, Louis ficou apreensivo, já que um evento assim poderia estar algum conhecido e identificá-lo para Magnus, achou melhor não ir, foi quando o ruivo lhe deu a ideia de se disfarçar.

_Eu não sei Nero, se me reconhecerem...?- suspirou olhando o panfleto. _ Seria legal ir, ver algo diferente, mas...
_Um disfarce seria legal ninguém reconheceria pai.-Skye incentivava, já que era um momento onde ambos poderiam sair e terem uma diversão. _Acho que deve ir e se distrair... Um encontro com Nero rs

Louis corou com aquilo e suspirou baixo ainda receoso, mas que disfarce usaria? Pensou consigo até o ruivo rindo falar para ir vestido de mulher. Claro que o moreno não gostou, não era nenhum problema sendo que ele não gostava desse tipo de feminização.

Skye então veio com a ideia de ele usar kimono e foi até a praça da cidade comprar um, logo que voltou ajudou o pai a se vestir, trazendo também roupas de frio para aquecer, ainda nevava e as noites a friaca era pior.

Roupa de Louis :
 

Enfim, estavam chegando a Ambarantis, Louis ainda nervoso, mas estava muito bem disfarçado, ninguém diria que não era uma mulher, o moreno realmente tinha traços muito finos e femininos com o kimono era algo impossível de distinguir poderia ficar entre as pessoas sem ser reconhecido.
Nero parou com o carro que alugou para leva-los na frente do parte procurando um lugar para estacionar, estava lotado ao que parecia era o último dia do evento e teria uma atração musical para fechar a noite, devido a isso toda cidade estava presente.
Louis viu ao longe uma vaga e mostrou ao ruivo que estacionou o carro e após descerem foram para dentro do parque, a neve caia fina como espuma no ar e não ventava o que facilitava já que a sensação térmica caia muito com o vento.

_Nossa impressão que estamos andando em nuvens, muito bonitas as esculturas. - Louis sorriu e olhou para Nero segurando em seu braço andando entre as enormes paredes de gelos que tinham formas variadas.


*****
+ Victoria + Caty + Gê +

Vick estava falando com um dos produtores para poder deixar Caty a vontade no palco. A garota estava super animada quando viu ao longe a amiga de sua mãe e o noivo se aproximando.

_Mamis veja... A Rose com o noivo... - Mostrou a mãe e sorriu para ambos quando se aproximaram. _ Rose-sama... Loran-sama vieram me ver tocar, fico lisonjeada com isso. ^^

Victoria se aproxima da beira do palco e ajeita seu pesado casco de peles negras faz um gesto para Loran e Rose que iria descer e encontra-los.

Nesse momento Caty teve uma ideia e foi até os produtores falou algum tempo e gesticulou mostrando as esculturas e virou empolgada para eles que ao que parece gostaram do que ela dissera.

Então a garota saiu do palco deixando as finalizações para eles e pegou seu violino indo para a parte das esculturas sendo seguida por um dos produtores e por Gê.

*****

A neve caia como flocos suaves naquela noite que aparentemente era tranquila, as pessoas caminhavam entre as esculturas conversando animadas, tirando fotos e apreciando as obras de artes.
A pista de patinação estava lotada, humanos e vampiros conviviam, aparentemente havia certa harmonia no ar, todos no mesmo ambiente desfrutando de uma diversão que estranhamente os reunião em comemoração a um fim de estação. Poderia ser algo utópico, mas naquele lugar estava sendo possível, diversão, música, alegria e harmonia entre ambas as raças. Ou na verdade era somente um disfarce da realidade, feras entre suas caças esperando o momento certo para abater e se saciar do sangue que tanto necessitavam.

Nesse momento todos foram despertos daquela alegria por um som que vinha dos altos falantes espalhados pelo lugar, era como um chamado e vibrante um som de violino fez todos virarem suas atenções procurando a direção que vinha.
Do centro da exposição a jovem vampira surgiu tocando com graça e leveza aquele instrumento que como magia tomou conta de todo o parque, envolvendo as mentes e corações daqueles que viam aquela performance da garota.



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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 22:01



< Lewis >


Lewis sorriu torto de volta. Desceu uma mão até a coxa dela e apertou ali enquanto mordiscava os lábios da mulher com um brilho sapeca no olhar. Gostara muito que ela o correspondesse com tanta empolgação aos beijos dele. 

.- Devo concordar - sussurrou de volta lambendo os lábios dela.

Deixou ser puxado mais para perto e a envolveu em seus braços ao voltar a beijá-la. Parecia que para ele também a ideia de ficarem ali, esquecendo-se do resto ao redor, estava satisfatória. Podia quase esquecer das frustrações e de quase encontros desagradáveis.

.- Por que não volta mais tarde comigo pro hotel, gata? - convidou olhando-a nos olhos. Não era um olhar carinhoso, e sim um olhar decidido com certo toque de malícia - Adoraria ter alguém para ajudar a aquecer a cama - e sorriu mostrando as presas. 

Ouviu uma música de violino começando a tocar, olhou de leve na direção mas não mostrou muito interesse naquilo e achava que a outra vampira também não, então voltou a olhá-la e lhe dar atenção.




> Leon <


O humano concordava calmamente com a cabeça conforme a vampira discursava sobre sua opinião sobre a esperança, o assunto que estavam discutindo. Sim, também acreditava que era aquilo que impedia de cometer uma tragédia impensada e que os impelia a seguirem em frente com suas vidas. Ainda assim acreditava que a esperança era também um mal que estava contido dentro da caixa com os demais, porém complementando o próprio pensamento com um ditado humano: há males que vem para o bem. Reflexivo, guardou o pensamento para si.

Surpreendeu-se quando a vampira resolveu contar um pouco a ele de sua história. Não sentia que ela estava contanto aquilo como uma artimanha ou que estivesse mentindo para o caçador. Acreditava que ela estava realmente apenas desabafando com ele, os olhos dela lhe diziam aquilo, então acreditou no que ela contara.

.- Meus pêsames, senhorita… Sinto muito por suas perdas - falou com sinceridade.

Olhou para baixo e respirou fundo, havia frustração e tristeza em seu olhar. Pensava que a vampira merecia um voto de confiança para contar-lhe um pouco de seu próprio tormento.

.- Meu filho… - fez uma breve pausa, sentindo a boca amargar - Ele é um de vocês. Luto para impedi-lo de ser uma ameaça para os outros… e para si mesmo - fechou os olhos - Temo que eu não seja mais capaz de resgatá-lo das próprias sombras que ele se afundou. E temo ainda mais que um dia tenha que cumprir o meu dever de caçador… Um dos erros que gostaria de mudar em meu passado - resumiu a história - Gostaria que ele me ouvisse.

Ficou em silêncio por um tempo até que a loira comentasse sobre a idade de Leon. Deu um leve riso triste e a olhou. Não, ele não era um idoso ainda, mas infelizmente seus dias estavam contados. Olhou ao redor, verificando se Lohanne estava por perto, quando se certificou que não, voltou a olhá-la.

.- Estou morrendo, senhorita - respondeu com calma - Não sou tão jovem, e nem tão velho, mas… Eu passei a vida toda cultivando um vício que vem me matando aos poucos… Como disse, não temos a saúde de vocês… - tossiu de leve, pondo o lenço sobre os lábios - Meus pulmões estão podres. Não sei quanto tempo ainda tenho até que minha doença me consuma - respirou fundo e sorriu de leve - Então tenho que usar o tempo que me resta, não é? Para consertar os meus erros… Assim poderei partir em paz. 

Ouviu a música de violino começar a tocar e fechou os olhos por um momento para poder apreciar a melodia. Aquela música tocada por um instrumento tão suave, aquela melodia tão bela parecia expressar a melancolia dele e de sua companhia de uma forma agradável.

.- Belíssimo - comentou baixo.


~*Lily*~


Lily fez pouco caso da preocupação dos três, não se importava nem um pouco de estar levando aqueles tombos. Era claro que doía um pouco, mas como a dor logo passava ela a ignorava. Gesticulou com a mão para eles como se dissessem para não se preocuparem com ela. 

.- Relaxem, se eu me machucar eu logo me curo, já passei por tombos piores quando comecei a fazer parkour. Se quebrar, é só consertar - falou sorrindo para Tohru em relação à ultima fala da japonesa. 

Dessa vez foi com mais calma e aos poucos já conseguia deslizar pelo gelo sem perder o equilíbrio. Então avistou Nero chegando ao longe com Louis e deu um largo sorriso, o pai havia avisado que iria buscar o companheiro.

.- Naru, eles chegaram! - comentou alegre, enlaçando o braço da irmã com o dela - Olhe, Tohru-chan, aquele ali é o meu pai - apresentou animada, apontando para o ruivo - PAAAAAAAI! - gritou acenando energética para o casal e só parou quando o pai acenou de volta para ela - Bem, melhor a gente ficar aqui pra não segurar vela - comentou rindo com as meninas, antes que a música de violino começasse a tocar.


 + Nero +


Nero ia empolgado com o panfleto no bolso para mostrar ao namorado. Ouvira dizer que iria haver uma apresentação de violino naquele encerramento do evento e imaginara que seria algo que Louis fosse gostar de assistir, ele amava aquele instrumento. Além daquilo, seria um encontro perfeito para os dois, já que não haviam tido nenhuma oportunidade antes para algo do tipo.

Quando chegou o moreno não precisou sequer verbalizar a pergunta contida em seu olhar. Prontamente entregou-lhe aquele panfleto, olhando animado em expectativa.

.- Podemos ir? - perguntou agitado e prosseguiu após ver a hesitação do outro - Não precisa se preocupar, não vamos ser pegos. Tudo o que precisamos é de um disfarce para você e tudo vai dar certo.

Esperou ansioso e sorriu ao ver que Louis parecia considerar aquela oportunidade. Lançou um olhar sacana para Skye e soltou sua sugestão enquanto ria bastante.

.- É só se disfarçar de mulher - ria - Com esse rostinho bonito e delicado ninguém vai notar a diferença - implicou rindo ainda mais.

Tentou ficar sério e conter o riso quando Skye sugeriu o uso do kimono. Assim que viu Louis vestido, no entanto, os risos cessaram e seus olhos brilharam com admiração. Agora, ali, junto à maquiagem para completar aquela produção, Nero não conseguia parar de olhá-lo.

.- Está deslumbrante, mi amore - sussurrou apaixonado - Acho que morri e fui pro paraíso… Acompanhado de um anjo.

Estacionou o carro e saiu acompanhado do companheiro, mantendo-se sempre atento se Louis estava aquecido o suficiente em meio ao gelo. O local estava muito bonito, tinha que admitir, e os humanos tinham bastante criatividade e habilidade com as esculturas. Só não entendia pra quê tanto trabalho se dali a poucas semanas todo aquele gelo estaria derretido, parecia um trabalho desnecessário.

.- Quer ver? - perguntou sobre as esculturas e o levou até lá - Creio que minhas filhas estejam por aq… - então ouviu o grito de Lily e olhou na direção - Escandalosa… - murmurou negando com a cabeça - Lá estão eles - sorriu e acenou de volta - Depois vou até lá… Quero curtir você primeiro - olhou o moreno e alargou mais o sorriso.

Caminhou com o companheiro, afagando-lhe a mão e o olhando carinhosamente. Ainda tinha aquela expressão meio boba de admiração.

.- Tenho um presente pra você - anunciou e entregou a ele um leque negro ornamentado - Para combinar com sua roupa…



Mas o que queria que Louis visse não estava ali. Puxou-o para uma parte para que pudessem ver o palco ao longe e sorriu ao ver que a violinista estava prestes a começar.

.- Veja, mi amore… - indicou a ele e sorriu quando a música começou. Tirou o lenço do casaco e estendeu a ele, já antecipando o choro daquele coração mole - Surpresa - sussurrou baixo enquanto observava suas reações.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 23:47


A jovem Kuran sorria com os progressos de suas amigas e compreendia a preocupação de Daryl .
- Não se preocupe Daryl-san, Lilly-chan vai ficar bem. Vou ajudá-las e veja como elas já estão melhorando!- falou, animada. Voltou-se para Lilly, surpresa pelo que ela falara.- Você faz parkour?!Puxa, isso é incrível! Então tenho certeza que irá aprender rápido. Concentre-se no equilíbrio e deixe o corpo bem leve. daqui a pouco estará saltando aqui também!^^
Seguiram patinando juntas, se divertindo quando Lilly viu seu pai, acenando pra ele, entusiasmada. Tohru olhou e acenou, discreta, feliz com a alegria da amiga por rever seu pai e desejando intimamente poder rever o seu.
Então ouviu a música, encantada. 
-Oh, que bela música! Está havendo um concerto? Podemos ir assistir?- perguntou, animada.


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."


Última edição por Tohru Kuran em Qui 19 Maio 2016 - 2:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 0:15

Usando dados do Char relacionado ao NPC - Ryan (No caso os do charles) para tentar acertar o Lewis com uma faca.

Destreza (5) + Armas Brancas (4) = 9

Nobre(Ryan) VS PB(Lewis) -> Dificuldade 8


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 0:15

O membro 'kagura' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 8:24

++Junes++

Lilac era, como dizer... Diferente com aquela pele tão pálida e bela. Exprimindo um ar tão sobrenatural que soava até estranho para humanos. Não era por menos que o moreno viesse a atiçar sua curiosidade por ela. Não era segredo nenhum que cultivava gosto e paixões exóticas e diferentes por onde passava, ao mesmo tempo em que recusava qualquer envolvimento com as noivas pé no saco que seu pai lhe arrumava há mais de 500 anos. Pelo menos uma relação definitiva.

Junes era volátil por assim dizer, e sempre ouvia Junniper criticar e elogiar isso em suas crises de ciúme/inveja ou o que quer que fosse. E isso queria dizer que procurava por diversão constantemente. Algo que lhe chamasse atenção. Algo que lhe atraísse, algo como Lilac, que de muitas formas excitava-lhe a curiosidade, o interesse e os desejos. Humana ou não... Ele sinceramente não se importava em com quem era visto em suas aventuras, ao contrario da maioria dos almofadinhas que conhecia. Junes gostava de companhias, ainda mais se eram belas e também lhe provocassem.

E a albina a sua frente lhe causava isso, enquanto a observava tão frágil com aquela falsa coroa de espinhos na cabeça em meio a neve. Era belo para seu senso estético, mais belo que qualquer escultura. Embora algo nele lhe dissesse que um pouco de vermelho e sangue ali cairiam bem ali, mas a ideia passou rápida demais, e ele não deu atenção. Mantendo o seu belo sorriso no rosto.

-Talvez possamos testar isso mais tarde... – Sugeriu ele com os olhos fixos nos dela. Seus olhos eram escuros, violetas como os dela, mas ao mesmo tempo num tom profundo e quase negros de tão intensa a coloração. Exóticos e belos. – Mas antes, vamos aproveitar um pouco o café e esse festival.

Assentiu com postura calma, enquanto a esperava, do lado de fora da tenda observando o movimento e a neve distraído com as mãos no bolso. Havia sangue no ar, sangue como o seu. Algum de seus primos? Aqueles que o pai tanto odiava? Perdidos, seus sentidos simplesmente procuraram a origem, a ignorando quando a achou longe demais para se importar. Não estava afim de lidar com aquilo naquela noite em especial, nem com dores de cabeça desnecessárias. Apenas com o que viera fazer ali, e talvez com uma humana de cabelos azuis, para a qual movimentou a cabeça em um cumprimento educado e acenar da cabeça, enquanto deixava a albina praticamente abraçar seu braço.

- É bom te ver aqui também, Lara. – Soltou com seu sorriso gentil. A menina parecia bem menos arisca que da ultima vez, ou teria isso algo a ver com o leve cheiro de bebida no ar?


++Ryan++

Lohanne. Como ele odiava aquele nome. A odiava por muito tempo, talvez até mesmo há quatro anos, quando tinha a conhecido. Uma garota insuportável e briguenta que tinha mania de lhe seguir e encher o saco por toda a academia Cross do Canadá, mesmo que ela a mandasse cair fora. Uma garota que sempre conseguia lhe tirar do sério e lhe levar para os extremos de irritação. Uma garota que... Ryan mordeu os lábios irritadiço, mantendo-se sentado no banco traseiro da BMW com motorista que pertencia ao irmão. Houvera aquele hospital, o beijo e a forma que ela partira com o infeliz ruivo. Podia se lembrar agora claramente enquanto seu sangue parecia borbulhar em raiva. E também a forma com que ela aparecera. Lhe atacando? Invadindo seu quarto e irritantemente exigindo que ele ouvisse suas lamurias de monstro em decadência que ele não se interessava.

Como aquela menina podia ser tão insuportável? Não deixava de pensar, a observando de longe pela janela enquanto acariciava suas facas de estimação que guardava em um suporte na cintura. Aço especial avermelhado, bordas de prata na lâmina para embeleza-las. Seu presente de aniversário de nove anos, o ultimo que ganhou dos seus pais. Se pudesse... As lançaria naquela maldita garota para assustá-la e manda-la voltar para o inferno de onde nunca deveria ter saído. Ele não se importava com transformadas ou humanas. E já deveria ter feito isso há muito tempo.

Mas então porque não conseguia? Por que continuava a se importar com ela ou parecia nutrir um ódio maior por outra certa pessoa? Por que continuava a sentir aquelas coisas irritantes que ele negava por Lohanne ou queria ir falar com ela pela primeira vez depois daquela conversa em seu quarto e ter feito questão de trocar as fechaduras e colar as janelas para que ela não voltasse a invadir ali? Por que desejava voltar a vê-la ou até oferecer a ela seu sangue novamente para que não descaísse? Para que não desaparecesse novamente?

O Nobre socou o banco abaixo de si com certa força, antes de empurrar a porta quase a derrubando, pelo desespero do motorista ali. Tinha passos pesados e roupas de frio. Um casaco com capuz que quase cobria sua face, ostentando uma espécie de logo de algum time de futebol americano qualquer nas costas, e olhos azuis sérios, embora aparentes de sua verdadeira e jovem idade. Iria vê-la e perguntar se um pouco de sangue de puro não resolveria seu problema, poderia conseguir um pouco com o irmão, ou então lhe garantir que conseguiria um pouco do de Lewis. Sim. Isso também não parecia muito problema, já que ele mesmo faria questão de cortar o pescoço do puro pelo que fizera e esmagar seu coração.

Mais passos e mais passos em meio à multidão, e então o vampiro parou. Havia outro cheiro ali, conhecido, odioso e fixo em sua memória. O cheiro que havia se misturado ao sangue de Lohanne, o cheiro do puro de cabelos ruivos que logo encontrou se divertindo com uma vampira qualquer. Aquilo lhe irritava ainda mais. Orgulho ferido? Ódio por outrora ter deixado a ruiva ir com aquele canalha? Talvez estivesse ficando louco ou não. Mas estava impulsivo e incontrolável quando pulou naquela arvore com os olhos totalmente vermelhos, e com todas as palavras da menina percorrendo sua mente.

Puro sangue ou não... Perigoso ou não... Morrendo ou não no processo... Ele jurava que iria mata-lo ali, girando a faca na mão e então a jogando com força em direção ao peito do puro sangue.

Off: <3



---
Jogando o dado extra de Ryan




Última edição por kagura em Qui 19 Maio 2016 - 11:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 8:24

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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 8:41

Teste de Percepção do Lewis para ver o ataque


Percepção 5 + Prontidão 4 = 9 dados


Dificuldade 6 (PB vs Nobre)




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 8:41

O membro 'Fabi' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'D10' : 1, 5, 7, 5, 1, 7, 4, 7, 2


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 9:05

OLHAAFACA (Teste pra ver se a Jourdan vê também)

Percepção + Prontidão
Dif 6 (PB)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 9:05

O membro 'Luthica' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 9:10


Rolando novamente o 10
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 9:10

O membro 'Luthica' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 12:01

Vilhelmina (Jourdan)

Prestes a responder ao convite do ruivo enquanto fazia um charme, a vampira estava tão distraída com suas trocas de carícias que não conseguiu prever a faca veloz que passou por ela e fincou no ombro do ruivo. A música de pano de fundo só deixava a cena mais dramática. Seus olhos arregalaram e acompanharam atônitos o movimento do ruivo indo ao chão.

Gritou.

Muitas coisas passaram por sua cabeça e agora agradecia por ela ser apenas uma ilusão. Aquilo poderia ter sido facilmente em suas costas. O ruivo sofria de uma forma inesperada para ela. Alergia?

Mas antes de socorrê-lo, virou na direção de onde aquele projétil tinha sido arremessado e viu aquele rapaz com o rosto coberto por um capuz. Seus olhos se tornaram vermelhos no mesmo instante em que, por impulso, ela agarrou o cabo da arma, arrancando-a do ombro do vampiro sem pensar duas vezes e a arremessou de volta contra o agressor.

---
teste:
Destreza + Armas Brancas
6 + 5
Dif. 6

Euphemia


Euphemia ficou agradecia com aqueles pêsames. Era o primeiro que ouvia de outra pessoa. Nem Casper tinha falado daquela maneira. Era um tanto confortante dito com sinceridade.

Quando ele contou sobre o próprio filho, pensava que ele era um transformado. Sentiu pena por isso. Como era triste quando aquele tipo de coisa acontecia... Um pouco de culpa a influenciou também, afinal, em sua tristeza pela morte de Heron, invadiu o vilarejo e atacou pessoas sem a menor empatia. Para um pai caçador isso era doloroso demais. Deixou que ele terminasse, olhando-o com pesar.

- ... Isso é bem triste... Lamento pelo que fizemos com seu filho... somos verdadeiros monstros quando queremos... - Ela interpretou aquela fala toda, como sendo uma decaída ao level E. - Bem, eu ouvi dizer que hoje em dia estão pesquisando formas modernas para não deixar que alguém decaia tão facilmente... Eu com meu privilégio de sangue poderia ajudá-lo, é claro.  Se tiver uma foto ou uma pista para que eu possa localizá-lo, talvez...  possamos pensar em uma forma - queria ajudar, sem saber que na verdade o filho do humano era puro sangue como ela.

Esperou calmamente que ele respondesse e foi pega de surpresa com aquela informação. Então era por isso que parecia tão triste, tão desolado? Fitou o chão, envergonhada. Porque havia olhado para ele como se fosse um estorvo "gripado" anteriormente e enquanto ela estava tentando desperdiçar aquela vida, o homem lutava para manter a própria, com objetivos bem mais nobres.

- Sinto muito...

Não podia oferecer mais conforto do que isso. Como poderia ajudá-lo? Torná-lo vampiro aumentaria sua vida, mas e o tamanho do sofrimento que seria aquela transformação? Ainda mais para um caçador, se tornar um monstro que eles mesmos combatiam... Evitou olhá-lo, claramente presa em pensamentos. Sentia pena dele. Um pobre estranho... mas que a entendia melhor do que qualquer um desde que tinha acordado. Ah, Casper, se tivesse ali agora poderia encher aquele homem de palavras bonitas e otimismo. Arregalou os olhos. Casper. Ele mesmo. Virou-se para Leon:


- Ouça! O... meu irmão. O garoto que estava aqui. Ele pode parecer um inútil, uma criança estúpida sem talento, mas... ele é médico. Ele é dono de uma rede de hospitais, conhece os melhores profissionais e estava trabalhando no hospital de Ambarantis com a ajuda de um contato. Você poderia... poderia falar com ele. Ele é médico. E vampiro. Isso com certeza é  melhor do que os profissionais que você visitou. Não entendo disso, mas.... quem sabe...pelo menos você poderia ganhar um pouco de ...tempo - diminuiu o tom de voz, corando brevemente por sua empolgação. Não sabia se isso seria realmente útil. Então a música começou, fazendo-a erguer o rosto. Inspirou profundamente e fechou os olhos, imaginando-se na floresta de Helsinque. Como amava o doce som do violino...

De repente, o novo derramamento de sangue invadia todo o lugar e seus olhos arregalaram. Um puro. Sangue de um puro.
-  Sangue... - murmurou


Naru | Daryl


Daryl continuava se divertindo com as garotas, filmando como a namorada havia pedido.
Antigamente, acharia esses momentos tão bobos e veja só como estava agora... Porém, ao ouvir Lily gritando que Nero estava ali, congelou. Sentiu uma pontada no peito e um desespero começando a tomar conta.

Seu problema não era com o sogro, mas com as implicações que isso traziam. Olhou em volta, tenso, com medo de conseguir avistar Orion Sorel entre eles, só esperando aquele momento para sair despejando verdades num festival tão inocente.

Olhou para trás com cara de poucos amigos, abaixando a câmera antes. Não gostava da ideia do ruivo perambulando por aí exibindo sua felicidade e provocando o outro vampiro. Ele estava acompanhado de uma mulher. Ao menos tinha companhia para se distrair e não ir até eles. Concordou de leve com Lily, mas queria msemo era sair de lá com eles. Até que Tohru teve uma ideia muito melhor, ao mesmo tempo que a música começava a preencher o local. Era como uma melodia de salvação.

- Que ideia ótima, senhorita Tohru. O que acha, Lily? Vamos, tirem esses patins e vamos logo para lá. Não queremos perder o concerto, não é? - disse um tanto apressado, olhando Naru. Era um sinal de que precisavam sair dali.

Naru, que antes de se importar com as mesmas coisas que Daryl, estava encantada observando parte da "família" de seu pai chegando no local e perguntando-se quem era a bela moça de kimono, levou um susto com aquele olhar do ex-senhor.

A música estava tão bonita... Não seria nenhum sacrifício irem até lá.

- Bem... eu gosto de música. Começou muito bonito, vamos lá ouvir! Ano... você também toca, Tohru-san? D-digo..Tohru - e seguiu as três, se fossem sair.

Daryl já virava de costas para a pista de patinação, pronto para ir embora, como um cão de guarda, farejando cada presente ali. O cheiro de sangue dos puros se destacava. A música, naquele instante, para ele era só um pano de fundo.


Última edição por Luthica em Qui 19 Maio 2016 - 12:15, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 12:01

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'D10' : 10, 9, 8, 8, 8, 5, 5, 2, 2, 8, 6


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 12:23

Destreza(5) +  Esquiva(5) (da faca)
Dificuldade (8)


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 12:23

O membro 'kagura' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'D10' : 3, 2, 3, 1, 10, 9, 4, 10, 3, 8


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 20:19

Testes


Teste #1: Resistir ao cheiro de sangue (Nero)


Força de Vontade 8 + Autocontrole 3 = 11 dados
Dificuldade 6



Teste #2: Resistência à facada (Lewis)


Vigor 5
Dificuldade 6




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 20:19

O membro 'Fabi' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'D10' : 1, 6, 10, 10, 1, 3, 3, 8, 5, 6, 10

--------------------------------

#2 'D10' : 5, 3, 5, 10, 1


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 20:28

Off: Rolagem do 10 do Lewis pra ver se diminui o estrago




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 20:28

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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 21:11

+ Lara +

Bom, pela ação de Lilac, para Lara, era claro o que ela estava planejando, será que seria bom ficar com eles. Detestava segurar vela. Mas também não tinha o que fazer. Talvez apenas tomar um café para socializar e depois deixa-los a sós fosse uma boa ideia, apesar dele ser um puro.
 
Ela novamente dá um longo gole no cantil de bolso. Ok, agora já estava se sentindo melhor novamente com a temperatura do seu corpo subindo graças ao álcool. Era melhor assim.
 
- Aceitam? – Ela estende o cantil para eles oferecendo a bebida. – Ajuda a esquentar.
 
Logo em seguida continua.
 

- Um café seria muito bom. Esse frio tá me matando. Onde eu moro não faz frio nem no inverno. – Ela fala pensando no Brasil e seu inverno de 30 graus.


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