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 Green path - Central Park

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MensagemAssunto: Green path - Central Park    Seg 1 Fev 2016 - 16:53

Relembrando a primeira mensagem :

Green path - Central Park


Spoiler:
 


Na cidade Central, havia uma área verde cercada que era ponto de encontro para os moradores fazerem passeios junto a natureza, era o parque da cidade um jardim muito bem urbanizado que atraia muitos frequentadores para caminhadas, passeios e apenas descansar. No cento desse parque havia o Coreto que era onde havia diversos eventos que ficava de frente a um lago, no inverno virava uma pista de patinação no gelo.

fonte das imagens:
 


~* Narrador Master *~
_Agora repita comigo: Nunca mais desobedecerei um DEUS!
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 6 Maio 2016 - 17:07

+Naru e Daryl

- Bem... eu não sei patinar muito bem, mas... também gostava de brincar com a minha família no inverno - sorriu, explicando a Lily. Pensava se Tohru também tinha saudades dos pais como ela, se estariam bem... não sabia nada sobre as histórisa do mundo dos vampiros. Sentiu um pouco de culpa, já que achava automaticamente que a vida de vampiros era um pouco mais fácil, mas cada vez mais provavam que ela estava errada.

Sentiu-se bem orgulhosa quando Tohru a elogiou e tentou um passo após o outro, mas sempre próxima às barras da pista.

Daryl observava as três, mas ainda ficava preocupada com outros visitantes... estaria tudo bem se divertir normalmente com elas? Sorriu.

- Eu vou participar assim que Lily aprender a patinar... e for aprovada por sua professora - desafiou, mas na verdade so estava tentando atrasar aquele momento. Nao podia relaxar tao facilmente

~~~~~~~~~
+Vilhelmina

Vilhelmina notou que seu hermoso estava chateado com aquela atitude dela por algum motivo. Estava louca para entrar logo naquela mente perturbada e descobrir sobre a mulher ruiva e essas memorias que o faziam tirar do rosto suas expressoes normais. Observou em silencio, tentando extrair qualquer microexpressao daquele rosto. Talvez devesse ler mais sobre essas coisas.

No meio tempo, acabou vendo ao fundo Charles passeando com uma namoradinha humana. Riu por dentro. Sera que ela sabia que ele tinha aquela aura maligna estranha? Bem... nao era da conta dela.

Animou-se novamente com o comentario sobre causar o caos naquele lugar. Ah, ela realmente adoraria isso... mas tambem tinha que ficar se escondendo. Tanto que usava aquele corpo falso de nobre.

- Eu? Gostar disso? - gargalhou com gosto - Eu so estava aqui revendo uns parentes mortos - comentou a verdade, com um tom bem sarcastico. Afinal, nao sabia que sua filha estava perambulando por ai livremente. - E olha a minha cara... eu acho isso uma verdadeira chatice. Um bando de vampiros pulando de alegria por ai por causa de neve e trabalhos de humanos. Meio deprimente, nao acha? - bebeu o resto de seu chocolate - Mas voce sabe que hoje em dia precisamos estar de olho em qualquer situacao cheia de vampiros, para nao ficarmos para tras dos acontecimentos.
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Fabi
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 6 Maio 2016 - 19:01

(Lucius)


Lucius suspirou diante do sarcasmo expresso no olhar do irmão e da "ameaça carinhosa" do outro. Mesmo porque, não duvidava que Lucian arrancaria os dentes de sua boca, ainda que acabasse causando o mesmo nele, só para ter o prazer de agredi-lo. Assim era o amor daqueles dois.

- Eu vou ficar por enquanto - e olhou na direção de Lewis e da companhia dele - Tenho um pequeno alvo a espionar... - e voltou a olhar o irmão - Mas espere aqui. 

E saiu andando para fora do parque, voltando algum tempo depois com dois cafés fumegantes, entregando um ao gêmeo.

- Café, do jeito que você gosta - e do jeito que ele gostava significava que tinha uma generosa dose de conhaque misturado.

Sorriu ao outro, esperando que aquilo melhorasse seu humor. Mesmo que tivessem suas implicâncias ele ainda gostava de ver o irmão feliz, mesmo que o que o deixasse feliz geralmente acabava irritando Lucius de alguma forma.

- Depois eu... urgh... depois vamos onde você quiser - tentou negociar, sabendo que se arrependeria, e tomou um gole do próprio café que também estava batizado e era possível sentir o cheiro.


~*Lily*~


A menina sorria com as palavras da outra, contando sobre como os pais haviam a ensinado a patinar desde que era criança. Aquela era uma parte da infância que ela não tivera com Nero, ele não tinha paciência para aquele tipo de atividade. O máximo que compartilhavam era um gosto por música e por dançar, frequentaram muitos bailes e baladas no passado. E, também, a ensinara a arremessar facas. Bem, levando em conta que os americanos ensinavam seus filhos a atirar com armas de fogo ela achava aquilo normal.

- Devia ser bem bonito... - falou pensativa. Gostaria de poder se lembrar se seus pais verdadeiros também faziam aquelas coisas juntos.

Olhou a irmã e então voltou a sorrir, recobrando seu bom humor. Já estava conseguindo ficar de pé e se arrastar sozinha sem correr o risco de cair outra vez. Andar já era outro nível...

- Você vai ver, mon cher, até o final da noite vamos estar dando piruetas, nós três! - falou com os olhos faiscando em determinação.


< Lewis >


O vampiro já havia voltado à sua arrogância e irritação normais. Olhou ao redor mais uma vez e suspirou. Por que ainda tinha esperanças de ver aquela cabeleira vermelha? E ela não estava com Sakura também... Ao menos o maldito do Charles tinha sido um sortudo safado de conseguir a mulher de volta.


- Parentes mortos? - ela captou sua atenção, fazendo-o olhá-la intrigado - Fico feliz em não ser o único a achar esse comportamento patético... - tomou um longo gole da bebida, dando um suspiro satisfeito com as bochechas levemente coradas pela sensação de calor que a bebida trazia - Pois é... Vai saber o que pode acontecer quando tantos vampiros estão juntos... Ouvi dizer que coisas interessantes aconteceram antes que eu chegasse aqui... - falou sobre o acidente na Cross e na mansão Lutont.
Então de repente o ruivo ficou alerta e endireitou a postura, ergueu a cabeça levemente e farejou o ar. Seus olhos tomaram um brilho estranho enquanto ele olhava para a entrada do parque, focando diretamente no homem loiro que caminhava lentamente.

~ Padre... - murmurou, sem saber realmente como agir. Ele... tinha raiva do caçador, mas não tinha coragem de ferí-lo. Alguma lembranças passaram por sua mente e o cheiro do chocolate ajudava a lembrar dos momentos bons que haviam passado apesar das rixas entre eles. Queria vê-lo, era um dos objetivos de estar ali naquele parque, mas agora que o outro chegara, Lewis não sabia se estava pronto para se revelar - Vem, Jourdan.

Pegou ela pelo braço antes que pudesse protestar e puxou o capuz do casaco para cobrir seus cabelos, carregando-a para uma parte mais afastada do parque onde o caçador não pudesse vê-los.



>Leon<


O humano caminhava com calma até entrar no parque e olhar ao redor. Precisava se distrair um pouco, andar um pouco para botar a cabeça no lugar. Ficar sozinho no apartamento estava o deixando louco e o fazia pensar em coisas que ele só queria esquecer por alguns minutos. Suspirou e passou as mãos pelo rosto e depois as esfregou. 

Estava frio ali. Ajeitou mais o cachecol ao redor do pescoço e tossiu de leve. O ar frio o incomodava, mas seu médico dissera que um pouco de ar puro o faria bem... Só que ter um monte de vampiros no parque não o ajudava muito a relaxar. O que diabos era aquilo, uma convenção deles? E aquelas auras mais poderosas o davam arrepios. Com certeza havia mais de um puro sangue ali.

Aquele pequeno estresse o fazia ter vontade de voltar ao vício, somado ao grande estresse que já estava tendo com os problemas de sua niña. Mas ela havia confiscado os seus últimos maços de cigarro e ele havia prometido que não compraria mais. Tirou do bolso do casaco um pacote de goma de mascar para fumantes e colocou dois na boca, passando a mascá-los. Não aliviava muito, mas já era alguma ajuda.

Continuou a caminhar, pensando em onde estaria a sua filha naquele momento... e seu filho. Ainda não havia visto Lewis na cidade e imaginava quando iriam se encontrar. E, mesmo assim, voltava a sentir aquela sensação incômoda de estar sendo observado...




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Lohanne
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sab 7 Maio 2016 - 12:40




Por que? Por que não havia entrado no café? Por que, mesmo com mais de três mil anos de existência ele ainda hesitava e hesitava quando se tratava de Freya Gatemberg? Ela estava tão próxima, mas tudo o que ele conseguia era se manter confuso e distante, raivoso e distante, amante e distante. O que ele poderia quebrar na linda ruiva que já não estivesse quebrado?


Ele permaneceu lá fora, esperando que então ela viesse até ele, que ela fosse mais corajosa do que aquele puro sangue milenar, ela era o único elo que ainda o mantinha são. Depois da morte de Daniel, Kairen simplesmente abandonara o que havia lhe sido dito para guardar. Se afastara de Lohanne, deixara de lado todos os anos vividos dentro do clã de magos já extinto no passado. Envolvera-se em algumas caçadas a toa, mas nada, nada relacionado ao que devia fazer.


Tentara diversas vezes adormecer, como aqueles que eram como ele. Retornara a Finlandia, procurara pelas matas e floresta, deixara o lobo agir, meses e meses, mas a fúria dentro de si nunca adormecia e ele sentia que era o momento de voltar. Mas para quê? Tentou se pegar ao passado,as missões inacabadas, a vingança pela morte de Daniel Dimedenko, mas a decepção pela traição e ambição do próprio filho o faziam recuar dentro de si. E agora Freya.


Ele respirou o ar gélido do fim de tarde e então retornou ao apartamento, ao quarto. Ele permaneceria longe, observaria de longe, tudo seria longe. Ele tinha uma decisão importante a tomar e decisões, como o nome já dizia, deveria ser decidir algo definitivo.


O apartamento estava escuro e frio, mas aquilo não o incomodava, o que incomodava era o aroma de canela de cravos espalhados no ar, na cama, como se um fantasma rondasse tudo aquilo, como se andasse em círculos em volta dele.


Ele atravessou o quarto em passos largos e logo apanhou a carta escrita, letra trêmula e confusa, parágrafos grandes. Seus olhos negros correram o conteúdo mesmo com a pouca luz. Nunca precisara de claridade, ele era a própria escuridão.


Ele puxou uma cadeira e leu e releu, e sentiu em sua alma a tristeza de cada palavra, a dor de cada lembrança. Por que havia partido? Por que ela se sentia tão culpada? Freya não o conhecia, não o suficiente, não sobre seu passado, sobre antes de Seiren, sobre antes de tudo.


Ele passou a língua pelos lábios pálidos e então dobrou o papel em três partes, guardando-o no bolso de seu casaco preto. Seu olhar ficou perdido  através da janela, vendo a neve cair.


Por um bom tempo ele ficou imóvel e quando olhou em volta a escuridão de fora havia preenchido o quarto. Ele se levantou e caminhou até a cama, deixando o corpo cair ali, sentia-se estranhamente exausto.


O cheiro quente e doce o envolveu e ele fechou os olhos, se entregando aquela sensação que o cortava como faca mas o confortava como plumas, como carícias. Ele adormeceu.


Mãos o sacudiam com força quando ele abriu os olhos, ele sentia a presença de várias pessoas ao seu redor, todas humanas. Abriu os olhos negros e então se libertou das mãos que o seguravam, olhando atordoado em volta. Teve que conter todos seus impulsos, sentindo-se enjoado, sua mente nublada.


-Oh graças a Deus! - uma mulher vestida de uniforme murmurou e a voz dela parecia vir de sob a água.


-O que diabos esta havendo? - ele praguejou num tom baixo, seu tom entediado e costumeiro. Haviam socorristas, a porta estava aberta e alguns outros hóspedes olhavam curiosos para dentro.


-A-achamos que o senhor morreu! - uma mulher olhava-o assustada, chegando a se benzer. Estava vestida de branco e  guardava alguns equipamentos médicos.


Kairen não pode deixar de rir, humanos eram tão… patéticos? Era uma boa palavra afinal. Ele fechou os olhos e respirou fundo.


-Por quanto tempo dormi? - ele questionou, aquela era a pergunta certa?


-Alguns dias. há alguns dias o senhor não sai do quarto - era melhor sair daquele lugar - o dono da pensão nos chamou, estava assustado. ele chamou a polícia, achando que você fugiu, então viemos abrir seu quarto e você estava ai… - foi a vez de um homem responder.


Kairen olhou em volta, umas dez pessoas ocupavam o espaço minúsculo e aquilo o incomodava, a sede agora parecia crescer em sua mente que desnublava.


-Estou vivo - ele disse e fez um gesto de cabeça em direção a porta - Obrigado por se… preocuparem - ele então se levantou e foi até a janela, fechando as cortinas, estava claro demais, mas antes de fechar ele não pode deixar de notar, no parque ao longe, certa movimentação. Uma pequena euforia cresceu dentro dele.


Algumas pessoas saíram, outros permaneceram na porta, dono da pensão e enfermeiros do serviço de emergência. Ele se aproximou deles e então trancou a porta por dentro, não haviam arrombado nem nada, deveria ter usado a chave mestra ou qualquer outra coisa.


Ele foi até a janela novamente e então tirou algumas notas do bolso. O que havia acontecido com ele? Como pudera apagar por tanto tempo?


Ele largou as notas sobre a mesinha com espelho, onde Freya havia deixado o envelope e então abriu a janela, suas sombras cresceram e ele desceu pela parede, uma mancha cinza escura, como se um avião passasse no céu, mas nada havia.


Kairen ainda ouviu as batidas na porta e o som de chaves. O que queriam com ele de novo? Não, não importava, ele precisava sair dali.


Quando os humanos entraram no quarto não havia mais ninguém ali, apenas o monte de notas para pagar o quarto e um violoncelo esquecido no canto.


O parque estava movimentado, uma espécie de festival ocorria no local. Ele procurou por algum tempo mas nada encontrou, então decidiu esperar. Havia se arrependido de não trazer seu violoncelo, talvez a música a atraísse novamente.


“Truques velhos” ele pensou e sorriu, seu dentes brancos, seus lábios pálidos, cabelos negros. Havia passado numa loja qualquer e comprava roupas novas, sua figura atraia alguns olhares.


A primeira coisa que notou ali foi a presença de muitos, muitos vampiros, mas ele ainda não conseguia sentir Freya. Ele então sentiu algo que atraiu sua curiosidade, uma vampira que se divertia na neve com um grupo de amigos, todos vampiros. ele olhou para Tohru, por alguns segundos, franzindo o cenho, algo vindo em sua mente, mas não chegava a tocar suas memórias. A única coisa que tinha certeza é de que aquela era a primeira vez que a via na vida.


Kairen continuou a andar, sua presença contida, afinal, não era sempre que um ancião desfilava entre os demais e ele não queria a aproximação deles, mas então ele parou, perto das pistas de patinação, seu corpo ereto, suas mãos nos bolsos do casaco, seus olhos fixos naquela figura que deslizava sobre o gelo: Freya estava li.



***



Folhas e folhas, Stelian dividia sua atenção entre tentar focar o livro e esquecer a Romênia e Tohru. Ela brincava com alguns vampiros, fazendo amizade, sorrindo de modo natural. Era estranho, mas aquela era a primeira vez que ele a via daquela maneira, finalmente livre dos próprios problemas ou, talvez, assim como ele, apenas fingindo que eles não existiam.


Ele não a interrompeu, deixaria aquele momento livre para ela. Stelian então olhou em volta e encontrou olhos curiosos sobre ele, sustentando o olhar de volta por alguns segundos para a vampira que o encarava, descruzando e cruzando as pernas novamente e abaixando o livro. Quem era aquela?


Ela pareceu rir sozinha de alguma piada particular e Stelian ergueu uma sobrancelha negando com a cabeça.


Ele se levantou e então foi até um dos cafés dentro do parque, ainda tinha Tohru em vista, mas queria ficar ainda mais afastados daqueles que ali estavam. Caçadores começaram a chegar ao parque também e Stelian começou a pensar no que poderia guardar aquela noite, afinal se havia caçadores e o número de vampiros apenas aumentava, coisa boa não era.


Desistindo do livro, Stelian pediu um cappuccino grande e ficou observando cada um ali, alguns rostos ele havia visto na Academia, outros não. Atento, ele viu um vampiro arrastar outra vampira ao ver um caçador chegar, viu os caçadores a olhando em volta, um puro sangue ancião que o deixou ainda mais curioso rondando os jovens vampiros ali, a chegada de um vampiro jovem e puro sangue com… uma vampira de aura etsranha.


Sim, aquela noite poderia ser interessante afinal, muito mais do que aquele tolo livro humano.


***





Lohanne havia encontrado o bilhete na porta do apartamento do pai. Por que Leon insistia em não usar meios modernos para se comunicar e avisar que não estaria em determinado lugar?


“Existe celular papa!” - ela pensou com seu jeitinho mal humorado enquanto caminhava junto há algumas pessoas desconhecidas para dentro do parque. Estava frio, muito frio, por que diabos precisava fazer tanto frio?!


Lembrou-se então da Rússia, há quanto tempo havia deixado tudo para trás? O frio não a incomodava naquela época, apenas a solidão, mas aquelas lembranças não tocaram seu coração. Tudo o que ecoava dentro dela era o frio, incômodo demais e as coisas que havia descoberto, com as coisas que tinha que fazer.


Ela respirou fundo, soltando fumacinha ao liberar o ar e então se encolheu. Era o certo a fazer não era? Tinha pena de Skye, por algum motivo que ela mesma não conhecia, mas ter pena de vampiros no passado a havia condenado e ela não cometeria o mesmo erro duas vezes.


Ela olhou em volta em busca de Leon, estava em dúvida entre ligar ou não ligar para ele,a final, se ele não mandaram um simples SMS quem diria atender.


Ela continuou a andar, chutando bolinhos de neve, ouvindo risadas e conversas, sentindo cheiros e presenças. Nada demais afinal, ou nada que sua mente se prendesse e a desviasse de tudo que havia descoberto.


“Magnus, Louis, Skye, tráfico de drogas, humanos, laços de sangue, um ancião…” - ela queria, queria investigar tudo aquilo, queria ligar todos os pontos com os itens que tinah em sua casa, com suas pesquisas, mas agora ela se sentia vigiada, vigiada dentro da associação, fora dela.


De certa forma tinha certeza de que Skye sabia que ela os seguira até a serra de Ambarantis, mas por que não haviam se importado?


“Simples, sabem que não posso ir sozinha...sabem que podem me eliminar a qualquer momento… estão apenas ficando mais fortes…” - ela pensou e aquilo a fez franzir o cenho. Alguma coisa não encaixava. Talvez apenas não soubessem que ela os seguira, ocupados demais em manter Louis vivo.


“De qualquer modo agora é tarde e isso… não está mais em minhas mãos” - ela pensou. Havia marcado uma reunião com Zero e havia resumido em uma carta o que tinha para dizer. A denúncia estava feita mas algo lhe dizia que Zero não a incluiria naquelas investigações.

“Sozinha… ou com Leon” - ela pensou, caminhando para o centro do parque, totalmente distraída, mal percebendo o perigo que a rondava, o verdadeiro perigo.








"We greeted death as an old friend"
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 8 Maio 2016 - 11:29

off: postando para poder liberar o Lewis de reagir à Lohanne e tudo mais :D

on:

~ Vilhelmina (Jourdan) ~

Vilhelmina apenas sorriu enigmática ao ruivo quando ele se interessou por seu comentário sobre parentes mortos. Ainda faltava um pouco para poder conversar sobre isso com ele. Gostava das atitudes sinceras do vampiro, bem distantes do tipo de comportamento falsamente de "paz" que via em outros vampiros.

- Na verdade tenho pouco conhecimento sobre o que ~realmente~ aconteceu por aqui antes de minha chegada. Mas você poderá me contar isso depois e... Padre? Por que está falando essa língua esquisita de novo? Estou vendo que vou ter que estudar para continuar falando com você. -
A vampira notou que o ruivo não estava mais ouvindo o que ela dizia, concentrado como um louco em alguma coisa. Ele a puxou antes que pudesse dizer algo e ela foi, empolgada com aquele mistério das perturbações de Lewis. Definitivamente ele não escaparia de uma análise mais profunda. Olhou em volta, procurando alguma coisa que fizesse sentido para aquela reação e obviamente não identificou Leon como um problema. Só conseguia lembrar daquela mulher que conheceram na rinha e seu valioso recado sobre a "ruiva" que "competia" com ela.
- O que é? O que deu eu em você? Está... com medo de alguma coisa, gato? - continuou procurando, até identificar cabeleiras ruivas no ambiente. - O que é isso hein... viu de novo aquela sua amiguinha Lídia ou será que é outro nome de mulher? Você está falando da ruiva patinando? (Freya) Ah, por favor! Não parece ameaçadora - riu dele e depois identificou outra figura, Lohanne, ali no meio do parque, um pouco perdida - Ou a "Padre" será aquela ali? - debochou, nem desconfiando de que tinha acertado parcialmente.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 9 Maio 2016 - 10:34

++CHARLES++

As vezes chegava a achar que faltavam alguns neurônios na cabeça oca de Sakura. Ou será que isso era apenas uma impressão minha criada especialmente para implicar com aquela japonesa em especifico? Não. Definitivamente não poderia ser, até porque, mesmo que a pirralha pudesse compartilhar de gostos muito bizarros, aquela escultura ali da frente era, como dizer: Um charizard em meio a um acidente nuclear e um ataque zumbi de tão bizarro?

-Rujin... – Repeti naquele japonês fortemente difícil de se compreender e influenciado por um forte sotaque inglês, enquanto não deixava que uma careta de desagrado desaparecesse em minha face. – Me parece bem mais uma bela merda feita por um amador... – Preferia estar em meu quarto olhando para outro tipo de coisa... Pensei em silencio, dando um suspiro. Ou pelo menos ter um pouco de vodca ou sangue percorrendo minha garganta.

Há algumas semanas, o sabor de bebida havia se perdido em consideração a Sakura e como precisava manter minha atenção nela. Mas agora a abstinência cobrava seu preço, tornando aquela ideia brilhante e quase romântica um tédio naquele tipo de lugar, que eu preferia não fingir gostar com meus trajes leves.

O que ficou ainda mais claro quando, sobre repreensão de chatos, eu soltei um xingamento, saindo correndo pelas pessoas para perseguir a menina e empurrando qualquer transeunte que visse em meu caminho.

Droga... Qual era o problema das garotas serem tão chatonildas sentimentais e insanas? Por que ela não admitia que estava errada ao invés de me passar por aquela cena ridícula. Um sangue puro perseguindo uma humana e tendo que se fingir uma centena de vezes mais lento que o normal para não chamar atenção. Que bela cena deveria ser...

Com sorte, entre aquelas estatuas feiosas e pessoas inúteis, eu finalmente a alcancei, parando ao lado de sua figura em choque. Havia uma placa a nossa frente, quase velha, escrita em um japonês complicado de entender, para a qual não dei atenção. – Sakura o que foi... ? – Questionei por instantes, colocando a mão sobre seus ombros, e então também parando os olhos naquela imagem. Uma das únicas esculturas bem feitas ali, quase como uma obra de arte, feita magicamente.

Mas nem de longe era a beleza que ali me atraia. Meus olhos, enormes poços violeta jazeram por segundos mais que focados. E, por instantes a dor no peito surgiu. Forte, esmagadora como naqueles sonhos que ali retornavam quase nostálgico, junto com alguns zumbidos na cabeça que, como um inútil humano, fizeram-me recuar quase vacilante.

Merda, merda, merda! Mil vezes Merda! A dor voltava, mais forte, esmagando meu peito. E até minha cabeça parecia alheia por aquelas sensações, por aquela cena. Pela minha voz que não era minha, pela volta do pesadelo. Recuei mais alguns passos, taquicardico. Sentia uma leve ardência em minhas mãos e meus braços, e algo molhado ali. Meu sangue derramando na parte interna das vestes a medida que aquela voz se tornava mais alta e as malditas feridas se abriam. Meu peito doía mais, enquanto mais imagens enchiam minha mente.

-Tsuki... – Falei em um tom tão baixo que era quase inaudível, e então a dor aumentou e senti o gosto de sangue: O meu sangue.

Droga, sabia que tinha que ter caçado na última semana. Aquelas bolsas de sangue nunca me adiantaram, de qualquer forma...

Mordi os lábios, engolindo o sangue, incomodado, antes de colocar uma das pastilhas dadas por Murtagh na boca. Aquilo não seguraria a reação autoimune por muito tempo. Mas pelo menos conseguiria tempo o suficiente, tempo para não ficar olhando para aquela “coisa” que me trazia aquele tipo de sensação. – Ei, baixinha, cansei dessas coisas mal feitas, vamos beber chocolate quente. – Sugeri, virando as costas para a escultura incomoda e puxando sua mão com certa força.

Minha consciência racional apenas desejava sair dali. Ou será que queria ficar, e eu fazia questão de ser teimoso e negar isso?


++WILL++

O ar da Abarantis era mais frio que o inverno em sua cidade natal, mas ainda assim, o frio não parecia incomodar o loiro ali. Pelo contrário, o sobretudo agora lhe parecia-lhe quente, e o próprio vento estava insignificante enquanto seus pés pisavam na neve fofa de maneira quase naturalmente elegante ao lado da outra puro. O que poderia também fazê-lo se questionar: Haveria mudado tanto assim naquelas últimas semanas. Seja qual fosse a resposta, seu avô havia ficado mais satisfeito do que ele próprio conseguia dar conta, enquanto olhava distraído para as esculturas de neve.

-É bom sair de vez em quando...

Respondeu, suprimindo o “minha senhora” em uma das poucas vezes naquelas últimas semanas. Havia se tornado um bom ator apesar de tudo, e de certa forma parecia mais relaxado, embora ainda não se pudesse dizer que ele se livrara do desconforto que a vampira lhe causava. Ou pior, dos olhares que agora sua própria presença podia atrair. Will nunca fora exatamente um candidato para ser o centro das atenções. Mesmo que os olhares se restringissem a apenas um aceno de respeito, direcionado a eles da mesma forma que era feito a outros puros.

-Embora a variedade de cheiros e presenças diferentes por aqui seja enorme... – E quase perigoso, afinal, bem ele sabia que, após adquirir sua nova condição, ele houvera preferido evitar multidões. Redução de danos e controle, esses haviam sido seus pilares, o que se tornava difícil todas as vezes que sua garganta ardia e, mais uma vez, ele tinha de recorrer a puro. – Mas talvez seja bom que eu aprenda a me acostumar. – Soltou em um tom calmo, embora apenas tentasse concentrar sua atenção nas estatuas, nunca olhando diretamente para a vampira, como se quisesse esconder suas desconfianças e receios.

-Pode ser... Que tipo de comida costuma gostar? – Perguntou mais uma vez quase no modo automático, suprimindo com certo receio o Lya-sama ao fim da frase, antes de parar ao seu lado em frente a uma espécie de deusa japonesa, não deixando de pensar o quanto a própria Lya não conseguia deixar de parecer o que realmente era.

Para falar a verdade, nem o próprio medo parecia continuar em si, mas outra coisa, simpatia por ela, amizade, devoção pelo laço? Felizmente, no entanto, Will era consciente e não se deixava levar. Sendo obrigado a cada segundo de repetir a natureza dela em sua mente e alimentar aquela ferida, que sua consciência teimava a não fechar. Necessitava dela para manter a sanidade, necessitava daqueles temores para continuar a ser ele mesmo. A ser humano e não deixar outras coisas lhe dominarem por completo. Mesmo que essas o fizessem a cada dia mais, forçando-o a se esquecer cada vez mais de si mesmo

Mas talvez isso tivesse saído de sua mente no exato momento que a puro lhe encarou com seus olhos esbranquiçados. – Seria um tolo se não tivesse... – Falou de maneira calma, embora ali parecesse que ele mesmo se convencesse de algo do que, que tivesse um medo real verdadeiramente ali. Não havia medo em seus gestos, olhos e alma, embora ele tentasse o forçar a se exprimir. – É assim que qualquer criatura se sentiria perante a algo que é mais forte que ele, não?


++MELISSA++

Acordar para a realidade e me dar conta de que, infelizmente, teria que crescer talvez tivesse se tornado a coisa mais traumática que vivera nos últimos anos, desde aquele choque quando os hunters atacaram minha casa. E talvez viver com o vovô ou com o resto do clã, até mesmo o assassinato de meu avô adotivo, ou o quase casamento com Gabriel só me fizessem me dar conta disso.

Eu não era mais a pequena Melissa rodeada por bonecas e doces, trancafiada em meu castelo perfeito. Eu não era mais a pequena princesa cercada de flores. Meu próprio corpo demonstrava isso. Eu não era mais uma tampinha. Eu agora tinha peitos e podia ser mais alta que a maioria das garotas, embora meu rosto de criança ainda se destacasse com os contornos quase albinos. E talvez por isso tivesse ficado tão feliz em ver Hunny. Retorno a nostalgia ou simplesmente me acostumara demais aquele mundo a ponto de ter medo de deixa-lo? Talvez um pouco das duas coisas, enquanto o apertava como se quisesse voltar a dois anos atrás.

O passado conhecido e confortável que o garoto me trazia, em contradição a um presente inegável e assustador onde deveria me comportar a altura da puro sangue que eu era, e não mais com minhas ideias e exigências infantis que não deveriam me pertencer. E como era boa aquela sensação.

-Sendo assim, vamos dividir mais tarde. E podemos tomar um chocolate quente também depois de patinarmos. – Soltei um pouco eufórica, mantendo o sorriso que só aquela “fuga” poderia me propiciar, soltando seu pescoço coberto por fios de cabelo dourados e apertando seus dedos entre os meus. Embora de nenhuma forma parecesse enxergar qualquer má intenção em seu beijo no rosto ou sua forma de falar. Eu mesma costumava agir de forma. E a timidez teoricamente nunca fora algo forte o suficiente para me atingir.

Embora sua frase a seguir, simplesmente tivesse sido o suficiente para fazer meu rosto avermelhar, como o de uma criança contrariada de emburrada, embora só fazendo cena, e não completamente. – Mulher do padre? Ei! Hunny-chan, isso não é justo, você queimou a largada! – Eu gritei quase imediatamente, também pegando velocidade, sem dificuldade de alcança-lo, mostrando a língua de forma quase infantil quando o passei, parando bem em frente da barraca de aluguel de patins. Apesar da falsa seriedade em minha face, eu parecia feliz, genuinamente feliz.

-Acho que você é a mulher do padre... – Recitei de forma brincalhona, pegando um par de patins rosa e um capacete com desenhos de bichinhos, muito embora soubesse que esse era absolutamente dispensável.



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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 9 Maio 2016 - 15:23

< Lewis >


Ele continuava a puxá-la e só parou atrás de umas árvores nuas do parque. Ajeitou mais o capuz para esconder os cabelos e permaneceu escondido ali com ela, bisbilhotando.

- Padre não quer dizer isso - resmungou sem prestar muita atenção - Olhe em um dicionário de espanhol e vai entender - claro que ele não daria o gosto de dar a resposta a ela sobre o significado da palavras logo de cara. Mesmo porque aquilo traria mais perguntas da vampira que ele não estava afim de responder. Nada que ela não pudesse rapidamente pesquisar um tradutor pela internet do celular.

Olhou bravo para Jourdan quando ela perguntou se ele tinha medo de algo. Não, Lewis jamais teria medo de um humano, seria patético para um sangue puro como ele. Olhou de imediato para a ruiva patinando. Um misto de alívio e decepção passou por seus olhos por reconhecer que não era aquela quem ele aguardava.

- Não é ela - porém, quando seus olhos bateram na outra ruiva, Lewis parou, os olhos fixos nela - ... Lohanne... - murmurou quase inaudível, mas com certeza Jourdan ouviria por ser vampira e estar bem próxima dele.

Aqueles cabelos ruivos, a pele pálida como a neve que a cercava, a expressão irritada e emburrada. Ela não mudara mesmo, continuava a mesma Lohanne de sempre... Não fosse o detalhe que agora era possível sentir que a menina finalmente se tornara uma vampira transformada. Do jeito que Lewis a olhava, não seria difícil somar os pontos e entender que ele era o responsável por ter mordido aquela jovem.

E seu coração não negava que havia algo mais que ele desejava esconder. Seus batimentos aceleraram ao vê-la e ele comprimia os lábios. Pelo olhar, vários sentimentos passavam. Havia o ódio por vê-la, a lembrança que da última vez que a viu ela tentara o matar a enfiara uma estaca de prata em seu coração. Lewis só não morrera porque Sarah estava lá para curá-lo, para salvá-lo... E como ele agradecera? A abandonara grávida para ir atrás de sua vingança. Lewis desejava matar Lohanne com as próprias mãos, executar aquela cria que havia se revoltado, e realmente ainda tinha aquele sentimento forte dentro de si. No entanto, não podia negar que vê-la ali tão perto, sentir o cheiro dela levado pela brisa, era algo que o desestabilizava.

Ela estava ainda mais bela como vampira, era o que não conseguia deixar de pensar. O cheiro não era mais tão delicioso quanto de uma presa humana, mas ainda fizera com que sua garganta ardesse como se estivesse em chamas. O ruivo mal notou quando ergueu a mão e pousou sobre a garganta, denunciando a sede assim como o brilho levemente avermelhado de seus olhos. Denunciando que por baixo daquele ódio ainda havia algo mais. Havia uma relação de amor e ódio mútua entre aquele casal. 

E Lewis não sabia como agir. Tinha vontade de ir até ela, tirar satisfações, mas aquilo poderia resultar em uma briga violenta ali dentro. Com os caçadores patrulhando ele facilmente tomaria um tiro e morrer não estava em seus planos do dia. Ele esperaria, esperaria até que ela estivesse só e faria uma "visita surpresa". O problema no momento era Leon.

Voltou os olhos na direção do caçador e viu que ele havia parado perto da pista de gelo. Parecia doente e abatido. Lewis olhou com mais atenção, intrigado. Preocupação passou quase imperceptível por seu semblante quando notou o loiro tossindo. Ele ainda se preocupava com Leon, mesmo que tivessem cortado laços. Não podia ficar indiferente ao vê-lo doente. Porém, ainda assim ele se manteve distante e continuou a observar.

> Leon < 


Leon caminhou até perto do ringue de patinação, ainda em silêncio e observando ao redor vagamente. Andava devagar, melancólico, e parou para olhar as crianças se divertindo. Um sorriso leve e gentil brotou em seus lábios. Era bom ver que ao menos os outros se divertiam, conseguiam aproveitar um pouco de felicidade mesmo que tivessem seus próprios problemas. As vezes desejava ainda ser jovem e ter a capacidade de esquecer as preocupações por um momento e se divertir. Mas ele não tinha mais aquele dom. Estava velho e moldado duro demais pela vida para esquecer os perigos e responsabilidades. Não tinha muito mais tempo, então deveria se focar em seus objetivos e não perder tempo com trivialidades. Teria aquele momento breve de relaxamento, e apenas aquele.

Encostou-se na grade, apoiando os cotovelos e acompanhou com os olhos os patinadores. Sabia, sentia que alguns deles eram vampiros, mas ainda assim sorria ao ver que pareciam contentes com aquela atividade tão simples e "humana". Suspirou fundo e então tossiu, quase engolindo o chiclete que mascava. Cuspiu a goma no chão antes que acabasse se engasgando e pegou um lenço, colocando sobre os lábios enquanto ainda tossia. Quando a crise parou, fechou os olhos e respirou com dificuldade para pegar fôlego e se acalmar. Olhou o lenço e o alívio passou por si. Não havia tossido sangue daquela vez, o que teria sido bastante perigoso no meio de tantos sanguessugas. 

( Lucius )


Seu olfato captou rapidamente o cheiro de sangue. Sua habilidade de rastrear qualquer fonte de sangue era bem maior que a se um vampiro comum. E aquele não era um qualquer, era cheiro do sangue de um puro. Olhou na direção e viu um vampiro puro loiro (Charles) perto das estátuas junto a uma humana (Sakura). Não parecia ferido, mas o olfato de Lucius não mentia e nunca havia falhado. Passou a ponta da língua pelos lábios. Havia algo mais naquele cheiro que o vampiro não conseguia distinguir, mas que parecia interessante.

Antes que pudesse falar algo, outra coisa chamou sua atenção. Outro cheiro, mas daquela vez não era sangue. Era um cheiro fraco, ralo, mas definitivamente era de um Murdock. O moreno conseguia sentir a presença da ex-humana e seus olhos pousaram sobre ela. ELA. Um largo sorriso iluminou seu semblante. Aquela deveria ser a menina que atraíra Lewis para o fim do mundo. A ex-humana que quase matara o ruivo na Espanha.

Tinha de ser rápido, Lewis estava ali. Deveria abordá-la antes que o ruivo a pegasse primeiro e aproveitaria o recuo covarde dele ao vê-la para agir. 

- Hermano, por que não fica de olho no dono desse cheiro de sangue peculiar enquanto eu faço o trabalho chato? - perguntou - Vai se divertir.

E antes que Lucian pudesse reclamar ou protestar, Lucius caminhou devagar até a menina ruiva, deixando sua aura de sangue puro visível para que ela sentisse sua aproximação e pudesse notá-lo. Então parou ao lado dela, sorrindo carismático com um olhar suave quando a abordou.

- Boa noite, minha jovem - o puro praticamente ronronou - Gostaria de conversar e tomar um café? - perguntou usando seu charme e influência naturais.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 9 Maio 2016 - 23:17

++Junes++

Lilac... A menina era a descrição perfeita do que seu pai definia como extrema perda de tempo em jogos infantis. Afinal, tirando a beleza e o fascino que, a primeira vista, a humana pudesse ter causado no puro sangue, aquilo por si só era a única vantagem. A única glória que, naquele mundo onde eles viviam não significava mais do que uma distração, uma fuga, perante a interessantes propostas de alianças futuras que lhe propiciariam algo de real valor para seu pai e avô, e até sua irmã.

Fodam-se seus interesses, eu ainda sou livre para escolher como desperdiçar meu tempo. Talvez todas as vezes ele o repetisse diante das regras, ou simplesmente achasse mais divertido fazer as suas. E com certeza esse era o porque estava ali sorridente e solicito como um simples humano, que oferecia um casaco para sua possível caça. Embora, devido às suas condições, aquela palavra não assumisse sentido literal.

-Na verdade, um acaso muito agradável, afinal, não é comum encontrar conhecidos tão facilmente em meio a multidões. Não mais que em lugares mais calmos e vazios.

Respondeu sorridente, vestindo o casaco de volta a si sem muita cerimônia, em realidade, ele ali era quem menos precisava dele, mas não deixava claro aquilo agora, principalmente diante do tom provocante que a albina lhe dirigiu, que o fez piscar os olhos em quase inocencia mal fingida.

-Acho que pode achar alguns casacos de pele em promoção, ou... Posso lhe arranjar melhores opções.

Opções muito mais proveitosas. Pensou, mesmo que não o expressasse descaradamente.

-É uma pena que o faça, o vestido ficava bem na senhorita... - Divagou por alguns segundos, sem parecer se incomodar com sua frase, apenas assentindo. - Acho que vou topar um chocolate com conhaque ou um cappuccino, afinal, que tipo de cavalheiro seria em deixar uma dama sozinha ^^


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 10 Maio 2016 - 3:12


Tohru sorriu vendo os progressos de suas novas amigas na arte da patinação. Concordou em silêncio, sorrindo discreta com o comentário de Darryl. Tinha certeza que elas conseguiriam. Ficava sempre feliz de poder ajudar e há tanto tempo não sabia o que era ter amigos...
Deu um sorriso triste com o comentário de Lilly, suspirando distraída com as próprias memórias.
- Hai...Era lindo de se ver os dois juntos patinando...Eles se amavam muito e isso era bem claro nessas ocasiões...Sinto tantas saudades...
Tohru deu outro suspiro profundo e sacudiu a cabeça. Nada de tristeza aquela noite...Pelo menos aquela...
Vendo que Lilly e Naru pareciam aos poucos ir ganhando confiança sobre os patins, Tohru resolveu patinar um pouco sozinha, mas ainda próxima a eles. Queria, precisava relaxar um pouco, esquecer que a qualquer momento Ele poderia voltar e reclamá-la...A constante presença de Stelian a lembrava disso...
Havia Sangues-Puros por perto, incluindo seu tio e sua noiva...Mas felizmente Yuriev não se encontrava ali...No entanto, sentiu a sensação estranha de ser observada. Sem saber por que lembrou-se de seu amado Marshall ao olhar de soslaio para o vampiro que a olhava. Um ancião...achava que o conhecia...
No entanto, logo ele desviou o olhar e Tohru resolveu não pensar mais naquilo. 
- Ano... Vejamos se ainda lembro do que aprendi...- murmurou a jovem se adiantando e deslizando sobre o gelo suavemente.


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 10 Maio 2016 - 8:25

~ * Vilhelmina (Jourdan)

Jourdan torceu o nariz quando o ruivo a mandou buscar no dicionário. Que belo atrevimento, resmungou internamente. Mas isso só significava ainda mais que ele estava bem perturbado. A garota tirou o aparelho do bolso do casaco e tratou de procurar online. Não usava muito seu celular, até porque não tinha muito para quem ligar, mas sabia que para aquele disfarce era importante, então carregava. Procurou na internet o significado da palavra "padre"

Encontrou de fato um nome de bebê, descobriu que tinha algo a ver com Cristianismo...

"Ah sim, um padre... Não, espera. Pai? Pai?"

Jourdan olhou em volta como um felino grande a procura de uma presa. Não havia homens ruivos por ali, muito menos um de presença forte como um Murdock. Ergueu uma sobrancelha, confusa e ao mesmo tempo muito mais interessada. Por acaso escolhera um alvo certo para desvendar a mente - apesar de ser bem difícil, por ser um puro sangue. Fingiu continuar na ignorância por enquanto pois a reação dele com a menção da ruiva foi ainda mais forte.

Bem que Lídia tinha razão. Ele tinha um sério problema com uma ruiva. Seria aquela garota? Por quê? Lohanne. Os olhos dele brilhavam em vermelho. Céus! Como ela o enlouquecia. Porque afinal... ela tinha sido uma humana! E ele o responsável por mordê-la.

Abriu a boca, surpresa.

Vampiro burro. Será que não sabia que com essa simples informação poderia prendê-lo em sofrimento eterno na imagem daquela mulher? Suspirou. Não era de sua vontade atacá-lo, mas era inevitável que aquele tipo de detalhe fizesse parte do motivo pelo qual ela era uma vampira útil como aliada e era um dos motivos para se aproximar daqueles puros em segredo. Descobrir suas falhas para eliminar a etapa de invasão mental, que era tão complicada. Daquele jeito, com suas fraquezas expostas por livre vontade, seu trabalho era muito facilitado e, para desestabilizar um inimigo, bastaria, geralmente, vestir a máscara daquele que mais afetava seu coração.

No momento, ainda tinha interesse de alianças, mas se isso um dia não fosse mais uma verdade, aquela garota ruiva seria a primeira que ela poderia procurar para descobrir trejeitos antes de voltar a ele. Balançou a cabeça negativamente. Como era "boazinha"! E ainda se atreviam a maldizê-la. Sorriu, confiante.

Agora Lewis olhava em outra direção. Para quem? Já sabia que não era a ruiva no gelo. Havia aquele grupinho "Sorel", da boate, sem muita importância por enquanto, um outro homem de cabelos longos e barbudo, que ela nem desconfiou se tratar de um ancião, mais um casal meigo de "infantes" e um homem loiro bem normal e loiro. Para quem ele olhava?

- Bem, querido, agora só falta você me contar sobre o seu pai - jogou, olhando na mesma direção, sem desconfiar que aquele homem era "pai" daquele vampiro. Sua surpresa maior foi ver que os seus próprios fantasmas agora se aproximavam da pista.

~ ~ ~

~ * Casper e Euphemia

Casper agradeu aos Walker pela brincadeira, mas, ao ver Euphemia se afastando demais, sentiu-se na obrigação de segui-la, para que não ficasse muito exposta. O garoto correu atrás da irmã, que já se encaminhava tranquilamente para a pista, apenas para encostar-se às grades da área de patinação e observar aqueles artistas dançantes.

Euphemia curtia a paz do silêncio, sentindo o peso de ficar sozinha, ainda que não ter o loiro gritando do seu lado por um tempo fosse uma grande paz. Ela olhou Leon enquanto ele tinha uma crise de tosse. Queria muito que ele ficasse quieto e parasse de atrapalhar a paz do ambiente, ainda que fosse um pensamento horrível. Até nisso agradecia por Casper não estar ali agora, ou ele seria muito intrometido. Tinha seus próprios problemas e já eram demais.

Sentia tanta falta de seu filho... Perguntava-se por onde Vilhelmina estava agora e por que Sebastian Walker tinha a confundido com alguém... Será que ela teria assumido sua identidade? Seria muito estúpido fazer isso... Olhando em volta, podia assumir que qualquer pessoa ali poderia ser ela. Mas também... e se fosse? Ela sem dúvidas queria uma vingança direta, mas se a mãe tramasse contra ela e seu destino encontrasse seus demais parentes, então apenas teria um reencontro com eles. Olhava tristemente para patins deslizantes, até que o pequeno médico começou a pular a seu lado. Suspirou. Lá estava Casper novamente.

- Euphie, você foi embora. Os Walkers vão ficar tristes - fez um beicinho, mas ela não esboçou reações. Estava triste. Casper não a incomodaria tanto. Então decidiu estimular sua distração - Quem você acha que patina melhor, hein, hein?

- Gosto... daquela - apontou discretamente para Tohru, que parecia um cisne em cena.

- Olha, é a nossa amiga! EEEEEEEEEEEEEEI... OOOOOOIII... SENHORITA MELIIIISSAAAAAA - Casper gritou acenando e pulando de repente, quase fazendo Euphemia cair dura de medo, pensando ser sua parente, mas na realidade ele acenava para Melissa e seu companheiro, Hunny e não cansaria até ser visto. - Ela está acompanhada! Viva o amor! - disse sem saber de nada, apenas sendo inconveniente "do bem" como gostava.

Euphemia suspirou, aquela visão a deixando ainda mais melancólica. Adoraria poder brincar de forma leve naquele rinque com seu amado Heron...


~ ~ ~

~ * Naru e Daryl

Daryl riu com o efeito de sua provocação. Lily e Nero eram bem parecidos nesse sentido e também gostava particularmente daquele apelido.

Nesse meio tempo, observou o vampiro ancião, sem notar sua presença verdadeira por ele a ter escondido, o humano, o casal (Hunny e Melissa), a criança barulhenta e sua responsável (Casper e Euphemia)... Qualquer um que chegava perto ou olhava demais naquela direção ele acaba virando para observar feito um cão de guarda. O tio de Lily poderia aparecer a qualquer momento e era isso que ele tinha que evitar. Ao identificar que a figura não era Orion, então ele relaxava um pouco mais, mas era sua maior motivação para não começar a seguir o trio de garotas despreocupado. Mesmo assim, jogava suas frases para distrair a namorada e, consequentemente, o trio.


- Será? - sorriu, divertindo-se e provocando mais. - Quero ver você patinando como a senhorita Tohru. Observem

Naru deixou um suspiro admirado sair enquanto olhava Tohru. Ela bateu palmas abafadas pelas luvas e logo se segurou na barra novamente, com receio de cair.  Não era tão extrovertida para gritar o quanto tinha apreciado aquela demonstração artística então apenas comentou para a irmã:

- Que linda!

- Ela tem muita técnica
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 10 Maio 2016 - 14:48

> Leon <


O caçador sentiu a presença da sangue puro ao seu lado e a observou em silêncio. Ela olhava para a pista, estaria observando alguém? Olhou de novo para a pista, onde os jovens vampiros brincavam, puros de um lado (Melissa e Hunny) e níveis mais baixos do outro (Naru, Tohru e Lillian). Deu um leve sorriso e voltou a olhar a loira. Não, ela não estava olhando ninguém em específico. Na verdade, seu olhar triste parecia perdido em memórias. 

Até o pequeno loiro se aproximar e tentar animá-la, depois gritar para alguém dentro do ringue de forma animada. Deu um leve riso. Crianças continuavam sendo crianças independente da espécie. Então suspirou. Sentia falta da época que seu menino ainda era assim, inocente, e estava controlado. Não eram a família mais feliz, mas pelo menos estavam juntos e tinham um ao outro. Agora ele tinha a família real dele. Pelo menos Leon tinha Lohanne também. Suspirou outra vez. Queria ter tido a oportunidade de ter uma esposa e mais filhos para ter alguém para envelhecer ao lado ou aproveitar o pouco tempo que agora lhe restava.

Olhou Euphemia novamente e notou que ela continuava triste por algum motivo. Duas pessoas melancólicas naquela noite, em um mesmo lugar pela ironia do destino. Ou o destino havia os juntado para que não se sentissem totalmente sós no meio daquelas pessoas felizes. 

- É injusto em uma noite como essa uma bela senhorita estar com um semblante tão entristecido - comentou discretamente, olhando não com a malícia de se esperar, mas com  uma calma e melancolia semelhantes. Era apenas mais uma pessoa triste compartilhando empatia pelo sentimento da outra.

< Lewis >


O ruivo fingiu não ouvir a pergunta de Jourdan. Estava mais focado em Leon perto da pista de patinação e seus olhos aos poucos foram voltando ao lilás normal. Um misto de sentimentos ainda passava por si quando outros vampiros se aproximaram do loiro. Sangues puros. Lewis ficou mais alerta, como se temesse que aqueles dois pudessem apresentar algum perigo ao humano.

Mas não tinham interesse nele. E lá estava, o caçador, puxando assunto com a mulher. Seus olhos semicerraram em indignação. Então era assim agora que ele tratava outros vampiros puros? Ao Lewis ele não tratava daquela forma. Se fosse ele Leon não estaria calmo como estava. Raiva, indignação e ciúmes passaram por seus olhos. Estalou a língua, bravo.

- Vamos tomar outro chocolate quente, eu pago - sugeriu a Jourdan, fingindo não se importar, mas ainda estava de olho no grupo de loiros. E apoiou a mão nas costas, tenso. 


~*Lily*~


A menina caía facilmente nas provocações de Daryl, realmente ela e Nero sempre caíam em provocações como aquelas. Ela havia ensinado o truque ao namorado e agora nem reparava que ele usava contra ela, era mesmo inocente. Se aproximou aos poucos de Daryl e Naru, primeiro quase trotando e depois deslizando com maior suavidade.

Então ouviu ele falar sobre a outra japonesa e olhou na direção de Tohru. Seus olhos brilharam ao vê-la deslizar com tamanha elegância no gelo do lago. Tateou nos bolsos e se aproximou mais do namorado para que ele pudesse segurá-la caso desequilibrasse. Então pegou o celular e ligou a câmera, sorrindo. Passou a filmar a patinação dela sem avisar.

Virou um pouco a câmera para si e o namorado, sorrindo.

- Diga oi, mon cher - riu e depois virou para Naru - Imouto-chan, sorria, está sendo filmada! - então virou ao redor e filmou tudo ao redor do lago, as pessoas, humanos e vampiros se divertindo, depois voltou a filmar a japonesa deslizando como uma princesa no gelo.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 11 Maio 2016 - 4:31

Tohru deslizava pelo gelo, esquecida de tudo e de todos, nem percebia estar sendo observada. pela primeira vez em muito tempo, sentia-se em paz, os problemas temporariamente afastados... era quase quando como cantava...Era como ser transportada a um mundo de sonhos, onde tudo era tranquilo e belo.
Depois de alguns minutos seguindo a música ambiente, pareceu despertar e retornou para junto de seus novos amigos, afogueada pelo esforço, mas feliz.
-Oh, gomennassai! Desculpem se fui rude deixando-os sozinhos, mas algumas vezes esqueço de tudo quando patino e há muito a esquecer...-suspirou, dando um sorriso triste, mas doce e acolhedor.
Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 11 Maio 2016 - 20:16

Lucian_____________________________

Realmente, quando Lucius queria ele sabia me agradar. Eu olhei o café, soltando um suspiro com um riso baixo e dando um soco de leve no ombro dele.

- Você vai ser meu puxa saco a vida inteira...- falei, tomando um gole enquanto fechava os olhos. Bebida quente, bebida alcoolica. Aquilo tava lindo.

- Acho que devemos então olhar essas esculturas de gelo outra hora, afinal, odiaria te atrapalhar em sua espionagem, hermano....

Eu era bom naquilo, muito bom. Mas ficar perto de Lewis hoje talvez estragasse um pouco os planos. Apesar de bom eu não era um cara muito paciente e Lucius sabia bem disso. Então, eu preferia que nosso "momento" fosse em um lugar menos badalado.

- Mas se você quiser se manter ao longe eu te acompanho, mas quero que me traga um  "petisco" depois... - ri, ollhando ao redor. Um petisco de pele quente, macia e um par de seios.

Mas o irmão não parecia interessado, afinal, eu também percebera através de seus sentidos que a isca estava ali. 

- Ou.... podemos fazer o que você sugeriu... - eu botei a mão no ombro dele enquanto sussurrava -  sabe que basta chamar....  

Isso era parte daquela nossa estranha ligação. Implicância, mau-humor, provocações. Mas éramos irmãos e apesar de não parecer eramos muito mais ligados do que se podia definir.

´Peguei o café da mão dele, ficando com os dois copos enquanto o via ir. Eu primeiro iria observar o estranho casal de longe, mas pelo cheiro, parecia alguém que eu já havia visto.


Eu andei calmamente em direção a parte mais afastada da exposição. Evitei a entrada principal abarrotada de esculturas e pessoas. Não era ali que eu queria ir.

Eu os vi ali. Claramente um puro com uma humana. Era fácil saber porque ele estava junto da mulher. Jovem, bonita e um cheiro completamente marcante, que chegou a me dar água na boca. Ele poderia muito bem mantê-la presa, mas quem sou eu para julgar quando esses joguinhos com a presa também me agradavam. Mas o principal não era aquilo. Era ele.
Porque estava sangrado se só havia perto uma humana? 
Seria uma hunter?

Sakura____________________________


Ok, Charles tinha razão, mas eu não iria admitir que aquela escultura estava horrível, não é? Eu havia decidido entrar naquela guerra de ego. De não recuar. Isso não era a coisa mais sensata a se fazer, mas eu sentia que tinha que me impor mais porque quando eu falasse com ele mais tarde o que eu faria eu ia ter que praticar a minha determinação.
Não só porque agora, mais do que nunca, seria difícil de ma afastar dele, mas também porque sei que isso não é algo com o qual ele vai concordar.

Mas isso tudo era difícil de pensar enquanto minha mente estava presa naquela imagem, naquelas expressões que pareciam contar muito mais.

- Ano.... - eu ainda não conseguia entender aquilo. Aquelas imagens na minha cabeça que pareciam surgir como associadas ao que eu via.

Então eu senti Charles, sua mão no meu ombro. Eu queria me virar e forçar um sorriso, mas algo ali me congelou, algo na mão dele me congelou, porque uma energia estranha, violenta e que parecia sufocar minha garganta percorreu meu corpo inteiro como uma onda que saía das mãos do vampiro. Eu tremi
E talvez ficasse ali paralisada se ele mesmo não tivesse tirado as mãos dos meus ombros e recuado.
Um recuo instável, trôpego, que me fez virar, ainda assustada com o burburinho na minha cabeça.
Mas era inútil entender alguma coisa vendo Charles completamente confuso também e ... 

~nani....

Eu dei um passo para trás. Eu não queria, mas foi mais forte que eu. Foi como um instinto. 
Eu poderia jurar não ter ouvido aquilo se aquela palavra não fosse tão especialmente audível à mim, se não já a tivesse ouvido saindo da boca dele.
"Tsuki"
Ele me chamou assim naquele noite, em um momento que eu pensei brevemente que ele não era ele. Algo que me assustou mas eu preferi não voltar
E agora, novamente.

~Anata... Charles o que houve?

Ele  não parecia bem. Estava estranho, pálido. Por um momento me veio todo o tempo que ele esteve comido. Será que ele não se alimentou? Será que estava fraco e mesmo assim me levou para sair?
Não parecia isso, mas eu tentava martelar explicações normais na minha cabeça, tentava muito, embora o que eu sentia vindo dele, o que eu sentia ali, parecia querer me levar por um caminho completamente contrário.

- Matte! Charles! - eu pedi quando ele puxou minha mão, me fazendo tropeçar levemente para tentar acompanhá-lo. - O que está acontecendo? O que h.... - eu parei quando tentei soltar a mão dele da minha. Aquilo era...

- Chi.... - eu olhei o sangue ali, a voz saindo em um fio aterrorizado enquanto meus olhos elétricos se voltavam para ele - Charles o que aconteceu? - eu puxei a manga dele para cima, vendo a pele suja de sangue espalhado ao puxar o tecido. - Porque você..... - eu soltei a mão dele e tentei enfiá-la em seu bolso da calça. - Eu vou chamar Oliver.

Meus dedos tremiam, assim como a minha voz. Algo fazia minha cabeça querer explodir e só agora eu me dava conta que estava assim por segurar algo, tentar controlar inconscientemente uma coisa que desejava sair de dentro de mim.
Porque meu poder estava tão agitado.

- Vamos embora daqui agora - eu disse, ainda tentando parecer calma ao vê-lo daquele jeito. Ele não ia ficar fingindo que estava tudo bem para mim.

~Charles... ~eu falei baixo, segurando o braço dele e assumindo uma postura protetora. Havia outro puro ali.


Hunny____________________________




Admito que eu ri ao vê-la me ultrapassar. Algo em mim se remexia toda a vez que eu via seu sorriso, que a via livre assim.
Eu cheguei á casinha de aluguel pouco depois, rindo.

- Sabe que correndo desse jeito vão achar que você é alguma velocista prodígio, ne? - eu me aproximei, rodando o indicador no ar como se mostrasse que estávamos no meio de humanos. - E em relação a aposta, eu acho que não posso ser mulher do padre pois não existe nenhum padre loiro, com esses olhos e um rostinho tão fofo...

brinquei, vendo ela pegar seu par de patins e pegando o meu também. Deixei essa no ar. Eu não queria ser direto. Já disse tanto para era no tempo que passamos juntos, mas eu sentia que as coisas eram diferentes agora, que a forma como nos expressávamos não era mais a mesma. Eu teria de ser paciente.
Até porque, se eu dissesse algo, diria só para ela. Não no meio de um bando de sacos de sangue.

Mas logo, ouvi alguém gritá-la. Olhei os vampiros mais adiante e confesso que quis esganar cada um deles. Eles não respeitavam mais puro-sangues?
Meus olhos se estreitaram e apenas falei baixo e de forma discreta.

~Hime... acene, cumprimente. Mas acredito que um grupo tão barulhento poderia revelar muito mais do que você deseja. Se algum dos olhos do seu avô descobrir que saiu sem permissão não sei se conseguirei vê-la tão cedo novamente.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 11 Maio 2016 - 22:33

++MELISSA++

Velocista prodígio? Aquelas palavras do menino penetraram sua mente por alguns instantes, enquanto ela segurava os leves e delicados patins rosas em seus dedos. Mas ela nem tinha... Então, finalmente sua cabeça balançou em negação, enquanto ela soltava uma risada baixa.

- Hunny-chan, eu não corri rápido, apenas não queria perder.- A menina piscou quase em inocencia, como a criança que fora outrora o fazia, embora agora seu corpo estivesse mais maduros. - Claro que existem padres loiros... - Soltou quase risonha, puxando o patins e seus feixos, lacrando-os com habilidade em seus pés. Se ela havia percebido a indireta, não o demonstrou, o que talvez tenha ficado mais óbvio com suas próximas palavras. - E se não existirem, o que impede Hunny-chan ou eu de usarmos uma fantasia de padre no Halloween?

-Hunny-chan ficaria um padre muito fofo... - Concluiu, colocando um dos dedos temporariamente nos lábios, pensativa, antes de se erguer do banco com um salto assim que o menino também terminava com seus patins e ouvia alguém lhe chamar, procurando o dono da voz com o olhar.

Aquele era... Casper-niichan? Seus olhos brilharam por instantes diante do outro "amigo" que fizera alguns dias antes. E, mesmo diante da suposta insatisfação e frase de seu par, ela não parecia se importar muito. - Não... Aquele é Casper-niichan, ele é meu amigo. - Mas quem afinal não era para aquela pequena cabeça oca?

Sua mão então se ergueu em cumprimento, mas não discretamente. A menina quase pulava e acenava como se chamasse o outro puro animadamente para ir brincar ou passar o tempo com os dois. Ou pelo menos tentar pegar um patins também.

Ao contrário de Hunny, ela parecia não saber definir uma necessidade de privacidade ou um encontro ali. Ou talvez apenas gostasse de estar com os amigos e se divertir. Que em sua lógica se resumia a: Quanto mais melhor.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 12 Maio 2016 - 19:54

Vilhelmina (Jourdan)


Vilhelmina ainda ficou um segundo ou outro a mais olhando naquela direção, intrigada e apertando os olhos irritada. Como Euphemia saía falando com humanos daquele jeito imprudente? Ou melhor... por que sua filha estava fazendo amizade justo com aquele ali? Rosnou baixo. Experimentou de certa forma alguns sentimentos de Lewis, sem saber.  Por isso nem contestou ter que sair de lá.

- Acho a ideia excelente, gato. Você está muito nervoso para um evento tão inofensivo quanto este. - Desta vez foi ela que sem cerimônia nenhuma meteu suas maõs em volta de seu braço e o puxou para "passear". Também sentia muita raiva daquela situação. Os dois idiotas estavam rindo livremente, tão livres da paranoia que chegava a dar nojo. Como se fossem humanos! Como se fossem muito felizes. E aquela desgraçadinha... se fizesse muitos aliados ela seria caçada com certeza. E ela não tinha a menor ideia de quais efeitos o ritual tinha criado em Euphemia. Apenas sabia que ela conhecia muito bem seus truques e seria chato manipulá-la, mesmo se apelasse para a forma de Heron. Simplesmente não gostava de sentir medo de ninguém. Já Casper era um aleatório. Não a faria mal. Por isso não importava se a sua identidade fosse revelada para ele. - Família é uma bosta, né, gato - riu, comentando aleatoriamente com ele. Gostava de ser "Jourdan" porque podia se desprender completamente da aura posuda de uma líder de clã. Um clã que  ela não respeitava mais e que a odiava. Assim podia fingir que era uma garota nobre e inconsequente. Como era bom! - Não quero chocolate. Eu quero logo é uma bebida forte. Vai pagar isso também? Se quiser, pode guardar pra quando você me chamar pra sair de verdade. É nosso terceiro encontro e ficamos sempre no meio de um monte de gente. Claro que...  alguns dos seus amigos são bem interessantes. Como o loirinho (Charles) e o casal vinte (Kuran). Mas a gente tem que fazer alguma coisa legal de verdade qualquer dia desses. Que acha?

Agora conseguia se desprender um pouco daquele mal estar causado pela visão dos filhos e pensava que queria muito se aventurar na mente do puro, além de irem a lugares da cidade baixa ou mesmo clubes mais secretos para vampiros nada bonzinhos.

~ ~ ~


Casper



Casper abriu seu melhor sorriso, muito alegre por ter sido correspondido, ainda mais um tão animado. Tinha encontrado mesmo uma grande amiga. Euphemia acenou a seu lado, muito contida, mal levantando a mão e apenas porque não queria ser indelicada. Logo tinha seu próprio assunto com Leon ao lado.

- O quê? Eu? Eu já vou!!

O loiro ficou muito feliz de ouvir aquele humano se aproximando para conversar com Euphemia. Era exatamente o que ele queria para a irmã e agora sentia-se muito confortável de ir brincar com os dois na pista de patinação. Sim. Sem a menor cerimônia. Isso porque a puro sangue teve a atenção atraída e simplesmente não se deu o trabalho de "explicar" a ele que estaria sendo desagradável com Melissa e seu provável namorado.

- Euphie. Eu já venho - comentou, completamente ignorado, depois correndo lá para dentro, para buscar patins.

- Eu acho que não vou ser bom com isso -coçou o rosto, comentando divertido. A menos que desse um empurrãozinho com suas técnicas de vento. Mas não queria fazer nenhuma confusão desnecessária. Principalmente quando caçadores os vigiavam. Ele era muito ordeiro.

Calçando os patins, ele deslizou até o casal cuidadosamente, estirando o braço para Hunny. Não tinha notado - ou simplesmente não se importava - que o rapaz não fazia a menor questão de tê-lo aqui (muito pelo contrário). Mesmo assim, continuava sendo animado e simpático:

-  Olá! Eu me chamo Casper von Wright. É um prazer!  - em seguida olhou Melissa - Boa noitee! Que bom vê-la por aqui. A senhorita parece estar muito feliz.

~ ~ ~

Euphemia


Quando sentiu a aproximação de Leon, Euphemia arregalou os olhos, apertando a grade. Tinha esquecido completamente do casalzinho na pista e nem prestou atenção nos gritos do garoto loiro, que de repente corria para dentro. Quis chamá-lo de volta, dizer para ficar com ela, pois quem era aquele estranho chegando perto? Virou o rosto discretamente, observando aquele humano com uma expressão tão cansada quanto a sua. Agora estava um pouco curiosa, mas não deixava transparecer.

Ele tinha percebido que ela estava triste, então? E tinha se preocupado? Não parecia um galanteador barato, até porque não escondia sua aura tanto assim. Não seria um atrevido a ponto de fazer isso. Era ainda mais surpreendente, pois mesmo naqueles dias "atuais" tão conturbados e pessoas completamente sem modos, como ela percebia nos seriados que Casper a mostrava, aquele tinha ainda um tom respeitoso e educado para um humano.

Voltou a olhar a pista, sorrindo. Um sorriso amargo. "Foi pega". Não que estivesse escondendo seus sentimentos desde o começo... mas a verdade é que não achava que ninguém ligava. Quer dizer... Casper ficava correndo atrás dela, gritando, jogando presentes e conversa fiada, mas nada daquilo era profundo. Desde a noite em que despertara na casa na floresta, nunca mais tiveram uma conversa verdadeiramente honesta. O "irmão" parecia incapaz de compreendê-la. Mas não o culpava. Quem poderia? Anos presa em um cubo de gelo mágico, com um pesadelo acordada esperando para sua vida chegar a um fim por algum motivo e agora estava ali... sabendo que estava mais forte de alguma maneira.

Suspirou.

- Acha que há motivos para uma "bela senhorita" como eu... - enfatizou a palavra e até parou para lançar um olhar mais incisivo, querendo dizer "vampiro". Talvez assim pudesse afastá-lo também. - estar sorrindo e brincando num parque? - o tom de voz era bem sóbrio. Ela soltou um som curto parecido com um pequeno riso. Debochava de si mesma. Pois tinha tentado viver como Casper nas últimas saídas. Ser mais "normal". Mas sabia que, no fundo, não estava vivendo na era errada. Com as pessoas erradas.

~ ~ ~

Naru e Daryl


Para variar, Daryl fez uma careta ao ver a câmera. Por essa ele não esperava. Mais uma travessura de sua querida namorada.
- Por que você trouxe isso? er... já está funcionando? Oi? - disse apontando, enquanto era filmado. Não estava emburrado como antigamente, apenas com uma expressão de estranhamento.

Naru por outro lado encheu os olhos, muito animada. Embora estivesse corando.
- E-e-er...  O-oi! Hoje é meu aniversário e eu estou muito feliz com Lily-onee-san e Tohru-chan. Ganhei uma pulseira - fez um sinal de vitória com a mão, mostrando o acessório, orgulhosa. Gostava bastante de tirar várias fotos e fazer vídeos com as amigas quando humana. Depois pode editar com a música da princesa do gelo - sugeriu, quando Tohru era filmada.

Quando ela voltou, ela balançou as mãos, em sinal de que estava tudo bem
- N-não, de jeito nenhum! Estava muito lindo! Gostei muito de assistir. Você vai ensinar a gente a patinar desse jeito? - perguntou, inocente.

- Não se preocupe com essas regras de "bons modos", você está em companhia da Lily.  Ela não segue nenhuma - brincou. - Agora cuidado com a nossa paparazzi - disse a Tohru, referindo-se a garota com a câmera.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 12 Maio 2016 - 22:11

- Rose -


Rose andava acompanhado de todos observando as esculturas, de certa forma eram bonitas. Humanos sempre conseguiam inventar alguma coisa para fazer.
 
- De fato, criatividade eles tem. – Ela dizia enquanto dava a mão para ele segurar.
 


+ Lara +
 
Lara andava olhando as esculturas junto com algumas colegas de colégio, todas estavam bastante animadas com o evento. Lara apesar de estar se divertindo ficava se perguntando o porquê diabos tem tanto vampiro puro naquela cidade e como aquele lugar não havia explodido ainda.
 
Olhando ainda algumas peças, de longe vê uma cabeça branca ao fundo, por um momento fica em dúvida se era uma velhinha ou quem estava pensando.
 
Foi quando ela percebe o puro que estava ao lado dela.
 
“Pqp, ele virou encosto?!” Ela pensa.
 
Já não ligava mais pelo fato do perigo de ele poderia causar, mas se ele fizesse algo, não pensaria duas vezes em caçá-lo.
 
Ela começa a andar em direção a eles, no caminho ela abre a mochila e pega um cantil de metal prata que continha vodka em seu interior. Ela dá um profundo gole no líquido, aquilo tinha a ajudado a não morrer de frio naquele lugar, agora ela entendia o porque dos russos gostarem tanto da bebida.
 

- Hey, Lilac! – Ela dizia sorrindo e acenando largamente com os braços. Quando ela olha para o vampiro ela levemente acena com a cabeça sem demonstrar nenhuma aversão a ele.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 13 Maio 2016 - 0:17

Aidan:
Pelo o que havia escutado, o gato grande se chamava Totoro, e tinha vários fãs por conta do filme. Bem era um desenho! Quem sabe o moreno não assistiria depois? Os dias e os fatos haviam passado rápido demais, não havia tempo para se preocupar com bobagens, algumas missões que quase tiraram sua vida fizeram toda a diferença. Não queria ter medo, não queria deixar de aproveitar oq  poderia ser seus últimos momentos.
-ah!


Seus olhos haviam encontrado quem procurava, ali estava Layla, ele se aproximou da morena e tomou suas mão com as dele.
—ao menos esta noite podemos ter uns momentos a sós?



Era estranho mas eles estavam se “despedindo” Aidan voltaria a morar na academia, e com isso dormir com Layla talvez não fosse mais possível. Ele então apoiou a mão da caçadora sobre seu braço enquanto caminhava elegante mente pela alameda decorada, sua mão sobre a da morena a acariciava, enquanto gentilmente a guiava para um caminho um pouco mais intimo, ele então a apoiou contra uma arvore enquanto tomava seus lábios de maneira gentil, mas ainda assim cheio de insegurança. Quando então se separaram, o moreno a olhou nos olhos, tomando coragem e então tirou do bolso uma pequena sacolinha.


— eu queria ter um discurso pronto, mas eu não tenho no momento. – por um instante tomou o pouco de coragem que restara e então deu um passo pequeno para trás.


—  ainda me  lembro do dia que te vi pela primeira vez, e ainda sim não consigo parar de te olhar — abriu um sorriso bobo— e nossa, que gata!
Se aproximando , Aidan a abraçou e deslizou o nariz pela pele de Layla.


— tem um cheiro tão bom, uma pele tão macia, tão bonita e tão esperta, sério, o que viu em mim? — com uma risada rouca, o moreno mordiscou a ponta da orelha de Layla e continuou num sussurro.


— me dei conta que quero ser egoísta e não ter o risco de te dividir com ninguém, te tornar minha rainha, só minha... então... Layla, eu não quero mais me conter ou fingir que não me importo. Eu me importo e muito com você e não sei por mais quanto tempo vou conseguir disfarçar, eu te amo! E gostaria muito que você me aceitasse como o seu namorado...


Ele então se afastou alguns centímetros entregando um pequeno presente.
presente no saquinho:
 



Lilac:
- ora ora, com um grande festival como esse, caso não achasse algum conhecido iria no mínimo imaginar que estaria no local errado. Ou talvez por fora de alguma coisa divertida!


Com um risinho levemente escondido por entre as pontas dos dedos, Lila voltou a colocar os espinhos na cabeça, eles não eram afiados nem pontudos, mas tinham o aspecto de arame farpado
.
Casacos na promoção ou algo melhor, ah... Doce tentação, a albina queria saber qual seria a sensação de afundar os dedos entre aqueles delicados cachos com aspecto bagunçado. Sua mente podia brincar em imaginar as possibilidades em sentir o sabor daquela pele que exalava um cheiro delicioso, ela quase conseguia visualiza-lo sem tantas daquelas peles que o vestiam.


- eu acredito que outras coisas fiquem bem melhores em mim- seus olhos demonstravam uma pequena malicia enquanto seus lábios se espremiam fazendo uma espécie de bico – mas sim, vamos a um café!


Havia uma pequena tenda ali instalada (realmente pequena) com algumas luzes próprias para uma maquiadora poder fazer seu trabalho de forma descente.  Como ainda vestia boa parte de sua roupa por baixo do vestido, basicamente só precisou trocar os sapatos e colocar a blusa, o casaco e o cachecol.  Os cabelos brancos estavam soltos em um contraste gritante com sua roupa negra e seu cachecol lilás.
- vou gostar de um cappuccino!  


Ouvir o próprio nome enquanto tenta se lembrar de respirar não é exatamente algo comum, mas tal feito fez com que a albina se virasse e abrisse um largo sorriso, indo de encontro a menina de cabelos azuis.

- Lara!  Tudo bom? Como vai a escola? Ah! Se lembra do Junnes? Coincidência nos encontrarmos todos aqui. – dizia enquanto caminhava até o puro sangue e entrelaçava seu braço no dele o trazendo para perto de Lara (na realidade, queria uma oportunidade para toca-lo)



- vamos tomar um café! Gostaria de ir conosco?


mushu:
 
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 13 Maio 2016 - 5:51

< Lewis >


Deixou-se ser puxado pela vampira, ainda incomodado de ter visto como Leon estava agindo tão calmo perto de vampiros. No passado parecia odiá-los. Será que ele odiava Lewis? O pensamento doeu fundo no ruivo. E para piorar Lohanne estava acompanhada por um puro também… Bando de hipócritas! Cerrou os dentes. Estava tão incomodado que sequer desconfiou de Lucius e seus planos.

_ É, família é uma bosta - concordou com ela, com certo tom chateado - Vamos procurar algo “de verdade” pra beber…

Saiu do parque com ela, comprou uma garrafa de vinho e voltaram, trazendo duas taças que ele convenceu à garçonete a dar para ele. Poderia ter comprado algo mais forte como vodca ou absinto, mas ele queria estar sóbrio ainda para poder continuar a stalkear o pai e a ex. Levou Jourdan para um local mais afastado dali e abriu a garrafa, servindo aos dois, sentados na mureta de um dos gazebos. 

_ Vou te dever algo mais forte… - falou e a olhou de lado, dando um sorriso - Pode cobrar a bebida quando passar no Hotel Luzian’s… Suíte master 602… - a convidou malicioso.




> Leon <


Notou o incômodo de Euphemia, então manteve certa distância dela, respeitando o espaço da vampira. Olhou Casper saindo empolgado e deu um leve riso baixo. A olhou mais uma vez e voltou a olhar a pista de patinação, suspirando. Não a temia ou se intimidava pela aura dela, era óbvio em sua postura. Era realmente por educação.


_ Talvez haja… por que não? - perguntou sereno - Assim como há motivos para não estar… Mas isso depende de cada um, não é?... Não há para nós, não esta noite - falou pensativo e sorriu ao olhar os patinadores - Ao menos há para eles… Os invejo um pouco - comentou - É magnífico como os jovens conseguem se divertir apesar dos problemas, não acha? - perguntou. Ao não incluí-la como jovem, deixou claro que sabia o que ela era. Uma vampira - Este não é um lugar para mim… Só é melhor do que remoer a melancolia dentro de casa sozinho. Talvez seja assim que também se sinta? - perguntou e a olhou suave.

Continuou sem apresentar-se para ela ou esperar apresentações, o que confirmava que galantear não era a sua intenção. Era apenas uma alma solitária puxando assunto com outra.


~*Lily*~



Lily riu com a falta de intimidade que o namorado tinha com a câmera, ainda assim estava feliz que cada vez mais ele melhorava nas reações, provavelmente já estava se acostumando ao jeito dela de ser. 

_ Eu não podia deixar de documentar esse dia especial, não é? - respondeu a pergunta dele.

Já com a reação de Naru ela sorriu mais, alegre que ela tivesse gostado da surpresa.

_ Hoje é o dia da imouto-chan, mas a gente não pergunta quantos anos uma garota faz porque é indelicado! - ela falou cantarolando e rindo.
 
Deu uma cotovelada leve em Daryl, mas ainda assim riu com as palavras dele.

_ Não sigo mesmo - disse novamente cantarolante - Seu chato! Eu queria fazer surpresa - reclamou de contar que ela estava sendo paparazzi. Virou a câmera e mostrou a gravação para as meninas - Pode continuar, ficou linda! Eu vou filmar você patinando assim também - falou empolgada para Naru e fez uma cara sapeca, piscando pra eles - Pode deixar que eu edito e corto nossas cenas de tombo… - virou para Daryl e entregou a câmera a ele - Camera man, agora é com você!




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 13 Maio 2016 - 23:18

Juliet
Um celular em mãos e um grande tedio q assolava seu corpo, aquele dia estava pior do que havia imaginado, as esculturas eram bonitas e tal, mas com aquela geladeira a morena preferia ficar em casa assistindo um filme e comendo pipocas, principalmente quando tinha que se lembrar de ficar irritada para brigar com Christopher, não ele não era seu namorado, mas seu superior na escala de comando ( estranho não?) mas ainda sim seu cumplice em todos os problemas (e este era mais um deles).


Uma escola cheia de vampiros ricos, havia algo melhor do que isso? (sim e era poder não se preocupar com essas coisas). Entretanto o dever chamava, ela era substituta e teria que ensinar a um bando de vampiro a se exercitar ( como se realmente precisassem disso). No máximo ali iria ficar sentada lendo alguma coisa enquanto um bando de aborrecentes centenário ficaria deitado tomando um banho de lua (ou isso que imaginava q vampiros faziam quando não tinham nada pra fazer, nem mesmo se alimentar).


Ao menos essa noite iria tirar umas fotos bem legais para colocar nas suas recordações de viagem na timeline da rede social. Havia um álibi para estar ali, foi contratada como professora, estudava então tudo bem poder finalmente passear por aquelas bandas e conhecer o local, o problema é que nunca podia faze-lo com seus documentos originais (exceto para esse trabalho, precisava ser o que era, ou nunca poderia entrar la).
Caminhava relaxada quando se afastou para tirar uma foto e sem perceber esbarrou em alguém.
- ah, desculpa.


Seus olhos acharam aquela criatura estranha demais, o observando de cima a baixo, a primeiro momento sua aura parecia ser translucida, mas aos poucos se podia ver leves variações em tonalidades frias, aquilo era um tanto estranho para ela, mas o que não era novidade aquele ano para juliet? Com um sorriso meio desconcertado por ver que a pessoa não abria os olhos, logo imaginou q seria cego, e seu rosto corou de vergonha por não ter tomado cuidado e acabar machucando alguém de maneira estupida.
- ah droga cara, desculpa mesmo


ela olhou em volta para descobrir se alguém mais havia presenciado aquela cena (que parecia ter sido imperceptível) e lentamente foi se afastando, para agora se posicionar melhor e tirar uma foto da escultura de gelo.

 
Freya
Quando foi que aquele espaço havia se tornado tão concorrido? O anuncio dos dias de inverno que chegavam ao fim ou seria apenas o festival? Foi um tempo que lugares assim cheios significava um pouco de segurança e até mesmo uma falsa liberdade em fugir e ser quem quisesse ser, mas este tempo havia passado e mesmo na companhia de tantas outras pessoas a ruiva conseguia se sentir sozinha. normalmente este sentimento não a incomoda, trazendo apenas uma leve melancolia. Mas naquele momento começou a sentir raiva, por que ela não sentia vontade de sorrir ou gargalhar enquanto outras pessoas o faziam, não sentia vontade de se aquecer, ou de que a tocassem, apenas queria sentir o frio beijar sua pele e arrepiar seu corpo até sentir seus ossos doerem. Queria a dormência, não queria mais sentir.


Com a expressão um tanto irritada, deslizou em direção a sua mochila, se sentando sobre a neve e removendo seus patins.  Freya foi cuidadosa em guardar e proteger as laminas, não queria sua mochila retalhada por dentro junto com as outras coisas. O cachecol negro voltou para seu pescoço e seu cheiro inebriante novamente apertava seu coração,  mas não poderia se dar ao luxo de se encolher e apenas chorar.


Com as botas já colocadas, a Ruiva caminhou por entre a neve que derretia lentamente, aquele dia ainda sim fora bem frio, mas a quantidade de pessoas no local o mantinha o clima um pouco mais aquecido por ali. Como a grama estava congelada, juntamente com todo o resto, Freya caminhou se afastando daquele local. Todo o tipo de grande demonstração de felicidade a estava irritando, talvez ao ponto de até mesmo atacar algum inocente apenas para criar um tanto de caos na realidade de mais alguém. Mas ela não era assim, não poderia ser assim, caso o contrario as vozes ganhariam. Lentamente se afastou até uma pequena alameda menos movimentada onde haviam pessoas por ali, mas eram bem poucas.

Seus olhos verdes procuravam alguma coisa, e assim que encontrou o lugar, apressou-se em remover as luvas.  Parecia um tanto infantil o que faria, mas assim que se aproximou, tomou impulso e começou a escalar uma arvore. Suas mãos agarraram alguns galhos e seus pés tentavam se apoiar contra o tronco, a escolha de um lugar mais afastado era justamente para que os seguranças não a vissem subindo, a escuridão do lugar juntamente com a noite a ajudava a camuflar sua presença,  porém o frio e o gelo deixavam seus dedos dormentes, e sua força se esvaia enquanto sentia uma leve queimação em sua pele, e sem que percebesse, seus dedos haviam escorregado sobre a superfície coberta de gelo, a fazendo cair  de uma altura de pouco mais de um metro e meio do chão de costas sobre a neve. Seus olhos estavam fechados enquanto reclamava da dor sobre as costas e se contorcia  virando-se sobre o chão para que enfim conseguisse se sentar enquanto massageava principalmente as costas que haviam caído sobre a mochila e o par de patins.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 16 Maio 2016 - 1:35


Ver a alegria e a espontaneidade de Lilly, a meiguice e a alegria de Naru e o jeito protetor e gentil de Daryl a deixavam á vontade, fazendo-a se sentir despreocupada e feliz como nem se lembrava de já ter se sentido antes. Não se incomodou por ter sido filmada. Estava achando tudo muito divertido.
- A-arigatô...Vocês...Vocês são muito gentis...- murmurou, emocionada. - Estou muito feliz por ter encontrado vocês e prometo me esforçar para ajudá-las a patinar!


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 16 Maio 2016 - 9:40

Vilhelmina (Jourdan)


Jourdan comemorou o fato de ele ter aceitado sua sugestão para bebida e saiu alegremente do parque. Percebia então o quanto estava se desvirtuando do objetivo de investigar os demais vampiros, mas pelo menos estava estreitando laços e ter um aliado era muito mais valioso agora que sabia que a filha estava viva.

- Agora sim! - cantarolou divertida enquanto era servida. Depois seus olhos brilharam com a conquista. Tinha ficado imediatamente empolgada. Retribuiu o sorriso e repassou o endereço, anotando no celular.   - Hotel Luzians, suite master 602... Ok. Não vai se arrepender

Ela deu um jeito de virar o corpo e ficar sentada de frente para ele. Nos próximos segundos só o observava, com um interesse ainda maior. Arquitetava seu plano para a visita ao hotel e agora também se permitia sentir-se atraída pelo vampiro. Tinha vontade de pular nele agora mesmo  e nem disfarçava. Não se importava realmente que o ruivo estivesse passando por problemas emocionais naquele evento. Será que deveria ir ao hotel em sua forma original? Para poder experimentar uma mordidinha.... Os olhos brilharam novamente com a ideia. Mordeu o lábio e de repente brindou o ar, para quebrar aquele clima que ela mesma criara.

- A você. A mim. E contra os nossos desafetos - sorriu e bebeu.


Euphemia



De um jeito estranho, Euphemia acompanhava e até gostava daquela linha de raciocínio. Era poético e singelo, quase como se ele também pudesse sentir aquela angústia por algum motivo, mas tratá-la de uma forma leve. Concordou de lev quando ele fez a primeira pergunta retórica.

Observou os jovens na pista. Sim, sentia o mesmo e narrou para ele:

- Tão despreocupados... inocentes... ainda acreditando que têm alguma chance de felicidade. Eu invejo a esperança dos jovens, mas, no fim, é exatamente esse sentimento que nos destrói primeiro, não é mesmo? A esperança é tão cruel. - concluiu, sem medo de parecer absolutamente estranha com aquele discurso pessimista.

Aquele olhar suave foi o motivo para não achá-lo estúpido, como era a alegria exagerada de Casper. Até considerou... o que estaria fazendo em casa agora? Lembrava da festa de ano novo. Tinha sido uma longa noite sozinha naquela casa. Não era sempre que tinha sonhos de oráculo ou podia ver seu filho aconselhá-la. Suspirou.

- Não sei dizer - respondeu sincera. - Sinto como se qualquer lugar fosse completamente estranho. Como se sempre estivesse no lugar errado. Já teve a sensação de que o único lugar que você gostaria de estar agora é em uma memória? E quando você acorda, percebe que tudo mudou e você não se lembra quando aconteceu - filosofou, pensando na época feliz que viveu ao lado de seu marido. Quando Vilhelmina não tinha resolvido destruir o clã. Resolveu retomar o tom da conversa: - Mas é bem verdade que observar o movimento dos outros diminui minha aflição... porque assim tenho certeza de que o tempo está correndo e, quem sabe, exista um fim para esta sensação. - riu sozinha, achando-se tonta. - Ora, que bobagem falar sobre o desejo de ver o tempo acabando para um humano, não é mesmo? Vocês sonham com isso que temos: uma vida se não eterna, muito longa.... longa demais. - lamentou. - Bem...  acho que falei demais. Não vou me ofender se desejar se afastar e...  tentar buscar felicidade nesses jovens


Naru e Daryl

- E-eu também? - desesperou-se a menina ao saber que seria filmada patinando. - A-ah... ufa... - levou a mão ao peito, suspirando.


Daryl pegou a câmera da mão dela e olhou direto para a lente, depois fez um giro com ela em 180º. Realmente nunca tinha filmado na vida, constatou. Mas não reclamaria.

- Onde funciona isso? - perguntou deixando-a posicionada mais ou menos como a  garota tinha feito e olhou na tela o "espelho" que mostrava as garotas. - Ah. Certo. Entendi. - Naru riu daquela dificuldade e Daryl filmou Tohru enquanto ela falava.

- Tohru-chan é que é muito gentil. Fiquei muito feliz mesmo. Obrigada. - Naru mostrou o pulso, onde havia a pulseirinha que ganhou de presente. Sentia-se bem tranquila naquela noite e começava a ter mais confiança para fazer amigos. Sabia o que Tohru deveria sentir com aquilo, pois era exatamente assim que ela também ficava quando andava com Lily. -  Er...bem... Vamos patinas juntas?[/color]
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Fabi
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 16 Maio 2016 - 16:36

< Lewis >


Deu um sorriso malicioso com a empolgação da outra vampira. Havia conseguido conquistar uma bela distração para estar naquela cidade tediosa quando tinha tempo livre - o que acabava por ser muito tempo. Além disso, sempre era bom ter alguém para ajudar a aquecer a cama no inverno... Aproveitou que ela estava com o celular na mão e passou o número do celular dele para que a vampira anotasse.

Encarou-a intrigado enquanto a vampira o observava tanto. Divertia-se imaginando o que ela estaria pensando, afinal aquela nobre ainda era um segredo para ele. Quando estivessem a sós poderia descobrir o que tanto o intrigava no sangue dela. Deu um sorriso torto e charmoso com apenas um canto dos lábios. Sabia reconhecer um olhar de desejo e era o que ela estava lhe lançando. Era exatamente aquilo o que ele queria, ter a presa conquistada e a seus pés, e era o que iria conseguir. Realmente estava com seus problemas aflorados naquele lugar, mas que melhor forma de esquecê-los momentaneamente do que com uma distração...? E era uma bela distração diante de si.

- A nós - brindou junto a ela.

Bebeu o vinho em um gole só, então pousou a taça no chão e enlaçou a cintura de Jourdan. Puxou-a para si e a beijou com vontade. Não se importava que a ex estava por ali, ou que houvesse alguém esperando-o na Espanha. A única mulher com que se importara em ser fiel havia o rejeitado, então não se importava mais com aquele tipo de convenção social. 


> Leon < 


Ouviu a narração dela enquanto olhava para frente, dando um suspiro melancólico. De certa forma também concordava com as palavras dela. Esfregou as mãos para aquecê-las e esperou que ela terminasse de falar para que fizesse sua réplica.

- Talvez realmente algum deles possa ser algum afortunado do destino para conseguir a felicidade... infelizmente são poucos aqueles abençoados com tal dádiva - negou de leve com a cabeça - A esperança é... complicada... Dizem que é uma dádiva... Mas se fosse assim, porque no mito da caixa de Pandora também estaria contida junto a todos os males do mundo? - olhou-a como se verificasse se ela conhecia aquele mito ou não - Ao meu ver esperança é uma dádiva e também uma maldição... Pessimista, otimista, realista... Só depende do tipo de pessoa que você é... Sim, ela é cruel e ruim se vista pelo ângulo que senhorita expôs... A esperança quando quebrada pela realidade tem o poder de destruir alguém... - olhou para o céu, pensativo - No entanto, para muitos de nós humanos... As vezes ela é a única coisa que nos move para seguir em frente, mesmo com nossas curtas vidas se comparadas as de vocês... A esperança pode ser a responsável por não desistir e, quem sabe assim, conseguir aquela realização, feliz ou não, que faça valer as nossas breves existências...

Fez uma pausa como se completasse o céu e as próprias palavras. Será mesmo que acreditava em seu próprio discurso? Concluiu que sim. Sim, porque havia parado de fumar para conseguir um pouco mais de tempo para tentar ajudar a sua filha e se redimir de seus erros, não havia? Aquilo era esperança. Provavelmente ilusória, sem futuro algum diante da realidade que se encontravam, mas ainda assim era justamente aquilo, aquele vago impulso, que o impulsionava para ainda não desistir de viver por completo.

- Entendo o que quer dizer... Também gostaria de estar em uma boa memória... Ou talvez poder voltar no tempo e poder mudar alguma coisa... Impedir que certos erros fossem cometidos - falou triste e fechou os olhos por um momento - Do jeito que fala... devo supor que acabou de sair em torpor... Deve ser mesmo cruel dormir com o mundo um dia e acordar no outro com um mundo diferente... As vezes sem as pessoas que lhe são tão queridas... Tão cruel quanto ver alguém que preza tornando-se aos poucos uma pessoa que você não reconhece mais... - suspirou e a olhou - Perdoe-me caso isto tenha trago memórias que a entristeçam - se desculpou pois achava que sua última oração pudesse ter sido insensível com a dama. 

Deu um leve sorriso tranquilo para a vampira quando ela se lamentou e disse que não se ofenderia caso ele quisesse deixá-la e ir embora. Ir para onde? Não sabia se a filha viria encontrá-lo no parque aquela noite então não sabia se teria companhia ou não. Além do mais... fazia tempos que não tinha uma conversa tão agradável apesar de todo o ar mórbido e melancólico dos dois.

- Não ache bobagem... Nem para todos é - a tranquilizou - Sabe... Mesmo que tenhamos uma vida curta, muitos de nós desejam que o próprio tempo acabe logo. É por isso que há casos de suicídio. Até mesmo nós podemos perder o nosso sentido de viver... Seja por uma vida amarga cheia de decepções ou pela daquilo, ou alguém, que seja o motivo de nos sentirmos... vivos. O sofrimento, físico ou mental, nos faz cortejar a morte, por vezes nos forçando a sermos nossos próprios algozes... Também não temos a regeneração ou a longevidade de vocês... Viver uma viver como um enfermo pode ser extremamente desagradável - falou sério, lembrando de muitos colegas caçadores que sofreram acidentes em suas missões e nele próprio na atual situação - Mas posso entender que uma vida longa demais seja igualmente dolorosa e que compartilhe alguns mesmos motivos nossos...

Voltou a olhar para a frente, pensativo.

- Tempo é algo que não tenho muito mais, senhorita... Tempo ou energia... Não posso dar-me ao luxo de que achar que ainda sou um jovem feliz e inocente, porque não sou... Iludir-me só causaria maior perda do pouco que me resta... Prefiro focar-me em meus últimos objetivos... Consertar erros que cometi e tentar me redimir com certas pessoas... - voltou a olhá-la - Além disso... Fazia tempo que não tinha uma conversa tão... agradável com outra pessoa. Portanto, se não importuná-la, prefiro continuar a fazer-lhe companhia - e deu um sorriso suave.


~*Lily*~


Lily riu junto com a menina do jeito desajeitado de Daryl com tecnologia. Não o ensinou de cara como fazer, mas o supervisionou para ver se estava usando a câmera da forma correta. Bateu palmas quando o rapaz acertou como se usava e começou a gravar direito.

- Viu só, mon cher, já 'tá pegando o jeito da modernidade! Estou orgulhosa - elogiou.

Olhou as meninas e também parecia orgulhosa da forma que as duas estavam se entrosando e descontraindo uma com a outra. Sentia-se feliz como uma mãe que via as crias fazendo novos amiguinhos.

- É sempre bom encontrar gente como a gente - falou feliz e empolgada, deu um beijo leve nos lábios do namorado e foi até elas - Vamos! - tentou ir no ímpeto e de novo levou um tombo, dessa vez de lado - Assim que o gelo do lago parar de me amar. Pode deixar, eu consigo, eu consigo - falou sorrindo se levantando desengonçada, sem se abalar.




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Tohru Kuran
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 17 Maio 2016 - 2:22


Tohru olhou Lily e Daryl, com uma certa nostalgia e inveja, lembrando-se de Marshall. Mas jurara não ficar  deprimida aquela noite. Sorriu para Naru, feliz por ela ter apreciado tanto aquele presentinho tão singelo.             
- Hai, vamos!- sorriu ainda mais ao ouvir o convite de patinarem juntas.- Sei que logo conseguirão ter mais equilíbrio e  ficar mais à vontade pra tentar outras manobras e...
PLOFT
Então, Lily caiu mais uma vez, dessa vez de lado. A jovem Kuran preocupou-se, mas logo a jovem levantou-se sozinha, mais animada que nunca. Admirou-a por isso. Deveria tomar aquilo como exemplo para sua vida.
- Tome cuidado, Lilly-chan. Mas que bom que não se importa em cair porque isso faz parte do começo. Eu lembro que vivia caindo pra desespero do meu pai que achava que eu ia me quebrar toda como cristal...-sorriu, com saudades.


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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kagura
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 17 Maio 2016 - 10:23

++Charles++

Minha cabeça balançava e, por instantes, podia sentir minha vista se turvar um pouco com aquela sensação. Embora minhas pernas permanecessem firmes e eu tentasse tirar aquela imagem da cabeça. A morte... Minha própria morte? Me questionava mordendo os lábios incomodados. Sentia o calor e o veneno percorrerem minha pele, e aquela sensação começar a me sufocar, embora estivesse bem mais forte daquela vez. O ápice de minha pequena doença ou assim eu via, enquanto tudo em meu corpo parecia querer explodir enquanto ainda mantinha o controle sobre meus movimentos. Sobre os meus atos. E minha atenção na dor. Naquela sensação irritante.

Outra crise? Era o que parecia. Mais forte daquela vez. E, como as outras, era um mal sinal. Que só veio a piorar quando eu sentia aquela presença forte de outro puro sangue por perto, se aproximando, fazendo minha garganta arder, mas fingindo ignorar, continuando a puxar Sakura para sairmos dali. Daquele lugar que fazia a nós dois nos sentirmos estranhos e... E então a pirralha ainda presa em seu lugar, com suas perguntas idiotas, puxou a maldita manga mostrando meu próprio sangue.

Puta merda! Não posso negar que hora pra outra, minha expressão tenha beirado ao agressivo e mal humorado, quando ela me viu daquela maneira humilhante. Muito embora nada tenho falado sobre isso. Ou sobre o real motivo daquilo tudo. Haviam coisas que Sakura não deveria saber. – Acho que me cortei quando fui guardar algumas coisas. Isso não é nada, logo vai cicatrizar... – Ouvi minha própria voz mentir, enquanto puxava minha manga para cobrir o sangramento. Não que me importasse que algum imbecil sentisse meu cheiro, ele não teria coragem de me atacar de qualquer forma, não é? Mas havia algo mais, o desconforto e o não querer falar isso, que ficou bem claro quando encarcerei a mão de Sakura não deixando que ela completasse sua ação.

– Já disse que não precisa, isso vai melhorar... – Girei os olhos de uma forma teimosa e desimportante. Oliver não conseguiria cuidar daquilo, apenas o meu avô e seu bando de chatonildos... Apenas eu e meus métodos que Sakura odiaria presenciar.

Teimosamente e ignorando sua preocupação, minhas mãos a puxaram de novo quase em pressa para me livrar do assunto e daquele lugar. Mas talvez fosse tarde demais. O puro sangue de antes estava próximo e nos observava.

E da forma com que Sakura de forma tensa me segurava, a puxei para mais perto, levantando meus olhos claros em direção ao vampiro ali, em um comprimento cortês e silencioso. – Também veio ver as esculturas? Nesse caso, recomendo o outro lado, alguém com muito mal gosto parece ter deixado suas ideias por aqui... – Lhe dirigi a palavra de forma quase informal, indicando aquelas esculturas bizarras, mesmo que não desgrudasse de Sakura por um minuto.

Sabia que era meu sangue que havia o atraído ali, ou o cheiro de Sakura. Mas, pessoalmente não demonstrava hostilidade na voz, na aura ou no olhar, falando cada palavra com calma, como se quisesse sondá-lo apenas.


++Melissa++

Totalmente inocente e alheia a tudo, ou será que preferia simplesmente se comportar da maneira mais fácil? Não dava para saber, mas também pelo jeito de Melissa não era impossível prever que ela não soubesse o significado de encontro, ou simplesmente nunca tivesse tido um exatamente, mesmo que outrora tivesse se tornado noiva do irmão por tradição. Não era para menos que agia assim ou que, aparentemente, parecesse totalmente alheia ao ciúmes e desagrado de Hunny.

Ela mesma nunca fora muito atenta as coisas e costumava viver em seu mundo mental e não tão imaginário assim. Um mundo onde ela se sentia segura, sem precisar que “seu outro eu” a protegesse. Um mundo onde ela era a princesa e acontecia tudo que ela queria. O mesmo mundo que resultara na morte de seu avô adotivo e que ela agora também temia.

Melissa balançou a cabeça voltando a colocar os patins no pé antes de erguer com um salto impecável no gelo. Seus olhos brilhavam em um belo tom purpura e esverdeado, bicolores e belos, cursando maravilhosamente bem com seu visual de bonequinha do gelo. – Então, acha que serviu? – Perguntou praticamente rodopiando ao redor do puro sangue agora erguido e em pé na pista.

Apesar de nunca ter feito uma aula ou treinar profissionalmente, a menina se mantinha nos patins com uma destreza invejável, quase leve como o vento. Também não parecia uma iniciante, provavelmente brincava com eles, há muito tempo, na planície gelada onde nascera. – Acha que tem algum ponto da pista mais liso...? – Perguntou mais para si mesma, que para qualquer um... Procurando algum lugar onde o gelo estaria mais brilhante, então se distraindo com o aparecimento do outro menino. – Sim... Vovô não costuma gostar muito que saia de casa... – Confirmou a menina, antes que, diante do clima de tensão, pegasse uma das mãos de cada um dos meninos e saísse os puxando pela pista até o ponto mais liso, sorridente e animada. Apesar do tamanho e estrutura, Melissa era extremamente forte.



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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 17 Maio 2016 - 21:58

+ Lya +


Ela caminhava entre aquelas escultura de gelo, por um momento sentiu-se entediante e ouvia o jovem puro Will responde-lhe com certa suavidade, ela sabia que aquele vampiro estava lutando consigo mesmo, talvez superar o laço com ela ou até se superar como quem tentasse tomar controle de si mesmo. 
_Gosto de comidas variadas, sou adepta a experimentar novidades, que tal comermos algo típico desse lugar, a culinária japonesa é bem interessante. - Virou o rosto a ele procurando aquele medo que antes sentia toda vez que o loiro lhe dirigia a palavra. Encontrou no lugar receio.
E ai ele responde sua dúvida com outra pegunta, muito engenhoso para quem não quer se expor, realmente aquele vampiro estava destinado a ser grandioso. 
_Realmente quando se depara com algo mais forte e sem preparo para encarar o melhor a fazer é ser prudente.
Nesse momento a vampira ver ao longe um casal que reconheceu de imediato, soltou um sorriso satisfeito e voltou-se fazendo um leve contorcer de face apontando a direção ao jovem Willian.
_Vejam só aquela que você deu sua essência para salvar, está de braços dados com outro vampiro. - Ajeitou o cabelo passando a mão em uma mecha. _Ironia do destino ter se sacrificado tanto para outro usufruir dos louros da vitória e o que me chateia Willian é que por ela, está sendo distante comigo. -Andou a frente dele, tomando o rumo em direção a Sakura e Charles.


*****

+ Loran +

Olhou Rose e soltou um leve sorriso caminhando entre as esculturas, tinham resolvido sair aquela noite depois de alguns tempo entre viagens para conquistar aliados e reunião com outros vampiros mais antigos onde iriam restrutura o novo governo.

_Será que aquela sua amiga... errr... Victória já chegou? - fez uma leve careta já que a vampira puro era melhor amiga de Rose e um tanto franca demais para seu gosto. _A filha irá fazer apresentação de violino hoje certo? -Ele apelidara a sangue puro de "Cruela" e preferia manter certa distancia, já que a criatura resolvera emplicar com ele constantemente.

Foi até Rose e segurou sua mão beijando e voltou a falar com uma cara de pouca vontade em participar daquele evento, música clássica para ele era mais para fazer dormir, não tinha muita paciência para esse tipo de melodia.

_Vamos até o palco ver se já chegaram?

Entrelaçou os dedos onde segurou a mão dela que estavam coberto pelas luvas.

*****
+ Layla +

Estava parada perto da escultura de uma enorme deusa da mitologia local quando sentiu o celular vibrar no bolso. Pegou e ao ver quem enviara a mensagem abriu um largo sorriso, mordendo a ponta do lábio inferior. 

_Ao que parece o namorado apareceu...- Adrian se aproximou vendo a expressão da irmã, já entendendo quem era quando ela viu o celular. _ Vai chama-lo temos que ter mais apoio aqui nesse lugar, cada vez mais enchendo de vampiros.

Layla olhou torto para Adrian e deu de ombros.

_Já disse que ele não é meu namorado, saímos ... 
_ Ah tá Layla... Ele praticamente vive conosco e dorme todos os dias na sua cama... ¬¬

Layla bufou e desceu a escadaria indo em direção aonde Aidan estava, ele havia pedido para procurar ele e assim que chegou foi surpreendida pelo empolgado carinho dele. 
_ Claro que podemos ter nosso momento a sós, afinal até eu estava me sentindo sufocada naquele loft, sinto falta quando eramos somente nós dois dividindo ele rs - Deu um leve sorriso e segurou no braço dele acompanhando naquela caminhada entre as belas esculturas. 

Ficou atenta a ele, estava um tanto triste quando ele anunciou que as aulas na academia retornariam e ele voltaria a morar no dormitório do Sol, era algo que ela não esperava de tão imediato, mas não podia pedir que ele não fosso, afinal o loft era também morada de seu irmão e Daniel que praticamente vivia socado lá, mesmo tendo seu quarto no albergue dos hunters na associação. 

Quando ele começou a falar sobre eles sentiu um arrepio a nuca e suspirou baixo, lembra bem do dia que se viram na associação e depois de como começaram aquela amizade e envolvimento, gostava tanto da companhia dele que já não se via longe por muito tempo. Era natural ter Aidan por perto, conversando, bebendo, ralhando com ela por beber demais, ajudando nas coisas caseiras e principalmente as noites quentes que tinha quase todos os dias. Aquela sensação dele ir e não ter aquela convivência lhe fazia perder o ar de tão estranha que se sentia, deveria ser a saudade que batia quando ficava longe dele.

Abraçando retribuiu com um sorriso solto e um gemidinho baixo ao sentir os lábios e a mordida leve na orelha, arrepiou a pele da morena fechando os olhos para prolongar aquela sensação em sua mente.

_Aidan... Falando assim parece que nunca mais vamos nos ver... Estamos na mesma cidade, apesar de a Academia ser longe ainda dá pra pegar o carro e nos encontrar, além do mais eu posso fazer-lhe visitinhas "escondidas" no dormitório rs - Provocou.

Aquela pergunta fora até divertida... "O que vira nele?" "Posso fazer uma lista?"

_Lindo, charmoso, esperto, mandão, chato... e gostoso... Vai, você é uma pessoa muito agradável apesar de às vezes me irritar porque estou com umas latinhas de cerveja na mão. - faz bico um tanto emburrada. _ Mas ainda assim tem um fogo que adoro rs

Quando ele começou a falar em ser egoísta, a garota parou e olhou para ele ouvindo aquela palavras e por fim fe o pedido, ela baixou o olhar para aquele saquinho e pegou tirando a pulseira.

_Nossa... eu... - olhava entre seus dedos o objeto e apertou na mão como quem tivesse carregando algo precioso. _ Aidan, assim você me deixa sem jeito... - corada se aproximou dele envolvendo em seus braços e o beijando de forma mais ousada e ardente, entre os beijos sussurrou a ele. _ Não precisa pedir, já sou sua... Não me vejo com outro além de você... - voltou a beijá-lo novamente depois se fastou sem tirar os braços de seus ombros. _Mas o sr certinho quiser é claro que serei sua namorada. - sorriu por fim. Estendeu o braço e pediu para ele colocar aquela pulseira a qual não iria tirar mais.


*****


+ Victória + Catarinne + Gê +

A estilista estava sentada no banco de trás junto com sua filha e o assistente, os três estavam indo de limousine para o festival de inverno, a jovem violonista iria se apresentar no fechamento do festival e precisava chegar um pouco mais cedo para se preparar.

_Vick será que teremos platéia cheia? - a garota tinha brilho nos olhos a cada apresentação ela ficava mais e mais conhecida, tinha um jeito peculiar de tocar aquele violino e dizia que era em homenagem ao seu ancião, ou seja o provedor da família. 

_Provavelmente, afinal é um festival aberto então a essa hora estara lotado. - Vick olhava a sua agenda pelo smartphone.

_ Srta Caty não se preocupe será perfeita na apresentação como sempre. - Gê sorria empolgado era um fã da garota.

Ela riu baixinho esperando realmente que tudo corresse bem naquela noite. 
Logo o carro entra na áreas de estacionamento do parte e ambas saltam seguidas pelo assistente que levava a valise com o violino e outra mala pequena de mão com roupas para a garota se apresentar.

O Palco estava quase pronto quando um dos diretores do evento veio se apresentar e muito feliz apresentou o lugar para eles. 

_O palco é lindo... Vou arrebentar essa noite *-*

Vick deu um leve sorriso e sentou-se em um cadeira para ver a garota se preparar e afinar o violino. Gê ajudava a menina com os equipamentos enquanto alguns assistentes de palco preparavam tudo para a apresentação.

*****
+ Kyoshiro + 

Estava um tanto entediado na igreja, já tinha passado um tempo que não sentia o frescor da neve em seu rosto, seu elemento natural, sua raiz. O Puro então resolveu sair, iria passear pela cidade e quem sabe comer algo. O período que ficara enclausurado na igreja teve ajuda do padre com as modernidades, o computador com assitente de voz ajudara muito ele para pesquisar sobre o paradeiro do pai, o padre fora muito solista com ele e isso o alegrava, afinal até chegar aquela cidade não havia conhecido alguém que não lhe ajudasse. Lembrou de Nero se questionando se estava bem, mas não podia procura-lo já que o vampiro era ligado aquele humano cruel Magnus.

Resava todas as noite por ele que o ajudara, assim como para o padre que lhe permitira ficar na igreja.  Podia se dizer que até então estava seguro então, sair um pouco não faria mal, como havia conseguido volta a forma normal esperava poder não ser reconhecido de imediato e se caso isso acontecer era só paralisar os inimigos e fugir na neve.

Assim, o sangue puro saiu da igreja trajando roupas comuns, não sentia frio, mas por orientação do padre vestiu casaco para não chamar atenção referente as vestes mais simples que não esquentavam o corpo.

Caminhando pelas ruas, ouviu de um trio de jovens humanas que havia uma apresentação no encerramento do festival de inverno onde uma jovem tocaria violino, aquela atração lhe chamou atenção e perguntou aqueles humanos onde seria o festival, o trio de jovens meninas se encantaram com o monge e o guiaram para o festival.
Chegando ao parque, passou a caminha entre as esculturas sendo orientado a ter cuidado pelas garotas que se despediram e o deixaram no lugar para se distrirem com o grupo jovem que as chamaram.

Kyoshiro então passou a andar entre as esculturas e ficava contente que os japoneses eram cuidadosos com os deficientes, em cada escultura haviam placas em braylin para ajudar a identificar e saber qual era a escultura e todas as informações sobre a confecção.

Kyoshiro estava lendo algumas placas sorrindo e falando consigo quando sentiu alguém esbarrar nele. Ao virar-se na direção a voz feminina se desculpando aguçou o faro e percebeu ser uma humana. 
Ele havia notado que naquele lugar haviam muitos vampiros pelo odor que tipicamente tinham de sangue fresco.
_Não precisa se desculpar srta, eu que poderia está no caminho errado. - curva-se e sente que ela ainda estava ali o cheiro suave da humana lhe denunciava.
_ Eu posso ajudar em algo? Já que atrapalhei o seu camiminho. - Kyo estava parado mantinha os olhos fechados.


~* Narrador Master *~
_Agora repita comigo: Nunca mais desobedecerei um DEUS!
Assim você evita levar um mac ban feliz >D


Última edição por Master em Qua 18 Maio 2016 - 2:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 18 Maio 2016 - 1:35

Adrian e Rose
Não que estivesse mal-humorado ou deprimido como em suas constantes mudanças de humor, mas naquele dia em especial estava tão aéreo que não saberia dizer como Rose o levara até aquele lugar gelado e cheio de gente...A propósito, onde estavam afinal?
Ela falava sem parar pra variar e apontava as estátuas de gelo. Adrian respondia uma coisa ou outra sem realmente ouvir o que ela dizia, seu pensamento voltado para a reveladora conversa que tivera com sua mãe na rápida viagem que fizeram a St. Vladimir. Ainda estava meio em estado de choque, afinal, não é sempre que se descobre que seu pai não é seu pai...se bem que não devia estar surpreso...Afinal, ele sempre deixara claro o quanto o desprezava...Só que o motivo não era ele ser um irresponsável e desajustado bonvivant...Como nunca desconfiara disso?
Agora o que realmente o chocara fora a identidade de seu pai verdadeiro. E pensar que tudo começara com um sonho estranho com uma jovem em apuros...Quando imaginaria que na verdade ele era...

- Adrian, você não está mesmo me ouvindo, não é?- ralhou Rose, após lhe jogar uma pequena bola de neve no rosto, que o fizera voltar á realidade.
- Eu..Hã...Ora, claro que estou!- disse ele, limpando a neve dos olhos.
Rose com uma expressão divertida ergueu uma sobrancelha, cruzando os braços sobre os seios.
- Ah, é mesmo? E eu falava sobre...?
Adrian hesitou, confuso.
- Ora, bem...O de sempre...Dimitri, Dimitri e ah, sim, Dimitri, claro! Acertei?
Isso lhe valeu mais uma bola de neve, mas dessa vez conseguiu apará-la erguendo as mãos sobre o rosto.
- Ei, pare com isso!- protestou.- Por que está tão aborrecida? Logo ele e Lissa estarão de volta com você! Relaxe!
Rose bufou.
- Não era sobre ele que eu estava falando! Bem, também, mas agora eu falava sobre como todos parecem estar por aqui nesse festival...Até que eles sabem organizar um evento bem interessante... Ah, olha só! Até mesmo a realeza está aqui hoje! Veja ali! Loran Kuran e sua noiva, minha xará Rose Valentine! Vamos lá falar com eles, Adrian! Você não queria se apresentar ao príncipe a pedido de sua tia a vac... a rainha Tatiana?
Sem esperar resposta saiu arrastando o nobre até o futuro casal real.
- Olá, como vai, Kuran-Sama? Lembra-se de mim?- sorriu, curvando-se em cumprimento e logo apontando para seu aparvalhado companheiro.- Gostaria de apresentar meu amigo Adrian Ivashikov. Ele é sobrinho-neto da rainha Tatiana de nosso país e veio representa-la na festa de seu casamento, bem como também para ser professor na academia Cross. - se dirigindo ao rapaz que olhava, sem ação para o Kuran. - Acorda, Adrian! Seja educado!


Adrian piscou, aturdido e se curvou apresentando-se da melhor maneira que pôde.
- Adrian Ivashikov, ao seu dispor, Alteza.- disse, observando-o, curioso. especialmente pela aura com estranhas sombras que pareciam crescer e diminuir alternadamente...


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