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 Green path - Central Park

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MensagemAssunto: Green path - Central Park    Seg 1 Fev 2016 - 16:53

Relembrando a primeira mensagem :

Green path - Central Park


Spoiler:
 


Na cidade Central, havia uma área verde cercada que era ponto de encontro para os moradores fazerem passeios junto a natureza, era o parque da cidade um jardim muito bem urbanizado que atraia muitos frequentadores para caminhadas, passeios e apenas descansar. No cento desse parque havia o Coreto que era onde havia diversos eventos que ficava de frente a um lago, no inverno virava uma pista de patinação no gelo.

fonte das imagens:
 


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 15 Abr 2016 - 9:29


~ * Naru

Naru esperava por esse dia desde que tinham feito um tipo de promessa no Clube Five. Comemoraria seu "aniversário" naquele evento tão lindo e cheio de neve. Para o evento, vestia uma touquinha de lã, uma blusa de manga comprida rosa por baixo de um poncho branco grosso e luvas decoradas brancas. Tinha uma calça colada preta e botas.

Saiu na frente do grupo e já olhava em volta maravilhada e curtindo o friozinho do ambiente. Sentia-se mais humana do que nunca naquele lugar. Era muito gostoso ver tanta gente brincando na neve e olhando esculturas.

Naquela época do ano, cobria o castelo de sua coelhinha à noite e quando era mais nova, seus pais a levavam para patinar no gelo. Depois, ficou difícil diante de tanto trabalho.

Muitas pessoas bonitas estavam ali perto. Provavelmente um monte de vampiros. Mas ela fingia que não tinha nada a ver com nada daquilo. Agora conseguia fingir que era humana de novo e estava em colônia de férias com sua irmã (Lily), o pai (Nero) e o cunhado senpai (Daryl).

Foi direto para as esculturas, hipnotizada por elas feito criança.

- É o Totoro! Kawaii~ - riu sozinha.



Daryl


Aquele fim de ano na casa dos Sorel tinha deixado Daryl mais calmo e lhe ensinado alguns valores de família. Nero era completamente louco, mas amava Lily e ambos tinham uma relação bem esquisita, mas aquela mistura toda era uma família. Bem diferente da obsessão por status e etiqueta que estava acostumado.

Sua personalidade oculta mal tinha se revelado, já que não passara por momentos de estresse ultimamente. Lilian tinha sido mesmo um achado para acalmar sua alma e ficar apaixonado o trazia para mais perto dele mesmo.

Assim, não se opôs nem um pouco naquela ideia de irem a um festival tão bobo. Estava usando o cachecol azul que ganhou de natal e uma jaqueta de couro. Vestido como um humaninho atual. Estava aprendendo, embora vez ou outra tivesse que ajeitar a roupa, ligeiramente incomodado com os tecidos.

Acompanhou Lily até o local, e deixou que sua "ex"-lacaia corresse na frente. Mais do que nunca agora tinha que ser um tipo de guarda-costas da namorada, embora tentasse disfarçar isso.

- Achou bonito? - comentou assim que chegaram, observando suas reações.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 15 Abr 2016 - 16:46

 


(Lucius)



Lucius tentou ignorar aquele hábito horrível que seu irmão tinha de fumar e ainda jogar a guimba no chão. Não era repreensão pela falta de educação do outro, mas ele simplesmente odiava aquele troço. O cigarro sempre deixava o sangue com um gosto amargo e horrível, tirava o sabor original. Mesmo no sangue puro de seu irmão. 

Mas de que adiantava falar? Aquele cretino mal humorado sempre o rebatia com alguma resposta malcriada sobre ele ter sangue sem sabor justamente por ele normalmente não consumir substâncias que alteravam seu próprio sangue. Assim acabam os dois um puto com o outro e insatisfeitos como no início da discussão.

- Eu não entendo você... Se eu te deixasse trancado no quarto você estaria reclamando da mesma forma - Lucius resmungou - Você só quer um motivo para ser um estraga-prazeres e me deixar com o mesmo mal humor que você... - sorriu - Vai ter que se esforçar mais do que isso, hermano.

Olhou para o irmão e alargou ainda mais o sorriso como se dissesse "vai ter alegria sim, seu desgraçado". Se Lucian queria irritá-lo, ele poderia fazer o mesmo. E se controlou para não zunir aquele novo cigarro para o outro lado do parque.





Lily estava com um largo sorriso no rosto, parecia uma criança de tão feliz e encantada com eles no meio daquelas lindas esculturas de gelo. Estava com um vestido de inverno com um casaco por cima, cachecol, touca e luvas. Vestia também uma calça e botas de cano médio para completar o visual. Ao contrário do pai que não sentia diferença no clima, a menina sentia frio como os demais.

Ela puxava Daryl pela mão quase saltitando de animação e parou próxima as esculturas também. Ouviu a pergunta do rapaz e sorriu largamente para ele.

- Lindo! - falou olhando para as estátuas. Então olhou para ele de cima a baixo e falou com um sorrisinho malicioso - Realmente lindo!

As esculturas eram lindas e ela acompanhava a nova irmãzinha, com iguais reações de espanto e encanto com aqueles simples momentos. Parecia uma criança humana ao invés de uma jovem vampira também. Mas no que ela estava mesmo de olho era o ringue de patinação. Estava doida para puxar os dois para patinar, mas aquele não era o dia dela e sim o de Naru. Então deixaria que a japonesa guiasse o passeio, imaginando quando seu pai chegaria ali por fim. 




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 15 Abr 2016 - 20:11

teste.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 15 Abr 2016 - 20:11

O membro 'Makie' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'D10' : 3, 1, 9, 6, 5, 4, 8, 5


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sab 16 Abr 2016 - 0:09


Homens eram todos idiotas que não conseguiam pensar direito com sua cabeça de cima. Ou pelo menos era isso que Junniper pensava, sentada comportadamente como uma dama que seu pai achava que devia ser, enquanto observava seu irmão mais novo imbecil analizar os documentos de certa negociação de petróleo que seu pai estava pretendendo fazer. Ou melhor, tentando analisar, já que de inútil Junes tinha tudo desde o nascimento e agora, de minuto em minuto parecia fechar os relatórios onlines para encarar fotos de piranhas no buscador.

Nada mais que o esperado... Pensava a morena, girando os olhos e fingindo continuar com sua leitura com cara tão fechada quanto a de um buldogue. Inútil, inútil, inútil. Por que o pai ainda insistia em dar todo o credito a Junes? Só por que ele tinha nascido com a bosta de um órgão sexual correto em meio a suas pernas? Por favor... Eles não estavam mais na idade média para seu pai sempre lhe colocar na retaguarda, mesmo que fosse mais talentosa em tudo. Ela era o filho que Dante desejava, e não Jun e suas malditas distrações que só homens energúmenos costumavam ter...

Mas não, ela não podia sê-lo, não é? Nunca pudera ser como a porra do seu irmão imbecil! Juniper finalmente soltou um suspiro irritado depois de algum tempo, levantando-se do enorme sofá vermelho e se aproximando do garoto, dando um jeito de pinçar as folhas com as unhas, para roubar-lhes dele, enquanto apoiava a cabeça em seu ombro.

-A albina? – Perguntou em um ar malicioso, roubando-lhe o mouse. – Creio que papai ficaria feliz em ver que está brincando de caçar ratos enquanto trabalha ou preferir brincar lixo a arranjar pretendentes. – Seus olhos azuis e belos piscaram, enquanto seus lábios abriam um sorriso. Um sorriso que apenas Junes conhecia vindo da “aparentemente doce” menina. Um sorriso que indicava estar provavelmente ferrado ou em suas mãos.

O jovem de cabelos cacheados e negros apenas soltou uma careta diante daquilo. Quantas vezes imaginava se sua irmã não possuía algo para fazer além de lhe pentelhar? Pensou, recorrendo ao sarcasmo comum entre os dois. – Talvez se papai fizesse o que lhe é responsabilidade, não precisaria estar aqui... Ou se você fizesse algo útil ao invés de parecer um cão de guarda ao meu encalço. – Respondeu simplesmente Junes, soltando um suspiro quase cansado, enquanto inclinava a cabeça quase para tras, para encarar o rosto da irmã por baixo. – Não quer resolver isso para mim?

O que era aquilo? Um insulto? Junniper mais uma vez quase riu para o outro, dando um pedala em sua testa. – Esqueça, não ficará com o credito e, conforme papai diz, não devo ser mais do que uma bela garotinha inocente, a rosa dos Fallneaves. – Tão bela e perigosa como uma rosa, pensou ela por sua vez, o empurrando de volta para o lugar, enquanto passava as páginas rapidamente com olhos de águia. – Mas para não achar que eu sou uma irmã cruel ou egoista com meus brinquedos, como sei que imagina nessa sua cabeça oca... – A morena por instantes deixou suas mãos irem até a bochecha do mais novo, as apertando e o segurando, antes de baixar o rosto, depositando um rápido e insignificante beijo nos lábios. – Soube que ela vai ter um ensaio fotográfico no festival, irmãozinho querido, quem sabe sair com uma humana dessa vez não possa acabar com a sua reputação.

E Junniper piscou, levando os documentos consigo para ocupar o tempo, enquanto Junes olhava para o alto com a sobrancelha erguida. Ele não conseguia prever o que o demônio em pessoa planejava.

---

Junes vestia um grosso casaco vermelho e um longo cachecol, que apesar de sua altura, ainda arrastava no chão ao estilo daqueles usados por turistas estrangeiros que visitavam o frio pela primeira vez. Seu cabelo castanho escuro e cacheado jazia um pouco desgrenhado, batendo-lhe um pouco ombros. E, embora não usasse roupas tão formais ou elegantes quanto o casaco de pele de urso da irmã, ainda assim permanecia completamente perfeito ao seu lado em meio a imensidão de esculturas.

Diante de uma desculpa esfarrapada da outra e com algo que ele podia descrever como atuação de criança carente, os dois, ou melhor, ele, havia sido liberado de sua função e permitido explorar aquele lugar. Ganhar inteligência enquanto o patriarca viajava, sugerira a jovem manipuladora para Dante alguns minutos antes de estarem ali. Mas talvez a inteligência que Junes procurava era outra.

A jovem cor de neve que havia lhe atraído no Club Five. A jovem que havia decidido ser sua próxima presa e que suas narinas logo conseguiram captar o cheiro, fazendo-o deixar sua irmã para trás com uma figura de gelo qualquer e se aproximar. – Senhorita Lilac, que coincidência vê-la por aqui... – O puro sangue sorriu abertamente a ela, sem quaisquer más intenções aparentes, apenas amigavelmente. – Parece com frio, aceita o casaco emprestado? – Indicou seu casaco, abaixando-lhe o zíper. Não é como se fosse morrer congelado ali, seu país natal normalmente tinha temperaturas bem menores, além do mais, ele ainda era um puro sangue.


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Tohru Kuran
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 24 Abr 2016 - 2:45


Em outros tempos, aquele festival seria para Tohru motivo de grande animação, ela sempre adorara ver as esculturas de gelo, e principalmente patinar...Mas agora tudo parecia ter perdido o significado, perdido a cor...Mas ainda assim se decidira a recuperar a vontade de viver e, por isso, resolvera, escapar um pouco à eterna vigilância de seu diligente guardião e ir ao parque. Não que Steliam a incomodasse...Ele era até muito gentil, mas ele a lembrava com a simples presença da permanente ameaça da volta de seu novo marido e isso a sufocava.
Andando a esmo, olhava as esculturas e atrações do festival, via algumas pessoas conhecidas e acenava pra elas (Kagura), indo sem sentir em direção ao rink de patinação. Viu alguns dos alunos que conhecera naquela fatídica primeira noite na Cross. Lily e Daryl, se não estava enganada...Ficou a alguma distânca, observando-os, sem saber se devia falar com eles. Sentia-se estranha as vezes, como se fosse outra pessoa...Tinha medo de como as pessoas  que conhecera reagiriam à nova Tohru, agora, esposa de Yan Yuriev...


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."


Última edição por Tohru Kuran em Seg 25 Abr 2016 - 22:18, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 25 Abr 2016 - 9:34



~ * Naru e Daryl


Daryl achava o sorriso dela bonito, mas ao mesmo tempo lhe causava uma pontadinha de tristeza. Estava enganando a garota para preservá-lo. Omitindo dela exatamente o que mais importava em toda sua vida, que era o paradeiro de seus pais. Mesmo assim, estava firme sobre mantê-la inocente. Ele a acompanhou, sempre dando espiadas em volta, para ter certeza de que não havia nenhum estranho os observando e riu da piada dela, aproximando o rosto do dela.

- Eles fazem esculturas incríveis. Um anjo de neve tão realista. - sorriu e lhe roubou um beijo.

Naru seguia com sua alegria de aniversário. Queria que o "pai" dela estivesse ali, mas não queria arriscar também. Estava genuinamente feliz e o passeio já programado não era falso.

Daryl notou então que alguém os observava. Prontamente já procurou o dono do olhar, mas essa era apenas a vampira da família Kuran. Tohru. Há quanto tempo não a via!  Pensou que seria melhor ainda se Lily se enturmasse com mais amigas para desgrudar do pai. Ainda mais uma moça boazinha como ela parecia.


- Veja. É a garota Kuran, não é mesmo? -  Até onde sabia, ela estava viúva, não é mesmo? Lembrava de Loran comentando aquilo. Como mudara. No início, tinha ouvido a notícia como uma comemoração pela atitude do líder de matá-los. Agora, conseguia ter um pouco de simpatia, pensando na atual situação em que se encontrava com medo de perder a pessoa amada.   - Por que vocês duas não vão falar com ela? Está sozinha, talvez queira uma companhia.

Naru olhou de lado. Sabia que aquilo significava que deveriam falar com Tohru. Não que ela não quisesse, mas sempre se sentia esquisita quando Daryl lhe dava algumas "sugestões" como aquela.

- S-sim... quem sabe... a gente podia... chamá-la para patinar? Seria muito legal!  - Ainda gaguejava e dava grandes espaços entre as falas em tudo que não era muito natural. Mas a parte da pista de gelo era sim bem sua vontade. Ela só não tinha iniciativa para conversar com ela sozinha.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 25 Abr 2016 - 11:45



Se JJ soubesse o quanto o primo estaria insuportável naquela noite, ele jamais teria aceitado sair para aquela droga de festival com ele.Luan podia ser simplesmente insuportável quando queria, principalmente se estivesse animado como estava naquele noite.

- Jongjin!JongJin! - Luan o puxava animado em direção as varias esculturas diferentes, enquanto o primo se limitava a tentar manter seu café dentro do copo e toma-lo ao mesmo tempo. - Olha só, o Sungjin iria adorar esse!É o desenho favorito dele,o Totoro. - apontou para a escultura na frente deles, finalmente parando, o sorriso tornando-se um pouco mais fraco. - Eu acho que deveríamos ter voltado no natal...estou com saudades. - ele suspirou, levando o próprio copo de café aos lábios, fazendo uma careta ao notar que ele ja estava praticamente frio.

O Won se limitou a rir baixo da careta do primo, encarando a escultura logo depois. Particularmente ele ainda não havia tido tempo de "sentir saudades", mas ele não era exatamente o tipo sensível e apegado a família, bem diferente de Luan.

Além disso, Luan não estava recuperado emocionalmente do "atentado" contra a Cross e o Won melhor do que ninguém sabia disso.

- SungJin nunca iria sair de casa para vir aqui. - foi o mais velho falou, arrancando uma risada do menor.

- É verdade.- ele concordou, também sem tirar os olhos da escultura. - Podemos ir na pista de gelo mais tarde? - voltou a olhar para o primo.

- Eu não vou segurar você.- o Won avisou, dando de ombros, acabando por ganhar mais uma risada do mais novo.

- Claro que não, você vai ser o primeiro a cair. - brincou, fazendo o primo arquear as sobrancelhas.

- Sonha.- cantarolou.




Se alguém tivesse lhe falado mais cedo naquele mesmo dia que ele estaria em um festival de esculturas de gelo, no meio de tantas pessoas e vampiros esperando por um Sangue Puro, ele provavelmente começaria a rir, como se aquela fosse a melhor piada que já teve o prazer de escutar em todos os seus anos de vida. Certamente, ele acharia muito engraçado.

Mas o fato de que ele realmente estava ali, em um festival lotado de humanos,caçadores e vampiros, esperando por um sangue puro, não lhe pareceu nenhum pouco engraçado. Era ridículo. Totalmente ridículo. Tão ridículo que ele se perguntava exatamente porque ele estava fazendo aquilo.

Suspirou, deitando sobre o próprio braço, em um ato de completa descrença. Imaginou Akira o vendo naquela situação, abrindo aquele maldito sorriso sarcástico antes de fazer alguma piada de péssimo gosto e rir da sua cara sem ter o menor medo do perigo. Ah, aquilo era suficiente para irrita-lo.

- O que eu estou fazendo aqui? - resmungou para o próprio copo de chocolate quente, ainda sem fazer questão alguma de levantar a sua cabeça, totalmente desanimado com a própria situação.


Roupas:
 



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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 25 Abr 2016 - 20:31

~*Lily*~


Lily sorriu largamente quando ele a elogiou e correspondeu o beijo dele, finalizando com uma mordidinha. Voltou a andar ao lado da amiga, até que ouviu o namorado comentar sobre uma Kuran. De início seu pensamento se voltou para Rose e Loran, mas então viu que quem estava ali era uma outra menina. Lembrava vagamente dela, era uma garota tímida e fechada, não era? Mas não tinha cara de ser uma má pessoa.

Notou o olhar melancólico dela e ficou preocupada. Ela não tinha aquele olhar triste da última vez que a vira nas aulas, a alguns meses atrás. Então se lembrou algo sobre ela ter ficado viúva. Passou um aperto por seu coração. Ela devia estar muito, muito triste. E estava sozinha. Concordou com Daryl e Naru. Se eles estavam ali, felizes, não podiam ignorar uma pessoa que estava triste! Talvez pudessem alegrar o dia dela também.

Um sorriso brotou em seus lábios, com um olhar determinado. Sim, mais uma pessoa junto a eles não faria mal. E se Naru, a aniversariante, aprovava, então iria chamá-la. 

- Eu chamo ela - falou sorrindo para Naru. Sabia que a amiga era tímida demais para aquilo, e Lily não se importava de ser a responsável pela socialização.

Caminhou quase saltitando até a outra japonesa e parou ao lado dela, sorrindo.

- Oi! Tohru-chan, estou certa? - perguntou simpática - Vimos que está sozinha... Vamos para o ringue agora - ela apontou - Quer se juntar a nós? - perguntou direta e sorrindo.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 25 Abr 2016 - 23:14



Já fazia tanto tempo que ninguém lhe falava com gentileza que a jovem até se assustou, ficando alguns segundos sem ação diante da jovem Sorrel. Então sorriu, sem jeito, e fez uma reverência cortês, respondendo a ela, um pouco hesitante.
-H-hai, Lily-chan. Sou eu... Como está?- deu um sorriso triste porque não conseguia aceitar ainda se apresentar como devido...Seria apenas Tohru aquela noite...
Seu olhar, então, se iluminou quando Lily a convidou para ficar com ela e seus companheiros e patinar. Pela primeira vez em meses, deu um sorriso genuíno, os olhos brilhando de incredulidade e alegria.
- W-watashi...E-eu posso mesmo ficar com vocês? Eu...eu adoraria! Amo patinar...Eu e meus pais fazíamos isso sempre que podíamos...- falou, nostálgica.- Mas depois...Bom, faz muito tempo...apesar de ter tido algumas aulas de patinação artística na Cross do Canadá...Meu Marshall até fez comigo...- Eu o ajudava ensinando o básico...- seu olhar voltou a sombrear-se, embora fossem lembranças felizes.- Gomen...Não falarei de coisas tristes essa noite, Lily-chan. Vamos patinar,sim!- e sorriu, tentando parecer mais animada.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 26 Abr 2016 - 3:11

~*Lily*~


A menina esperou com paciência o tempo que Tohru precisou para responder. Notou o sorriso triste dela, mas não se abalou, continuou mantendo o mesmo sorriso simpático.

- Estou bem, obrigada por perguntar - ela sorriu. 

Não fez a mesma pergunta para a japonesa porque pensou que aquilo poderia trazer a ela memórias tristes. O olhar iluminado de Tohru pelo convite a fez ter mais esperança em melhorar a noite e o sorriso foi melhor ainda. Era daquela forma que Lily gostava de ver as pessoas.

- É claro que pode! - ouviu a explicação e o pedido de desculpas, então negou com a cabeça - Não tem problema desabafar ou ser nostálgica. Não me importo se isso puder te ajudar... Mas vamos, vamos nos distrair por essa noite!

Sorriu e já foi pegando a mão dela, levando-a consigo com sua animação um tanto infantil. Olhou Tohru e se aproximou, sussurrando com um ar cúmplice.


- Eu nunca patinei... Mas não conte isso a eles - e deu uma piscadela marota.

Voltou para o grupo e tratou de fazer as apresentações.

- Lembra do Daryl? - perguntou e sorriu para o namorado - Naru, essa aqui é a Tohru. E essa aqui é minha amiga/irmãzinha, Naru-chan - soltou a japonesa e abraçou a outra - A nossa aniversariaaaanteee - e apertou Naru como um ursinho. Como uma irmã mais velha, também estava no papel dela acabar por constranger a mais nova com situações bobas como aquela.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 26 Abr 2016 - 8:18


~ * Naru e Daryl



Naru olhava de longe a linda moça japonesa com quem Lily conversava. Não sabia nada sobre Tohru, pois era apenas uma ex-humana que seguia Daryl sem prestar atenção nas políticas do mundo dos vampiros até então. Sentia um pequeno desconforto, que ela não entendia o que era direito, ao vê-las papeando como boas amigas. Corou de leve. Estava com ciúme de sua nova irmã e tinha um pouco de medo de que elas pudessem ir patinar sem ela. Claro que sabia que era bobagem, pois sua amiga nunca faria isso.

Daryl observava satisfeito. Tinha conseguido distrai-la por mais tempo e contribuiria agora para manter as três entretidas e alegres, longe de problemas. Fez um pequeno cumprimento  com a cabeça quando ela se aproximou.

- Boa noite - sorriu, simpático.

Naru logo se sentiu uma boba por ficar com ciúmes. Corou bastante, destoando de suas roupas brancas e uma felicidade maior que ela tomou conta de si por ser chamada de irmã. Sorriu, abraçando Lily de volta, bem carinhosa. Depois percebeu que precisava se apresentar para a moça japonesa tão linda. Arregalou os olhos e fez uma mesura envergonhada japonesa, juntando as mãos.

- A-ah! É! Isso mesmo. Estamos comemorando meu aniversário. Seja bem-vinda. Q-quero dizer... Oi. Hajimemashite, hm... - olhou tensa de Lily a Daryl, esperando que alguém lhe dissesse o nome dela, pois aparentemente ela deveria saber. Falou então mais baixo, pela forma que Daryl a havia chamado ao avistar a vampira: - K-Kuran...-san? Etto... Você é... muito bonita - a voz diminuía a cada palavra, envergonhada.

- Então, vamos? - convidou, ainda em tom bem-humorado.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 26 Abr 2016 - 21:02




O parque estava lotado, Stelian usava o sobretudo preto apenas pela aparência. O frio lhe era agradável, era seu dom. Ele trazia nas mãos um livro qualquer, uma história de vampiros de um escritor sueco. Gostava de ver como os humanos os viam, mas sua mente não estava na história.

Sua mente estava na Romênia, no que acontecia lá, no desaparecimento de Yuriev, no que havia acontecido no castelo, no nascimento do herdeiro de Yan, nos planos desconhecidos de Eleazare em Lena, principalmente em Lena.

Seu coração parecia congelar por completo ao lembrar dela dizendo o nome do herdeiro do clã Hazvan. seu rosto perdia a expressão. Por que ela não podia partir por causa dele? Teria ele ameaçado fazer alguma coisa com Stelian?

Ele não sabia, mas o ciúmes muitas vezes falava mais e mais alto.

Ele desviou o olhar das palavras desconexas, teria que ler a página toda novamente e então olhou para Tohru. Ela parecia tão ou mais quebrada do que ele e ele sentia pena dela. Não sabia o que Yan teria feito, mas sabia do que ele era capaz de fazer. Além disso ele ainda mantinha o filho dela e a mantinha atada a ele.

Tohru se aproximou de algumas pessoas e ele ficou atento. Sua missão era observar os passos da vampira e reportar e ele faria aquilo, seria perfeito naquilo, até recobrar confiança, até poder tirar Lena de lá. então desapareceria,não sem antes alertar Loran Kuran sobre a verdade.

Ao longe ele continuou observar, trocando de banco apenas para ter um ângulo melhor, mas aparentemente a jovem vampira queria apenas se divertir.

Ele retornou a leitura, permanecendo atento a qualquer outro movimento. Novamente as palavras se embaralharam e ele desistiu da leitura. Não tivera uma única notícia de qualquer um daqueles assuntos depois que desembarcara em Ambarantis. Mandara algumas mensagens para Lena, mas não houve retorno. Talvez Tohru obtivesse sucesso em receber notícias, afinal agora era uma Yuriev, mas ele não tinha coragem de lhe pedir este favor: perguntar sobre Yan.

Ele então foi até um quíosque que vendia chocolate quente e comprou um copo grande da bebida, voltando ao seu banco, bebendo e observando os movimentos, as pessoas que passavam. Ele queria ser outra pessoa de repente, qualquer um dali, qualquer vida menos complicada, mas por hora ele só podia observar.


A única coisa que ele não mudaria em sua vida era Lena...





"We greeted death as an old friend"
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 27 Abr 2016 - 0:25

A jovem vampira quase se esquecera de como era ter amigos. Fazia tanto tempo se sentia gelada e triste, Que aquela sensação cálida e maravilhosa quase a fizeram chorar. Sorriu com o entusiasmo de Lily e aquele simples gesto de dar a mão para ela e conduzi-la para se juntar aos outros aqueceram sua alma de uma maneira que jamais esqueceria.
- Eu a ensinarei, se quiser, Lily-chan. Patinar é muito fácil. A ajudarei a se equilibrar e logo estará patinando!- disse, baixinho para Lily.
Sorriu, gentil, para Darryl e a doce Naru, cumprimentando-os. 
- Sim, eu me lembro... A aula de biologia...- pensou em como estaria o Alphonso-sensei. Será que tivera avanços com suas pesquisas baseadas nos escritos de seu pai. Precisava dar um jeito de procurá-lo..Mas como se Steliam estava sempre junto a ela como uma sombra? Agora mesmo o sentia a observá-la.- Como vai, Canningan-san? - Fez uma mesura breve.
Olhou para a menina graciosa que Lilly apresentava como sua irmã...Uma ex-humana...Que belo gesto da parte dela! A maioria dos vampiros que conhecia os tratava com desprezo ou os usava como servos, mas Lilly e seu amado a tratavam como igual. Tohru sorriu ainda mais, emocionada e feliz com a demonstração de carinho mútuo. Eles eram boas pessoas realmente. Estava feliz!
- Anato no otanjobi omedetô, Naru-chan! Parabéns pelo seu aniversário!- desejou, sincera. - É um grande prazer conhecê-la também.- concluiu, sorrindo com doçura. 
As palavras seguintes a fizeram corar ainda mais que a menina Naru.Pareciam estar competindo pra ver quem ficava mais vermelha.
-Nani?! Bonita, eu?- arregalou os olhos, genuinamente surpresa com aquela declaração tão espontânea. - Iee...É...É muita gentileza sua...Você sim parece uma boneca, Naru-chan.
Seu sorriso tonou-se um pouco triste novamente também ao ouvi-la chamá-la pelo nome Kuran...Não tinha mais o direito de usar esse nome, mas tampouco se sentia uma Yuriev. E seus pais sempre repetiam o quanto era bonita e delicada, Marshall, então, dizia ser ela a própria face do amor...Mas procurara outra...E Yan a desprezava como uma vadia suja, só tendo olhos para sua gélida irmã...Não, ela não era bonita...
Tirou uma pulseirinha delicada do pulso e colocou na palma da mão de Naru, com um sorriso terno e sincero.
- Esse é um dia especial porque é seu aniversário, Naru-chan. Me chame só de Tohru, por favor. Espero poder ser sua amiga também.Aceite este pequeno presente pra comemorar essa noite.


Sorriu para Lilly-chan que parecia muito ansiosa em patinar.
- Hai! Vamos! Vamos todas juntas!


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 27 Abr 2016 - 8:04



~ * Naru e Daryl

- Pode me chamar apenas de Daryl - acrescentou, com gentileza. Tinha aprendido tanto naquele período ao lado de Lily. Quem diria que sua formalidade exagerada seria corrigida também, além de suas roupas?


"Boneca..."
, pensou a garota enchendo os olhos.

- M-muito obrigada, K... Tohru!! - agradeceu mais de uma vez, com as bochechas bem vermelhas. Tinha ficado tão feliz com a gentileza dela. Agora que parava para pensar, era a primeira vampira com quem conversava mais abertamente além do núcleo Lily-Nero-Daryl. Quando conheceu Rose, quase morreu de vergonha, então achava que estava progredindo.  Mas foi quando ela retirou a pulseirinha do próprio pulso que acabou boquiaberta e com olhos marejados. A emoção a todo vapor. Como era gentil! E ainda queria ser sua amiga! Segurou com carinho, fechando a mão Eu... eu não sei o que dizer... eu... Muito obrigada! É linda e eu vou cuidar com muito carinho - Sorriu e tirou uma das luvas, para colocá-la.

Daryl ficou bem surpreso com a atitude. Já havia aprendido como tinham vampiros gentis entre eles e apenas agradeceu por Lily estar cercada por esse tipo de gente. Tohru era um ótimo contato para ela.

-  Muito bem, garotas, enquanto vocês patinam, eu vou ficar olhando. - declarou em tom de brincadeira, caminhando com elas. Mas na verdade gostaria era de poder ficar atento ao redor. Afinal, não estava ali apenas se divertindo. Era um cão de guarda que precisava ficar atento a aproximações. - Depois eu entro, acho que amigas merecem um tempo entre vocês nessa festa de aniversário
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 27 Abr 2016 - 21:50


O trio de hunter havia sido chamado para aquela missão, haveriam vampiros naquele festival e já havia acontecido muitos eventos caóticos nos últimos meses que a intensão de Zero era manter ao menos a paz em um simples evento de fim de estação.

_Layla, aquele seu "amorado"não virá? - Adrian andava entre as esculturas naquele lugar que estava começando a encher de transeuntes, havia humanos e vampiros, mas aparentemente estava tudo calmo.

A morena virou os olhos e depois franziu a testa olhando para o irmão com ar chateação.

_Aidan não é meu namorado...- caminhava ao lado dele.

Daniel vinha logo atrás com ar despreocupado olhando em volta e vez ou outra dava um leve sorriso aos que passavam.

_Daqui a pouco ele aparece. - Danny falou por fim. _Então, alguma noticia de nosso informante? - chegou perto de Adrian.

_Não, mas mandei-lhe uma mensagem, segundo sua resposta ele terá informações em breve.
_Zero -san mancou a tal reunião com todos os hunters na cidade, parece que fizeram uma denuncia. -Layla olhava uma das esculturas. 
Adrian parou do lado dela e suspirou.

_Soube da tal denúncia, realmente algo vai começar a feder naquela associação. - Olhou em volta fazendo uma pequena cobertura do local para ver se notava algo foram do normal. _ Só espero que não atrapalhe as outras investigações que fazemos.

Os outros dois olharam para Adrian concordando, já que sabiam dos riscos das investigações que faziam, se algo der errado poderia perder o controle e assim não conseguir descobrir sobre os eventos de ataques e a quantidade de Level E com poderes que vinham surgindo a cada dia.


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Última edição por Master em Sex 29 Abr 2016 - 16:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 28 Abr 2016 - 14:58



~ * Vilhelmina


Vilhelmina notou a concentração enorme de puros e vampiros naquele eventinho de neve. Achava extremamente entedidante e se fosse escolher, nunca apareceria em algo como aquilo.

Patinar? Ver esculturas? Que besteira.

Se fosse uma grande boate a céu aberto ou rinha gótica maluca, aí poderia pensar com carinho. Mesmo assim, nunca se sabe quando se pode conhecer pessoas como seu "hermoso".

Novamente com seu "avatar" ilusório de nome "Jourdan", a vampira se aproximou do primeiro quiosque de chocolates possível, onde havia um rapaz (Stelian), que parecia tão "perdido" quanto ela.

"Que gatinho", pensou, divertida. Mas ainda assim não era completamente seu tipo, então não investiria. Riu internamente. Quanta liberdade havia em andar com aquele corpo! Sorriu simpática para ele, caso ele a olhasse e seguiu com a vida, pegando um chocolate.




Olhando em volta, descobriu o dono da boate que tentou atacá-la de alguma forma na última festa (Sebastian), sua filha, e um puro patético loiro que fingia ser uma...cri...

- Casper... - murmurou. Mas seus olhos não puderam acreditar quando se depararam para a figura de cabelos platinados a seu lado. Pura feito uma sacerdotisa... porque de fato o era. Os olhos violeta e sua expressão gentil.

"Euphemia..."

A filha da vampira estava viva. Tão viva que agora brincava pateticamente de guerra de neve? Ao mesmo tempo, sentia um receio tremendo. Precisava de aliados o quanto antes para se proteger da ira daqueles filhos ingratos. E não poderia se desfazer daquela forma de jeito nenhum.

Sorriu.

A única maneira de se desfazer daquele personagem era assumir o corpo de sua querida. E ela tinha muitas ideias de como fazer aquilo. Era só fazer os aliados certos e venceria seu título como líder dos von Wright sem concorrências.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 1 Maio 2016 - 16:38

+ Lya + 

A vampira andava entre as esculturas olhando para o loiro com certa admiração, acertará bem na sua escolha e aquele vampiro se tornaria grandioso.

_Está gostando dessa distração Willian? 

Ela queria apenas algo mais simples e comum para aquele dia, era a primeira vez que saiam após o período deles terem ficado na mansão. 

Olhava os humanos e outros vampiros a sua volta, aqueles que a reconheciam como puro faziam pequena reverencia e outros preferiam passar adiante sem importunar a sangue puro com seu par.

_Estava pensando em depois irmos comer algo em um restaurante, seria bom?

Ela parou diante de uma enorme escultura que lembrava uma deusa dos contos japoneses olhou-a por um momento fechando os olhos.

_Willian responda, ainda tem medo de mim?

Virou seu olhar claro para ele esperando sua resposta.

********

+ Loran +

Estava distraído vendo uma das esculturas, lia a discrição em uma placa perto da mesma, ele queria apenas se distrair e sai um pouco daquele ritmo de viagens e assuntos relacionados a negócios e reinado. Vieram com ele os convidados de sua noiva e claro a própria noiva Rose. 

Vick e sua filha estavam no evento, já que a garota vampira iria se apresentar para encerrar a temporada de inverno naquele festival. 

Loran havia conhecido Victória que logo de inicio começou a implicar com ele, coisa a qual detestava, ela era uma versão muito perto da Cruela e acabou apelidando-a desse nome.

Suspirou baixo quando lembrou que ainda tinha esse evento, pediu a todos que fosse algo mais discreto e com somente os familiares e alguns amigos, ainda assim estava com a casa muito agitada o que deixava-o louco para fugir de lá. Não era do casamento e sim do tumulto e corre corre que aquele lugar estava.

_Rose, venha ver... humanos são criativos apesar deles não terem poderes. - Voltou a andar entre as esculturas.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 2 Maio 2016 - 16:42

Juliet


Gelo, neve, frio.  Havia algo mais tedioso do que uma noite assistindo o gelo se derreter por conta das luzes? A morena transitava por entre as pessoas observando as esculturas,. Parecia que não encontraria nada de útil aquela noite, talvez devesse procurar por outras pessoas mais interessantes do que simplesmente ficar ali parada esperando que o destino venha de encontro. Porém ela estava cansada.
Seus passos calmos logo encontraram um banco em meio a alameda do parque ,  um pequeno espaço ao lado de algum casal que observava   as esculturas. Não era exatamente onde ela queria estar, mas seus pés pediam por um alivio, e então assim o fez enquanto pegava o celular e digitava um pequeno recado:


“tem certeza que vou encontrar algo aqui? Parece tudo tão monótono, tão chato. Se aquilo o que preciso estiver realmente por aqui, acredito que talvez seja mais difícil de pega-lo do que outra coisa, todos aqui parecem emitir algum tipo de vibração estranha.”
Com um suspiro pesaroso, julie começou por tirar fotos da escultura a sua frente, esperando o folego para retomar a caminhada.


Freya


As laminas estavam afiada, o patins preso e bem justo nos pés, o cachecol negro ainda inebriava seus pensamentos enquanto se mantinha enrolado entorno do pescoço. Os sentimentos eram muitos para um único instante. Foi então que resolveu guardar o cachecol na mochila  e a deixou num canto,  escondida entre a vegetação e a neve próximo a pista. Seus passos sobre a pista e o gelo de inicio eram vacilantes, afinal fazia pouco mais de um ano que havia patinado ( se bem que naquela época, não se usava os patins, visto que havia aprendido a se mover em momentos de perigo).


Seus pés deslizaram sobre o gelo  enquanto a ruiva se concentrava em se manter de pé, não havia kairen, lirion ou tuomas naquela noite, apenas ela, o frio e a noite.  Ao chegar ao centro do lado, seus olhos vislumbraram o céu e então se fecharam, sentindo o abraço da noite sobre si. Em um arrepio frio podia jurar que o sobrenatural a espreitava durando a escuridão, talvez as marcas de seus próprios pecados que fazia a própria culpa se tornar em algo assustador.


Havia sido correto?


Seus braços envolveram seu próprio corpo como se o frio houvesse atravessado a pele e encontrado seus ossos. Era o medo que a fazia tremer mais do que a neve. Seus olhos se abriram e tudo o que pode ver naquele instante eram as outras pessoas que ali patinavam. Humanos, vampiros, todos partilhavam o espaço como se a presença de cada um ali não interferisse ou ameaçasse a nenhum outro.  Aquela calmaria aparente sempre representou o preludio de muita dor que viria no futuro. O frio havia crescido dentro de seu corpo, ate que decidiu balançar a cabeça e continuar a patinação entorno do lago. O dia seguinte seria importante, ela sabia, esta noite seria apenas um alguém, sem nome, rosto ou voz. Amanhã seria quem precisasse ser, independente se isso terminaria de despedaçar seu coração em milhares de pedacinhos novamente.
Ainda há tempo?


“o tempo é relativo para um vampiro...”


Aidan


“por que essa demora toda?”


Pensava o moreno enquanto remexia o bolso da calça com um pequeno embrulho. Impaciente, começou a andar de um lado para o outro, demonstrando ainda mais impaciência. Talvez estivessem bebendo ou foram convocados imediatamente para outra missão, tais coisas deixavam aidan  com o coração apertado. Principalmente por que Layla parecia ter a cabeça um pouco avoada com relação a avisa-lo.
Não havia muito o que fazer além de esperar. Sentando num  banco próximo a entrada,  o caçador se perguntava, quando foi que essas preocupações haviam começado? Ela havia o notado? Ele sabia de parte de seus sentimentos, entre as noites que se aqueciam, por vezes ela deixava algumas palavras doces escaparem por entre a consciência e o sono. O jovem se sentia um pouco bobo por sentir o pulso acelerar com aquilo, mas gostava dela, de como se movia, como dizia seu nome, seu cheiro e seus abraços. Tudo aquilo era o suficiente para fazer o sangue de Aidan ficar quente, e o desejo logo a florar por seus poros.


Preocupado com a demora, resolveu ligar para Layla e descobrir onde estava, mas de alguma forma seu celular estava sem sinal. Aquilo o irritava um pouco (principalmente por acontecer quando se mais precisa).  Um pouco ansioso, começou a andar de um lado para o outro, e então começou a seguir o caminho das esculturas, foi então que o sinal da telefonia havia retornado e ele mandou uma mensagem

“ me encontre qui perto da escultura do gato gordo e gigante”



Ela ainda iria demorar? Aidan esperava que não.
 
Lilac

O frio parecia congelar até os ossos, o que era ruim já que era obrigada a passar camadas e camadas de hidratante. A maquiagem daquela noite a deixava com um aspecto sobrenatural, tamanha a brancura de sua pele. um a fina coroa de espinhos e um longo vestido branco  (que por mais que a aquecia, deixava o frio passar de alguma forma). Os refletores acendiam suavemente as arvores locais enquanto a albina caminhava num ponto um pouco afastado das esculturas, haviam outras pessoas ali, mas nada que atrapalhasse o ensaio. A primeira parte havia terminado e as fotos caminhando sobre a neve, por entre as arvores como um espirito da natureza haviam terminado.   Por aquela noite já não teria mais o que fazer, as próximas fotos seriam em estúdio, já que estas precisariam ser feitas com roupas de verão.


Enquanto tirava a coroa  percebeu que um conhecido se aproximava e sorriu para ele.


- um estranho acaso poderia presumir, se não fosse um festival. – com um sorriso largo,  lila recusou o casaco.
- agradeço pela gentileza mas acredito que um casaco não afastaria o frio que sinto agora, talvez... eu precisasse de algo mais quente que isso. – com uma piscadinha atrevida, a albina soltou um leve risinho procurando o casaco e sua pequena mala para se trocar.


- espero que não se importe, preciso devolver o vestido, mas tenho o restante da noite livre se topar um café.


mushu:
 
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 2 Maio 2016 - 20:29



> Lewis <


“Eu odeio essa porcaria de clima!”

Aquele era o pensamento do ruivo durante todo o trajeto. Ele odiava aquele frio. Ele odiava aquela neve. O clima gélido era uma merda completa para ele. Mesmo sendo um sangue puro o frio o incomodava como a um humano normal. Porque a BOSTA do frio congelava o sangue e o fazia gastar mais energia que o normal para se manter aquecido.

O que diabos estava fazendo ali? Ele começava a se amaldiçoar por ter tido a ideia estúpida. Imaginara que se fosse naquele festival ele pudesse se encontrar com Leon ou Lohanne sem querer. Não que não soubesse onde Leon estava morando, havia descoberto facilmente onde era seu apartamento. Só ainda não tivera coragem de se revelar.

Lewis estava ressentido. Ainda sentia raiva e mágoa das duas pessoas que ele mais amara, e substituíra aquele sentimento por ódio. Por que não haviam acreditado nele? Por que não viam que o que acontecera a ele havia sido uma armação? Mas não… Culpem o sangue puro. É claro que a culpa é do sangue puro rebelde. Ele já cometera crimes antes, certo? Então a culpa é dele.

Rosnou, ajeitando o cachecol em volta do pescoço de mau humor. Bufou e estremeceu com um arrepio por causa da brisa. Todas aquelas pessoas felizes em volta dele… Tinha vontade de degolar cada uma delas. Seria muito mais prazeroso causar um caos generalizado do que aguentar todos aqueles sorrisos quando se estava de péssimo humor. Sorriu de leve só de imaginar as pessoas correndo e gritando em pânico. Afinal, ele já era taxado de assassino perigoso não era?

Mas nãoooo… Não podia fazer nada. Tinham puros demais naquele lugar. O Kuranzinho realmente havia chamado bastante a atenção de todo mundo. E, além daquilo, não queria deixar óbvio onde estava e ser caçado. Ele era o caçador, não a presa… Infelizmente suas presas ainda não estavam ali.

Andou com uma cara visível de poucos amigos e uma aura negra em volta de si, sem notar que sua “hermosa” já estava por ali, tão puto consigo mesmo estava.






(Lucius)


O vampiro ainda olhava para o irmão mal humorado quando ergueu a cabeça e farejou o ar descaradamente. Ah, o cheiro… O cheiro de um Murdock. Lucius podia farejar o cheiro de um membro da família de longe… O sangue deles era inconfundível para o quase ancião.

Olhou na direção e abriu um largo sorriso ao ver a cabeleira ruiva andando por ali com uma aura negra em volta. Jovem filhote idiota. Não parecia nem se importar de estar alerta ao redor, tão arrogante e confiante era. Pena que não poderia fazer daquilo sua ruína em um lugar tão cheio de gente.

- Veja, hermano. Nossa presa está aqui.






~*Lillian*~


A vampira sorriu com os olhos brilhando para Tohru quando ela disse que poderia ensiná-la a patinar. 

- Eu vou amar a sua ajuda, obrigada, Tohru-chan!

Lily ficou feliz com a simpatia do namorado. Ele estava mesmo mudado desde que se conheceram. Era uma pessoa diferente, melhor, e ela se orgulhava por tê-lo ajudado a mudar. E acabou rindo ao ver tanto Tohru quanto Naru corarem até ficarem vermelhinhas. Eram duas bobinhas lindas e envergonhadas.

Achou um amor o gesto da Kuran de entregar a própria pulseira como um presente de aniversário para Naru. Duas fofas! E Lily sentia vontade de apertar as duas.

- Vamos! Vamos! - falou empolgada - Tá, mas não pense que você escapa de patinar comigo hoje… Não vou ser a única que vai cair de bunda no chão pra vocês rirem! - riu e deu um braço para cada garota - Vamos, meus tomatinhos, adiante!

E puxou as duas em uma animação saltitante. Quando chegou na ponta do ringue puxou Daryl e usou ele de apoio para calçar os patins, folgada com a maior cara de pau enquanto se segurava nele com uma mão em seu ombro.

Assim que estava calçada devidamente, entrou afobada na maior empolgação e… plaf! Caiu de bunda no chão no gelo e ainda deslisou um pouco na superfície congelada. Nem lembrara que não fazia ideia de como patinar. Ao invés de reclamar, ela riu do próprio tombo e tentou se levantar, mas não tinha prática alguma e estava rindo demais para conseguir se firmar.

- Socorro - pediu morrendo de rir.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 3 Maio 2016 - 0:58

Tohru sorriu com a alegria de Lilly. Ela, Daryl, Naru-chan...Quase não acreditava que houvesse vampiros tão amáveis com ela...Mesmo seu tio, o qual sentia que acabara de chegar, a hostilizara...Seria real ou apenas um sonho fugaz? a tratariam mal e a desprezariam após descobrir o que fizera e quem era agora? Somente queria poder aproveitar a alegria de ter amigos, desfrutar alguns momentos de felicidade antes de ser obrigada a enterrar-se naquela prisão de gelo eterno...
- Somente essa noite ao menos...onegai, Kami-Sama...- pensava Tohru num apelo mudo.
Depois, surpreendeu-se com a brincadeira da nova amiga. Marshall também adorava a facilidade com que ela corava por tudo. Estranhamente, ao invés de lhe provocar dor , a lembrança a fez sorrir ainda mais e levar a mão à boca para esconder o riso abafado. Fazia muito tempo que não sabia o que era rir.
- Tomatinhos?!
 Chegando ao rinque, Tohru tirou o casaco e calçou os patins rapidamente. Se levantando naturalmente, como se não os usasse e deslizando suavemente, cautelosa a princípio, dando alguns volteios pra testar a superfície. então escutou o impacto e no gelo e as risadas de Lilly assim como seu apelo.
-Lilly-chan!- exclamou, preocupada.- Gomennassai! Eu me distrai! Venha, eu te ajudo!- e a ergueu sem dificuldade.
- Você precisa primeiramente aprender a encontrar seu equilíbrio, Lilly-chan.- falou suavemente, segurando as mãos dela.- Procure focar os olhos num ponto e deixe seu corpo se equilibrar. -Eu seguro você no início pra você se acostumar. Vá com calma.- sorriu, patinando lentamente de costas segurando as mãos de Llly.


"-Você é carne ou espírito?
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 3 Maio 2016 - 8:16



~ * Vilhelmina


Vilhelmina tinha um misto de sentimentos. Queria ficar bem escondida tomando seu chocolate quente e fugir daquele resto de família que ressurgia das cinzas (no caso, do gelo), só para incomodá-la. Então Casper tinha trazido Euphemia de volta a vida. O que tinha usado como pagamento? O que tinha usado como pagamento? Se doasse mais anos, morreria, com certeza. Aquela mãe não deixaria seu filhote sozinho e Casper não usaria vidas humanas para quebrar o feitiço. Cobriu a boca com a mão teatralmente. Então Casper tinha utilizado o filho de Euphemia para libertá-la? Isso era bem curioso.
Bem, tanto faz. O que aquela pirralha queria com ela? Nem sabia se era realmente filha dela, afinal se transformava na irmã para seduzir o próprio marido. Quem sabe se aquilo ali era fruto de um amor pela outra? Deu de ombros. Não queria ficar encarando aquele tipo de drama.

Quantos vampiros melhores para se preocupar! Havia também uma dupla de gêmeos puros, o líder Kuran e sua noiva e... uma aura arrepiante.

Uh! Parecia uma noite promissora. Mas agora, poderia brincar um pouco. Os olhos brilharam ao avistar seu mais novo brinquedinho favorito e ela pegou um chocolate quente extra, correndo até o ruivo.


- BUU. - disse ela ao se aproximar de Lewis, oferecendo-lhe automaticamente um dos chocolates em sua mão.  - Por que está assim nervosinho? Não gosta de frio? É porque seus cabelos ficam tão chamativos na neve? Ou é porque nenhuma dessas pessoas está competindo numa rinha? Podemos mudar isso - sorriu divertida. Aparentemente tinha começado a gostar da companhia do ruivo desde o encontro na rinha.



~ * Naru e Daryl


Daryl tinha mais coisas na cabeça agora, mas seguia parcialmente se divertindo de fato.

- Ei, cuidado! - disse em um tom de bronca com riso. Era uma boba. - Senhorita Tohru, vai ter trabalho com essa aluna atrapalhada no começo. Mas depois ela melhora - brincou, referindo-se ao periodo que a ensinou a lutar boxe. Quase entrando no gelo do jeito que estava mesmo para salvá-la, mas Tohru estava pronta. Sorriu. Tinha razão de que ela era uma boa companhia.

A seu lado, Naru terminava de colocar os patins, corada talvez de frio, talvez de felicidade. Para ela, era o melhor aniversário desde que, em teoria, "envelhecia menos". Ergueu-se cuidadosamente com ajuda dos apoios do rinque e ficou rindo das tentativas da irmã.

- Oh. Tohru-sensei! Parece que sabe muito - elogiou a menina, olhando firmemente para frente e aos poucos soltando-se da barra com os braços abertos, para encontrar seu equilibrio e acostumar-se com os patins.




~ * Casper e Euphemia


Casper ainda se divertia, brincando de bolas de neve com Sebastian e Andrômeda Walker. Estava ciente da presença de muito mais puros do que o normal, mas não gostava de se preocupar com nada daquilo e, em um evento como aquele, achava ruim sair distribuindo cartões.

Apenas cumprimentou respeitosamente Loran Kuran quando ele passou, e depois voltou a brincar.

Já Euphemia ficava incomodada com aquelas presenças. Sentia-se sempre observada.

- Com licença... Eu vou descansar um pouco - pediu à família e se afastou, ficando sozinha, mas podendo olhar melhor as pessoas que estavam naquele lugar. Tinha um sensação muito ruim, mas isso era só um medo de concentração de gente que ela começava a descobrir falando mais alto.

Tinha visto a garotinha que encontraram à noite, no meio da rua e para quem Casper oferecera doces. Ela parecia bem normal.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 3 Maio 2016 - 10:44



>Lewis<


O ruivo ergueu os olhos ainda com cara de poucos amigos, que não suavizaram nem mesmo ao reconhecer quem estava ali. Pegou por reflexo a caneca e chegou a erguer um pouco antes que sentisse o cheiro da bebida. Olhou para baixo e confirmou que era chocolate quente. Uma sombra de tristeza e dor passou por seu olhar. Quantas vezes seu pai... não... Quantas vezes Leon não o acordara nos dias de inverno com uma xícara de chocolate quente com uma quantidade generosa de marshmallows? Era uma boa lembrança, mas trazia sentimentos que Lewis não estava disposto a lidar naquele momento. Pensou até mesmo em devolver a xícara para ela e resmungar algo, porém... Estava frio demais para desperdiçar uma bebida quente e... Droga, ele adorava aquela bebida.

- Odeio frio com todas as minhas forças - falou com raiva, voltando ao mau humor. Era um de seus pontos fracos, o frio. E era claro que havia também o motivo da família inimiga controlar aquele elemento para que ele odiasse ainda mais - Qualquer cabelo fica chamativo na neve.

Estalou a língua e bebeu um gole da bebida. Era prazeroso a sensação do líquido o aquecendo por dentro e aquilo melhorou um pouco seu humor. Chegou a dar um leve sorriso quando ela falou das rinhas.

- Ah, eu adoraria fazer um caos aqui... Cada sorrisinho desses me dá vontade de estripar alguém - ele negou com a cabeça e tomou mais um gole - Infelizmente isso daria mais dor de cabeça do que 'tô afim de aguentar - a olhou - E você... 'Tá fazendo o que aqui? Gosta dessa frescura toda?






~*Lily*~


Lily não se importava nem um pouco com o tombo que acabara de levar, estava se divertindo até mesmo com o próprio jeito desajeitado de andar com as lâminas do patins. Se levantou com a ajuda de Tohru e conseguiu ficar de pé.

- Obrigada - sorriu - Você tem um ótimo equilíbrio, né? - falou admirada de ver como a outra a levantara com tanta facilidade sem cair junto. Ouviu a implicância do namorado e deu língua pra ele - Você vai ver só, eu ainda vou rir quando for a sua vez que cair de bunda no gelo! - ela provocou.

Então ouviu as instruções de Tohru, segurando as mãos dela para conseguir manter o equilíbrio. O problema de Lily não era a destreza para poder se equilibrar, e sim que ela era afobada demais e acabava por tentar fazer tudo de forma hiperativa.

- Ai que tudo, ainda patina de costas, estou com invejinha - ela riu para a outra menina e olhou Naru - Imouto, você sabe patinar também? - perguntou enquanto tentava ir com calma para não derrubar as duas.




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Tohru Kuran
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 4 Maio 2016 - 1:25


Tohru arregalou os olhos corando com os elogios das duas.
- Oh, não! Não sou sensei!Eu apenas...- Seu olhar se tornou nostálgico, mas ela ainda sorria.Eram lembranças felizes afinal.- Meus pais me ensinaram a patinar desde criança...Fazíamos isso sempre que possível...quando não estávamos fugindo do Conselho...pensou.- Minha mãe patinava muito bem...Ela e meu pai juntos pareciam dançar sobre o gelo e eu adorava observá-los... Também tive algumas poucas aulas de patinação artística no Canadá e com os treinos de ginástica olímpica creio que ajudaram no equilíbrio. 
Olhou para Naru e sorriu.
- Está indo bem, Naru-chan! Respire fundo e relaxe, e solte-se aos poucos. Veja como ela está fazendo, Lilly-chan. Quando se sentirem seguras, poderão ter a maravilhosa sensação de voar sobre o gelo, delizando sobre ele.- falou, lembrando a Tohru leve e feliz que um dia fora.
Convidou Daryl também.
-Venha, Daryl-san! Não zombe de Lilly-chan. Venha patinar conosco!


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 6 Maio 2016 - 12:23

Hunny
 
Kagura continuava a mesma. Eu já sabia disso, mas ver assim, com os meus olhos me parecia infinitamente melhor.
Sorri para ela quando gritou meu nome, abrindo os braços como se constatasse “olha, sou eu mesmo”, mas esse meu abir de braços surgiu à algo mais. Serviu para ser abraçado pela minha pequena hime, minha doce kagura-chan, que em sua inocência novamente não sabia de nada por trás daquela minha máscara.
 
- Fico feliz que tenha gostado dos chocolates. Nunca esqueço deles, dos seus favoritos... As vezes até como alguns quando tenho saudades – ri, sentindo  ela pegar minha mão e a olhando com um sorriso doce.
 
Eu freiei um pouc, a segurando
 
- Ok, vamos patinar então. Mas não vou correndo... – eu desci o braço, ainda segurando sua mão para ficar mais perto – Quero ficar bastante tempo perto de Kagura-chan... – eu sorri, lhe dando um beijo na bochecha.
 
Mas em seguida, minha mão largou a sua e eu desandei a correr na frente da garota
 
- MAS QUEM CHEGAR POR ÚLTIMO É MULHER DO PADRE!
 
Eu me virei e corri, mas não rápido demais, apenas para ficar um pouco a frente porque eu sabia que ela viria logo atrás.
 
 
~~~~~~~~*~~~~~~~~
 
Sakura
 
Eu ergui uma sobrancelha para Charles, como se quem debochasse do cuidado excessivo dele. Eu ia ser a brincalhona da história também. O jogo não estava mais o mesmo, não é?
 
- Eu não preciso de cachecol. Com a sua carranca do meu lado nem a gripe vai se aproximar – eu ri, me virando para ele e fazendo um “v” de vitória com os dedos, como se indicasse a minha esperteza para implicar com ele também.
 
Logo ele ia se vingar, mas eu queria aproveitar esses momentos de vitória.
 
- Eu não vou ser levada no colo. Tenho duas pernas, baka. Já fiquei tempo demais deitada naquela cama, preciso estica-las.... – comentei, enquanto mantinha-me agarrada ao seu braço e nós entrávamos para ver as esculturas.
 
Assim que elas surgiram eu o larguei, correndo para me aproximar da primeira e vê-la mais de perto. Fiquei a admirando até o senhor girafa-loira chegar e tirar a magia dela.
 
- Ie, baka. É o Ryūjin. O rei dragão da água e do mar. – eu fiquei olhando um tempo aquela criatura mitológica feita de gelo, até me afastar ainda concordando internamente com Charles que não estava muito bonito, mas sem admitir isso de jeito ou maneira.
Eu me virei e corri pela multidão, me embrenhando pelo meio das pessoas para tentar me aproximar. Mal algumas esculturas pareciam realmente concorridas para tirar as fotos então decidi me afastar mais, ir até as que ficavam em corredores auxiliares e pouco movimentados.
 
Ali, parecia que as esculturas assumiam uma cara mais sombria, seres mitológicos, lendas. Alguns estranhos demais para que as pessoas não imaginassem que deveria ter alg errado com elas ate que uma me chamou mais a atenção.
 
Parecia um anjo, como os outros tantos que tinha ali, mas algo nele era diferente. Havia uma criatura caída aos seus pés, sendo transpassada por sua lâmina. A criatura não era horrenda, como nas esculturas de anjos e demônios que eu já havia visto. Era bela. Quase tão bela quanto o anjo que contra a luz parecia brilhar. Mas talvez o que mais tivesse me chamado a atenção era o jeito da criatura empalada. Enquanto o anjo permanecia a face fria como o gelo, o rosto da criatura parecia repleto de significados. Sua mão ia em direção ao anjo, mas não parecia revidar ou se defender. Parecia querer tocá-lo.
 
Eu abaixei o olhar para ler a placa com a legenda e meus olhos se prenderam ali por um tempo, junto com uma sensação completamente incômoda que parecia querer brotar à minha garganta.
 
~~~~~~~~~~~~~~~~~*~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
 
Lucian
 
Apenas, levemente, sutilmente, olhei meu irmão de canto de olho. Quase ergui minha mão e bati continência ao “capitão óbvio” quando ele disse que eu era um estraga-prazeres-mau-humorado. E eu, ingenuamente, sempre achei que eram palavras que me definiam desde o meu nascimento.
 
- cala-te, se quieres manter os dentes na boca.... – eu traguei novamente e olhei o parque – Ficamos ou vamos? Já que está com toda essa energia acho que posso deixar todo o nosso trabalho a tu.
Eu até poderia admitir que meu humor naquele clima estava pior que o habitual. Mas não iria. Não enquanto Lucius sabia disso simplesmente pela nossa ligação.
 

- Yo no quiero ver tu sonrisa hoy.  – me espreguicei, olhand o fluxo de pessoas – Quem consegue sorrir sem congelar as gengivas aqui?....


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