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 Green path - Central Park

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MensagemAssunto: Green path - Central Park    Seg 1 Fev 2016 - 16:53

Relembrando a primeira mensagem :

Green path - Central Park


Spoiler:
 


Na cidade Central, havia uma área verde cercada que era ponto de encontro para os moradores fazerem passeios junto a natureza, era o parque da cidade um jardim muito bem urbanizado que atraia muitos frequentadores para caminhadas, passeios e apenas descansar. No cento desse parque havia o Coreto que era onde havia diversos eventos que ficava de frente a um lago, no inverno virava uma pista de patinação no gelo.

fonte das imagens:
 


~* Narrador Master *~
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 19 Maio 2016 - 23:40

Aidan:
- senhor certinho? Logo eu?


Aidan sorria feliz pela aceitação do convite, ele logo a ajudo a prender a pulseira para que pudesse abraça-la novamente. Num movimento suave, colocou o braço de Layla entorno de seu pescoço enquanto envolvia a cintura da morena.


- quando sairmos daqui, vamos comemorar esta data, por enquanto, vamos aproveitar estes pequenos instantes antes de voltarmos ao nosso dever.


Com um sorriso bobo, o moreno a abraçou forte e voltou a beija-la com intensidade, desta vez cheio de certezas e principalmente mais feliz.




Juliet:
- me judar? Acredito que seria o contrario senhor... eh... bem não importa, se perdeu de sua companhia ou de seu caminho?


A morena coçava a cabeça tentando entender em que tipo de problema havia se enfiado naquele momento, principalmente se ele reclamasse de algo. Como deficiente a morena seria linchada viva por machuca-lo, e isso significava o fracasso em sua missão.



- tem certeza que não precisa de ajuda? Afinal  neh...


mushu:
 
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Fabi
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 20 Maio 2016 - 0:06

~*Lily*~

A menina concordou com a cabeça sobre o parkour, sorrindo orgulhosa. Aquele tipo de exercício fora muito útil no passado quando precisara realizar alguma fuga. Uma pena que o pai não tinha o mesmo talento que ela. Talvez agora que estavam mais sossegados pudesse ensiná-lo. E seus olhos brilharam ao imaginar a possibilidade de logo estar saltando como uma linda bailarina do gelo.

Então a música começou e ela olhou encantada na direção. Foi quando os outros sugeriram de seguirem para o palco ver a apresentação. Sorriu e concordou com a cabeça. Não notou o desespero interno de Daryl ou Naru, senão teria perguntado a eles o que estava os deixando tão aflitos. Por alguma sorte ou intervenção do destino, não havia sinais da presença de Orion ali. Na verdade o loiro parecia ter sumido depois do último encontro que tivera com Daryl no hotel.

- Sim! Vamos! - falou animada e dessa vez deslizou até a borda, segurando-se na proteção de metal para tirar os patins e entregar no local onde havia alugado. 

E acompanhou-os alegremente até o palco, mesmo que a violinista não estivesse ali no momento e sim em meio ao gelo, enquanto esperava a resposta de Tohru para a pergunta de Naru. Por estarem longe da confusão e seguindo para o lado oposto, a menina não percebeu o cheiro de sangue no ar.



> Leon <


Leon não corrigiu a vampira. Seus instintos de caçador o diziam que não deveria confiar em vampiros, muito mais se fossem desconhecidos como aquela mulher que ainda nem sabia o nome. Já havia arriscado demais contar-lhe aquelas informações, mas sentia que aquilo não representaria um perigo para ele, não vindo daquela mulher. 

Havia outro ponto para sua dor também, um ponto que permitia que ele aceitasse as palavras da vampira, sentindo uma dor no coração. Seu filho era um puro, mas sua filha agora era uma transformada e a impotência de ajudá-la era desesperador. E doía ainda mais saber que o "monstro" em questão da tragédia era o tão amado filho. Porque, no fundo, Leon ainda o considerava assim mesmo depois de todas os arrependimentos e atrocidades cometidas. 

- Eu gostaria muito que isso fosse possível... Mas não creio que seja uma vida como vampiros que queremos - falou - Não me leve a mal, senhorita... Já vivi muita coisa pra um humano, já vi muitos vampiros e humanos cometendo crimes... Mas não nascemos assim. Não é a nossa natureza. -suspirou e olhou agradecido para ela - Ainda assim sinto-me grato por oferecer a ajuda com seu sangue. Sei que isso não é comum para vocês, é muito gentil de sua parte.

Baixou a cabeça também quando ela disse que sentia muito. Não havia o que fazer, havia? Se tornar vampiro não era uma opção para Leon. Ele detestaria viver com o medo de perder o controle e acabar matando um humano, sua consciência não suportaria tal crime mesmo que fosse para se alimentar. Era algo... abominável, ter de viver do sangue dos outros. 

Surpreendeu-se quando o tom dela mudou, falando sobre outra pessoa, o irmão. Então aquela criança era seu irmão e era um médico? Bem, ele não duvidava que pudesse ser, a idade e inteligência dos vampiros era algo relativo, principalmente entre os puros. Ficou surpreso que permitissem uma "criança" ser dona de uma rede de hospitais. Ponderou a proposta. Era melhor que uma oferta para se tornar vampiro. 

- Acha mesmo que ele possa conseguir me ajudar? - perguntou incerto. Se pudesse conseguir aquilo pela medicina, mesmo que o médico fosse um vampiro, então Leon estava disposto a tentar - Eu gostaria de conversar com ele então...

Em seguida ficou calado e respeitou o silêncio e a apreciação dela pela música. Ele mesmo aproveitava a melodia até notar que ela ficara agitada. Ao ouvir a palavra sangue, Leon virou imediatamente para trás, procurando alguém ferido enquanto sua mão pousava sobre sua arma no coldre escondido pelo casaco.

- Onde? - perguntou sério, temendo pelo pior.



< Lewis >


Lewis estava tão entretido com Jourdan que sequer notou o cheiro ou a presença do vampiro loiro por ali. A música súbita do violino o fez perder a percepção de ouvir a faca sendo arremessada em sua direção. Quando a notou algo errado não havia mais como desviar. Urrou de dor e o corpo foi empurrado para trás quando o projétil acertou o ombro dele, fazendo-o cair ao chão sobre a neve. Não havia como disfarçar o sangramento, o ruivo estava de roupas claras que logo foram tingidas pelo vermelho. E logo o cheiro do seu sangue puro derramado se espalhou pelo local e a vitae manchava suas roupas e escorria para a neve abaixo de si.

Havia algo muito errado naquela situação. Seu ferimento queimava e doía com uma intensidade quase insuportável. Sentia como se houvesse brasa aquecida no metal que estivesse o derretendo aos poucos por dentro. Foi então que entendeu o problema. Era prata. A faca tinha detalhes de prata. E o ruivo tinha uma visível alergia ao material pois um leve filete de fumaça saía do ferimento, quase como se tivesse tomado um tiro a queima roupa.

Lewis gemia de dor. Não conseguia mover o braço por ter sido acertado no ombro, mas a dor estava tão excruciante que ele mal podia mover qualquer outra parte do corpo sem que quase desmaiasse. Quando Jourdan puxou a faca de si, ao mesmo tempo foi um alívio e uma tortura. Ofegava tonto e a visão falhava. Estava perdendo muito sangue e sabia que o ferimento não cicatrizaria por causa do metal maldito. Já sentia a garganta queimar pela sede e seus olhos estavam tão vermelhos quanto o sangue que vertia de si. 

Não sabia quem havia o atingido, mas o cheiro era familiar. Não iria conseguir se concentrar naquele momento para descobrir quem fora, enquanto pressionava o ferimento com a mão para tentar estancar o sangramento. Só precisava sair dali. Sair dali e voltar para um lugar seguro para se curar, antes que a hemorragia o fizesse entrar em frenesi. A vampira que o acompanhava naquele momento seria a sua salvação. 

~ Jourdan... - murmurou sofrido como um pedido de ajuda.




Off: adooooroooo  rir




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Tohru Kuran
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 20 Maio 2016 - 0:46


Tohru sorria para seus amigos enquanto andavam em direção ao palco de apresentações depois de entregarem os patins e buscava com os olhos onde estaria a violinista, mas de repente, sentiu-se um pouco apreensiva. Não tinha certeza , um leve cheiro de sangue no ar, talvez? Mas ali? O que poderia ser? Sacudiu a cabeça. Deveria estar enganada. Havia muitos aromas diferentes e mesclados no ar. Devia estar ficando paranoica por causa daquela noite na Romênia...Estava tudo tão tranquilo aquela noite...esperava que nada...e nem ninguém  atrapalhasse seu momento de paz. Olhou para Daryl, disfarçadamente, intrigada.ele parecia agitado...Pensou em perguntar se havia algo errado, mas então Naru lhe fez uma pergunta, distraindo-a.
-Nani? Se eu toco algum instrumento? Oh, sim! Meu pai me ensinou a tocar piano, mas o que eu gosto mesmo é de cantar. Meu maior sonho sempre foi ser uma cantora lírica famosa assim como meu pai...-falou, sonhadora e nostálgica.


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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Lohanne
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Yan Yuriev - Vampiro Puro Sangue

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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sab 21 Maio 2016 - 12:26



Love is the mercy covering me...


Uma sensação estranha correu o corpo de Lohanne, um calafrio enquanto ela caminhava entre as pessoas. Seus sentidos pareciam mais intensos a cada novo amanhecer e ela sentia-se confusa com a maioria daquelas novas sensações. As luzes pareciam mais brilhantes, os cheiros eram tão fortes que chegavam a dar dor de cabeça.


Ela estava se transformando completamente e aquele seria seu auge antes de uma decaída intensa e sem fim.


Lohanne havia pintado a parte detrás do colar que Leon lhe dera com esmalte e aquilo havia amenizado o contato do pequeno objeto de prata contra a pele. Era irônico afinal, um objeto representando o sol para alguém que estava sendo consumido pelas sombras dia após dia. Mas seus dias tinham sido intensos, sua cabeça estava focada e ela não se sentia depressiva. Estava engajada em algo, afastada da Academia, longe daquelas pessoas que lhe lembravam da Lohanne que um dia fora. Apenas Leon estava a seu lado mas a imagem dele lhe trazia conforto e não tristeza.


Entretida com seus pensamentos, ela demorou para notar aquela presença, seu coração parando por um breve segundo, o sangue congelando nas veias como se estivesse nua em meio as esculturas de gelo, em meio a neve.


Paralisada, ela não conseguia respirar, até que a voz lhe chegou aos ouvidos e ela lentamente virou a cabeça, seus olhos violetas fitando aquela silhueta desconhecida, sua expressão aterrorizada dando espaço para uma expressão de desconfiança.


Um Murdock, um Murdock ali atrás dela? Aquele cheiro de sangue, aquela aura. Era um puro. Seria ele o pai que Lewis tanto buscara?


A mão de Lohanne desceu por seu casaco, os dedos envolveram o cabo da arma presa ao coldre em suas costas.


-Podemos conversar - foi tudo o que ela consegui dizer, virando-se lentamente e ficando de frente ao vampiro. Claramente ela não estava aceitando tomar um café. Sair do parque lotado para um local reservado com um Murdock depois que havia tentando assassinar Lewis era a ideia mais burra que alguém poderia ter - Sou toda ouvidos - ela completou, a mão ainda envolvendo a arma em suas costas.. Só torcia para ter reflexos rápidos.


***


Stelian observava de longe cada passo de Tohru, ela parecia se divertir inocentemente e, pelo que ele sabia, ela ainda não havia se encontrado com Loran. Aquilo de certa forma era uma alívio para o jovem mestiço, temia que Loran pudesse obriga-lo a falar, sabia que a indução do outro poderia ser forte, mesmo com a segurança de laços de sangue, alguma informação poderia escapar e ele não queria isso.


Sobre a mesa, seu copo de chocolate havia esfriado enquanto ele assistia mais e mais vampiros chegarem, mais e mais caçadores. Tohru patinava e deslizava sobre o gelo como uma menina inocente. Teria Yan infectado aquela alma como a dele? Teria o gelo envolvido seu coração?


Eles não eram amigos, trocaram poucas palavras, quase nenhuma, somente as necessárias. No fundo, vendo a trajetória de Tohru, agradecia por sua família ser de baixo prestígio. O que seria de Lena se carregasse tal nome? Ele estremeceu com o pensamento e então afastou o chocolate frio, chamando o atendente do café e pedindo um croissant com outro chocolate quente. Não tinha fome, só estava arrumando desculpas para ocupar aquele lugar na mesa que lhe dava visão do todo, como um amante de artes admirando a pintura de caos que se desenhava.


“No fim a ideia louca dos Yurievs de que humanos devem ser dominados para a própria segurança não parece ruim…” - ele suspirou. Aquelas pessoas ali, inocentes, humanas, fracas. elas sequer imaginavam que estavam cercados por anjos da morte. Olhavam admiradas os belos “humanos” que mais pareciam artistas, suspiravam quando eles passavam.


“Eles querem exatamente isto, seus corações…” - seu pensamento foi interrompido quando seu pedido foi entregue e ele agradeceu num breve gesto de cabeça, tornando a observar as cenas diante de si.


***


Kairen ainda contemplava como uma presa docilmente encantada por sua sereia no gelo. Às vezes sua mente não lhe perguntava se não sria aquela criança uma bruxa milenar, uma encantatriz de lobos, capaz de domar aquela fúria que, momentos atrás, ainda rugia no peito dele.


Tudo começara de forma inocente, ela despertara sua atenção apenas por… por que? Era rude, arredia, não o respeitava por ele ser quem era. Era indomável e ele a quis por no lugar. Qual lugar? Quem o colocou de joelhos fora ela e por este amor ele pensara que o melhor seria se afastar. Sequer imaginara o quanto aquilo sera a ruína dos dois.


Daniel morrera, talvez se Freya estivesse com ele, Kairen teria se atentado dos passos do filho, ela o alertara uma vez sobre as ambições de Daniel, o envolvimento deles com os Kalladori.


Estava focado nas próprias dores, na própria fúria, se consumia a cada novo dia deixando de ser homem, vampiro e se tornando sombras, o lobo. Seu mundo caia em seus sonos profundos e quando finalmente acordara era tarde demais.


Tentou retomar sua antiga vida, vampiro mago protetor da cria dos céus, mas também falhara, também era tarde demais. Lohanne havia desaparecido junto a um puro sangue de fama questionável.


Kairen respirou fundo, sua mente vagando naquele passado sombrio retornou as cores brancas da neve, mas Freya não estava mais entre os patinadores.


Ele se sentiu confuso, olhando em volta, seus olhos negros se tornando mais negros e farejando quase como um animal. O odor dela se afastava, se perdia entre as pessoas e ele se pôs a andar, esbarrando em um ou outro, derrubando o sorvete de uma garota sem sequer parar e pedir desculpas. Aqueles ali nada significavam para ele.


Kairen seguiu o cheiro de Freya, canela, quente, doce, até chegar nas alamedas do parque, longe do evento central.


Ele procurou, ouvindo um som surdo de uma queda e então não pode deixar de sorrir. Estaria ela sempre caindo diante dele?


Seus lábios pálidos se separaram mostrando dentes alvos e ele chegou a rir baixo enquanto se aproximava.


-A gravidade não parece ser sua amiga, não é mesmo? - ao lado dela as sombras se agitaram, saindo detrás da árvore e formando o belo ancião de longos cabelos negros ondulados caindo sobre o ombro, enquanto ele se inclinava e oferecia a mão.


-Criança, você gosta de sair de sob meus olhos quase como num passe de mágica, você precisa parar com isso, estou velho demais para pique esconde - ele pareceu sério de repente, a erguendo do chão como se ela fosse uma pluma.








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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 22 Maio 2016 - 21:46

< Naru e Daryl >

Daryl ofereceu a mão para a namorada, caso ela precisasse para tirar os patins, mas não estava muito concentrado nessa tarefa, ainda preocupado com os arredores. Estava minimamente satisfeito que as confusões deveriam estar acontecendo longe dali e era pra longe do perigo que ele as levaria.
Assim, manteve Lily junto a ele, enquanto olhava em volta a caminho do palco. Enquanto isso, Naru conversava com Tohru no caminho.

- Cantora lírica? Ah, isso é tão legal! Você é tão bonita e talentosa... ah~~ seria uma idol com certeza! - disse animada e corando muito em seguida. - Eu espero que você siga esse sonho. Lily disse que nós podemos fazer tudo isso, mesmo sendo vampiros...q-quer dizer... Não que tenha algo errado nisso... er...bem. E-eu só queria dizer que Lily e eu vamos tentar algo na medicina. Então... temos que nos encorajar nesses sonhos

~~~~

< Vilhelmina >


- Vem comigo - Jourdan precisava agir logo. Via naquele pedido de socorro uma oportunidade única de adquirir um benefício. Não tinha mais interesse em lutar com o loiro: ou usava suas energias para atacá-lo, ou para levar o ruivo embora. Preferiu a segunda opção. Ela se aproximou dele assim que atirou a faca, reunindo a energia que tinha para ajudá-lo a levantar e sair do parque, para levá-lo rápido até o hotel. Atitude bem avaliada, na opinião dela, já que ele tinha conseguido desviar, mas já servia como distração.  

(Continua no hotel)

~~~~

< Euphemia >

- Sua decisão é sábia. Foi uma sugestão um tanto descabida... - comentou após a recusa de seu sangue. Onde estava com a cabeça? Era idiota oferecer seu sangue puro daquela maneira, segundo as regras. Mas realmente não estava se importando com isso. Queria que sua vida e status tivessem uma serventia para alguém. Ele a agradecia sem desdém e isso também era importante.


- Sinceramente, eu não entendo de medicina. Mas... Ele costuma deixar as pessoas felizes.  Seu nome é Elliot Casper von Wright. Talvez tenha ouvido falar. Ele age por aí como sendo o famoso "filho do dono", mas na verdade é ele quem os comanda. Quando voltar aqui, vai te dar um cartão pulando e com muito prazer. Ignore isso e apenas lembre-se do que eu te disse. Ele é competente apesar da aparência. Se precisar dele em outros momentos, pode pedir ajuda para os médicos do hospital de Ambarantis. Eles o acionam em casos "especial", ou seja, vampiros ou algo assim.

(...)

- Esqueça... está longe - disse acalmando-se. Recriminou-se por ser tão paranóica. Já não tinha sentido alguma coisa antes que parecia também um sangue de puro? Não queria se envolver com nada daquilo. Então ainda que fosse verdade, preferia só agir se o perigo gritasse em sua cara. Estava satisfeita que Casper não tinha percebido nada. Longe demais com seus amigos. Então pensou que talvez o humano pudesse ter ficado preocupado com o que disse sobre o sangue e resolveu acrescentar por educação: - Bem... se precisar fazer patrulha, eu continuarei por aqui.


~~~~
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 23 Maio 2016 - 14:45

+ Caty +



Ela bailava na neve com seu violino, conforme tocava sorria e fazia reverencia para os que assistiam aquele inicio de apresentação. Ela havia tido aquela ideia assim como um chamado para o evento musical, tocou entre o gelo para chamar os presente a irem ao palco e assistirem a sua performance.

Logo que chegou ao palco o grupo já a esperava para continuar aquela apresentação, a menina estava empolgada e queria somente tocar melodias alegres e marcantes naquele evento que encerrava o inverno.


******
+ Louis +

Seguia ao lado de Nero sorrindo, ainda tinha receio de ser reconhecido, por isso praticamente mantinha perto do ruivo que praticamente se escondia perto dele. Ouviu a filha dele gritar longe, a menina era mesmo empolgada isso não tinha dúvidas.
_Parece que estão se divertindo, vamos depois até o lago, faz tempo que não patino no gelo.
Ficou corado quando ele disse que queria ficar mais a sós, era bom, Louis e Nero não tiveram esse momento até então, aquele era o primeiro encontro de ambos e por isso o moreno concordou.
Foi surpreendido com aquele presente que ficou ainda mais sem jeito, pegou o leque e abriu admirando e olhou Nero com brilho no olhar, deu um leve sorriso cobrindo os lábios com o objeto delicadamente olhando de certa forma insinuativo.
_Acho que combinou comigo, arigato! Rs
Sendo levado pelo ruivo, ficou curioso já que se afastaram da parte das esculturas, quando ia perguntar ouviu aquela melodia que conhecia bem, seu corpo se arrepiou quando a garota começou a tocar no meio dos paredões de gelo surgindo com graça e afinação.
Louis olhou Nero com os olhos abertos de surpresa e depois ficou acompanhando a garota tocar e passar pelo lugar.
_Perfeito... Violino... - Dizia com certa emoção, Louis amava aquele instrumento e olhou para a mão deficiente sentiu a garganta apertar, não poderia mais tocar, suspirou e voltou a admirar a garota tocando. _Incrível, ela é ótima! - Olhou Nero com os olhos marejados de lágrimas, emotivo como sempre, puxou o ruivo pelo braço para seguir a garota que se direcionava para o palco.
A empolgação de Louis foi momentaneamente interrompida quando passaram pelo grupo de vampiros, um deles estava ferido e os olhos de Louis ficaram vermelhos, farejou no ar reconhecendo o sangue apetitoso de um sangue puro.
_Nero... Sangue... - sua voz era sussurrante e o moreno se agarrou no ruivo tremendo. _Vamos sair daqui... Veja há alguém que pode me reconhecer entre eles...- Louis reconhecia o odor de Lya longe e por mais que a vampira anciã usasse uma peruca disfarçando, o odor de enxofre misturado com o sangue era forte e Louis nunca se esquecera disso.
Encostou em Nero cobrindo o rosto com o Leque e querendo sair o mais rápido daquele grupo de vampiros.

******
+ Loran +

Ele andou até o palco e ficou observando qual seria o melhor lugar para acompanhar apresentação da jovem vampira.
_Acho que aqui fica um bom lugar para ver apresentação.
Parou em um grupo de cadeiras ao lado direito do palco e mostrou a Rose para se sentarem.
Viu por fim a vampira puro amiga de sua noiva se aproximar, Victoria tinha presença isso ele tinha que admitir, mas realmente tinha que ter o uso de paciência para não perder a cabeça com as provocativas e implicâncias daquela vampira.
_Lá vem a “Cruela”. - Falou entre os dentes com um leve sorriso aquela puro.
Apelidara a estilista dessa forma já que a pedido de sua noiva, pediu orientações de etiquetas dentro do mundo vampirico para a qual Loran não estava acostumado.
_ Vamos nos sentar, pelo que vejo vai encher o lugar, já tem bastante pessoas aqui.
Olhou em volta e esperou que Rose se sentasse, logo em seguida esperou que a Vick também se sentasse ao lado deles.

Adrian e Rose H escreveu:
Olá, como vai, Kuran-Sama? Lembra-se de mim?- sorriu, curvando-se em cumprimento e logo apontando para seu aparvalhado companheiro.- Gostaria de apresentar meu amigo Adrian Ivashikov. Ele é sobrinho-neto da rainha Tatiana de nosso país e veio representa-la na festa de seu casamento, bem como também para ser professor na academia Cross. - se dirigindo ao rapaz que olhava, sem ação para o Kuran. - Acorda, Adrian! Seja educado!

Adrian piscou, aturdido e se curvou apresentando-se da melhor maneira que pôde.
- Adrian Ivashikov, ao seu dispor, Alteza.- disse, observando-o, curioso. especialmente pela aura com estranhas sombras que pareciam crescer e diminuir alternadamente...

Loran olhou os dois vampiros que se aproximavam e reconheceu, claro que reconheceria a jovem guardiã que serviu um período ao clã Kuran protegendo a sua sobrinha.

_Não teria como esquece-la, Srta Rosemary, foi uma ótima colaboradora algum tempo protegendo a minha sobrinha. - Sorriu e olhou o outro que estava com ela. 

_Prazer é meu... Sr Ivashikov. - Olhou notando que ele tinha uma expressão diferente para com ele, deu de ombros discretamente não se importando muito com isso. 

_Então, aproveitando o final do festival? - Falou como quem quisesse estender aquele assunto somente por educação. 
******
+ Victoria +

Vick se aproximou dos jovens e monarcas dos vampiros com um leve sorriso a face. Ainda não havia digerido o fato daquele vampiro criado por humanos ser um legitimo Kuran e agora rei dos vampiros, mas era ele que sua amiga escolhera e aceitara se casar, então decidiu ajudar ao Kuran a se adequar na sociedade vampirica.

A principio havia uma certa hostilidade entre ambos, depois o que se confirmou em uma leve implicância mutua, mas a vampira tinha que admitir algo. Loran Kuran apesar de ser apenas uma criança, aprendia rápido e se adaptava com muita facilidade ao que ela lhe orientou. Além do mais, ele conseguiu evoluir muito naquele período.
_Rose, minha cara, fico muito feliz que tenham vindo prestigiar a Caty, ela ficou muito contente com a presença de vocês.
Sentou ao lado de Rose e quando começaria a conversar com a amiga, foram chamados atenção com a melodia do violino da garota se aproximando do palco e seguida por um grande grupo de humanos e vampiros para assistir apresentação.
_Dio... Ela fez de novo, acredito que ela tenha alguma síndrome de a flauta e o rato, onde somente tocando atrai multidões rs

******
+ Layla +

Ela sorriu quando ele indagou sobre ser certinho, até certo ponto ele era, sempre cuidando daquele loft e atrás de Layla para não fazer besteiras ou colocar a vida em riscos nas missões.

_Claro que vamos comemorar, aliás tenho até uma surpresa lhe esperando, mas por enquanto vamos observar o lugar e aproveitar a companhia um do outro antes que Adrian e Daniel nos encontre. - Fez uma expressão de chateação caso isso acontecesse.
Aidan abraçou-a e voltou a beijar e que fora retribuído de imediato, ela estava contente apesar de ainda não gostar da ideia dele voltar a Academia Cross indo morar no dormitório.

_Ainda não estou feliz com usa decisão em voltar para Academia, mas não posso impedir que isso aconteça, então preparei algo especial para nós, curtirmos uma noite inteira sem ninguém para atrapalhar.

Sorridente segurou o braço dele quando notou a presença do Nero que estava acompanhado de uma mulher o que provavelmente deveria ser uma vampira.

”Ora só o que vejo, nosso informante bem acompanhado... Preciso ir até lá provocar um pouco...rs” - pensou acompanhando com olhar ele se afastar indo para o palco

Layla ainda tinha aquela raiva do ruivo por que aconteceu em Paris, mas como ele se tornara o informante deles preferiu se segurar, mas uma vez ou outra gostava de perturbar aquele vampiro.
Nesse momento eles ouviram a melodia do violino e Layla olhou para Aidan fazendo um gesto para eles irem até o palco.

_Aquele evento vai reunir todos ou pelo menos boa parte dos vampiros e humanos aqui, melhor irmos para lá, por precaução.

******
+ Kyoshiro +

O vampiro virou o rosto acompanhando o som da voz daquela humana, ele ainda mantinha o leve sorriso gentil para ela com respeito evitando se aproximar mais que o necessário. Sentiu o cheiro dela e sua energia ocilar muito o que denunciava que ela estava preocupada, poderia ser com algo ou alguém, mas nunca com aquele puro que ali estava lhe dando atenção

_Perdoe-me srta... Somente achei um tanto apreensiva imaginei que precisasse de ajuda, mas perdão pela intromissão. - Inclinou a cabeça de leve ainda com os olhos fechados e negou. _Não estou acompanhado e não me perdi do caminho, somente estava tentando ler o que estava escrito em brailin essas discrições das obras de artes no gelo.
_Alias seria muita grosseria minha não me apresentar, sou Kyoshiro e a srta qual sua graça?

Ele estava com aquele sorriso quase ingenuo a face dando liberdade para ela se aproximar dele e conversarem. Afinal, depois da boate onde conversara sempre com Nero e depois do padre que o acolhera, aquele seria seu primeiro contato fora do circulo que o prendia de repetições na sua existência. Kyo vivia isolado em um templo budista, devido a seu poder destrutivo que não conseguia controlar, abrir os olhos tudo que a sua visão alcançar viraria pó. Ele não tinha raiva disso, afinal era parte dele, mas tinha muito medo de ferir alguém, então decidira aprimorar seus poderes para evitar esse descontrole.

_Se a srta está preocupada com minha deficiência visual, peço desculpas, mas sei exatamente onde está tudo e posso me direcionar a qualquer lugar.

Ele sorrir para ela enquanto notava pela energia dela que mudara os sentimentos, provavelmente a jovem que esbarrara nele tinha mudado de opinião a seu respeito.

Off: Editado para falas de Loran.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 23 Maio 2016 - 21:30

< Lewis >


Lewis agradeceu internamente a ajuda daquela nobre. Estava zonzo com tanta dor e agora vulnerável para qualquer vampiro daquele lugar, virar lanche de qualquer um deles não estava em seus planos. Ser esfaqueado muito menos. Além da dor, o ruivo estava possesso pela ousadia de ser atacado. Ele lembraria do cheiro naquela faca e descobriria de onde aquilo lhe era familiar. Seu atacante iria pagar pelo que fizera assim que Lewis estivesse recuperado do ataque. Agora havia mais um em sua lista negra naquele lugar. 

Antes que corressem o risco de serem atacados outra vez, a vampira o carregou para fora daquele lugar e o enfiou dentro de um taxi, partindo rumo ao hotel.


( Lucius )[/gray] 



Lucius sorriu simpaticamente para a menina. Por mais que por dentro fosse uma fera manipuladora, por fora aparentava ser uma pessoa carismática, talvez não mais que seu gêmeo, mas sua paciência naquele momento o tornava o ideal da dupla para lidar com seu jovem alvo. Sentiu certo incômodo e olhou para o pescoço da menina, descendo até o pingente de prata em forma de Sol. Pensava que a menina pudesse ser alguma espécie de masoquista ou uma pessoa muito teimosa para ser uma Murdock que andava com um objeto de prata. Aquilo era tolice, será que ela ainda não havia notado que aquilo iria feri-la e enfraquecê-la cedo ou tarde? Não era problema dele e também não era um assunto que deveria ser abordado com sua presa arisca.


Com certeza a menina poderia notar, por ser uma Murdock, que a presença daquele vampiro era mais pesada que a de Lewis. Com certeza era um vampiro já experiente, mas talvez ela ainda não pudesse supor que ele era um ancião já que suas sensações vampíricas começaram a tomá-la a pouco tempo desde que a transformação começou. De qualquer forma, Lucius não escondia o que era. Talvez ela confundisse aquela sensação por ele ser um puro.


Os olhos da mesma cor que os dela se ergueram e voltaram a encará-la com um sorriso mais largo. Apesar de não ter os cabelos vermelhos como os de Lewis, aquela cor incomum acabava por denunciá-lo. Parecia se divertir com a mudança de expressão dela de aterrorizada para desconfiada. Então ela estava com medo de seu criador? Era inteligente. Ela deveria mesmo entender que estava em desvantagem contra um puro, mesmo uma criança. Porém, Lucius poderia mudar aquilo para ela.


Riu divertido ao vê-la descer a mão até a arma escondida. Ela achava mesmo que aquilo era o suficiente para matar um vampiro como ele? Não tinha presenciado os poderes de regeneração que um Murdock possuía graças a seus poderes? Mas sabia que ela não atiraria nele em público a menos que ele a atacasse. Afinal, ela não iria querer chamar atenção sendo uma ex-humana. Se o atacasse, Lucius poderia facilmente reverter a situação a seu favor. Confiariam mais na palavra de quem, na de um puro ou na de uma mera transformada? Mesmo que confiassem mais nela, era uma situação bem mais complexa do que simples confiança em uma agente jovem e impulsiva.


- Não precisa ficar tão tensa, minha criança. Mesmo que eu quisesse eu não seria burro de te atacar no meio de tanta gente. E essa não é a minha intenção. Então por que não relaxa?  - sugeriu transmitindo uma aura calma a ela - Aliás, sou Lucius.


Um cheiro doce chegou até seu olfato aguçado. Sangue. Agradecia todos os dias por ter um poder tão útil. Mesmo que o olfato dos outros vampiros não sentissem o cheiro dali, Lucius podia sentir o cheiro do sangue derramado do outro lado do parque. Principalmente por ser o sangue de um Murdock. Também agradecia o autocontrole que aquilo o dava, seus olhos não mudavam apenas por sentir o cheiro da vitae, então agia como se não tivesse sentido nada.


Como não sentia dor alguma, então não fora Lucian quem fora ferido. O que só restava uma opção. Sorriu internamente. Era Lewis, o filhote havia sido atacado. Que dia de sorte! Gostaria de parabenizar quem fora o corajoso sortudo a conseguir feri-lo, porque a intensidade do cheiro lhe dizia que havia sido um ferimento grave. Ficou tentado a deixar a menina ali e ir atrás de seu parente, porém ele ainda a queria como uma aliada. Aquela menina era corajosa, tinha garra, tinha habilidade, tinha ousadia. Era um talento que não merecia ser desperdiçado. Ela só precisava de estabilidade e poder, e Lucius precisava de alguém forte para o servir como algoz. Portanto, permaneceu ali e não esboçou reação alguma naquela fração de segundo que fora seu pensamento. Logo depois o cheiro de sangue começou a se afastar como se Lewis tivesse fugido. Havia feito a escolha correta.


Porém, tudo iria por água abaixo caso aquela garota se aproximasse e sentisse o cheiro do sangue. Precisava tirá-la de perto e dar algum aroma forte para confundir o olfato dela. Que aroma melhor que o de café? Podia usar a sua sugestão anterior com naturalidade e ela nem notaria. Estendeu o braço na direção da ala de alimentação como se a convidasse e esperou que a menina seguisse até lá.


- Como gosta do seu? - perguntou sorridente sobre como ela gostava do café, agindo como se fosse um namorado para quem os observasse. Era melhor representar naturalidade para não chamarem atenção.


Se ela respondesse como gostava, pagaria as duas bebidas e estenderia a dela. Caso ela se recusasse, pegaria somente a dele, o cheiro de apenas um copo ao lado dela já faria efeito suficiente. Apontou para o palco onde as pessoas começavam a se reunir.


- Sei que não confia em mim, jovem. Então porque não vamos para um local com mais gente?


Sabia que ela concordaria em seguir até lá, já que mesmo a praça de alimentação logo esvaziaria por causa da atração, ela não arriscaria ficar ali com ele. Caminhou com a garota até perto de onde a multidão começava a se reunir, mantendo certa distância. Ele não queria ficar no meio daquela gente toda e provavelmente ela também não, com os sentidos aguçados e o medo constante de se descontrolar.


- Sei que foi você quem atacou Lewis Murdock naquela noite na Espanha. Sinto que é a cria dele, Lohanne, não é? - perguntou e a olhou - Não estou aqui para cobrar justiça e nem algo do tipo, garota. Não ligo para ataques realizados contra aquela família. Porém… - olhou-a com visível interesse - Fiquei muito impressionado ao saber que uma mera menina, que sequer havia começado a se transformar, conseguiu quase matar um sangue puro. Sabia que ele só não morreu porque a irmã o salvou a tempo? Foi um belo ataque surpresa. Uma pena que agora você não disponha mais desse trunfo, não é? 


Lucius tomou um gole do café com creme e conhaque calmamente, enquanto esperava a menina digerir aquela abordagem direta. Ouvira dizer que o temperamento dela era impaciente, então enrolar não funcionaria com a garota. Por isso optou ir direto ao assunto, mesmo porque ela jamais confiaria nele, sendo um vampiro, um puro e um Murdock.


- Imagino que a senhorita não goste de rodeios, então vou ser direto. Eu não quero te matar. É um prodígio que não deve ser desperdiçado. Eu também tenho a família Murdock como inimigos - olhou-a - Se como uma simples humana demonstrou tanto talento, gostaria de tê-la como aliada. Temos um inimigo em comum. E sei que Lewis Murdock está aqui na cidade atrás de você. Como não tem mais o fator surpresa em suas mãos, então pode ser que não tenha mais tanta sorte. E como cria dele, poderia tentar controlá-la. Seria muito difícil uma transformada combater um sangue puro. E…  - ele sorriu e respondeu a uma provável pergunta dela - Não quero me envolver diretamente nessa guerra, não ainda. Eu também quero usar o fator surpresa como trunfo. 


Tomou mais um gole do café enquanto a olhava com calma. Sentiu um leve arrepio com uma sensação estranha, Lucian deveria estar presenciando algo importante e havia um cheiro leve e esquisito de enxofre que sentia queimar suas narinas graças ao elo que tinha com o irmão. Deveria ficar atento caso ele precisasse de ajuda. 


- O que me diz? Posso ajudá-la a não decair. Posso ajudá-la a ter mais poder. Ajudá-la a se tornar mais poderosa… E nós dois conseguimos nosso objetivo: matar Lewis Murdock. - concluiu e aguardou a resposta da ruiva. 



> Leon <




Mesmo que não estivesse ainda integrado na sede de Ambarantis da Associação de Caçadores, Leon sentia que deveria investigar o ocorrido, era sua responsabilidade como um caçador. Olhou agradecido quando a mulher foi gentil dizendo que estaria ali caso ele desejasse patrulhar.


- É meu dever como caçador - desculpou-se por ter que se retirar tão subitamente - Devo ir verificar. Caso não seja nada, posso voltar - fez um leve aceno com a cabeça para se despedir e seguiu andando, até lembrar-se de um detalhe. Então parou e virou para ela - Gianni. Leon Gianni - se apresentou.


Então se virou e seguiu o caminho. Mesmo que ela não tivesse indicado o local, com certeza haveria alguma comoção. Não foi difícil encontrar a presença dos vampiros atraídos pelo sangue na entrada do parque. Por sorte havia sido em um canto mais afastado e escondido.


Fez seu papel de caçador e interrogou as pessoas em busca de testemunhas que pudessem lhe dizer o que havia acontecido. Apresentou sua identidade como caçador e conseguiu achar alguém que vira a cena. A pessoa contou a ele que alguém encapuzado havia lançado de cima de uma árvore uma adaga em cima de um sangue puro. Leon anotou tudo em um bloco que sempre trazia consigo, mas paralisou ao ouvir a descrição dos envolvidos.


- Você disse que era um puro sangue ruivo? - perguntou alarmado - Por acaso era alto? Olhos lilases?


- Bem, ele estava sentado longe, não dá pra dizer - respondeu um vampiro comum, ainda agitado pelo cheiro do sangue, os olhos vermelhos - Mas sim, ele parecia ser alto. Acho que os olhos eram claros, mas não sei ao certo a cor.


- Para onde foram? E o agressor? - perguntou. O vampiro apontou a direção que Lewis fora levado, mas dissera que não vira para onde o encapuzado fora - Certo, obrigado. Agora dê o fora daqui.


Leon estava preocupado. Será que era Lewis ali? Será que seu filho fora ferido? E se fosse, estaria bem? O vampiro dissera que o puro parecia estar muito mal. Uma facada não faria tanto estrago, a menos que… A menos que fosse Lewis e a faca tivesse prata. Ficou ainda mais preocupado, mas tinha um dever a cumprir. 


Como não tinha como limpar o sangue, foi chutando a neve em cima para encobrir o cheiro por hora e foi até um caçador de plantão para avisá-lo, era fácil distinguir outro caçador da multidão. Informou a ele o ocorrido e então seguiu para a saída do lugar. Os traços do sangue acabavam ali. Procurou as pessoas no local e perguntou se alguma delas havia visto o que havia acontecido. Encontrou uma garota que por sorte havia tirado uma foto da placa do taxi. Anotou o número e depois mostrou sua identidade falsa de policial que todo caçador tinha e a instruiu a apagar a foto e a não publicar nada sobre aquilo em redes sociais.


Com a placa anotada, depois Leon poderia seguir a investigação e conseguir maiores informações com o motorista do taxi. Sentia medo… Não pela confusão que aquilo poderia causar, mas pela vida de Lewis, se fosse realmente ele. Havia jurado a si mesmo que seria ele a tirar a vida do ruivo ou ajudaria a Lohanne para que dividissem o peso da dor, mas ali… Ali, mesmo com todas as promessas, ele ainda se importava com a vida do filho, ainda se preocupava com ele. Passou a mão pelo rosto, abatido. Como poderia matá-lo daquela forma? Como poderia atirar nele se ainda se importava tanto com a vida de seu niño? A tristeza o golpeou junto ao medo, medo que o assombrava todos os dias, medo de não conseguir cumprir seu dever, de fraquejar outra vez e permitir que mais vidas inocentes fossem tiradas por Lewis. Não deveria, não poderia fraquejar. Por todas as vítimas, seus parentes, por Lohanne, por ele próprio… e por seu filho também, antes que outra pessoa agisse em seu lugar.


Sentiu-se subitamente cansado e teve vontade de voltar para casa, mas não poderia ir embora agora que o acidente havia acontecido. Deveria ficar e ajudar caso vampiros reagissem e para garantir que nenhum outro ataque daqueles ocorreria, toda ajuda era bem vinda. Deu as costas para a rua e voltou para dentro do parque, desanimado. Não tinha vontade de se juntar à multidão que se reunia, mas precisava ficar em um local que pudesse ver o palco para poder ver algum problema e poder ajudar. 


Resolveu voltar para o lago/ringue de patinação, mas parou no meio do caminho. Não deveria voltar para perto daquela senhorita com a cara terrível que deveria estar. Suspirou e então se sentou em um dos bancos do local, olhando na direção do palco e a meio caminho de onde estava conversando com a senhorita von Wright momentos atrás. Esperava que a filha estivesse bem também e não tivesse descoberto o que havia acontecido, temia que ela pudesse perder a cabeça e fazer alguma besteira.




~*Lily*~



Lily continuava totalmente avoada em relação às confusões que aconteciam nos outros lugares do parque. Apenas andava alegremente ao lado das amigas e do namorado. Andava de mãos dadas com ele e sorria, olhando-o ver ou outra, sempre lançando um sorriso radiante. Estava tendo uma ótima noite, alheia de todos os problemas.



- Toca piano e canta? Que demais! - sorriu para Tohru, impressionada - Podemos ver você tocar e cantar algum dia? Seu pai era cantor lírico? Devia ser bonito, tem algum cd dele? - então se tocou que talvez pudesse estar sendo indelicada - Ah, Tohru-chan, desculpa… Acho que ‘tô falando demais, pode mandar eu calar a boca se eu ‘tiver te deixando triste falando nessas coisas - acenou um sim frenético com a cabeça.


Então ouviu Naru e deu um sorriso orgulhoso, praticamente estufando o peito.


- Sim! Tohru-chan seria incrível! Adoraríamos ver seu show - olhou Daryl e deu um olhar significativo antes de voltar a olhá-las - Sim, sim! Eu quero ser psicóloga, psiquiatra, essas coisas! Naru-chan quer se juntar a mim e trabalhar como médica também. Espero que um dia possamos estar formadas e trabalhando juntas pra ajudar as pessoas! - exclamou empolgada e olhou orgulhosa para Naru pelas palavras dela, mal notando que a música havia mudado.




+ Nero +



O ruivo olhou surpreso e curioso para Louis quando falou que havia tempo que não patinava. Sua imaginação logo pensou como seria o moreno patinando no gelo vestido naquele quimono lindo. Gostou muito da visão que criara na mente.


- Vou adorar ver você patinando. Vai ser uma visão maravilhosa. - beijou a bochecha dele, sorrindo de volta - Uma pena que eu não sei patinar. Mas vou ficar te admirando, com certeza.


Nero deu um largo sorriso e um olhar malicioso ao ver Louis tapar o rosto com o leque de forma insinuativa. Mordeu o lado inferior e apertou discretamente o traseiro dele.


- Não pense que essa gracinha vai passar impune - ronronou - Quero ver você com esse quimono e leque… a sós - deu um sorriso safado.


Acompanhou as reações de Louis com a música e violinista, mantendo um sorriso suave e carinhoso no rosto. Entrelaçou o braço no dele e deixou ser guiado, notando a emoção do amado com a surpresa. Mesmo que ele estivesse triste de não poder mais tocar, acreditava que o companheiro ainda gostaria e se deslumbraria com o show.


Até sentirem aquele cheiro de sangue e enxofre. Os olhos de Nero também ficaram vermelhos, mais por reconhecer Lya ali do que por sentir o cheiro do sangue do puro ferido. Precisava tirar Louis rapidamente dali antes de serem notados, precisavam se esconder entre a multidão para disfarçar seus cheiros. Passou o braço ao redor dele, agarrando-o pela cintura e o levou a passos rápidos para longe dali, seguindo o fluxo de pessoas que se dirigiam para o palco.


- Vamos para perto do palco, não vão nos achar no meio das pessoas - sussurrou nervoso de volta.


O ruivo só relaxou quando já estavam longe. Ao invés de levá-lo para os assentos dispostos em frente do palco armado, levou-o para um banco de madeira lateral mais afastado e sentou-se com ele ali. Achava que estar no meio da multidão pudesse ser ruim para ele, com tantos cheiros e pessoas desconhecidas. Olhou-o e o puxou para si, abraçando-o com carinho enquanto o aconchegava em seus braços. 


- Não se preocupe, amore mio… Vou proteger você - falou suave, porém firme, enquanto afagava seu rosto e o olhava com doçura. Então se aproximou e beijou seus lábios calidamente.


Não percebeu que estava sendo observado por Layla.




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Rose Hathaway
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 24 Maio 2016 - 1:53


Rose Hathaway


Rose sorriu, estufando o peito, orgulhosa por ter causado tão boa impressão, mas não pôde conter um sorriso e o corrigiu.

- É Rosemarie, Loran-Sama.- mas em seguida fez um gesto descontraído com a mão, como era de costume, sempre fora difícil pra ela seguir protocolos.- Mas não se preocupe, acho esse nome pomposo demais, pode me chamar de Rose, Hathaway ou o que preferir.rs

Sabia que ia tocar num ponto sensível, mas não podia deixar de perguntar.

- Loran-Sama...Já que mencionou sua sobrinha...Tem notícias dela? Eu me afeiçoei muito àquela menina tão meiga. Fiquei muito preocupada com aquela viagem repentina...ela parecia tão aflita e desamparada...Espero que esteja bem e....ai!

Olhou feio pra Adrian, que acabara de lhe dar um discreto beliscão no braço. Ele parecia mais alerta agora e a lembrava que possivelmente Loran preferiria não tocar naquele assunto.

- Ah...- pigarreou, sem graça.- Desculpe se o perturbo com isso, mas o senhor deve lembrar que nunca tive muitas travas na língua , o que sempre me causa problemas. - ela riu.- Enfim, se precisar de uma guardiã de novo, estou disponível . Lissa e Christhian foram fazer uma viagem a sós e talvez demorem.- deu um sorrisinho malicioso.

Adrian Ivashikov





Ah, Rose e sua mania de falar sem pensar...Aquela cabecinha de vento era mesmo encantadora na sua falta de juízo...Ora, mas quem ele era pra falar em juízo, afinal?

- Perdoe minha amiga Rose...- disse Adrian, parecendo voltar ao normal, embora , bem mais sério do que de costume.- Perdoe se pareço um pouco aéreo também, mas...Bem acabei de atravessar algumas questões familiares bem difíceis e creio que ainda estou assimilando algumas coisas. Inclusive me arrisco a dizer que algumas dessas questões lhe dizem respeito e também à sua sobrinha... Gostaria , assim que fosse possível de ter uma audiência com o senhor.




"Eles vêm primeiro."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 24 Maio 2016 - 3:34


-Iee...Tudo bem, Lilly-chan...Na verdade, eu gosto de falar sobre ele...E se forem ao casamento de Loran-Oji-Sama talvez possam me ouvir cantar.Espero poder homenagear os noivos se meu tio assim permitir...- suspirou.- Quanto a oto-san...Sim, ele era muito bonito, muito parecido com tio Loran...E quando cantava...Era como na lenda de Orpheu...Não havia quem não parasse pra ouvir. Ele era famoso entre os humanos, que chegaram a compará-lo ao grande Caruso...Ele não gostava muito de gravar cds, mas tenho alguns videos dos ensaios, muitos eu participava junto...Além de óperas, participou de alguns musicais. Quando morreu estava prestes a estrear no Metropolitan de Nova York com Les Miserables, no papel principal.
Ouvindo Naru, entusiasmada também, corou.
- Eu gostaria muito...Mas não sei se será possível tão cedo...- pôs a mão delicadamente sobre o ventre. Não queria dizer que, na verdade, achava muito difícil seu novo marido permitir algo assim e de qualquer forma precisava cuidar de seus filhos. Mas quem sabe um dia? Se lhe fosse permitido sobreviver ao jugo de Yuriev...
-Medicina? Que belo sonho!Parabéns! Desejo de coração que sejam grandes profissionais!- sorriu, sincera.


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 25 Maio 2016 - 0:42

++Will++

Medo. O alicerce de proteção humana. Sua única ligação com o que era antes, ou melhor, a única corrente que o prendia, lhe impedindo de se tornar o que realmente era. Uma frágil e sozinha corrente, que dia após dia se enferrujava, até desaparecer por completo de dentro de si. Mesmo que suas palavras dissessem o contrário. Mas como admitir se utilizar as palavras e ações com cautela para não se queimar fora uma das primeiras coisas que seu avô havia incansavelmente martelado em sua mente. Ainda mais, quando estava lidando com uma anciã.

-Sim, existem alguns pratos ótimos, que costumava experimentar em Dubblin, quando ia jantar com alguns colegas de escola. Muito embora nunca tenha ido em um restaurante japonês no próprio japão, e sinta não poder lhe recomendar um bom. – Respondeu de forma educada. Para falar a verdade, ele mesmo não havia parado em muitos restaurantes desde que fora se mudar para ir morar com o avô. Sua dieta desde então havia se baseado em sangue, mesmo quando humano, e em uma quantidade quase ínfima de carne mal passada, que usava para se sustentar, além de alguns salgadinhos para disfarçar. Talvez realmente fosse bom sentir sabores diferentes de vez em quando. Agora mal se lembrava de como eles eram, pensando bem.

Por instantes, Will via Lya lhe encarar, como se o analisasse, e seus olhos talvez também respondessem, sem o desvio constante. Fixos, indecifráveis e sem temor, em um tom de violeta muito claro e límpido. Um tanto calmo.

- Os que não temem tentam matar todas as abelhas de um enxame furioso com as mãos porque quer pegar o mel delas Lya-sama, mas o temeroso tem mais cuidado e sabe que isso apenas alimentara mais sua fúria. Portanto deixará as abelhas em paz, e arrumará uma forma de ter o mel sem ganhar ferroadas, a não ser que tenha um bom motivo para isso. Esse é o instinto de qualquer espécie, ser temeroso, não provocar a própria morte. – O vampiro sorriu para ela, com os olhos tranquilos.  – E acho que eu pessoalmente prefiro seguir esse instinto...

Daquela vez ele não parecia estar mentindo ou fingindo medo, apenas divagando, antes que parasse. Aquele cheiro de sangue, as palavras de Lya. Talvez por instantes, aquilo tivesse o acordado, e, embora tentasse manter a pose, a vampira pode perceber certo sentimento contido em seu olhar e expressão. Talvez um pouco de preocupação momentânea também, que Will logo fez questão de esconder enquanto a seguia.

Sakura... Por que ainda estava ali naquela cidade? Por que não havia caído fora dali? Por que... Então seus olhos se voltaram para o outro. Para sua cópia. Para seu irmão, e então surgiu o ressentimento. Não apenas por ele e por ela estar cheirando totalmente como ele e seu olhar arrogante. Não apenas por ele tê-la roubado de si pela segunda ou terceira vez. Não. Havia mais. Fora ele e não Charles que jogara tudo no lixo por Sakura, fora ele e não Charles que pedira para morrer naquele dia. Fora ele que ficara com ela e a protegendo do mesmo modo, então por que ela o olhava com aquele asco. Por que? Talvez o sangue em seu interior tenha se agitado e entrado em combustão por um momento em retaliação.

Seu lado humano se quebrando novamente repentinamente, estimulado pelo monstro e o orgulho ferido que parecia-lhe mais poderoso agora. Sim. Ele sabia o que acontecera. Sabia que, pelo cheiro e expressões, o seu primeiro amor havia se esgotado de vez. E ilusões infantis ou a mente do velho e inocente Willian haviam se perdido há muito tempo, mesmo com a recusa de antes de deixa-las ir.

Seus olhos por instantes subiram, violetas claros contra o roxo semelhantemente mais escuro de um Charles em postura um tanto quanto hostil. E então ele sorriu.

- Fico feliz em te ver, Onni-sama. – Falou com um sorriso mais aberto no rosto, e uma reverencia. – Você também, Sakura-san, devo dizer que está mais bela do que antes? Embora tema que tais rugas de preocupação e apreensão toda seja desnecessária quando estamos vendo velhos amigos. – O loiro levantou as mãos em um gesto que indicava sinal de paz. - Até porque todos estamos vivos, não é mesmo? E só vim ajudar meu irmão que está sangrando.

E queria dar um soco na cara de Charles por ter tomado a japonesa de si ou levar Sakura daqui e perguntar o por que dela preferir o outro a si. Não deixou de passar por sua cabeça, embora em realidade ele não fosse fazê-lo. Charles era mais forte, isso ele podia supor mesmo sem testar, e seu avô realmente lhe daria uma bronca e arrancaria sua cabeça se ousasse atacar o futuro líder do clã. No entanto, algo lhe dizia que ele estava livre para fazer uma pequena vingança ali, quem sabe não soltar algumas verdades para o casal. Seria talvez uma overdose do sangue de Lya fazendo efeito? Ou talvez apenas um ressentimento maturado pelo tempo?


++Charles++

O vampiro segurava a japonesa de forma protetora enquanto o outro puro falava. Ele tinha um cheiro engraçado, quase familiar, embora não pudesse dizer porque. Charles mantinha a postura calma e amigável até então, apesar do sangramento. Não queria arrumar inimigos ali, principalmente não com Sakura por perto ou com alguém que não parecia hostil.

Salazar... Salazar... Repetiu aquele nome mentalmente. Não parecia familiar de nenhuma forma. Mas então porque soava com algo parecido que já havia visto? Seria um cliente do banco ou já tivera em alguma festa onde ele foi. Tanto faz. Charles apenas assentiu para o estranho, nunca se afastando mais que alguns milímetros da humana.

- Prazer, sou Charles Lutont. – Assentiu com a postura de puro sangue chata que era obrigado a adotar, pelo menos perante a desconhecidos. – Agradeço a preocupação, senhor Salazar, mas não pretendo lhe causar problemas. Já estou me sentindo melhor e meu próprio motorista se encontra no estacionamento.

Falou em tom calmo e educado, afinal, tinha que tirar Sakura dali e terminar com aquele problema de seu cheiro de sangue. Ou pelo menos pensava em fazer isso. Até que “ele” e uma mulher de cabelos negros surgisse e Sakura fosse puxada mais para os braços de Charles, enquanto sua aura se tornava hostil de uma hora para outra.

Will, aquele idiota que tentava roubar Sakura de sí. E, para piorar, estava acompanhado de alguém que o loiro também não gostava. Não por reconhecer, apenas por instinto. Seria a demônio que havia torturado a japonesa?

Charles ajeitou sua postura, com as presas protusas. Seus olhos por instantes foram de purpura para vermelhos em agitação, logo voltando para purpuras enquanto ele os encarava. Ficando mais hostil com as palavras de Willian. O que era aquilo, o imbecil falando merda? Era intolerável.

E ainda por cima a forma como Will parecia olhar para Sakura. Aquilo só vinha fazer Charles querer mata-lo.

- Nesse caso, apenas vire as costas e dê a volta, porque o show acabou. Não precisamos de sua “boa vontade”. – Charles segurava os palavrões e o que realmente queria falar. Não tinha paciência pra Will ou para aquele joguinho que parecia ter feito o outro mais arrogante e irritante. O que ele queria? Provocá-lo? Morrer ali? O loiro não se importaria de garantir isso em outro momento, apesar de tentar manter o máximo de compostura hostil que conseguia ali, enquanto apertava o braço de Sakura, talvez um pouco forte demais. Crise de ciúmes ou rivalidade? Ele nunca admitiria nenhum dos dois.– Vamos embora, baixinha.

E então Charles começou a caminhar, dando as costas ao outro Puro sangue e tentando se afastar com a sacerdotisa. Como queria matar Will. Como queria acabar com ele. Mas não podia. Não na frente de Sakura...

Pensando bem, nunca deviam ter ido naquela bosta de parque.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 26 Maio 2016 - 14:03

 
“- parece que não adianta mesmo não é menina? Você não foi feita para caçar! É muito desengonçada, não consegue se equilibrar direito, não se camufla... a maioria das crianças da sua idade já participam de pequenas caçadas, mas você... não, você nunca conseguirá isso, dará muita sorte se conseguir trabalhar dentro da associação.

Os olhos verdes fitavam o céu azul com poucas nuvens, um clima era quente e havia muitos insetos, e Freya odiava seu instrutor. Caída de costas no chão, seus olhos fitavam o rastro branco enquanto um velho com uma vara caminhava para uma casinha ali próxima. O sol queimava ligeiramente sua pele levemente avermelhada pelos exercícios.
- ele é um velho chato não acha?
A ruiva se virou e seus olhos encontraram com os de sara, lentamente um calor percorria seu peito.
 
- já não está cansada?
 
Seus olhos piscaram um pouco mais rapidamente, e atmosfera que se encontrava era um pouco deprimente. Deitada no chão, sobre uma mochila com patins para gelo.  Reclamando de dor nas costas, ela se virou e se sentou massageando o local dolorido quando uma voz familiar chamou sua atenção. Seu rosto que expressava incomodo agora se demonstrava tenso, seus olhos que fitavam o chão agora olhavam de esguelha para as sombras tremulantes que formavam um novo ser. Quando seu rosto se virou a figura de Kairen se formava a apenas alguns passos de distancia.

Sua mão estendida significava uma aproximação, deveria então aceitar? Alguma coisa espetava e queimava seu coração enquanto apertava a mandíbula. Era amargo o que sentia em sua boca, a bílis parecia voltar evidenciando ainda mais que estava nervosa por aquela situação. Mas foram quando seus olhos se ergueram e fitaram os dele que pode sentir a doçura que aquele ato simbolizava. seus dedos estavam frios quando tocaram a mão do vampiro, seu s toque deslizou ate que sua palma ficasse sobre a dele, e seus dedos envolvessem parcialmente a mão dele.

Em um movimento simples, Freya estava de pé, havia sido puxada por Kairen, e agora estavam próximos, frente a frente. Seu medo tentava faze-la desviar daqueles olhos, mas ela queria olha-los mais, talvez por mais alguns minutos, por alguns dias, ou ate mesmo por uma eternidade.
— eu...
Uma expressão dolorida se formava em seu rosto, ela queria explodir e falar, ouvir mais e mais da voz dele, porém o silencio era o que realmente desejava naquele momento. Em seu peito o medo a machucava, fazendo suas mãos tremerem, até que cerrou seus punhos e fechou seu olhos. Ela lutava contra tudo aquilo que parecia colocar grilhões por todo o seu corpo e aprisiona-la no medo
— ele está aqui por você, ele tomou a sua mão e quer que sempre esteja ao seu alcance. então o que teme?

Seus dedos agarram a roupa de Kairen enquanto dava um passo em sua direção e o puxou com ambas as mãos para perto dele.
— se não quer que eu saia da sua vista, então me segure firme, e não deixe que nada mais nos distancie.
Sua voz tremida misturava o medo com a arrogância por dar uma ordem a um ancião.  Freya o olhava nos olhos, sua expressão era de raiva mesmo quando suas lágrimas rolavam por seu rosto enquanto seus dedos apertavam aquela roupa mais e mais forte, o puxando para perto dela.
 
Juliet.
-ah... perdoe-me é a primeira vez que encontro com “pessoas como “ você assim, cegas. Pensei que fossem perfeitos, mas de alguma forma parece que meu pequeno conhecimento me pregou algumas peças senhor Kyoshiro, bem prazer em conhece-lo.

Ela não revelaria seu nome, não por que estava proibida, mas por que queria que ele não a chamasse. Era algo estranho, mas a aura de emanava dele denunciava sua natureza noturna e predatória, por mais que ela também se mesclasse com algo que vai muito além dos espectros de luz, não era invisível, mas não era uma cor, era a mistura de cada uma delas, mas ainda sim eram bem definidas, suas cores alternavam de forma constante e isso era difícil de definir.

— bem, se acredita não ter problemas por aqui, então o deixarei em paz, porém seria bom tomar um pouco de cuidado, lugares cheios sempre trazem problemas. Principalmente quando outros iguais a você se reúnem em grade numero. Boa sorte então.


mushu:
 
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 26 Maio 2016 - 19:29

Sakura Tsukino

O que eu ainda estava fazendo ali?

Me perguntava isso a cada segundo que aquela cena desenrolava na minha cabeça. 
Eu achava o que? Que estaria com Charles, que tudo sumiria. Que  eu ia, de alguma forma, conseguir sair daquele mundo conturbado. Viver com Charles não seria fácil, eu sabia. Nosso amor nunca foi fácil. Estar perto um do outro jamais será indolor. Viver isso não deixará nenhum de nós dois ilesos.
Então, se já estávamos condenados a tantas coisas, porque isso ainda acontecia? Porque as coisas sempre se complicavam e so tornavam tudo cada vez pior?
As vezes eu acreditava mais que tudo que era uma questão apenas minha. Que era eu o motivo de tudo. Eu atraía tudo. Mesmo que as coisas não acontecessem conscientemente por minha causa, existi um pólo centralizador em mim que desencadeava as catástrofes. Que emanava o azar.

Fazia pouco mais de um mês que Charles me tirara daquele cativeiro, daquele demônio. Fazia esse tempo desde que não via Will e me remoía (mesmo tendo jurando não fazer) sobre sua segurança. 
Faziam algumas semanas que eu perguntara Charles sobre seus assuntos e fazia esse mesmo tempo que eu desconfiava que ele me escondia algo, que parecia inquieto. 
E agora, eu tinha certeza. 
Aquele sangramento não era nada normal. Ele era um puro, nem se tivesse passando uma faca no braço dele teria sngrando daquela forma e ele ainda sim mentia pra mim. E ainda, eu não podia pressioná-lo, não quando mais problmas pareciam se juntar a nossa volta.

Charles segurava meu braço com uma força que o machucava. Eu segurei o pulso dele com a outra mão, tentando ser discreta para não perceberem mas para que ele percebesse não excedesse mais a força. Ele ainda era um puro e eu uma humana. Ele não estava controlado e, sinceramente, nem eu.

Eu tentei não encarar Will mas a frase dele na minha direção puxou meus olhos de volta para ele como se me laçasse. O que era aquela pose toda? Aquele jeito de quem está vivendo muito bem, obrigado? Acho que eu estava certa... Ele sempre quis aquilo.

- As pessoas ficam mais bonitas quando não estão sendo torturadas diariamente e mantidas em cativeiro... - falei, ríspida, mas com a voz embargada por uma dor estranha que parecia fechar a minha garganta. Como ele podia falar algo assim? Ele ia fingir que nada aconteceu? Que aquele demonio.... droga, Will. - Eu não vejo nenhum velho amigo aqui... Só o demônio que quase me matou e o  garoto que se aliou a ele....

Meus olhos agora voltaram na direção de Lya. Eu a reconhecia não importava quantas perucas ou caras aquele diabo usasse. Ela sabia que eu não era uma humana comum, ela sabia que eu podia sentir muito mais nela do que aquela aparência que ela simulava. 
Não Ali. Não com um parque cheio de pessoas inocentes. Não com um puro-sangue desconhecido às nossas costas e não com Will que pudesse se ferir ao proteger seu novo "mestre". Mas meus olhos diziam à ela que nosso jogo não tinha terminado. Eu ia acertar as contas.
Aquele inferno ainda era claro pra mim. O lugar onde me levou. Mas eu não era mais uma moribunda que ela sequestrou do hospital. Eu estava cada dia mais forte e a hora dela ia chegar.

Charles... Ele também não estava em condições. Embora não me dissesse o porque daquele sangramento repentino eu sabia que boa coisa não poderia ser. Ademas, o tom com o qual falou com Will... Eu sabia que sua paciência estava por um fio.
Quando ele me puxou eu tropecei, até conseguir acompanhar seu passo, mas não o freei. Nós iriamos embora dali antes que tudo piorasse. Porque tinha algo, algo pequeno e incômodo dentro de mim, dizendo que ia.


Lucius Salazzar

Aquilo parecia interessente. Sabe? O jogo daquele quarteto. Ficar ali, parado, assistindo, era como estar em uma peça de teatro. Mas algo me diria que teriamos muito mais ação do que se costuma ver. A energia daqueles dois. Eles não estavam pra brincadeira.

- Olá vocês - sorri, cumprimentando os dois que chegaram. PB's demais em um só local nunca dava certo. Sabe? Nós temos egos muito grandes e adoramos alfinetar os outros. Só que a merda ia dar porque já tinha alguém ali que parecia não aguentar mais alfinetadas, tipo um balão, bem cheio, que na próxima explodiria.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 26 Maio 2016 - 21:21

Jogando dado contra mim mesma (?)

Dados Charles:
5 (Destreza) + 6 (Briga) + 4 (Intimidação) -> Soco do Charles = 15


---
Dados Will:
Percepção (4) + Destreza (5) + Esquiva (3) -> Desviar do soco = 12


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 26 Maio 2016 - 21:21

O membro 'kagura' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'D10' : 10, 3, 7, 2, 1, 1, 3, 3, 9, 7, 6, 3, 3, 6, 7

--------------------------------

#2 'D10' : 3, 6, 3, 1, 2, 6, 4, 10, 7, 7, 5, 4


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 26 Maio 2016 - 22:37

+ Caty +

A garota continuava a tocar, agora chamou alguns bailarinos no palco e iniciou uma nova apresentação, após trocar rapidamente de figurino.
Ao entrar no palco, observava atenta a cada um que estava lhe assistindo, havia humanos e vampiros e o local cada vez mais lotado sorriu consigo e voltou a seu violino para novamente iniciar nova apresentação.


+ Loran +

Ele ficou olhando aquela dupla de vampiros por um momento e quando foi corrigido pela vampira guardiã, olhou-a sério, por fim falou-lhe com um leve sorriso no cantos dos lábios.
_Srta “RoseMARIE”, ficarei atendo da próxima vez, Rose-san rs
Suspirou baixo quando ouviu-a perguntar sobre a sobrinha, não a via desde o natal quando decidiu partir para Romênia. Voltando o olhar para o palco com apresentação de violino, gostou do que via, achava que seria algo chato igual aquelas apresentações de músicas clássicas em que provavelmente dormiria, mas se surpreendeu com a performance da filha da “Cruela”.
_Não tenho noticias dela, estou curioso quanto a sua volta, mas acredito que deva aparecer quando estiver próximo a data do meu casamento, aliás, Rose-san a srta e seu acompanhante estão convidados, receberá o convite em breve.

Ele balançou a cabeça negando e dizendo que não havia problemas, afinal foi guardião dela por algum tempo era normal preguntar.
Olhou para o vampiro que acompanhava a Rose.
_Não precisa se preocupar quanto a isso, nem sempre estamos em um bom dia, mas procure minha assistente Raiven, marcará um dia. - Ele não deu muita importância aquele vampiro, mas uma hora com tempo ouviria ele, afinal era uma das suas obrigações ser atencioso com os demais.
Olha para Rose, sua noiva e segura sua mão.
_Gostando da apresentação? - beija o doço. _ Desculpe, tive que dar atenção a eles.
Voltou a observar a apresentação.
_Parabéns Victória-sama, sua garota é muito boa, será muita ousadia convidar a Caty-chan para tocar no nosso casamento. - Olhou novamente para Rose esperando que ela concordasse com a escolha.

+ Victoria +

Sorridente e muito orgulhosa da filha, a puro acompanhava cantarolando algumas canções, sua Caty era magnifica tocando isso não podia negar.
Ao ouvir o convite de Loran, ficou contente e acreditava que Caty também.
_Fico lisonjeada com os elogios a minha filha, ela é magnifica tocando. - Olhou para Rose e fez um gesto com olhar de quem esperava aprovação dela. _Se a Rose concorda, Caty irá gostar muito.

+ Louis +

Momentos antes de irem ao palco, Louis ainda com o leque cobrindo parte do rosto respondendo aquela provocativa.
_Eu te ensino a patinar, podemos tentar mais tarde, o que acha? - sorriu corado quando ele fez aquela provocativa. _Podemos assim que terminar apresentação, voltarmos para casa e aproveitar o resto da noite.
Logo após se afastarem daquele grupo de vampiros puros, que muito provavelmente haveria alguma espécie de discussão ou até mesmo uma possível luta, enfim ele não queria está ali se isso acontecesse.
Perto do palco, o moreno tocava a garganta que ardia devido ao cheiro do sangue, seus olhos ainda estavam vermelho. Quando sentou suspirou baixo tentando se acalmar, aquele lugar começava a ficar perigoso para ele.
_Eu estou bem, só preciso me acalmar, mas... estou com medo Nero... Se me virem?

Recebeu aquele carinho que de certa forma acalmou um pouco ele, seus olhos vermelhos voltaram a cor normal apesar de ainda ter uma leve tremedeira do medo que sentiu antes perto daqueles vampiros.

+ Layla +


Caminhava junto a Aidan, mas sem tirar os olhos de onde ia Nero com aquela gueicha, viu eles se afastatem rapidamente e ficarem longe do grupo de vampiros que estavam na exposição.
Pegou o rádio que tinha preso a cintura e chamou por Adrian e Daniel.
~ Adrian … Daniel... Na escuta?
Aguardou um tempo e estendeu a Aidan um rádio que carregava na sacola que tinha atravessada em seu corpo.
- Adrian falando, algum problema?
_Daniel aqui...
~ Atenção na exposição, há um grupo de puros reunidos, façam uma sondagem, vou ver o que está acontecendo com Aidan.
_Ok... Estou perto da exposição irei verificar.
-Estou indo lhe encontrar Daniel.
~ Qualquer coisa me avisem, iremos rápido.

Desligou o rádio e olhou para Aidan.
_Melhor verificar o outro lado do palco com outro grupo de vampiros, eles estão se movimentando estranhamente, veja na exposição há muitos puros conversando. - Apontou para o lado contrário aonde estavam. _Vou verificar o lado oposto do palco, trouxe alguma arma para caçar vampiros?

Layla queria chegar em Nero, mas sem Aidan e pediu que verificasse o local para onde um grupo de vampiros havia se reunidos ( perto do portão de saída).

_Nos encontramos na exposição com Daniel e Adrian, ok? - Se aproximou dando um beijo rápido aos lábios dele e se afastando passando pela pessoas que se reunião perto do palco para assistir apresentação.

Chegou cautelosa e acabou presenciando a cena de Nero sendo amaoroso com aquela gueicha, sorriu meio de lado e falou para que ambos ouvissem.

_Ora .. ora... ora... surpreendente isso... Então Sorel, apreciando um dia de folga daquele lugarzinho muito aconchegante que é a Amadeus? - Olhou a moça e notou que era vampira já que seus olhos estavam levemente vermelhos, sua aura denunciava que estava um tanto hostil, poderia ser a sede imaginou.

+ Kyoshiro +


Ele absorvia as palavras da humana e deu um leve sorriso a ela, notara as oscilações de sua aura e se questionou se ela fosse realmente uma humana normal.

_ Pessoa como eu... ? Cego? Perfeitos... Hum...- virou a face a ela novamente. _Ah sim, então pelo que entendi sabe qual minha real raça... Acontece casos como o meu, são raros mas acontece. - Kyo não iria se expor daquela vez, como alertara Nero e o padre que deveria se resguardar preferiu deixar que ela achasse que ele fosse realmente cego. _ Os meus outros sentidos são bem aguçados, então não é de todo ruim.
Nesse momento uma brisa gélida muda a direção levando para ele aquele odor que conhecia bem, sangue, um sangue puro havia sangrado, seu rosto virou-se imediatamente para a direção que vinha o cheiro e percebeu além dele o da vampira puro que tinha a aura negra carregada do odor de demônios. Kyo estremeceu e encolheu-se, virando o rosto para o lado oposto onde a humana estava.
Ela se despedia e ele resolveu segui-la para disfarçar seu cheiro misturando-se aos humanos, não que fosse difícil de ser reconhecido já que era um puro, mas preferia evitar o confronto com aquela vampira que poderia denuncia-lo para aquele humano traficante.

_Srta caso não lhe seja incomodo posso lhe acompanhar, notei que há uma apresentação de violino, quer ver? Estou indo para aquela direção mesmo... Podemos ver juntos?

Falava rápido sem esperar muito pelas respostas dela, simplesmente caminhou entre os humanos trazendo-a ao lado como companhia.

+ Lya +

Aquele vampiro recém-nascido puro a cada dia lhe surpreendia, afinal ela sabia que ele se tornaria grandioso, mas algo nele valia mais a pena que outro qualquer que jpa havia conhecido.

Seguro de si ele chegou até a humana e outro puro, dizendo algumas palavras que confirmara a sua insinuações, era agora só estigar, pensou a puro rindo no canto dos lábios.
O outro puro já havia identificado, ele carrega sangue demonio e com certeza estava a ponto de se tornar um, seu odor muito conhecido de Lya deu até um ardor na garganta como a tempos não sentia.
Quem sabe sugar dele seria uma maneira de deixar aquele puro ainda mais debilitado, seria maravilhoso lhe fazer o fowlon.
Olhava para eles com seus olhos amarelados e felinos, querendo ver o desenrolar daquela situação, a sua ex pet ainda olhava com ares de ameaça, a qual deixava a vampira ainda mais satisfeita, promover aquele tipo de caos era um prazer imenso para ela.
Lya apenas observava todos, quando a humana lhe direcionou o olhar, simplesmente inclinou a cabeça demonstrando que concordara com o desafio que estava sendo lançado entre as duas somente com aquela troca de olhares.

Lya não temia aquela humana, afinal por mais que use poderes divinos, ela ainda não era forte o suficiente para conseguir ferir mortalmente a puro, apesar de ser um incomodo ter que regenerar o corpo que a outra por algumas vezes ferira com aquele papeis encantados em sua mansão.

_Willian, pelo que parece eles acreditam que agiram corretos com você, como são ingratos...- Olhou Sakura. _ Que menina ingrata, realmente Willian ela somente lhe fez mal e prejudicou, pouco se importou em saber esse tempo todo o que lhe aconteceu. - Sorriu no cantos dos lábios desdenhando o golpe final em suas palavras. _ Claro... quem se preocuparia em procurar aquele que ajudou a se salvar se estava bem ao lado do outro puro sendo bem cuidada? Rs - Os olhos da puro semi serraram usando as próprias palavras da humana para provocar ainda mais aquela situação a vontade de ver o caos imperar.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 27 Maio 2016 - 0:37

Rose Hathaway
Rose sorriu. Sabia que não deveria ter corrigido o Kuran quanto ao seu nome, era uma bobagem que podia custar caro, mas sabia que ele tinha a língua tão afiada quanto à sua e apesar da posição, era tão jovem quanto ela e gostava de brincar. 
Franziu a testa preocupada quando ouviu sobre Tohru. O que estaria acontecendo com ela? Tentou usar a habilidade de Adrian, mas não conseguira grande coisa, só a deixara ainda mais tensa. Ainda mais com o estranho comportamento dele desde o tal sonho. Droga!
- Bem...-suspirou.- Esperemos que sim, Kuran-Sama.- E lembrando da noite de Natal- Seria muito bonito se ela cantasse em seu casamento, não é? Ah, e obrigada, senhor! Estaremos lá, com certeza. bem, não vamos mais incomodá-los. Valentine-Sama...- fez uma reverência para a outra Rose.- Vamos, Adrian?

Adrian Ivashikov

Adrian assentiu em silêncio quando ele recomendou que marcasse uma hora com sua assistente. Sentiu sem precisar examinar a curiosa aura daquele Sangue-Puro que ele os dispensava sem dar muita atenção ao que ele tinha a dizer. Não importava. Tudo tinha sua hora.Restava saber o que ele faria, o que pensaria quando soubesse...
- Farei isso, Kuran-Sama. Agradeço pelo convite. Desejo felicidades ao noivos. - olhando, pra sua ex, sorriu.-Sim, vamos, dampirinha. Acho que estamos sobrando aqui.rs. Sorrindo, fez uma reverência elegante para o casal .- Kuran-Sama...Valentine-Sama...-tomou a mão dela delicadamente e a levou aos lábios respeitosamente, mas galante como era de costume.- Com sua licença...- E se afastaram, indo sentar-se mais atrás.




"Eles vêm primeiro."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 27 Maio 2016 - 23:22

++Charles e Will++

As palavras de Lya bagunçavam ainda mais a mente de Will, ou seriam apenas seus pensamentos que davam força e verdade a essas? Ela estava certa afinal, ele havia salvado Sakura. Ele havia arriscado sua vida por ela mais do que Charles, ele e somente ele, e ainda assim, tudo que recebia era acusações e ingratidão. Orgulho ferido e aquele aperto no peito estranho que não sabia explicar, além de raiva, que permanecia escondida em suas emoções e expressão calma e amigável.

-Imagino que isso tambem tenha a ver com a companhia... - Continuou ele após a resposta de Sakura. Mesmo com aquele turbilhão de sentimento, seu novo eu parecia não se abalar, na verdade, apenas pedia vingança e compensações. - Afinal imagino que passar algumas noites com Charles-san seja muito agradável, embora... - Seus olhos então se focaram, roxos e perdidos no rosto da menina, enquanto dava mais um passo, para bloquear o caminho do casal. - Não possa dizer que ele esteja mais livre de cruzes do que eu ou Lya-sama, muito pelo contrário... - Ele acenou com a cabeça, sua face possuía um sorriso satisfeito que talvez misturasse com a insanidade e o fato de sua mente não estar com todos os parafusos corretamente posicionados no momento. -Ou será que ele não te falou?

Sugeriu Will com sua voz calma e expressão que beirava a inocência, enquanto dava mais um passo em direção a eles e via o último rastro do vidro que segurava o show se partir.

Charles estava possesso, raivoso, e talvez sua aura tivesse voltado a ser extremamente mais pesada que o normal. - Cala essa boca, idiota! - Explodiu o gêmeo raivoso, avançando um dos punhos contra o rosto de Will ali perto para acerta-lo. Mas então se vendo parar por instantes.

A dor excruciante de antes novamente havia invadido o corpo do puro sangue, que soltou um pouco o aperto da menina, recuando. Sua cabeça retumbava mais e ele se sentia tonto. Olhos mudando do roxo para o vermelho e para o roxo de novo, sua garganta inflamada pelo desejo de sangue fresco, enquanto todas as feridas doíam. Não. Mais que isso, novas feridas talvez tenham aparecido, quando, após soltar Sakura, ele despencou, em um dos lapsos de dor de cabeça, apoiando-se com os punhos abertos no chão e tossindo novas gotas de sangue em outra de suas crises.

Charles se encontrava em seu limite consciente. E mesmo que não tivesse a informação explícita, era melhor que saísse dali logo...


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 29 Maio 2016 - 12:06

Sakura

As vezes me perguntava como William podia ser tão cego. Como ele não via o que aquele demônio era. Como, desde o início, ele pôde ser tão submisso? 
Instinto de sobrevivência? Eu não acreditava, pois era claro que mesmo sob as ordens cumpridas aquela historia nunca acabaria bem. Por isso, meu instinto sempre foi lutar.

E era isso que eu queria fazer naquele momento. Lutar, destruir aquele demônio. Mas o bom senso que adquiri nos ultimos anos me freava, mesmo que aquelas palavras, aquele jogo manipulador me trouxesse chamas à garganta.

- Não comece com esse jogo hipócrita e falso cheio de palavras manipuladores. Você não é tão boa assim nisso. - falei, com nojo na voz. - Eu não sequestrei ninguém na porta de um hospital, arrastando-os contra a vontade. Não fui eu que quase matou William naquele dia no convento... - um nó surgiu na garganta, enquanto eu me eriçava mais com as palavras dela.

Não era exatamente por ela falar. Era por eu saber que Will caíra em toda aquela mentira. Somente lhe fiz mal e prejudiquei? Eu não sabia contar quantas cicatrizes e quantas vezes me arrisquei para proteger Will. Proteger ele de Charles. Eu me aproximava de Charles cada vez mais para proteger Will. Ele sabia disso. Mas não era um mérito que eu iria discutir. Ele já estava cego...

Aquela energia cresceu dentro de mim novamente, como um nó na garganta que subia, gerava faíscas por todo o corpo. Eu iria pular na garganta dela, iria pegar suas cinzas e jogar na bosta do primeiro pombo que visse, mas eu parei.

Talvez eles tivessem percebido algo estranho em mim antes de eu fechar os olhos levemente e respirar, ainda que com  os dentes cerrados. Eu não podia me descontrolar ali. Eu não podia machucar Will e muito menos machucar Charles. Eu não estava tendo muito controle sobre mim... e isso seria perigoso para qualquer pessoa.

Respirei mais uma vez. Encarando aquele monstro fétido com firmeza. Esse era  jogo, me descontrolar. Mas ela não ia ganhar.

- Verdade, só me pergunto se ele saberia quando alguém o procurara aprisionado... Mas é verdade. - eu olhei Will agora. - Eu não te procurei. Eu contei à associação, mas, mesmo depois de me recuperar há algumas semanas eu não te procurei. Sabe por que? Porque você não queria sair de lá, Will. Nunca quis. Você queria ficar. Eu nunca havia tentado fugir de lá sem você. Você sabe e você não quis. Então, está apenas aonde você quer estar. Você não estava mais aprisionado, você se aprisionou. Eu não tinha a quem salvar lá... E eu jamais iria voltar aquele lugar se não fosse para acabar com esse demônio. 

Eu deixei que Charles me puxasse. Eu realmente não queria ouvir mais nada. Mas agora era o segundo round, era a vez de Will que me cercava e algo me dizia que essa iria doer muito mais.

~Will... você não... ~eu pedi já sentindo o bolo se formar na minha garganta novamente, machucando enquanto as lágrimas me subiam. ~ Não faz isso...onegai...~ eu ja tinha visto, eu não queria OUVIR o que ele havia se transformado, porque  ouvir mentiras de um demônio que não sabia nada sobre nós era uma coisa.... Ouvir Will destorcer todos aqueles anos, tudo o que passamos... 

O que ou quem era aquele à minha frente? Me atacando daquele jeito, manipulador.
- Eu sei as coisas que ele fez. - ou, pelo menos eu achava que sabia. Eu sabia que ele havia estado no submundo, que fez coisas horríveis, mas eu não seria idiota de achar que sabia tudo. Tinham coisas que ele não me contava. Mas Will não teria como saber de coisas tão secretas. Teria?

Talvez sim. Porque a reação de Charles foi completamente desmedida e desproporcional.
- Matte! -  tentei impedi-llo, mas não foi preciso.

Ele parou, cambaleante e confuso. Eu me aproximei quando percebi que seu equilíbrio não mais o sustentaria - Charles!!! - tentei segurar o puro, caindo sobre os joelhos junto com ele. - Ie... onegai, Charles, o que está acontecendo?! - Eu o segurei pelo braço, tentando levantá-lo.

- Já basta. - falei, séria e firme para Will, mesmo com a voz chorosa, mesmo com um eco que soava uma melodia machucada ao fundo. Eu ia descobrir, nem que tivesse de ir atrás de Will para saber, eu ia descobrir o que acontecia com Charles. Mas eu não era egoísta a ponto de por isso por cima da dor dele naquele momento.

- Isso acaba aqui. Ninguém é responsável pelas escolhas que você fez, William. Se esse é o caminho que quer seguir, ao menos tenha dignidade e não se torne uma marionete - eu fiz força, ajudando Charles a se erguer. - Eu tentei te ajudar, mas você preferiu fugir de mim ao invés de me contar o que acontecia, o porque você estava diferente. Por mais que você diga essas palhaçadas que agora saem da sua boca, acredito que não está com Alzheimer e esqueceu tudo o que passamos, tudo o que aconteceu quando éramos humanos. Não fui eu quem escolheu ir para longe, Will. Foi você. E não ache que eu preferi proteger Charles. Eu o carreguei assim e sangrei para te proteger muito mais vezes do que farei por Charles em toda minha vida.

Eu me virei com ele, pondo seu braço sobre meu ombro. Contornado Will e continuando a caminhar para fora do parque. Um taxi ou Oliver. O que aparecesse primeiro, mas eu só queria tirar Charles dali.
Tudo o que disse era verdade. Eu quase nunca protegi Charles. Pelo contrário, eu sempre o acusei de todas as coisas e sempre fui protegida por ele. Todas as vezes que eu protegi aquele corpo foi por Will. No convento, eu salvei Will. Eu lembrava na época da Cross...  Lembrava de como eu sempre queria estar com ele para protegê-lo. Agora, se ele não se lembrava mais de nada disso, se ele havia se transformado daquela maneira, eu não iria mais perder um segundo de sono. Pois não havia mais nada daquele Will que conheci pra salvar.

- Shizuka... estamos quase chegando... - falei, tentando manter Charles lúcido e ligado na realidade.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 30 Maio 2016 - 22:54

Lilac
- bem se estamos todos de acordo! Vamos a um café, e é uma pena que desta vez não poderemos nos estender mais do que isso.

Dizia a albina enquanto recusava o gole daquela bebida. Até gostava de beber, mas não assim. Era visível o leve desconforto pela baixa temperatura, mas para Lilac isso já não era tão grande (principalmente depois das fotos). Seus olhos faiscaram alguma espécie de preocupação com relação a ela. De alguma forma Lilac se sentia Responsável por lara, e fazer o que... esta noite não conseguiria o que tanto de junnes a fazia ficar quente por dentro. Se soltando do moreno, a albina deu alguns paços em direção a Lara e então passou o braço por cima de sus ombros.

- ora ora, se está com tanto frio, é melhor então que volte para seu quarto. Vamos comprar um café e te acompanho até la... bem se isso também não for incomoda-lo?!

Dizia Lilac ao fitar para o moreno. De alguma forma ele exalava uma experiência cheia de luxuria e perigo, na qual teria um grande prazer em se arriscar. Seus olhos se tornavam menos violetas e levemente acinzentados, mas no escuro esta mudança quase não seria percebida, tanto quanto a sua pupila que se dilatava enquanto observava os contornos do rosto do moreno enquanto esperava sua resposta.

Juliet:
Raros? Aquilo parecia ser estranho demais, o que faria um vampiro cego ser útil e ainda permanecer vivo? Havia algum segredo nisso, mas a morena deu de ombros. Isso não a interessava, não era para isso que veio.
- violinos? Claro por que não?

Ele não havia percebido que ela apenas queria ir, ou teria ele percebido algo amais?  A forma apreensiva que ate mesmo a conduzia demonstrava alguma outra preocupação e que não era ela. Havia algo no ar e ele captava. Desconfiada pensou “ realmente seus outros sentidos devem ser bons!”. Tomada então de medo e um um tanto de travessura com adrenalina. Tomou o braço do vampiro e então o conduziu até onde estava um palco por onde as apresentações estariam ocorrendo.

- eu não sei o que lhe faz ter tanta pressa manjasang* mas espero que valha a pena...

[Manjasang is Occitan term for vampire. The Occitan language is a romance language that is spoken in southern France]

Aidan:
Seus dedos entrelaçados aos dele seus olhos fitavam o chão um tanto longes. Como se alguma coisa houvesse o colocado em um estado de entorpecimento, a responsável por isso era Layla. Eles caminhavam lado a lada depois de aproveitarem um pouco mais de seus breves instantes de promessas quentes em comemoração, Aidan a queria ao seu lado em seus braços, mas aquela noite isso não seria possível. Ela e seus irmãos haviam saído para caçar e ele havia entrado quase de gaiato em meio as confabulações daquele trio. O moreno de fato não se importava. Sua vida como caçador se tornara mais ativa e isso até que o alegrava.

Olhar Layla falando com os outros integrantes o deixou um pouco intrigado. O qu ela de fato queria afinal? O que tanto haviam combinado? O caçador não estava inocente, ele sabia de alguns acordos que eles faziam com relação a necessidade da associação. Porém não participava das investidas feitas pelo trio e apenas ficava apar quando o chamavam para a reunião. não estava completamente excluído, mas não se importava nem queria se envolver. Talvez agora devesse precisar estar mais e mais apar do que realmente acontecia e ser incluído em outras operações também, mas deixaria este assunto para outro momento.

O moreno segurou forte a mão de Layla e a olhou nos olhos.
— não faça besteiras, sempre se proteja! Eu preciso de você viva entendeu? Qualquer coisa não se importe de me esperar, procure o se irmão e o Daniel que te encontrarei em casa.

Ele beijou o dorso da mão de Layla e apalpou sobre o casaco o lugar onde estava uma d suas pistolas. Não estava preparado para um combate. Mas teria ao menos como se defender. Trocaram mais um breve beijo e então a deixou ir enquanto circundava a área da plateia ainda a observando se aproximar de um casal. Seus olhos se estreitaram mas continuou com seu caminho. Procurando algo que não sabia ao certo.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 31 Maio 2016 - 18:33

-Rose-


Rose continuava a prestar atenção na música que Caty harmoniosamente tocava com destreza, realmente ela havia nascido para fazer aquilo.
 
- De fato, ficaria muito satisfeita com ela tocando em meu casamento. – Ela dizia respondendo a todos.
 
- Ela sempre foi uma menina muito habilidosa, seria um desperdício não aproveitar a chance.
 
Ela se despede de Rosemarie e Adrian com cortesia. Sobre ele beijar a mão dela, ela já estava mais do que acostumada com esse comportamento. Afinal, essa era a regra de etiqueta quando mais nova.
 

- Quando ela terminar a apresentação eu falarei com ela sobre isso. – Ela continua falando com Loran e Victória.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 1 Jun 2016 - 19:22

+ Nero +


Nero notou os olhos vermelhos do namorado, sabia que era difícil manter o controle ao se sentir o cheiro do sangue de um puro, ele mesmo estaria com os olhos vermelhos se não tivesse tanto controle sobre si mesmo. Porém, estava até surpreso de Louis ter agido bem ao incidente, ele mantivera o controle apesar dos olhos demonstrarem sua natureza. 

Como tinha medo que o moreno pudesse se sentir fraco por causa da viagem demorada até ali, havia preparado um cantil com sangue para que ele bebesse. Estava guardando para a volta para casa, quando achava que ele precisaria, mas não faria mal usar aquilo mais cedo se o ajudasse a se acalmar. 

 

Pegou o recipiente e transferiu o calor para seu interior, para aquecer líquido, então ofereceu a ele.

- Aqui, o sangue vai ajudar a aliviar a sensação - falou ao vê-lo tocar a garganta visivelmente incomodado.

Passou um braço em volta do companheiro outra vez e segurou uma de suas mãos, afagando com suavidade, tentava lhe transmitir sensação de segurança ao amado.

- Não vão te ver, amore mio... Além disso, eu já disse, vou proteger você. Se algo acontecer - olhou na direção de onde haviam vindo - então podemos voltar imediatamente. Não somos nós que estamos chamando atenção aqui hoje - e voltou a olhá-lo com um leve sorriso.

Aproximou-se e deu um beijo em seus lábios, sua bochecha e pescoço, foi quando ouviu aquela outra voz inconveniente. Nero travou e virou o rosto lentamente na direção de Layla, sua expressão já se fechando.

- Na verdade, Layla, sim, eu estava apreciando o meu dia de folga e tentando esquecer o meu adorável trabalho... Até você aparecer - respondeu mal humorado.

Semicerrou os olhos para ela e se pôs na frente de Louis, entre os dois para esconder o moreno. Estava tenso, temia que a caçadora pudesse reconhecer o companheiro das fotos de Arthur, então o protegia para que ela não o visse direito. Sua mudança clara de postura era impressionante. Nero não se colocava entre eles como se estivesse possessivo por Louis e sim o protegendo dela.

- O que quer? - perguntou hostil, esperando que ela fosse logo embora. Também se sentia tenso em ter que explicar depois quem ela era para o companheiro.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 12 Jun 2016 - 18:42

+ Caty +

A garota voltou para o palco e chamou um convidado para se apresentar com ela, era uma canção romântica e ela anunciou que seria homenagem a todos os casais que estavam naquele evento.


+ Lya +

A vampira olhava aquela cena com um enorme sorriso de satisfação, o sangue do outro puro aguçava ainda mais a vontade dela de ver o derramar daquela criatura, seu cheiro demoníaco era um convite a saborear mais de sua doce e pura vingança.

_Quanta besteira estou ouvindo aqui. - Virou o olhar a Willian e estigou ainda mais aquele momento. _Ainda não sei o motivo que da tanto ouvidos a essa humana, realmente se ela está tão certa de suas convicções e vem lhe desdenhando só porque não reconhece seu sacrifício então não é digna de sua preocupação.

Olhou a humana que outrora quisera ter como serva e deu um olhar malicioso.

_Muito hipocrisia humana, vejam só desdenha e enfrenta alegando que nós somos os seres manipuladores e és tu que me julga -Sorriu _Quem é que dorme com o inimigo? - Sussurrou para a menina humana ouvir. _Viva com a culpa de ter tornado o doce e bondoso Willian no ser que vê a sua frente... rs
Sorriu ainda mais vendo o vampiro puro querer ir embora.

_Criatura que está tão fraca, deveria soltar-se e libertar aquele que deve ser... Caminha sobre essa terra e destruir os seres inferiores... humanos sujos e insolentes.

A vampira preparou um ataque de sangue criando diversas farpas que eram finas como agulhas, estava cansada daquele joguinho e estava na hora de chamar para si aquela disputa.

+ Layla +

Momentos antes com Aidan...

Ele segurava sua mão, Layla suspirou e olhou-o com certo receio, não que ela quisesse, mas precisava ir até Nero. Além de ser algo que precisava descobrir tinha também que informar o encontro de seu irmão sobre as investigações que vinham fazendo.
Ainda não estava certa de incluir Aidan naquele jogo que havia se metido, além de ter uma família de vampiros cobrando respostas sobre o caso do assassinato de um casal em Paris, tinha associação cobrando respostas das investigações que vinham fazendo ela, Adrian e Daniel.
_Aidan... - se aproximou e tocou seu rosto suavemente. _Não tenha medo, sei o que estou fazendo e além do mais, se der errado tenho um plano infalível... Corro! Rs – Beijou os lábios dele e saiu entre as pessoas.
Logo após com Nero...
Ela olhava para a jovem vestida de quimono com um leve sorriso e um brilho no olhar.
_Nossa Nero... Quanta hostilidade, é assim que recebe uma amiga... rs

Aproxima-se deles e curva-se para olhar bem a jovem de quimono.

_Que gracinha... - Notou a aura dela, apesar de fraca ainda tinha uma intensidade que chamava atenção, mas notou um leve ar cansado e de quem tinha sede. _Então, é essa a que te mudou... rs

Sentou na ponta do banco e fitou Nero se colocando entres elas, havia uma proteção a qual era para ela novidade, aquele vampiro nem pela cria ligava e agora estava ali entre elas como um cão protegendo a outra.

_Espero que esteja bem senhorita, já que se algo acontecer nesse evento tenho permissão para levar para Associação aqueles que interferirem na ordem e paz desse lugar rs

+ Louis +

Olhava para baixo tentando disfarçar os olhos vermelhos, não podia deixar que o vissem e assim que Nero lhe ofereceu aquele recipiente pegou com certa voracidade bebendo todo o conteúdo em goles de uma vez. Quando terminou devolveu para Nero e suspirou abrindo os olhos que voltaram a ficar azuis.

_Queria ouvir mais desse evento, mas por nossa segurança melhor irmos embora, não estou com bom pressentimento depois de vermos aqueles vampiros se hostilizando daquela for... ma...- Engoliu seco com aproximação daquela humana, ela conhecia e pela forma como ele a respondeu ficou ainda mais apreensivo.
Ela tentava olha-lo, posicionou o leque aberto cobrindo a face e escondendo atrás do ruivo que de pé ficou a frente dele que ainda estava sentado no banco.

“Associação...”


Ele não queria esse tipo de situação e puxou a manga do casaco de Nero.

_Vamos embora...- diz baixinho para ele.

Aquela caçadora estava desconfiada e não queria que fosse descoberto, sabia que se fossem levados para associação de alguma forma Magnus saberia, já que ele tem infiltrados dentro daquele lugar.

+ Kyoshiro +

Ele andou apressado até chegar ao evento, conforme ia passando pelos humanos, mostrava a jovem humana que apesar de não ver, sabia exatamente por onde andava, desviando com muita habilidade dos demais e do lugar sem esbarrar o tocar em nada.
Kyo havia dito isso a ela, tinha os outros sentidos que ajudavam muito na sua movimentação, assim não ver se tornou algo até comum para o vampiro.

Logo que chegaram frente ao palco tratou de se limitar, conseguia diminuir sua presença a ponto de passar desapercebido para os demais vampiros, sentiu a presença ali perto do palco de mais três puros e estremeceu um tanto preocupado.

“Tantos puros reunidos nessa cidade, parece até que irá aconteceu algo importante a qualquer momento.”

Virou a face a jovem humana e esboçou um leve sorriso demonstrando apreciar a apresentação que acontecia no palco.

_Aprecia esse tipo de evento srta, ainda não sei o nome?

Ele tinha uma expressão calma apesar de por dentro está apreensivo, era certo que iria embora, refugiar-se na igreja, era o melhor e mais seguro a se fazer.

+ Loran +

Olhou os jovens vampiros se afastarem e depois voltou atenção apresentação, ainda estava distraído quando Rose falou que iria falar com Caty sobre tocar no casamento. Mas algo começou a lhe deixar inquieto, olhou a sua volta e via as pessoas se divertindo, humanos e vampiros por sinal, viu ao longe o pai da espevitada que por sinal deveria está ali no evento.
Notou outra movimentação de vampiros chegando e saindo de perto do palco, mas a principio nada que fosse de se preocupar.

_Sabe espero mesmo que seja tudo perfeito para sua filha, srta Victória, que nada atrapalhe essa apresentação.


“Eu realmente estou querendo um pouco de paz, pelo menos hoje tudo termine bem...”


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 12 Jun 2016 - 20:34

Spoiler:
 

Kuran poderia até desejar tal paz, mas o que veio em seguida fora algo que ele não esperava, de repente olhou para Rose e ela estava imóvel, assim como a Victória e os demais a sua volta, era como se fossem congelados no tempo.

_Rose... - Levantou e parou diante dela tocando seu rosto, podia sentir a sua pele, ela estava ali realmente imóvel. _Rose... - Sentiu um calafrio percorrer a espinha.

O que está...

Acontecendo...?

Virou-se e andou entre aqueles que estavam na mesma condições que ela, aliás todos ali estavam imóveis, feito estatuas vivas, havia um silêncio terrivelmente assustador.

Assustado passou entre eles humanos e vampiros, inertes ao que acontecia, ele chamou, mas não havia mais nada ali, somente ele e o eco de sua voz no silêncio do local.
_ALGUÉM ESTÁ ME OUVINDO...? - gritou e o eco de sua voz cortava o silêncio. _ALGUÉM RESPONDA...?
Passou por Nero que estava falando com duas mulheres, estavam imoveis assim como Rose e Victória, caminhou mais apressado entre as pessoas que estava na mesma situação, congelados no lugar como se o tempo parasse. Atravessou correndo e passou pelo portão, vendo Lewis que ao que parecia estava ferido e ajudado por outra puro, imoveis na mesma situação.

_MERDA... O que está acontecendo aqui? - Virou o rosto para o lugar da exposição, uma leve brisa fria tocou a face trazendo o cheiro familiar que fez seus olhos avermelharem. _Sangue... - Correu e quando chegou viu Charles sangrando e cercado de outros vampiros, todos inertes como estatuas.

O lugar havia vários humanos e notou a presença de caçadores, parados no lugar na posições que se encontravam estavam imóveis.

_ALGUÉM ME RESPONDA, O QUE ESTÁ ACONTECENDO? - gritou novamente colocando a mão na cabeça.

~ Deveria falar mais baixo Kuran.

Loran arregalou os olhos e virou o rosto rapidamente para onde a voz vinha e engoliu seco, a sua frente estava uma enorme sombra que estava envolta sobre uma luz forte que por vezes sumia e voltava dando contorno a forma a sua frente.


~ Sim, Kuran... Acreditava mesmo que não voltaríamos a nos ver?

_Nunca duvidei, só não esperava que fosse tão cedo...- Assustado olhou todos a sua volta.

~ Está preocupado com eles? Não deveriam... Os condenados, seus tempos estão pra findar...

_ESPERE... - Aproximou daquele enorme vulto de luz e trevas e ajoelha curvando-se. _ Temos um trato, por favor não se esqueça. - Curvou a cabeça olhando para o chão branco de neve.

~ Estou aqui para lembra-lhe desse trato, afinal se não fosse ele sua raça não andaria mais nessa terra.

Loran engoliu seco e fechou os olhos suplicando mentalmente que o tempo ainda não terminara.

~ Kuran... Desde que fez esse trato não vimos mudança, lembre-se o tempo está terminando, elimine o que tem que ser eliminado e modifique o que precisa ser modificado, assim terá agradado aos algozes que torcem para que não consiga, pois queremos o fim de sua raça, a seleção será feita. - uma mão negra saiu de dentro do vulto e tocou o ombro de Loran. _Agora para lhe mostra a minha benevolência vim para lhe mostrar que um puro está preste a quebrar com as leis naturais e despertar um ser que não queremos caminhando sobre a terra.

Apontou para o grupo onde estava Charles e os puros.

~ Veja bem o que aquela puro está preste a fazer, aquele puro tem um lacre que evita que o demônio nele saia, se ela fizer isso, liberar o nosso trato estará desfeito e os condenados serão executados imediatamente.


Loran arregalou os olhos e levantou indo rapidamente até Charles, o silencio se desfez e aquele lugar voltou a ter vida e movimento, todos estavam novamente se falando e mexendo quando Loran chegou em Charles criando uma barreira de gelo sendo atingido por vários filetes de agulhas de sangue.

_Charles pegue sua humana e saia daqui, imediatamente.

Virou para Lya e Willian quando a barreira de gelo derreteu e fitou a vampira com certa raiva se pondo entre eles.

_Sugiro que a senhorita e seu acompanhante vão embora, ou terei que ser um tanto enérgico para que os convidem a se retirarem.

Olhava-os ainda numa posição hostil.

Atenção players:
 


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 14 Jun 2016 - 18:55

> Leon <


O loiro resolveu se levantar de onde estava, tossindo um tanto. Deveria ficar atento se mais algum vampiro seria atraído pelo resquício do cheiro de sangue de onde Lewis havia sido atacado. Foi quando viu um outro caçador se aproximando do local. Analisou para ter certeza de que era outro caçador e a postura dele não negava aquilo. Estava sondando o local como se estivesse em patrulha e não possuía aura de vampiro. Aproximou-se dele.

- Boa noite - cumprimentou Aidan com um aceno com a cabeça - Leon Gianni, caçador da divisão espanhola - estendeu a mão e o cumprimentou -  A confusão já foi resolvida… Ataque a um sangue puro. Ainda não estou vinculado à Associação daqui mas fiz uma investigação rápida.

Pegou o bloco de notas e fez as anotações necessárias, entregando ao rapaz em seguida.

- As testemunhas disseram que foi uma adaga arremessada por outro vampiro. Aqui está a descrição da vítima e do agressor e os nomes das testemunhas para que possam fazer um interrogatório. Infelizmente eu não tenho permissão para agir sem que tenha sido aprovado formalmente.

Guardou o bloco e ajeitou o casaco e o cachecol. Não deu a ele a informação sobre o taxi que Lewis havia pego para fugir do local junto à vampira desconhecida. Queria fazer sua própria investigação antes e ter certeza de que o vampiro que fora atacado era realmente seu filho. 

Depois descreveu e mostrou o local do ataque e os rastros do sangue que ele havia coberto com a própria neve do ambiente.

- Sugiro uma equipe de limpeza para coletar ou eliminar esse sangue antes que mais vampiros sintam o cheiro, ou isso aqui pode se tornar um caos - olhou o jovem caçador - Creio que isso seja tudo. Caso precise de alguma ajuda ou precise que eu deponha, é só me contatar - entregou o número de telefone e o cumprimentou outra vez com um aperto de mão - Irei retirar-me agora, o frio não está me fazendo muito bem. Tenha uma boa noite, meu jovem.

Despediu-se dele e suspirou. Onde Lohanne estava? Talvez fosse melhor ligar para ela caso a menina não estivesse o esperando em casa. Já estava preocupado. Tossiu e colocou o pano sobre os lábios. O frio realmente faria mal caso não fosse logo embora. Já havia abusado o suficiente aquela noite, então decidiu ir embora e caminhou para fora do parque.



~*Lily*~



A menina arregalou os olhos surpresa com a notícia que Tohru dava a elas.

- Rose vai casar?! Com Loran?! - ela sorriu largamente - Que ótima notícia! - olhou empolgada para Daryl e Naru - Será que vamos ser convidados? Ah, que bobagem, claro que vamos - falou confiante já que era amiga da noiva, então voltou a olhar a nova amiga - Vai ser ótimo te ver cantar, Tohru-chan! Se importa se eu gravar? - perguntou empolgada apontando para a câmera que ainda estava na mão do namorado. 

Ouviu a menina falar sobre o pai dela e imaginou como ele poderia ter sido, com os olhos brilhando. Devia ter sido fantástico assisti-lo, do jeito que sua filha falava com tanto orgulho e emoção sobre ele. Apesar de não fazer a mínima ideia de quem era o tal Orpheu e o tal Caruso. Não notou quando ela botou a mão sobre o ventre e também não fazia idea de que Tohru já era mãe de um garotinho.

- Eu sei que sou muito enrolada, mas vou me esforçar, nós vamos, não é, imouto? Quero poder ajudar as pessoas - ela olhou Daryl e sorriu - Quero fazer psicologia - contou a ele e sabia que o rapaz iria entender o significado daquelas palavras - E Naru quer trabalhar comigo. Vamos ajudar uma a outra. 

Olhou para o palco encantada com as apresentações seguidas de Caty, com um sorriso nos lábios e olhos brilhando. Então recebeu uma mensagem do pai e olhou fazendo uma cara desapontada.

- Papai disse que já foi… A companhia dele está cansada - falou chateada - Bem, talvez uma próxima vez, não é? - deu de ombros e sorriu. Por sorte não havia notado nada de estranho naquela noite.



 + Nero +


Nero teve vontade de dar uma bela resposta malcriada e suja para Layla quando ela se auto-intitulou como amiga dele, mas conteve a língua e a boca suja por respeito a Louis e porque não queria que a garota se enfezasse com ele e pudesse reagir de forma hostil. Não podia correr o risco de seu companheiro ser reconhecido ou tudo que fizeram para salvá-lo teria sido em vão. 

- É, sim, é minha companheira, agora que já viu pode ir se afastando - falou um pouco hostil enquanto ainda protegia o moreno atrás de si - Acho que você tá procurando chifre na cabeça do cavalo errado, garota, não somos nós que estamos ameaçando a sua tão preciosa ordem e paz. É ali que tá tendo confusão - apontou com a cabeça na direção das esculturas de gelo onde haviam sentido o cheiro do sangue de Charles.

Sentiu a manga do casaco ser puxada e olhou Louis que estava apreensivo. Ouviu o pedido dele e olhou na direção de onde estavam as filhas e o genro. Suspirou quase bufando. Teriam que deixar aquele momento em família para outro dia. Voltou a olhar Layla e esperava que ela não tivesse notado que a voz da companhia dele era masculina e não feminina como ela achava.

- Não se preocupe conosco, estamos indo embora - estendeu a mão a Louis e envolveu a cintura dele com um dos braços - Depois podemos ter uma conversa, “amiguinha” - destilou sarcasmo na palavra - Chame seu irmão querido também, tenho fofocas pra contar - falou em tom de zombaria, mas era a forma que tinha a dizer a ela que tinha informações para eles sem que alguém desconfiasse - Ciao.

Virou-se para Louis e o manteve protegido e oculto atrás de si. Esperava que pudessem sair sem mais problemas e que não se arrependesse de tê-lo levado para ver a apresentação. Explicaria sobre a garota quando o estivesse levando para casa.

- Vamos, mi amore, vamos embora - falou a ele e o puxou para a saída, já enviando uma mensagem de texto para a filha dizendo que estavam indo embora.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 15 Jun 2016 - 0:39


- Sim, eles vão se casar. Pensei que já soubessem...Mas, com certeza, Rose-Sama já deve ter mandado seus convites.Bom, quanto à minha apresentação, ainda não pude conversar com Loran- Oji-Sama, demo...- ela corou ainda mais, embora estivesse sorrindo.- ...sim, não me importo, pode gravar, se quiser.
Ficou ouvindo ela falar sobre seu sonho de ser psicóloga e como ela e Naru-chan ajudariam uma à outra...Sorriu, gostaria de poder ter uma irmã ou irmão também...Ter uma vida menos complicada, poder seguir seus sonhos, mas cada um tinha aquilo que estava em seu destino. quem sabe um dia ainda poderia ser feliz e realizar seus sonhos?
Se concentrou no show da violinista. Já ouvira falar dela. Realmente era incrível! Que bom poder ver aquele espetáculo de tanto talento. Estava feliz! 
Tohru também nada notara de diferente e aproveitava o que para ela era um raro momento de tranquilidade e lazer despreocupado. 
- Que pena, Lilly-chan. Mas tenho certeza que não faltará oportunidade de conhecer seu pai. A senhorita Caty é maravilhosa, não é? - comentou olhando pra violinista, encantada. 


"-Você é carne ou espírito?
 -Eu sou tristeza."
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Hoje à(s) 21:19

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