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 Green path - Central Park

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MensagemAssunto: Green path - Central Park    Seg 1 Fev 2016 - 16:53

Green path - Central Park


Spoiler:
 


Na cidade Central, havia uma área verde cercada que era ponto de encontro para os moradores fazerem passeios junto a natureza, era o parque da cidade um jardim muito bem urbanizado que atraia muitos frequentadores para caminhadas, passeios e apenas descansar. No cento desse parque havia o Coreto que era onde havia diversos eventos que ficava de frente a um lago, no inverno virava uma pista de patinação no gelo.

fonte das imagens:
 


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 4 Fev 2016 - 11:32





O parque tinha pouco movimento, principalmente naquela manhã fria mas Kairen havia procurado por sua criança e ela mantinha uma rotina comum àquele lugar. Ela costumava ir até aquele parque em dias alternados e ele esperava que ela o notasse.

Sentou-se num dos bancos da alameda principal junto a seu violoncelo e começou a dedilhar algumas notas. Sabia que aquilo atrairia algumas pessoas, mas ele esperava atrair somente uma.

Ainda sentia o sangue dela correr por suas veias, havia lido e relido aquelas páginas de diário com confissões da adolescente que Freya era. Era estranho se sentir tão preso e ligado à alguém tão jovem, era estranho sentir que quase mil anos depois seu coração presos nas sombras da partida de Seiren agora se concentravam novamente em sentir, em desejar.

Kairen nunca fora um vampiro ligado aos prazeres e luxúrias de sua espécie. Havia nele toda uma dor e fúria que impediam que aqueles sentimentos lhe trouxessem alguma coisa além de uma necessidade tola da carne.

Por isso as sensações que aquela vampira ruiva e jovem lhe despertara eram tão especiais e agora que estava novamente sozinho naquele mundo, ter alguém de seu passado em sua vida seria algo esplêndido.
Ele começou então a dedilhar as ntas, agora elas formavam uma melodia. Então ele fechou os olhos e aguardou, esperava que aquilo tocasse sua criança e ela viesse até ele.





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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 4 Fev 2016 - 16:50

as manhãs da cidade eram levemente turvas, o sol sempre parecia se espreguiçar por traz das nuvens, o ar era pesado e frio. Seus olhos verdes observavam o momento do amanhecer com uma marca escurecida debaixo dos olhos. A sua sorte era que havia se alimentado, mas o quanto tempo suportaria ficar repetidas noites sem dormir? A insônia causada pelos pesadelos a ajudava a acordar em meio a madrugada  já bem próximo ao nascer do sol  para voltar a ler e estudar. O horário era um tanto propício, principalmente quando dormia na academia. Assim podia se arrumar e sair para dar uma volta aproveitando o momento além de tudo para conseguir as informações que precisava.


Aquela manhã tudo que quis foi subir no alto de uma arvore e observar o nascer do sol, estava um pouco acostumada a estar em locais de temperatura baixa, esse era um defeito de estar próxima de Tuomas, que não se importou  do ar gelado que queimava levemente as maçãs de seu rosto e lentamente ressecava seus olhos. O espetáculo demorou algum tempo, mas sua luz parecia ainda se esconder por traz de um véu transparente, a deixando turva e com aspecto ainda mais frio quando desceu da arvore e resolveu voltar a seus afazeres.


Saindo da cidade alta e já na cidade central, freya entrou numa dessas cafeterias e pediu um chocolate quente bem grande, suas mãos estavam protegidas pelas luvas  pretas. Ela se vestia de forma simples, uma calça quente e confortável preta, botinas bem quentes para o frio, uma blusa térmica escura e uma camisa cinza de manga longa bem larguinha, do tipo que deixava seu ombro a mostra, por cima um casaco negro grosso com capuz e enrolado pelo pescoço e embolado entre os cabelos ruivos seu cachecol vermelho. Andava com uma bolsa de couro castanho transversal  e era o suficiente, carregava além da carteira e o celular seu diário com as paginas faltando, mas que não fazia menção alguma de reaver as paginas, carregava consigo também alguns livros de sua pesquisa e alguns lápis, e agora um chocolate quente entre as mãos.


A fumaça escapava lentamente pelo espaço da tampa enquanto a ruiva caminhava pelas ruas, seus passos eram calmos enquanto apreciava a visitar a paisagem, já dentro do parque seus pés a guiavam pela alameda arborizada em direção ao lago, por mais que não soubesse patinar direito sobre o gelo, gostava de assistir as crianças que se divertiam por ali. O celular tocava alguma melodia tocada no piano enquanto ouvia pelos fones de ouvido, seu chocolate chegava na metade do copo quando uma pequena concentração de pessoas estava parada próxima, mas nem tanto de uma pessoa que tocava, Freya pensou “ que raro, alguém tocando por arqui nesses dias frios” e então curiosa livrou uma das orelhas do fone enquanto seguiu seu caminho pela alameda. As notas e o som do instrumento faziam seu corpo vibrar junto com a melodia, quanto mais próximo chegava conseguia ouvir melhor e então ver os traços daquele homem  ali, sentado tocando seu instrumento, seus longos cabelos negros e seu cavanhaque davam um ar um tanto exótico a sua figura esguia, porém era impossível de se confundir, se tratava de um vampiro.


Não era qualquer vampiro, era UM vampiro, sua aura nobre podia ser confundida com uma pontada de bestialidade, e isto impossibilitou que freya desse um passo além daquela pequena plateia. Sabia que tanto seu cheiro quanto sua aura caótica dificilmente se disfarçariam por entre aquelas pessoas, mesmo assim por entre as pessoas, o observava. Seu cheiro despertara alguma coira em seu intimo  que seu corpo inteiro vibrava como as cordas que eram tocavas, podia quase se sentir como aquele cello tocada pelo instrumentista e cantando as notas mais afinadas para seu deleite. Seus olhos se arregalaram em espanto e seu sorto corou  pelo devaneio de tal pensamento enquanto disfarçava tomando o chocolate e se concentrava para não se queimar ou engasgar. Seu coração estava apertado e acelerado e o sentimento de deja-vu  fizeram seus pensamentos rodopiarem, mas a vampira não sabia se isso seria uma influencia do puro a sua frente ou por suas noites mau dormidas.


Seus olhos verdes antes levemente opacos, lampejaram uma pequena faísca de interesse quando tentou dar um passo mais para perto, mas de alguma forma algo a abraçava por dentro, como se suas amarras se tornassem mais justas e um pequeno lampejo de dor atravessou suas têmporas fazendo que então recuasse alguns passos. Sem perceber que um ciclista vinha e então se chocasse contra ele, por sorte a única coisa que havia acontecido era que seu chocolate havia caído n o chão, e de alguma forma, uma parte da platea havia parado de prestar atenção no  cellista e agora nela, que estava de pé, prostrada, envergonhada e com as botas sujas de chocolate quente enquanto tentava se esconder com o capuz, mas ainda sim não conseguia fugir do alcance do cellista, havia caído em sua armadilha como um inseto na teia de uma aranha.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 10 Fev 2016 - 14:58



As notas escapavam suavemente, formando uma melodia harmoniosa, que parecia combinar perfeitamente com o clima frio. Kairen fechara seus olhos, deixando-se levar pelos pensamentos daquele sentimento que havia dentro dele, daquelas memórias confusas de Freya, da escuridão que havia caído sobre o passado deles. Sombras, tudo relacionado a ele sempre fora cercado por sombras e ele sabia que assim sempre seria.

Mais pessoas se juntavam ao redor, mas seus olhos se abriram ao sentir aquele odor, aquele que parecia vibrar junto com suas notas e espalhar-se pelo ar junto ao som que escapava de suas cordas. Sim, ela o havia notado, mas ele apenas desviara o olhar como se ali não houvesse nada além de mais um espectador.

Dentro dele a noite sem estrelas se movia, correndo por suas veias enquanto seus dedos ainda faziam surgir notas e notas e agora sua mente dizia para largar tudo aquilo ali e então tomar aquela jovens no braços e roubá-la.

“Ela não sabe quem você é” - as palavras de Lirion surgiam em meio as sombras e Kairen então fechou os olhos novamente, ouvindo cada passo dela ecoar no chão, sentindo o vento frio tocar sua pele, sentindo que os batimentos da vampira se aceleravam, o sangue dela agora coloria sua face pálida.

Ele engoliu em seco, as notas tornando-se mais poderosas embora a melodia permanecesse calma. Ele tornou a abrir os olhos e encontrar o rosto da criança, de sua criança, os cabelos de fogo, os olhos verdes, tudo estava ali, mas havia algo mais.

Ela vinha em sua direção, como se ali ele tocasse a flauta de pan, parecia que havia somente ela naquele momento e então tudo aconteceu muito rápido, a pequena linha que ligava eles naquele momento de memórias fora rompida e agora ela jazia ali no chão, caída, as botas sujas de chocolate, o rosto oculto pelo  capuz e então seus olhares não se cruzavam mais.

Kairen respirou fundo e então finalizou a música, sendo aplaudido longamente pelas pessoas que agora voltavam a atenção a ele.

O vampiro agradeceu, recebeu o dinheiro dos que ali estavam e então foi até ela.

-Um outro chocolate? - a voz dele era calma, quase monótona e desinteressada, não parecia um flerte e ele tinha o olhar preso nas manchas de chocolate na neve e não no rosto dela, as mãos seguravam seu instrumento e as notas e moedas que havia ganho.

Ele guardou o dinheiro no bolso do casaco e então estendeu a mão para ela.

-Me chamo Kairen e a senhorita? - ele perguntou, só então erguendo os olhos negros como a noite para a menina vampira, agora não mais tão menina. Sim, havia sido isso que mudara nela.





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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 10 Fev 2016 - 16:52

Por algum motivo o destino parecia brincar em momentos críticos, outras pode se ter certeza das travessuras que ele comete para eu fatos relevantes aconteçam, essa era uma verdade para Freya, ao menos respondia as perguntas de como tudo isso foi acontecer, desde seu azar em seu nascimento até o copo de chocolate quente sobre suas botas supostamente impermeáveis ( e pelo visto não era, já que o liquido quente havia umedecido e esquentado seu calçado que por sorte era escuro). O musico continuava a tocar a melodia enquanto a ruiva havia se abaixado tentando secar o sapato com o guardanapo, com o capuz na cabeça e alguns passos mais afastada da multidão ( mas ainda ali)havia aplicado um pouco de neve sobre  o sapato, o que havia ajudado, mas não resolvia muita coisa, sua botina estava levemente úmida e teria que esperar que aplicar a neve sobre ela ajudasse a seca-la.


A musica havia terminado e os aplausos haviam se dissipado, porem uma sombra a cobriu. Um pouco receosa, seu olhar subiu lentamente de suas pernas até o rosto do vampiro que parecia fitar o copo de chocolate e sua bota. Com o rosto erguido o capuz caiu sobre suas costas revelando seus cabelos cobreados enrolados pelo cachecol vermelho. Com o rosto ainda corado pela vergonha que havia cometido e as olheiras que acusavam suas noites mal dormidas, seus olhos verdes pareciam que haviam algum fio de vida que os fazia brilhar novamente.


Com a mão estendida, a ruiva apenas prendeu a própria respiração, como algém como ele poderia olha-la? Enxerga-la? E estava ali sendo educado, isso não era algo comum de receber de outros vampiros, principalmente de hierarquia tão alta.
—o... Obrigada. — seus olhos focaram aquela mão estendida até que a sua mão tocou a dele. Uma sensação de deja-vu afligiu seu peito enquanto sentia uma leve perturbação em sua cabeça
"— ele vai te matar
—ele vai se aproveitar de você
— ele é um puro sangue, não precisaria de nada disso se quisesse
— é uma armadilha não vê? Não sente isso?




— apenas siga o lobo e tudo ficará bem..."


Aquela mancha escura do chocolate sobre a neve fresca a lembrou de um estranho sonho que teve em uma noite de neve. Essas manchas eram um sinal de que o destino havia se apresentado a ela e então mostrado algum caminho a seguir.
Seus olhos então se ergueram e fitaram o negro dos olhos daquele vampiro que a oferecia para um chocolate e gentilmente se apresentava a ela. Sua mão ainda segurava a dele, de alguma forma havia esquecido e se perdido em meio aquela escuridão.


— Freya... me chamo freya...
Suas palavras saíram quase como um suspiro, seus olhos então se arregalaram e as maçãs do rosto se coraram enquanto num susto se deu conta do que havia feito, e então firou o rsto tentando desfarçar a expressão, mas ainda segurava aquela mão, foi só quando a apertou é que percebeu que ainda a segurava e que não queria larga-la, porém em um rompante tentou puxa-la, a ruiva estava confusa, esse seria o poder de um puro sangue tão poderoso? Ser tão forte a ponto de cativar qualquer vampiro que o olhe?  Ou seria apenas influencia de seus descansos ruins?


Uma forte dor de cabeça latejou  quando levou a mão sobre o olho que parecia pulsar, e então pequenos sussurros de algo escondido havia surgido em seus pensamentos. Não havia sons, apenas imagens de que brigava com um homem alto e que alguém, com o porte de kairen e bem vestido estava lá, de alguma forma apartava a briga ( mas não poderia ter certeza, seu rosto estava turvo), em imediato a cena onde estava sentada sobre a grama e chorando, e que “kairen” dizia adeus a ela, surgia em sua cabeça, mas este não se parecia em nada com o outro. De alguma forma, um estrondo como uma vidraça quebrada surgia em sua mente, e a cena de rompimento com “Kairen” parecia se rachar , como um vidro e estar prestes a ruir.


— desculpa, eu...—seus olhos haviam perdido o foco, mas era impossível não encontrar com os dele e não se hipnotizar. — acho que andar tão cedo não tem me feito muito bem.
Com um sorriso gentil, curvou-se numa reverencia discreta ao sangue puro, tentando não olhar em seus olhos e demonstrando de alguma forma submissão, freya sentiu um pouco de medo com o que estava acontecendo, não entendia se tudo aquilo era influencia dele ou se havia algo amais, porem entendia, caso tudo isso fosse influencia dele, não deveria contraria-lo, ou poderia ser submetida a algo pior.


- bem, se esta disposto senhor Kairen aceitarei de bom grado.
O vampiro podia sentir que dela exalava o medo e confusão da parte da vampira, que a primeira vista parecia se portar como uma adolescente tímida frente ao ídolo que a convidava para sair, da mesma forma que sua aura densa revelava aqueles que conheciam, os pecados que havia cometido.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 18 Fev 2016 - 9:22




Ela tinha medo de olhar para ele. Por que? Por que ele era um puro sangue? Por que era tão velho quanto o tempo humano na terra? Por que? Porque ela havia simplesmente esquecido dele e aquilo fez o olhar calmo e escuro de Kairen por um momento se inquietar, mas ele respirou o ar de inverno gelado e lembrou-se do que Lirion lhe dissera.


Freya ainda lhe segurava a mão e sua vontade era simplesmente puxa-la para perto de si, abraçá-la e lhe explicar todas as coisas que estavam acontecendo e que agora ele não iria embora. Era estranho como, por dentro, perto daquela vampira tão jovem ele se sentia simplesmente como qualquer outro homem. Não havia poder dentro dele que fosse capaz de apagar as sensações causadas por aquela ruiva diante dele, por aqueles olhos verdes.


Mal estar, estaria ela lembrando dele? Estaria algo dentro dela se remexendo e dizendo quem ou o que ele era? Um vampiro ou um caçador na mente dela.


Ele soltou a mão dela e então fez apenas um gesto afirmativo com a cabeça, dando dois passos, passando por ela e então indicando a saída do parque com um das mãos, enfiando ambas as mãos nos bolsos de seu casaco preto em seguida. Ele temia o que elas fossem fazer caso estivessem fora dos bolsos.


-Andar de manhã nunca é bom para nenhum de nós, mas hoje eu senti vontade de tocar alguma coisa, aqui neste parque. Passei por aqui ontem - ele disse, inventando uma história. Queria algum modo de atiçar as memórias dela e como não poderia ser arrancando um beijo dela ou alguma coisa assim, ele partiu para algo mais fácil, sorrindo brevemente antes de comentar.


-E senti que hoje era o dia de salvar uma donzela em perigo - ele completou, olhando-a de lado. Se ela ainda fosse a mesma vampira tentando ser durona, se ela ainda fosse aquele tanto infantil, ela certamente cairia - Chocolate quente queima - ele sorriu, olhando então nos olhos dela.

“Cantada barata demais, acho que estou convivendo muito com humanos…”
- ele não pode deixar de pensar, mas era assim que se sentia ao lado dela então ele precisava tentar qualquer coisa.





"Tão certo quanto a noite é escura, seu amor por mim irá voltar de suas memórias, nem que para isso você tenha que beber todo o meu sangue, ou despedaçar toda minha alma, para juntar os pedaços perdidos dentro de você"





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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 18 Fev 2016 - 15:16


Ainda tinha um dos fones de ouvido pendurado a orelha quando a melodia do piano havia mudado para uma outra banda, uma musica um tanto mais animada que de alguma forma acelerava sua pulsação pelo ritmo e pela companhia que andava ao sei redor, seria imaginação sua, ou a forma na qual havia caminhado teria sido de um tanto acolhedor? Ele ainda a olhava e isso fazia suas maçãs ruborizarem, como resistir a sua presença e ao negro de seus olhos, pensou por um momento que perderia o folego se continuasse a observa-lo e então por um instante mudou o foco de sua atenção, para o caminho, com o copo vazio em suas mãos.

<<..We live in every moment but this one
Why don't we recognize the faces loving us so
What's God if not the spark that started life
Smile of a stranger
Sweet music, starry skies
Wonder, mystery, wherever my road goes
Early wake-ups in a moving home
Scent of fresh-mown grass in the morning sun

Open theme park gates waiting for..>>



Kairen escreveu:
“-Andar de manhã nunca é bom para nenhum de nós, mas hoje eu senti vontade de tocar alguma coisa, aqui neste parque. Passei por aqui ontem”


“então ele anda por aqui as vezes? Porque não o noto com tanta facilidade? Ou nos desencontramos quase sempre? Ou será que veio atrás de mim, mas porque? Não parece ser dos tipos que frequentam o castelo, muito menos dos que andam com lirion ou até mesmo com qualquer outro parente, não teria a “classe” que eles considerariam como aceitável. Mas ainda sim...”

Kairen escreveu:
“-E senti que hoje era o dia de salvar uma donzela em perigo - ele completou, olhando-a de lado. Se ela ainda fosse a mesma vampira tentando ser durona, se ela ainda fosse aquele tanto infantil, ela certamente cairia - Chocolate quente queima - ele sorriu, olhando então nos olhos dela.”


“OQUE??” ISSO? ISSO FOI PARA MIM???”
Freya arregalou os olhos um tanto assustada com o que havia acabado de escutar, o choque foi tão grande que parou por um instante fitando o vazio um pouco espantada, teria sido isso mesmo? uma cantada barata? Teria ele dito que passava por ali e a esperava? Que havia visto e de alguma forma se interessado?  Ainda u m pouco desconfiada, freya levou uma das mãos fronte ao rosto um pouco acima dos olhos em uma linha horizontal e começou a expiar a sua volta a procura de algo ou alguém, parecia empenhada a procurar.

- perdoe-me Mr. Kairen, mas não encontro nenhuma donzela em perigo por aqui, talvez a encontre na pista de patinação com medo de cair e se cortar com as laminas, porém acredito que isso seria um tanto inconveniente para alguém como você ajuda-la.

A mão fronte a fronte desceu a altura do busto enquanto falava mostrando falsa preocupação  que mais disfarçava uma risada sobre aquele tipo de cantada, de fato aquilo parecia um tanto cômico, ele era um puro sangue, e ela apenas uma transformada, ele havia parado ali  e estendeu-lhe a mão e agora tentava fazer de alguma forma que ficasse corada com aquele tipo de flerte, quantos anos ele deveria ter? não, anos não era o certo para ele, quantos séculos não haviam passado desde a ultima vez que tentou flertar com outra pessoa?

- desculpa vovô, mas neste século será muito difícil encontrar uma donzela em perigo, principalmente donzela se tiver mais de doze anos, porém ...o chocolate queima, eu sei, mas ando por algum tempo andando em lugares tão frios, que um pouco de calor me faria muito bem, quem sabe o próximo chocolate não consiga derreter o gelo de outras parte de mim?

Com um sorriso travesso mordiscou o lábio inferior  o deixando um pouco esbranquiçado enquanto a pele deslizava por seus dentes deixando sutilmente as presas de fora, e então os tornando mais carmesim quando o liberou da leve mordida em contato com o frio.  Era um tanto repentino a sua mudança de humor, mas havia percebido algo, ele não queria machuca-la, queria apenas uma diversão e um flerte, e a ruiva então pensou, “por que não?” alguém como ele a olhava, e ele fazia o seu tipo, era alto, imponente, cabelos longos, e principalmente, tinha aquele toque de bestialidade em seu olhar que fazia uma pequena vez em seu interior lhe sussurrar que talvez sua mordida pudesse ser fatal, e que tivesse o poder de fazê-la sentir que se liquefaria em desejo.
Já havia se deitado com alguns homens, alguns deles a fizeram se sentir desejada, outros a fizeram se sentir suja, apenas um havia feito se sentir satisfeita, e apenas tinha certeza que apenas um a fez chegar ao lugar diferente, e que havia deixado um vazio enorme quando se foi. De alguma forma freya sempre tentava preencher esse vazio, mesmo sem entender o que esse vazio realmente significava.

Freya voltou a caminhar em direção ao caminho indicado, tentava não sorrir com o que havia ouvido e presenciado, e então tentava disfarçar murmurando a musica que ouvia no fone, por vezes ou outra olhava para o vampiro ao seu lado tentando disfarçar o sorriso, havia deixado de ve-lo como um Puro sangue assustador, e então pode reparar, que além de acha-lo muito bonito, seu cheiro de antigo aguçava sua curiosidade, quanto tempo havia que andava sobre a terra? O quanto conhecia do mundo? e principalmente, ele teria notado suas olheiras de quem não dormia direito a dias? Estaria com uma aparência tão frágil e doente assim?


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sab 20 Fev 2016 - 11:30




To paradise with pleasure haunted...

haunted by fear


Kairen se divertia internamente com cada reação que a jovem vampira tinha, embora sua expressão continuasse mais debochada do que qualquer outra coisa e suas mãos permanecessem nos bolsos enquanto ele mantinha seu passo no mesmo ritmo dela.

Era estranho como, para Freya, o fato dele ser quem era e lhe dar atenção fosse algo incomum. Ele não sentira isso da primeira vez que ela o encontrara, da primeira vez que se conheceram e agora ela parecia nutrir uma espécie de respeito por seu sangue. Aquilo não era algo agradável a ele, eles eram iguais.

Ele quase riu, mas apenas sorriu quando ela se referiu à pista de patinação e às lâminas. então ela achava que ele era um descontrolado sedento?

-Eu não teria nenhum problema em ajudar algumas pessoas cortadas ao meio por lâminas - ele respondeu, observando algumas pessoas que passavam, ajeitando a mala com seu instrumento sobre um dos ombros e então tornando a olhar Freya - Mas acho que causaria maii quedas na pista, afinal eu sou bonitão, não é? - ele sorriu, erguendo apenas um dos lados de sua boca.

“Vovô?” - ele ergueu uma sobrancelha. Não queria criar esperanças, ainda mais com algo tão pequeno, mas era assim que a Freya de dois anos atrás o chamava e era assim que ela o chamava agora.

-Vovô? Garanto que estou em plena forma física, mesmo com o passar de tantos anos. Nada que uma alimentação saudável e exercícios não façam, pena que não podemos dizer isso de todos os vampiros por aqui, afinal, quem esta com as mãos frouxas é a senhorita - ele continuou a caminhar dois passos atrás - Lugares frios? Não me parece alguém que aprecie este tipo de lugar, mas se quer calor então venha - ele adiantou alguns passos e enlaçou o próprio braço no dela, passando a guiar o ritmo dos passos para a saída do parque.

Havia tantas coisas que ele gostaria de dizer, a mente dele fervilhava com mil lembranças, com beijos sobre seu corpo, com arranhões por suas costas, com sombras, mas ele mantinha aquela expressão debochada e aquele jeito mais “jovem”, embora ainda houvesse aquele ar antiquado em seus olhos pretos como a noite sem estrelas.

Lirion dissera que Freya precisava ser salva e protegida e explicara um pouco sobre seu próprio clã. Teria este clã espaço para Kairen? Sera que ele mesmo iria querer pertencer a alguma coisa depois de resgatar Freya e encontrar Lohanne para leva-la de volta à Rússia?

E quanto a Yan Yuriev? Era engraçado como aqueles últimos dois tinham pouca importância agora. Ele queria voltar para a neve da Finlândia, três mil anos atrás e se colocar novamente entre os lobos brancos e queria que apenas Freya fosse com ele.

No fundo, Kairen estava deixando de lado sua palavra para Alastor, afinal, Lohanne escolhera o próprio caminho e ele não entendia qual seria a importância dela afinal.

-Você ainda estuda na Cross? - ele perguntou de repente e se praguejou por deixar escapar aquele ainda, Esperava que ela não notasse aquele detalhe de sua pergunta.
Agora eles saiam do parque e estavam parados no semáforo esperando para atravessar à rua. Kairen tinha seu olhar distante de repente, como se procurasse alguma coisa entre as pessoas ali.





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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 21 Fev 2016 - 15:44


A musica tomava um ritmo mais lento, mas a ruiva a conhecia sabia que o clima um tanto melancólico ocultava um grande sentimento algo que não era simplesmente só tristeza.
Talvez, talvez tudo tenha algo amais escondido.

Kairen escreveu:
-Eu não teria nenhum problema em ajudar algumas pessoas cortadas ao meio por lâminas 
- Mas acho que causaria mais quedas na pista, afinal eu sou bonitão, não é?


“e como?”- pensou freya num suspiro que disfarçava enquanto olhava para o caminho — não se ache tanto assim sabe que é por causa da sua casta que encantaria as pessoas comuns (humanos).

Tal ideia causava um pouco de desconforto em seu peito e então sua palma sobre o busto mascarava que a ruiva tentava entender o porquê daquilo, olhava para todas as direções em busca de um foco que não fosse ele, ou poderia não conseguir resistir. Estava apenas a pouco mais que dois passos de distancia de Kairen, o esperando terminar de arrumar seu instrumento enquanto escondia as risadinhas sobre laminas e seu ego, era fluido e pacifico, a pequena inquietação havia se abrandado e tudo que restava era um pequeno calor acompanhado dos sorrisos. Havia liriel sim e outros tantos amigos que teve que deixar para trás, mas quanto tempo desde que sorriu pela ultima vez? Antes de ser sequestrada pelo primo de Liriel, quanto tempo isso fazia?

Kairen escreveu:
-Vovô? Garanto que estou em plena forma física, mesmo com o passar de tantos anos. Nada que uma alimentação saudável e exercícios não façam, pena que não podemos dizer isso de todos os vampiros por aqui, afinal, quem esta com as mãos frouxas é a senhorita .

— Não foi minha culpa, não é sempre que alguém praticamente te atropela com uma bicicleta... — com uma expressão que mostrava inconformada por tal comentário, colocou as mão na cintura e então bufou ao final da resposta.

Kairen escreveu:
- Lugares frios? Não me parece alguém que aprecie este tipo de lugar, mas se quer calor então venha 

Aquelas palavras fizeram seus olhos se abrirem num rompante enquanto segurava o folego por alguns instantes.  O calor que se formava de dentro do estomago havia percorrido o corpo e então se acumulado no rosto, podia sentir o vento ainda mais frio que já estava.  Ele tomou sua mão e então a enlaçou entorno de seu braço, imediatamente sua outra mão foi em direção ao cachecol e então o erguei um pouco mais, cobrindo parcialmente o próprio rosto enquanto desviava o olhar. Parecia difícil controlar suas reações próximo a ele, seria esse o encanto de um puro sangue? Era engraçado pois Loran não causava isso sobre ela, muito menos outros nem mesmo Charles, principalmente Denis que causava ate mesmo um pouco de asco, o que era isso que sentia por ele? Era repentino e inquietante. Seus olhos voltaram a se encontrar enquanto voltavam a caminhar pela alameda em direção ao portão do parque.

Flashback escreveu:
— não da mais Frey. .. na..e...

A cena se ruía como um castelo de areia enquanto as ondas se chocavam contra suas paredes, dando espaço a uma outra cena: estava sentada no carro no banco de tráz, enquanto alguém estava no banco da frente. Ele era alto  com longos cabelos negros e muito bem alinhado, mesmo sem roupas formais. Ambos olhavam a cena do lado de fora onde um homem estava com um buque de rosas esperando alguém... Lohanne.

Estava mergulhada na própria lembrança, mas de quem eram aquelas lembranças, seriam delas mesma? Ou de algum outro parente que havia consumido? Não, essa era uma lembrança dela, era a Lohanne, tinha certeza, não conseguia entender o que era dito, quando então estava irritada demais e pulou para o banco da frente, se sentando ao lado daquele homem de olhos negros que erguia uma sobrancelha por aquela ação. Seus olhos negros eram opacos, mas as vezes lampejavam algum brilho, ele era um vampiro, tinha certeza. Sua presença era forte e marcante a qualquer um.

Ela olhava em seus olhos enquanto podia ouvir seu nome ser sussurrado cheio de desejo.seus olhos por um instante se fechavam  enquanto marejavam,
“—k... ka..”
“—não, por favor não... de novo não”
“—kai...”
“— pare! Você vai chorar, vai doer”
“— por que?”
“—pequena... vai doer, vai doer muito eu sei, mas você trilha um caminho de dor, está disposta a trilhar por entre o inverno? Conhecer a face de teus medos?”
“— o que mais me resta se não enfrenta-los ou fugir de mim mesma para sempre?”
“—esta disposta a ser abraçada pelos pesadelos que se escondem na escuridão? “
“—o que isso significa?”
“— quebrarás sua alma, seu coração e sua mente mais uma vez?”
“— mas, por que?”
“— pelo lobo negro que uiva a procura de sua matilha em meio a tempestade de neve”
“—quem?”
“— escute o uivo solitário dele e saberá a sua resposta”


O tempo passa de formas diferentes dento e fora da mente de freya, uma longa conversa entre seu consciente parecia não ter durado mais que alguma fração de segundos. Seus olhos um tanto vazios e confusos olharam o portão que haviam acabado de passar enquanto esperavam a permissão  dos carros para atravessar a faixa de pedestres, seu braço ainda estava envolvendo o dele, enquanto ainda confusa voltou a abaixar o cachecol e respirar o ar frio precisava por ordem nas coisas, o silencio havia durado quanto tempo até que ele quebrava o gelo com aquela pergunta

Kairen escreveu:
-Você ainda estuda na Cross?

Seus olhos se arregalaram, seria um stalker? Freya virou a cabeça para fita-lo com um tanto de espanto e medo.

— como... como você?


Flashback Alana e Denis escreveu:
- Por que você me  deixou?
– você não sentiu minha falta?
- Meu primo morreu
– Eu gosto do titio Kairen

Agora sei porque Kairen a aprecia, você é um caos total e... você tem muitas coisas interessantes à sua volta. Uma pena que você não lembre daquele... coroa

Aquelas lembranças do ultimo encontro com alana e denis haviam aparecido, quem era Kairen? Quantos Kairen haviam em sua vida? O que amou? O que era tio dele e este?

Este que estava a sua frente, parecia saber algo sobre ela, quem era ele? Seria o tio de Alana e do Denis? Havia sentido, afinal ambos eram sangues puros e ele também era um, então ele era parente de alana. Então ele a apreciava como Denis dizia? Era dele que Alana mencionou que gostava de ver ao seu lado? E ele tinha um filho que morreu, seu ilho era o Daniel? As peças começavam a se começar a fazer sentido, mas não se encaixavam por completo, onde teriam se encontrado? Alguma coisanão parecia a fazer sentido, quando então sua mente a levou novamente aquele carro, Kairen se sentava ao lado dela com um ar arrogante dizendo baboseiras sobre o casamente de Daniel e Lohanne, era o certo a ser feito.
Lohanne, esse era o ponto.

Ela havia a ajudado a fugir de Denis e sua família, quando conheceu alana, e assim conheceu Kairen e Daniel... eles brigaram e discutiram até que se conversaram sozinhos, se olharam sem preconceitos e se beijaram pela primeira vez.
A imagem de suas lembranças falsas sobre Kairen ruíram dando espaço as lembranças verdadeiras. As diputas, quando implicavam um com o outro, igual fizeram a instantes atrás, dos beijos apaixonados, dos primeiros carinhos mais íntimos e da primeira noite juntos, principalmente de quando disse que iria ir embora, iria a uma batalha de vida ou morte, que não sabia se sobreviveria, e depois de lagrimas e promessas, finalmente dizia que voltaria se sobrevivesse, quando tudo acabasse.

Lembrou da angustia e dos dias e meses sem noticias, de quando tudo parecia tender a sua morte, e de quando não conseguia acreditar que havia tudo terminado assim.  A insegurança tomou e apavorou seu coração quando noticias sussurradas pelos ventos diziam sobre a sua falha, boatos maldosos que fizeram seu coração ruir, e os problemas que enfrentou a seguir que a deixaram mais e mais fraca, triste e sem mais vontade de viver, fazendo a loucura de seu cárcere e de sua condição avançar rapidamente.

Os olhos de freya que mostravam pavor se converteram para confusão, angustia e dor. Em seus olhos as lagrimas se acumulavam até o ponto que começavam a rolar por seu rosto. Sua mão livre se ergueu tremendo. Não sabia se aquilo seria uma ilusão ou a realidade, as vezes não conseguia distinguir qual era qual.  E lentamente seus dedos tocaram o bochecha do vampiro. Um nó em sua garganta apertava mais e mais dificultando para respirar ou engolir a própria saliva, a pressão sobre o peito era forte enquanto tocava sua pele com a ponta dos dedos em uma caricia extremamente cuidadosa, tinha medo de acordar e descobrir que aquilo não era real, e se levantar novamente em seu quarto no hospital entre as lagrimas chamando seu nome.

~kairen... Dimedenko...

Num sussurro quase sem folego, chamava seu nome de maneira desejosa e sofrida, como se um grande vortex tivesse acabado de abrir em seu peito, sugando tudo para dentro de um pequeno buraco negro. as cores a sua volta se distorcerão e se transformaram em escuridão, o som  parecia ser abafado até mesmo não poder se escutar mais nada e tudo o que via era o vampiro a sua frente. Com os paços vacilantes, se aproximou o suficiente, com a mão erguida, tocava e acariciava o rosto que agora apresentava um cavanhaque, a outra mão o soltou e também tocou seu rosto assimilando que talvez tudo aquilo realmente era real, enquanto as lagrimas rolavam.

~kai...

Uma dor forte parecia ter penetrado em sua mente e em seu coração, deixando-a inconsciente e caindo sobre o vampiro enquanto lutava contra a dor latente para se manter agarrada, desmaiando sobre seu peito segurando seus cabelos e roupa.

“Meu kairen...”


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 24 Fev 2016 - 14:18






Era quase impossível conter a vontade de ler o que se passava na mente de Freya, mas ele temia, após as palavras de Lirion, que aquilo pudesse causar uma confusão mental ainda maior na vampira.


-Você se sente assim? - ele perguntou quando ela disse que as pessoas se encantariam pelo que ele era e não por sua beleza. Se bem que, ele não era ingênuo, e sabia que muit de sua beleza vinha de quem e do que era. Sua pele pálida, seus olhos e cabelos pretos, seu corpo e até o cheiro que exalava, tudo aquilo era por ele ser um vampiro.


Ele quase se segurou novamente quando ela bufou, adoraria apertar a bochecha dela, mas temia que estivesse indo longe demais, na verdade algo dentro dele dizia que estava indo longe demais ainda mais quando aquela pergunta escapou por seus lábios.


Foi como caminhar em gelo fino, mesmo sem ler os pensamentos da vampira ele pode sentir claramente a sensação de mal estar que se remexeu dentro dela. Ela parou, parecia tonta, parecia com dor.


Kairen se inclinou sobre Freya, preocupado com aquela mudança repentina no comportamento da vampira. Ela estava lembrando? Ela estava lembrando dele?


A expressão da ruiva era de dor, de ressentimento, mas ao menos não era de medo como ele temia que fosse, ao menos ela não estava fugindo delem pelo contrário, ela estava ali, erguendo a mão em direção ao rosto dele, os olhos cheios de lágrimas e dessa vez foi ele quem se sentiu inseguro e prestes a recuar.


Ainda assim ele aceitou aquele toque e fechou os olhos quando ouviu a vampira pronunciar seu nome. Como era bom ouvi-la chamando, como era bom saber que ela estava despertando, mas ainda assim ele se sentia em gelo fino. A simples presença dele havia então quebrado o que o outro vampiro, o tal de Tuomas havia feito? Sera que eles quiseram mesmo que Freya o esquecesse?


Kairen ergueu ambas as mãos e segurou o rosto de Freya. Até que ponto poderia avançar, o que ela havia lembrado dele? Ele queria fazer tantas perguntas, mas tudo o que fez foi se aproximar cuidadoso e encostar os lábios sobre as palpebras dela, secando suas lágrimas.


- Criança, você parece estar sofrendo tanto - ele então trouxe o rosto dela para seu peito e a abraçou. Ela parecia sofrer tanto por lembrar, por sentir, por querer. Sera que ele havia feito o certo em aparecer? Lirion lhe dissera que aquele era o momento, mas por que? Ele teria que aguardar para saber.


Foi então que ele sentiu o corpo dela pesar sobre seus braços, envolvendo-a ainda mais para que não caísse, erguendo-a facilmente no colo, mesmo com o pesado instrumento sobre seu ombro.


Ele caminhou apressado para fora do parque e então chamou um táxi. O problema era, para onde iriam?


- Onde desejam ir? - o taxista perguntou, vendo então Freya desacordada - O que houve? Ela esta desmaiada? Querem ir a um hospital?


Kairen respirou fundo, precisava pensar rápido.


-Pensão, no centro da cidade, aquela pequena, estamos hospedados lá - ele informou com seu forte sotaque - ela bebeu um pouco demais, só isso - ele disse, olhando então nos olhos do homem, em sua mente e, sem questionar mais nada, o humano passou a dirigir.


Kairen sequer tinha ideia de para onde o homem os levava, mas sabia que sua indução deveria ter dado certo.


Mais relaxado, ele ajeitou o violoncelo ao lado de sua perna, próximo a porta e aconchegou melhor a vampira em seu colo, acariciando seu rosto.


“Minha doce criança, por favor, se lembre de mim quando acordar” - ele beijou a testa dela e então olhou para fora. A neve começava a cair com mais intensidade, as janelas fechadas do táxi agora traziam o inebriante perfume da vampira ainda mais às suas narinas,


Precisaria caçar novamente, não queria machuca-la.


E assim o táxi seguiu, até a cidade baixa, onde haviam diversas pensões.





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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 29 Fev 2016 - 21:52

12ª Edição do Festival de esculturas no gelo de Ambarantis


No parque central fora aberto para o festival de inverno da cidade, após aquele dia intenso de nevasca a cidade estava toda pintada de branco, como um sonho as esculturas iluminadas a noite se tornou a atração principal daquele momento. O lago havia congelado e assim fora aberta a pista de patinação no gelo.










Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 1 Mar 2016 - 10:42



~ * Casper e Euphemia


Casper puxava Euphemia pela mão, arrastando-a rapidamente pelo local, sem nem dar tempo de olharem as esculturas de gelo. Desviava de todas como uma criança animada até chegarem até o lago congelado.

Seu objetivo de arrancá-la de casa tinha sido bem sucedido mais uma vez, mas talvez tivesse sido porque ele não parava de ler a mesma notícia de jornal. De qualquer forma, a neve era uma ótima desculpa para ambos, pois isso lembrava o branco cenário de Helsinque, que embora fosse triste para os dois, também tinha suas doses de boas lembranças. Para Euphemia, que não estava acostumada com o mundo moderno, exceto o básico que Casper insistiu em tentar ensiná-la dia a dia, era ótimo.

- Vamos patinar no gelo, Euphie!! - pediu aos pulos e reações exageradas, quase a matando de vergonha. Ele a irritava muito com essa forma de chamar a atenção de todos.

- Não - foi direta, livrando a mão e fazendo menção de sair.


- Vai ser legal, você gostava de neve!

Euphemia suspirou pesadamente, observando a fumacinha saindo da boca. Estava irritada com aquele lugar cheio de gente e largou Casper perto da pista, saindo para olhar as esculturas. O pequeno garoto fez uma expressão triste, mas não desistiu. Respirou fundo e saiu correndo atrás da irmã.

- EUPHIE. EUPHIE. OLHA SÓ O TAMANHO DESSE AQUI.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 7 Abr 2016 - 23:23

 
Uma carta anônima. Essa chegara quase há uma semana atrás para a pequena princesa que passava quase todos seus dias trancada no quarto cheio de pelúcias. Agora não havia apenas Dumbo e Teddy ali. Tinha outros amigos com quem compartilhar “a hora do chá”, mesmo que esses não o tomasse, e nem ela, exceto pelas pequenas guloseimas doces que vez ou outra decoravam sua mesa. Seu avô não aprovava claro, desde quando aquela coisa tão humana era adequado para alguém em seu nível? Não que isso importasse, já que Vincent adorava lhe agradar. Falando nisso, o homem lhe trazia um ar diferente também, quase paternal, embora não soubesse identificar direito o porque, e sempre estava disposto a presenteá-la com tortas doces de alta qualidade quando o puro sangue ancião não estava a espreita, principalmente depois que sua saúde tivera uma melhora súbita.
 
Falando em saúde e autocontrole, esses pareciam mais satisfatórios à medida em que a neve caia pela janela e o inverno passava, e agora passeios pela cidade acompanhando o avô ou um de seus capangas, ou brincar no quintal de sua casa com White haviam se tornado atividades frequentes. Mas isso não afastava sua saudade dos irmãos. Sua vontade de ver os amigos. E por que não, sua vontade inocente de aceitar o convite de um estranho anônimo para ver o festival de gelo. Apesar de ser inocente, ela ainda era uma puro sangue, ela ainda sabia se defender. Ou achava que sim, já era velha o suficiente para aquilo, além disso, Murtagh estava viajando por causa de negócios de qualquer forma e suas únicas companhias eram os espíritos e os subordinados do velho.
 
E, claro, White, ao qual ela abraçava com força, à la felicia, paramentada com suas vestes russas azuladas. – Volto mais tarde, White-chan... – Anunciava ela com sua voz melodiosa e infantil, antes de se erguer com movimentos delicados e sair pelo portão da bela mansão que seu avô mantinha na parte alta da cidade.
 
Teria seu primeiro encontro com um estranho. Mesmo que não soubesse disso ou o que significava. Ou ainda, que tal estranho fosse um velho conhecido.
 

O parque central não era muito grande, e logo a loirinha chegou, com a carta na mão e um enorme sorriso nos lábios, parando na frente da entrada da exposição, quase distraída demais, querendo enchergar as luzes mais a frente.  


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 8 Abr 2016 - 14:37


Sabe aquele momento que você já viu tanto filmes da Disney, e um deles fala: "Você que brincar na neve?", e você pensa. Onde mais poderia fazer isso, se não fosse em um lugar que nevava? Bem era isso que eu estava fazendo, chamei todo mundo e fomos para o Park, quando cheguei lá tinha um festival, o que era bem divertido. mas antes de tudo acontecer, peguei em um passe uma bola de neve e taquei na pirralha.

- Você quer brincar na neve? - falei imitando o tal filme que tinha visto. Sim eu vejo filmes da Disney é gosto, me processem se não gostarem disso. - Pirralha, quer tentar fazer alguma escultura? - perguntei para ela olhando sua cara fechada.

Sim , eu era mal adorava provocar a pirralha, era divertido e maravilhoso, peguei uma bola tacando no Tomo, e também em Rick, para fazer eles se soltarem, e os mesmo vieram para cima de mim com bolas de neve, tinha que tacar neles, não teria graça se não houvesse uma pequena guerra de bolas de neve.

- Rick, pega essa. - falou Tomo, correndo em direção dele, e tacando uma bola de neve no mesmo. 

- Você é um idiota Tomo. - falou ele mandando outra em resposta. 

- Vocês dois que são burros. - falei tacando uma bola em cada um. 

Estávamos meio que afastado dos humanos, onde tinha neve mais expensa, logo iria ficar mais perto do festival, por agora quero mesmo ir apenas brincar um pouco na neve.  


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sex 8 Abr 2016 - 20:06


Ela não queria saber de nada, somente queria dormir o dia todo. Ou quem sabe sair para encontrar uma certa albina que conheceu, e que adorou. Pelo menos tem o contato dela, para conversar um pouco. Naquele frio que estava fazendo seu adorado pai queria ir ao Park para ir brincar com a neve. Logo então estava morrendo de frio no Park, e uma dessas coisas. Viu ele brincando como uma criança crescida junto a Tomo e também Rick. 


As meninas, no caso, Milli, Liwne e Andy, olhavam para a cara dos idiotas, ate que Sebastian manda nela uma bola de neve a sujando toda de neve, irritada e com raiva e vendo os meninos brincando, ela pegou uma bola de neve, e naquele momento atirou em Sebastian, e no momento acabou acertando outra pessoa. 


Ela acabou acertando um baixinho louro, Casper, e colocou a mão na boca e olhou para ele com a cara de maior inocente do mundo. 


- Ei carinha, desculpa ai. Foi sem querer. - falou ela sorrindo como boba.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Sab 9 Abr 2016 - 11:20



~ * Casper e Euphemia

- WAAAAA - Casper foi pego desprevinido pela bola de neve lançada pela loira. - EUPHIEEEEEE - choramingou feito criança mesmo, querendo chamar a atenção da irmã. Secou as lágrimas imaginárias e logo viu a loira popstar se aproximando e pedindo desculpas. - Oh! - sorriu gentilmente, como se nada tivesse acontecido. - Está tudo bem!

Euphemia, que até então estava determinada a ignorar o baixinho, teve que voltar a se aproximar dele. Pelo grito, achava que tinham atacado mesmo, mas no fim era só uma bola de neve boba.

- Por que é que você está chorando? Ah. Foi só isso? - suspirou, decepcionada consigo mesma por ter se preocupado - - Desculpe. Ele está te incomodando?

- Claro que não, Euphie má! - ele limpou a roupa. -  Oi, eu sou Casper von Wright!

- Ninguém perguntou - resmungou já segurando o garoto pelo braço. - E pare de espalhar esse nome por aí...

- Mas Euphie!! A senhorita é Andrômeda Walker, não é? - sorriu alegremente. Euphemia fitou a garota loira, sem ter a mínima noção de quem ela era (afinal tinha dormido por centenas de anos). Com a confusão explícita em seu rosto, Casper resolveu explicar: - Uma celebridade! E... OH! Eu fui à festa de Ano Novo, mas perdi completamente a oportunidade de cumprimentar o senhor Sebastian! Diga a ele que sinto muito!
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Dom 10 Abr 2016 - 21:03



Eu estava me divertindo, vendo minha linda pirralha fazer coisa errada, ainda mais quando a mesma resolve fazer uma bola de neve, nem  me preucupei, aquela ali não acertava nem espiro. Bem vi ela tentando mirar em mim, mas acabou acertando um garotinho, que no mesmo momento começou a fazer birra. Dei uma risada disso. 

Mas senti que tanto o jovem quando a mulher que se aproximava não era pessoas comuns, eram velho, mas velhos do que eu, poderia assim dizer. Logo em seguida olhei a pirralha que se desculpava, e logo em seguida para o garoto que começava chegar perto demais dela, para fazer sobre mim mesmo. Que interessante. Olhando para ele. me aproximei calmamente junto com os outros e olhei para o garoto.

- Não pode falar no dia, mas pode falar agora. - falei olhando para ele. - Sebastian Ares Walker. - falei fazendo uma leve reverencia, mas direcionada a mulher que me chamava a atenção.  - Nós conhecemos de algum lugar? - falei para a mulher que estava com a criança. 

Dando um fino sorriso, aquela mulher me intrigava, e ate demais para dizer a verdade. Olhava para Tomo e Rick, que tinham ficado sérios ao meu lado, e também para Milli e Liwne, que ficaram caladas, um verdadeiro milagre.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 11 Abr 2016 - 11:27


Ela estava rindo feito boba, durante o tempo que acertou a bola no garoto. E pelo que parece o mesmo ficou irritado, mas logo parou e melhorou a cara, dando um sorriso para o garoto ao ver que falava com ela. Ela iria responder, mas seu pai chegara antes. Ela virou a cabeça de lado quando ouviu seu pai perguntando se já conhecia a mulher.


Olhando para eles sem dizer uma palavra, ela então olhou para o garoto e na maior cara de pau, mesmo sabendo pelos instintos que ele poderia ser mais velho do que ela.


- Ei Casper, né? - perguntou para ele. - Desculpa ai novamente. Sou a Andrômeda Walker mesmo. - falou ela para o garoto. 


Ela então olhava para o garoto e a mulher. Sentia algo estranho na mesma, mas pelo que parecia o garoto, era um dos seus, mais como um Pure Bloody, poderia esconder muita coisa. Lembrou que tinha um doce no bolso do casaco, olhando para o louro. 


- Toma, e da Flavor di Mieli. ainda não tem uma dessas aqui. Sempre tenho que encomendar. - falou Andy para o garoto. 


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Seg 11 Abr 2016 - 13:44



~ * Casper e Euphemia


- Não se preocupe! Viemos aqui para conhecer pessoas mesmo! - brincou, aparentemente sem se importar nem um pouco com "ranking" de idade.

Ficou contente quando viu que um dos vampiros que estava com ela era Sebastian e fingiu não perceber sua apresentação direcionada a irmã. No fundo, até ficou feliz que ela estava conhecendo pessoas novas quase por conta própria.

- A festa estava ótima! Foi uma excelente forma de começar o ano - comemorou alegremente, sem nem se preocupar com o fato de ser um pivete em uma boate, pois já imaginava que a essa altura os dois sabiam que ele não era normal.

Euphemia ergueu uma sobrancelha. Na mente dela, era impossível que eles se conhecessem e a simples pergunta a deixava intrigada e por que não dizer!? Paranoica.
Claro, pois estava ali, respirando e livre depois daquela louca da Vilhelmina prendê-la em um gelo mágico por pelo menos cem anos e agora os dois não fazerem ideia de onde ela estava.

- Eu... Acredito que nunca nos vimos - respondeu com um grau de incerteza, esperando que ele lhe revelasse logo por que achava que a conhecia.

- Ela é a Euphie - disse um Casper cheio de dentes intrometido.

- Euphemia - corrigiu a garota, irritada com aquelas intimidades.

- Mas é difícil, então Euphie é melhor - dessa vez Euphemia não o corrigiu, apenas desviando o olhar de forma séria. Novamente o loiro conseguiu descontrair arregalando olhos brilhante e esticando as mãos para o doce como se fosse pegar uma melancia. - EUPHIE, DOCE! - Ele cheirou e deu um sorriso infantil bem agradável.   - Parece delicioso. Que boazinha~~! Ah, um dia me lembre de retribuir com alguma torta bem gostosa. Qual seu sabor favorito? NHAM.   - mordeu o doce alegremente e só então lembrou: - AH! obrigado!
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 12 Abr 2016 - 18:24




( Lucius )


Enfim, Ambarantis. Depois de algum custo finalmente haviam conseguido chegar naquela cidadezinha no fim do mundo. Lucius se perguntava o que fazia daquele lugar tão especial para a monarquia vampírica escolhe-lo como sede de seu império, quando haviam lugares muito melhores na Europa, a matriarca das lendas dos vampiros. 

Aquele era um lugarzinho curioso. Falavam japonês, as pessoas tinham aqueles pequenos olhos puxados, mas a maior parte da arquitetura parecia européia. Que ridículo. Parecia apenas uma cópia barata de outro lugar, inserida em um local que não tinha nada a ver, localizado no fim do mundo. Bem, como dizia o ditado, gosto não se discute, não é mesmo? Não que aquele lugar fosse ruim. Mas Lucius não estava ali para uma temporada de férias. Tinha um objetivo em mente, um plano, e iria começá-lo a cumprir. 

No entanto, ele sabia que Lucian não ficaria feliz se eles ficassem apenas plantados dentro do hotel ou se quando saíssem usassem todo o tempo atrás de pistas e pequenos movimentos para satisfazer a obsessão de Lucius. Por isso, concordara em sair e ter um tempo de folga para aproveitar aquele tal festival de inverno que estavam organizando no parque. Aquilo e o fato que Lucian de mal humor era um inferno de se aturar.

Imaginava que aquele puto de seu irmão iria aproveitar o tempo ali para observar as pessoas e talvez paquerar alguma garota, apesar que aquele não era o local ideal para aquilo. Provavelmente aquele tarado o arrastaria para algum bar na periferia quando a noite estivesse alta para poderem satisfazer seus prazeres carnais e poderem se alimentar.

Suspirou fundo e estremeceu. Mesmo com aquele sobretudo pesado de couro, cachecol e touca, ele ainda sentia um pouco do frio do inverno. Esfregou as mãos enluvadas e depois as colocou no bolso. Entrou no lugar e observou aquelas esculturas e as pessoas que andavam entre elas, parando ao lado de uma.


- Isso não é algo que a gente vê lá na Espanha, não é mesmo, hermano? - comentou com o irmão e seus olhos passaram para as pessoas, abrindo um sorriso - Realmente algo que se vê em nenhum outro lugar...

Puros. Ele sentia a presença e o cheiro de sangues puros naquele parque. Se haviam acabado de chegar e já se deparavam com aquela situação, então aquele lugar eclético poderia ser muito interessante, afinal. Olhou com interesse e animação aqueles que estavam ao redor. 

Havia uma menina loira e pura bonitinha perto deles (Melissa). Em outro canto havia um puro macho adulto (Sebastian), este já não o interessava. Pouco adiante havia um casal de puros, um garotinho (Caspian) e uma loira adulta (Euphemia), acompanhados de outros vampiros de nível inferior. Curiosamente nenhum deles tinha traços japoneses pelo que podia ver, mas... Cacete! Eram quatro PUROS no MESMO LUGAR! Pronto, já havia gostado da cidade. Quem sabe não conseguiriam fazer bom negócios, e talvez aliança com alguma bela vampira naquele lugar?

Largou a expressão entediada que estava ao sair do hotel e olhou subitamente empolgado para seu gêmeo, Lucian.

- Olhe, veja, hermano! Não parece promissor? - e sorriu para ele com os olhos brilhando como uma criança.




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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Ter 12 Abr 2016 - 23:03



Já faziam algumas horas que eu estava ali. Cheguei cedo, bem mais cedo do que minha crta dizia mas eu queria esperá-la, eu queria ter certeza que nada atrapalharia isso. Afinal, foi um parto arruma essa oportunidade. Aquele velho não tirava os olhos dela. Sempre com empregados e lacaios demais.


Mas eu sou paciente demais, o tempo me ensinou a ser. Eu esperei esses anos para vê-la de novo. Sabia que tinha crescido e agora mais uma vez eu adequava minha forma à sua idade. Era tudo por ela. Sempre foi.

E eu tive mais certeza de que tudo aquilo foi o certo quado a vi chegar. Radiante como sempre. Sua idade não era surpresa. Eu já acompanhava há algum tempo, mas era gratificante vê-la com os próprios olhos.

Eu andei, calmamente, sem me afobar na direção da menina, até que estivesse perto o suficiente para que ela me ouvisse.

- Konbawa, hime-sama.... - eu sorri, esperando que ela se virasse. - Será que ainda lembra de mim? - Eu estava mais velho, assim como ela. Mas meu sorriso nunca mudara. Pelo menos é isso que sempre me dizem. - Eu pelo menos não esqueci das coisas que Kagura-chan gosta... - ergui a mão com uma caixinha de tampa transparente e diversos confeitos em forma de flor.

Não vou dizer que eu sou inocente. Nem um pouco. Sobre nada. Mas pelo sorriso dela eu podia admitir que era uma das poucas coisas que eu fazia só para vê-la feliz.



Foi bom sentir de novo aquele vento frio na bochecha. Faziam mais de duas semanas que eu estava com Charles me recuperando de tudo o que havia passado e essa era a primeira vez que saíamos. Não vou dizer que eu estava completamente bem com isso. A verdade é que muitas coisas ainda me assustavam. Eu ainda vivia com alguma sombra atrás de mim que me deixava com pesadelos e medos sem explicação.

Mas o que Charles havia me dito era verdade: eu tinha que confiar nele. E eu confiei.
O inverno logo chegaria no final e ele queria me mostrar as esculturas. Eu sabia que no fundo ele não ligava pra isso, que era tudo por mim, mas não tive como negar. Até porque haviam mais coisas que eu tinha que contar. Eu não ia poder ficar naquela mansão para sempre, haviam meus tios, haviam minhas obrigações e eu sabia que ele não ficaria nem um pouco feliz com isso então aproveitaria aquele momento de paz, ao menos um pouco.

~Eu nunca vi uma exposição dessas.... - falei, enquanto nos aproximávamos e já era vsível algumas esculturas.

Em Newquay era praia, logo nunca nevava praticamente e nunca fui muito livre antes ou depois daquilo. Mas eu ficava feliz com esses momentos. Os momentos que eu podia classificar como "normais" na minha vida.... Mesmo que ao lado de um vampiro.

~ne ! Vamos logo Charles! - eu peguei a mão dele, o puxando. Um gesto tão bobo, mas que ainda me fazia corar.

Só que eu não corava mais de vergonha. Eu corava porque agora tocar Charles era diferente para mim, era... era outra coisa. Depois de tudo estavamos tendo, tocar o corpo dele era algo muito natural para mim, algo que me fazia lembrar que eu já conhecia aquele corpo por inteiro, assim como ele o meu.

- As esculturas vão derreter e nem chegamos no portão! - eu apertei mais a mão dele, puxando-a até agarrar seu braço inteiro. Eu podia jurar que até o cheiro dele estava em mim agora.



Eu pisei no cigarro que havia acabado de jogar no chão. Não que aquele neve não fosse dar cota de apagar, mas era a força do hábito.
Aquela viagem, aquela lenga lenga de sempre me parecia pouco promissora e confesso que isso acabou com meu humor.
Eu socaria a cara de Lucius para ele parar de falar, mas isso doeria em mim também, então me contive.

- Claro que não.... - olhei para aquele gelo todo - Nós preferimos coisas mais quentes..

Sim. Climas mais quentes, pessoas com menos roupas e um lugar onde você não fique com a rouupa encharcada ao sair de casa.
Eu já revirei os olhos pois antes mesmo de falar já sabia tudo o que Lucius pensava.
Sim. Era bem promissor. Se fosse fazer uma análise, levando em conta e extropaldno a densidade de PB'S por aquela área metade dos pbs' do mundo estariam em Ambarantis.

Mas, como todo mau-humor não vai embora do nada - e o meu não iria mesmo - era claro que eu não concordaria com meu doce irmão só pelo prazer de acabar com a sua aalegria da mesma forma que eu estava sem a minha.

- Não. Promissor para mim é um quarto quente sem toda essa neve molhada. - peguei outro cigarro olhando para a cara dele como se dissesse "menos alegria, ok?"


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 13 Abr 2016 - 18:46


Era tão engraçado ver um dos puros como uma eterna criança. Eu tinha que rir internamente, nada contra, pois ainda sou uma criança também, em um corpo de adulto, curtindo os prazeres do mundo adulto. Fazer o que? E a melhor coisa. 

Olhei para o baixinho e vi que ele estava super empolgado, diferente da garota ao lado dele. Achei que a conhecia, mas foi apenas uma impressão passageira, ainda mais uma sangue puro, como somos raros por assim dizer, então e fácil saber quem é quem, nesse nosso pequeno mundo. Balançando a cabeça ao ver a apresentação do garoto para a menina, eu dei um sorriso de lado, logo em seguida vi que ele ficou entusiasmado com o doce que a pirralha deu a ele. Me virando para Euphemia. 

- Peço desculpas, a confundi, seus cabelos são lindos, e achei que poderia ser alguem que a muito tempo eu conheci. - falei sorrindo para ela, com o velho charme de cantor. - Ei, Casper, como viu, estavamos jogando bolas de neve, que jogar com a gente? - perguntei casualmente.

Sempre tivemos problemas por nossa posição na sociedade, e isso era uma fuga muito bem vista por mim. Esquecer quem somos somente por uma fração de segundo e agirmos como humanos aproveitando a vida.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qua 13 Abr 2016 - 22:54


neve e frio sempre faziam com que Julie  se lembrasse de um dia caótico, mais precisamente o dia de sua iniciação ao grupo de onde pertencia. todos vestiam negro num rito solene enquanto ela vestia unicamente uma tunica, alem do frio que congelava seus ossos, a sensação de "nascer" não era algo exatamente bom. principalmente porque havia nascido sob um período frio. fora estes detalhes, seus dias e noites sempre foram bastante agitados. entre namorados e afazeres, essa era um pouco sua época favorita, principalmente por conta do dia dos namorados.

mas o que ela fazia ali? apenas procurava. caçar pessoas e informações era a parte mais chata de suas tarefas, porem caminhar por entre todos, e encontrar o alvo, esse era seu objetivo.



Disarm me with your loneliness
Just like always before
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voltar ao inicio, era isso que significava  pisar naquele parque novamente. seus fantasmas que haviam desaparecido  de suas visas ( mas que lhe sussurravam aos ouvidos) haviam retornado, era ainda confuso encaixar todas as peças, por mais que soubesse de tudo que havia feito e presenciado, ainda sim era estranho como o fato de pensar sobre isso fazia sua cabeça latejar.


Disarm me with your loneliness

Just like always before


as esculturas de gelo eram incríveis, mesmo de longe, podia ver a iluminação, e agora de perto tudo se tornava ainda mais grandioso. porém não foi exatamente por este motivo que freya ia ao parque, mas sim para aproveitar a pista de patinação. tudo havia acontecido tão de pressa e simplesmente não havia conseguido  patinar um momento sequer. havia conseguido o patins emprestado e agora aproveitava para tentar de alguma forma só se concentrar em sua respiração enquanto esvaziava a cabeça.


angustia, assim definia o estado de espirito de Aidan, a cidade parecia ter uma estranha calmaria ( tão calma como andar sobre o piso de madeira de uma casa cheia de cupins, nunca se sabe o que pode acontecer). talvez por conta dos ultimos fatos ocorridos, e principalmente pela casa cheia,  fez com que Aidan tomasse uma decisão. ele havia feito u pequeno esforço como sempre de lembrar do que cada um gostava e comprar e preparar a comida para que todos os hóspedes pudessem comer juntos ( como se ele mesmo não fosse um hospede...)  

era esperado que todos chegassem no festival, Aidan havia saído mais cedo para resolver a entrega de uma encomenda para a tia , entre outras coisas como a compra de algumas roupas novas. já no inicio da noite lá estava ele esperando a todos para celebrarem a noite. esperava ao menos que não demorassem demais ( e principalmente que tivesse coragem esta noite).


fotos noturnas não era exatamente o que esperava fazer aquela noite, mas havia escolhas. afinal isso garantiria mais algum tempo de vida boa sem se preocupar com contas para pagar. Lilac esperava que o que tinha na bolsa fosse o suficiente para se maquiar. e que as fotos artísticas não a deixassem congelada em meio a noite. era provavel que encontrasse algum conhecido lá, porém esperava mesmo poder tirar as fotos rapidamente e aproveitar o festival. sua bolsa ficava pendurada em um de seus ombros enquanto calmamente andava pelo caminho observando as esculturas. o celular estava na mão a espera do resto da equipe e seus olhos observavam encantados com a criatividade dos artistas locais em fazer arte.


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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 14 Abr 2016 - 8:24

Euphemia suspirou de alivio. Que paranoia. Era claro que provavelmente ele tinha essa impressão por algum boato, alguma parente... Vampiros normais se conheciam facilmente. Casper era uma dessas pessoas que tinha guardado na mente praticamente todos os rostos importantes.

Perguntava-se onde no mundo estaria Vilhelmina e com qual aparência. Quando despertara, essa tinha sido uma de suas primeiras perguntas e quando Casper não soube responder, foi um verdadeiro terror. A líder dos von Wright poderia ser qualquer pessoa em qualquer lugar, enquanto ela era apenas Euphemia, o mesmo rosto antigo perambulando por aí como se nada tivesse acontecido. Tinha ciência de que seu comportamento a fazia parecer uma louca então tratou de tentar ser educada, afinal, ele era gentil e agradável de se conversar.

- Verdade? Bem, talvez não seja tão impossível (que a gente tenha se conhecido em algum momento no passado). Está tudo bem... eu que peço desculpas -
disse em tom suave e ajeitou fios de cabelo atrás da orelha, sem jeito pelo comportamento ruim. Até ensaiou um pequeno sorriso.

Por outro lado, Casper limpava a boca com as costas da mão e já abria um largo sorriso ao ver que Euphemia estava se dando melhor com os Walker do que com a jovem Melissa e seu lobo. É claro que isso significava que investiria nessa amizade.

- Claro! Vai ser muito legal. Vamos jogar, Euphie?


Dessa vez ela já sabia que seria envolvida nisso, mas como o senhor Sebastian, que parecia um vampiro mais sério, tinha feito o convite, talvez não fosse uma ideia completamente ruim.


- Bem, eu... -
Casper segurou sua mão, puxando-a.


- Uhul! Ela aceitou. Que os jogos comecem!! -
gritou trazendo a mão dela para o alto e erguendo a própria.
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MensagemAssunto: Re: Green path - Central Park    Qui 14 Abr 2016 - 23:12


Seus olhos abriam e fechavam ansiosos pelo que podiam ser bonecos gigantes ou patinação no gelo. Mas aqueles não era o único motivo. A carta, o encontro... Aquilo de certa forma fazia seus batimentos ficarem mais agitados, seu sangue circular com mais velocidade, e seu corpo ficar inquieto, enquanto pequenos flocos de neve colidiam com seu nariz pálido. Havia sido uma pegadinha ou algo assim? Se o fosse, entraria sozinha e procuraria conhecidos. Já havia sido difícil fugir mesmo, por que não se divertir um pouco naquele tempo? Havia ouvido falar que tinham chocolate quente e outras guloseimas, e talvez também pudesse passar em alguma loja e comprar algum brinquedo para White. Sim ele iria adorar.

Melissa mordeu os lábios, abrindo um sorriso e puxando um pouco mais as bordas felpudas e rosas do casaco enorme enquanto olhava para o relógio um pouco preocupada. Mas e se o mandante não estivesse pregando uma peça? E se tivesse um acidente e...

Mas então seus pensamentos congelaram diante daquele cheiro e daquela voz tão conhecida. Estaria vendo fantasmas a mais do que deveria? Se perguntou enquanto seu corpo girava claramente surpresa com sua presença. Aquele era Hunny? Seus olhos o analizavam de cima abaixo. Ele estava maior e... Ok, ela também o estava, apesar de não fazer muita questão de notar.

Perceber isso fez com que um sorriso ainda maior surgisse ali. – Hunny-chan! – Melissa pronunciou quase incrédula e com um sorriso na face. Aquilo na mão dele eram seus chocolates favoritos? Não importava, suas mãozinhas logo pegaram o pacote, enquanto seus olhos violetas brilharam. Mas talvez, o que aconteceu depois fosse o mais inesperado.

Sim. Pois Melissa havia avançado na direção do menino com os chocolates na mão e abraçara seu pescoço de forma inocente, como faria como um ursinho ou bicho de pelúcia. – Hunny-chan, que bom te ver por aqui! – Falou a loirinha baixo mais animada em meio a sorrisos, antes de soltá-lo, pegando um dos chocolates em forma de flor e colocando na boca, enquanto oferecia outro a ele.

– Foi você que mandou a carta? – Perguntou com inocência e um sorriso na face, mal esperando uma resposta para pegar sua mão e sair o puxando para dentro da exposição como uma criança agitada e hiperativa, mesmo que seu corpo já não possuíssem há muito os contornos infantis. – Ouvi falar que eles tem patinação no gelo em meio as esculturas de ursos de pelúcia e pinguins de neve que se movem... – Expressava ela um tanto eufórica.


Como descrever o inacreditável? Sim. Pois assim tinham sido as últimas semanas de Charles tendo Sakura quase 24 horas ao seu lado. Sim. Pois, devido a paranoia, ou falta de vontade, ele mal havia se disponibilizado a sair naquele período. Só ela e ela, aquilo que estranhamente importava durante sua longa e chata recuperação, na qual ele passava quase todo o tempo a observando, ajudando e, por que não, almejando tê-la de novo. Férias longas de todas suas obrigações? Não tanto quanto gostaria. Mas de certa forma sabia que a humana não podia ficar naquela casa para sempre, mesmo que a ideia apetecesse seu lado possessivo. Além disso, naquela primeira noite, havia lhe prometido um namoro sério e isso implicava, segundo se lembrava, que a levasse a lugares chatos e entediantes que garotas costumavam gostar e não para programas que ele gostaria, até porque eram arriscados demais para ela.

De qualquer forma, fora assim que os dois foram parar ali: Charles com seu sorriso falso para esconder seu tédio e Sakura animada e empolgada, mesmo que parecesse nervosa em meio à suas pesadas roupas de neve.

E, bem vindos ao fantástico mundo da tosquice... Pensou o loiro com sarcasmo, embora nada expressasse. O importante ali era fazerem algo para agradá-la, não ver uma sangrenta e divertida partida de UFC, afinal não precisava de apreensões da Hunter. Não quando estavam se dando tão bem pela primeira vez na vida. – Devia colocar um cachecol para não pegar gripe, baixinha... – Alertava ele para a humana, enquanto fingia animação para irem na exposição. Muito embora fosse mais possível que a menina estivesse arrastando ao seu lado uma alma zumbi, que por acaso só vestia um moletom não muito quente.

-Calma, estamos chegando... – O loiro pronunciou, sentindo a mão da menina tocar sua e lhe puxar, enquanto levantava a sobrancelha. Aquilo é sério? Ela estava fazendo aquilo com tanta naturalidade agora... Será que...? Pensamentos pervertidos passaram por sua cabeça, enquanto o puro lhe encarava de cima abaixo. Talvez pudesse se aproveitar daquela animação e disposição se a levasse de volta para a mansão ali mesmo, afinal, seu egocentrismo fazia-o se ver de uma forma bem mais grandiosa do que aquele monte de neve. Ou não...

Quando ela agarrou seu braço daquela forma, sua sobrancelha se ergueu novamente. É... Talvez realmente tivesse razão em agradá-la ali e fazer jogo de crianças. Principalmente se ela continuasse a agir daquela maneira. – Se está com medo das esculturas derreterem, posso te levar no colo em alguns segundos, baixinha. É muito mais confortável, não.. ? – Sugeriu ele com uma piscadela maliciosa, antes de puxá-la em sua direção, a abraçando por trás começando a rir de maneira solta assim que viu o rosto dela se transformar em pimentão.

- Vamos lá, relaxe, vamos chegar a tempo... – Completou, dando os ombros, e voltando a segurar sua mão para voltarem a andar antes que ela tivesse um ataque cardiaco. E se quiser, eu até compro essa exposição horrenda para colocar no quintal e você poder brincar com ela. Pensou em silencio, enquanto se esgueirava pela entrada lotada, sem desgrudar da menina por um minuto, enquanto se aproximaram das primeiras: algum pokemon bem feio versão gigante. Ou pelo menos era isso que ele supunha ser. – Isso seria o Charizard depois de ter sido capturado pela Umbrela ou algo do tipo? – Perguntou, olhando para as letras minúsculas em Kanji de legenda, tentando decifrar o texto.


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