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 Oneshot: O despertar de Euphemia

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Luthica
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MensagemAssunto: Oneshot: O despertar de Euphemia   Seg 11 Jan 2016 - 2:17

off: Aqui vou explicar em "fic" a história "recente" deles. :) Se vocês quiserem entender melhor meus personagens, sejam bem-vindos.

On:

A existência dentro de um sonho eterno.

O gosto de um beijo e em seguida a dor da perda.

Um parto doloroso e momentos maravilhosos de dar à vida quando se é uma criatura da morte.

A beleza da neve caindo e o sangue quente escorrendo nas presas.

Uma máscara de porcelana daquela pessoa e a vontade de quebrá-la em mil pedaços com suas próprias mãos.

O frio

O infinito

O vazio

Por quanto tempo é possível dormir?

Por quanto tempo é possível fugir deste mundo?

Quantas vezes desejamos dormir sem nunca mais acordar? Mas nunca sabemos o que existe depois que os olhos são fechados definitivamente.

Mesmo os vampiros tinham uma relação de segundas chances com a morte.

Estava morta?

O tempo nunca parou para a garota dentro do vidro.

A morte vivida a cada segundo de sua vida presa naquele sonho era uma experiência transcendental. Comunicava-se com um rapaz belo e loiro que tinha criado em sua mente.

Às vezes estava consciente, às vezes estava morta.

Às vezes queria estar morta. Às vezes achava que podia acordar.

Nenhum ruído além do sussurro de suas memórias. Ou seria tudo uma ilusão?



Euphemia von Wright teve tempo demais para pensar em cada um de seus entes queridos e se alguma alma pudesse ver seu corpo preso a um cristal mágico na caverna gélida finlandesa, teria uma surpresa maior do que simplesmente ver uma garota de aparência intocável pelo tempo no gelo.

Veria que um brilho forte estava embaixo de seus olhos desafiando a temperatura. Lágrimas poéticas grudadas para sempre naquele rosto.

Vivera como uma princesa Mantytär, uma Von Wright digníssima e guerreira.

Nunca quis um clã poderoso, uma família amorosa.

Apenas desejava a paz e a calmaria ao lado de tudo que amasse.

Nos sonhos bons, estava ao lado de Heron e um pequeno bebê.
Em alguns tão tristes quanto esperançosos, via-se com mais crianças e um Mauri adulto. Uma família em um mundo imaginário construído naquela floresta, sem que Vilhelmina nunca tivesse existido. Sonhava com um Casper bondoso que ajudava seu filho a crescer um homem bom e justo.
Nos piores, sentia a perda de cada um. A morte do pai, do marido e vislumbrava a morte do filho, que em seus pesadelos tentava vingar a tragédia de sua história. Ouvia os gritos dos pobres moradores que atacou sem nenhum motivo aparente e o sorriso silencioso e cruel da líder do clã. Estavam todos mortos naquele sonho.

Mas o melhor de todos era quando não via nada. Somente uma pureza completa como a neve. Achava que morreria por fim e seu sofrimento acabaria.


Última edição por Luthica em Seg 11 Abr 2016 - 11:14, editado 2 vez(es)
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Luthica
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MensagemAssunto: Re: Oneshot: O despertar de Euphemia   Seg 11 Jan 2016 - 2:53

- Eu prometi para minha mãe que um dia ela se libertaria. Deixe que ela seja livre.


"Por favor, não", implorava Casper em sua mente, mas como poderia fazer um pedido egoísta daquele?
Gostaria de ser mais corajoso.
Não podia libertar Euphemia com toda sua vitalidade ou isso significaria que acabaria morto e talvez nem isso funcionasse para que ela acordasse.
Por que não tinha coragem para tentar?
Mal conseguia encarar o vampiro também loiro a seu lado. Mais alto. Aparentemente mais velho e que poderia ser confundido com uma garota. Os lindos olhos de Euphemia.
A boca marcante de Heron, seu pai.
Como doía olhar para ele, mas doía mais ainda sua falta de coragem de olhá-lo uma última vez.
Não conseguia nem encarar aquele bloco de gelo cristalino onde encontrava-se a sacerdotisa suprema do clã.

Mauri por sua vez olhava Casper a todo instante. Era muito grato pelo "tio". Pelo único amor que teve tempo de conhecer na vida. Aquela vida podre, contaminada pelo rastro de desgraça iniciado por Vilhelmina. Quantas maldades cometera!
Se não fosse pelo baixinho ali, já seria caçado em breve e teria uma morte deprimente. Era um vampiro sem nome conhecido de caçadores que simplesmente não tinha escrúpulos e agora seria mais um para a lista de mortos dos von Wright. Mas sua mãe ainda era pura.
Quando tentava visitá-la através de seus poderes, notava que ela ainda tinha esperança no fundo da alma congelada.
Gostaria de viver bons momentos com a mãe, mas não podia deixá-la sofrer ainda mais ao descobrir que tinha sido péssimo em vida, um monstro horrendo. E Casper havia prometido a ela que o protegeria. Sentia-se duplamente culpado pela possibilidade que seu amor também seria odiado por sua causa.
Libertar Euphemia de seu sono eterno era a primeira coisa certa que ele faria em séculos.

Por que deixaria Casper sozinho? A pergunta era de ambos, mas Mauri tinha uma certeza incurável de que se havia um líder possível para aquele clã era Casper. Ele queria com todas as forças que o vampiro alcançasse o Sagasu Shin, que pudesse contaminar quantas outras pessoas mais fossem com aquela tolice, a bondade sem tamanho que o outro jurava ter sido ele o responsável. Quem? Mauri? Um péssimo exemplo e ainda assim Casper dizia-se transformado por conta dele.

Chorava. Os dentes trincados, o sofrimento embargado enquanto via a triste despedida de um olhar que não encontrava no seu.

Estava na hora.

Quanto tempo tinha se passado que estavam ali, sem fazer contato diretamente visual para não se desmancharem? Nesse sentido, Mauri estava mais aberto a seus sentimentos.

- Eu te amo.


A frase foi jogada com um soluço e fisgou o peito de Casper como uma mão negra apoderando-se dele. Os olhos claros dele se ergueram, arregalados, surpresos pela confissão tão aberta nunca antes dita, apenas sentida, tocada.


Ali, onde deveria haver a pessoa que ele tanto amava, estavam várias partículas espelhadas começando a cobrir o corpo do amado, uma magia bela que ele conhecia bem. Ele tornava-se parte do gelo mágico, mas o absorvia e lutava contra ele de forma incrível.

- Mauri... -
a voz de Casper saiu feito um miado e não adianta mais tentar parecer forte. Não havia mais para quem fazer isso. - MAURI, RAKKAANI! ("Meu amor")

Mauri fez até um esforço para tentar sorrir. Uma lição que Casper mesmo tinha tentado ensiná-lo.

O vampiro de aparência jovem levou a mão no peito e soluçava tentando expulsar a tristeza do peito, mas nada era capaz de fazê-lo.

As palavras de Mauri ecoavam nos ouvidos do vampiro loiro equipado de vestimentas contra o frio. Seu corpo tremia mesmo assim, mas não era culpa da temperatura, apenas de seus sentimentos.
O corpo do filho de Euphemia agora nada mais era do que um respingo mágico enquanto o gelo quebrava-se.

Casper não estava preparado. De joelhos e com as mãos enluvadas no chão, sentia-se mesmo uma criança e quis desistir de toda aquela ideia e apenas fugir para viver em paz com Mauri e esquecer de toda a história do clã.
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MensagemAssunto: Re: Oneshot: O despertar de Euphemia   Dom 10 Abr 2016 - 16:30

Os gemidos trágicos do pequeno vampiro se misturavam com um tinlintar mágico no ar e seu amado Mauri não podia mais ouvi-los. Também não havia sequer uma lembrança que ele havia deixado. Virara pó. O próprio gelo.

Se pudesse ter se apaixonado mais cedo...

Se pudesse salvá-lo antes que ele começasse a fazer tanta maldade...

Se Euphemia estivesse livre desde o começo e ele nunca a tivesse ajudado a congelá-la...

Os punhos cerrados seguravam o nada frio em que ele se encontrava. Lembrava-se de todos os momentos de seu amado. Dos pequenos passos, da promessa que fizera a Euphie, depois como ele se tornou um homem tão rapidamente e de garoto virou um monstro e de perdido tornou-se seu amado e agora virava a pura bondade.

- Mauri...

Sentia que havia falhado completamente em todas as suas escolhas, como um vampiro jovem que o corpo denunciava. Trazê-la de volta tinha sido um desejo de Mauri, uma primeira e última atitude pura. As alternativas possíveis seriam utilizar a energia de outros vivos do clã para derreter aquele gelo mágico de ritual.

Sua cabeça rodeava todas as alternativas que foram discutidas desesperadamente mais de uma vez com o rapaz loiro, que as recusou sem o menor egoísmo.

Você tem que ir...

Pensava, assumindo que esse era o desejo de Mauri. Sentindo as pernas doloridas e molhadas, estava na hora. Apoiou as mãos no chão e levantou-se tremendo, com uma aura derrotada. E se tudo tivesse sido em vão?

Mais à frente estava um corpo largado feito um passarinho frágil e magricela, coberto por um vestido muito branco que parecia feito da própria neve. De seus lábios azulados saía um fio de vapor.

- Euphemia...

Casper piscou várias vezes e esfregou os olhos molhados, soltando um grande suspiro.
A garota gentil que era sua parente. Sua... Um flash de memória parecia incomodâ-lo... irmã? Parecia tanto tempo.

Aproximou os passos da garota que estava jurada de morte séculos atrás. Os olhos liláses fitavam o teto congelado de forma hipnotizada e assustada. Mal se mexia.

- EUPHEMIA!



Casper correu até ela num surto de adrenalina que o acordou do luto. Não sabia em quais condições seu corpo vivia por pura magia de ritual durante todo esse tempo, ainda que secretamente a visitasse de tempos em tempos. Ajoelhou-se perto dela e viu aqueles olhos moverem-se de encontro aos seus. Havia uma bela dose de medo, confusão e...?

A vampira puxou todo o ar que conseguia, fazendo um som rouco e um tanto assustador. Aquilo era raiva em seu rosto?

- Vai ficar tudo bem. - disse um Casper pouco confiante, com uma alegria triste. Ele segurou o corpo dela, que logo foi envolvido por uma cápsula de ar. -  Depois podemos conversar. Tudo bem?

Euphemia nada disse, seu corpo parecia desistir diante de mais uma prisão mágica. Voltou a fitar o céu como se estivesse sonhando.

Casper conduziu o vento como se fosse uma pequena carroça trazendo a garota flutuante consigo, fazendo todo o esforço do mundo para não olhar para trás. Tinham um longo caminho pela frente. Voltou a chorar. Ela também.

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MensagemAssunto: Re: Oneshot: O despertar de Euphemia   Seg 11 Abr 2016 - 11:12



Quando o ar quase lhe faltava e acreditava que a cor branca do ambiente seria a última coisa que veria naquela breve nova vida, conseguiu enxergar um casebre de madeira, bem diferente das moradias que tinham no auge dos Mantytär. Para onde a estavam levando?

O estado de cansaço era tão forte que ela mal se importava em saber a identidade daquele rapazinho loiro. Parecia-se tanto com um jovem Casper e ele a tratava como tal, mas ele já era um homem feito quando o clã entrou em desgraça. Poderia ser um herdeiro? E se fosse, como poderia confiar inteiramente nele? Mesmo assim, não podia fazer nada a respeito agora.

Casper caminhava quase sem interrupções, às vezes tentando guiar-se por sinais que ele mesmo deixara no caminho. Evitava ao máximo parar, pois sabia que poderia cair novamente ao lembrar-se de seu amado Mauri, o filho daquela mulher que ele carregava para a cabana. Cada sombra desse pensamento lhe fisgava o peito.



Euphemia logo notaria que aquele casebre era muito maior por dentro do que aparecia. A porta escancarada e era até possível ouvir a respiração acelerada do jovem loiro.

Cheiros que há anos estavam somente em sua memória olfativa invadiram suas narinas, dando-lhe um pouco de vida. Piscou várias vezes para acostumar-se com a cor alaranjada. Sentia um calafrio e uma vontade enorme de dormir. Agora de verdade.

Podia ouvir o som dos passos apressados do garoto pela casa. Seu corpo molenga estava jogado sobre um tecido bem confortável. Não havia mais bolha de ar.



Fechou os olhos. Estava cansada: o que era bem esquisito, já que passou uma eternidade deitada. Mas sentia que seu corpo não tinha energia para fazer movimentos.

- Precisa ficar acordada - a voz do menino a advertiu.

Abriu a boca para tentar se explicar, mas tudo que veio foi uma dor aguda. Fez uma careta. Não sentia nada daquilo dentro do gelo mágico. Suas dores eram mais mentais. Suspirou, observando o menino, que separara alguns frascos em cima da mesa de canto e curativos. Piscou demoradamente.

- Só mais um pouco, porque você precisa se alimentar - ele parecia saber por que ela não conseguia se manter acordada.

A última palavra soou como uma novidade e pareceu fazê-la dar-se conta de sua fragilidade. Agora precisava muito comer. Resmungou baixo. Sentia que os bracinhos dele se esforçavam para sentá-la encostada em um travesseiro bem macio.

A visão por uma alucinação com pequenos animais feitos de cristais em espaço negro quando ouviu uma voz desconhecida, mas um sentimento tão próximo... Sentia um abraço espiritual naquele espaço todo negro. Um beijo em seus cabelos. Um cheiro tão familiar.

"Tenha coragem..."

De repente, um susto. Um cheiro forte de sangue e seus olhos tinham tomado uma cor avermelhada. Estava de olhos muito bem abertos encarando o menino loiro com o pescoço ferido.

- O.. quê.. - sussurrou com dificuldade, sem entender. Todo o corpo parecia voltar à ativa e um instinto animalesco tomava conta. Havia se esquecido completamente daquela sensação, mas seu corpo não. Os braços se lançaram para Casper, puxando-o pelos cabelos no processo sem se preocupar com o gemido triste do garoto. As presas fincaram em seu pescoço rapidamente.

Quente. O sangue que era sorvido.
As lágrimas que saíam automaticamente de seus olhos.

Afastou-se assustada, com imensa pena e arrependimento no olhar. As lágrimas lavavam o instinto, mas o sangue sujando a boca não negava o que ela era.

- Cas... - o dedo indicador do garoto interrompeu a fala dela. Ele sorria com dificuldade.  Ofereceu-lhe o pescoço.

Euphemia soluçou alto e soltou um grito, assustada com aquele sentimento decadente nunca experimentado em seus anos de vida com uma linhagem tão pura. Alimentava-se engasgada em lágrimas e sangue, enquanto o garoto fitava a janela pacientemente, como se meditasse.
A vampira não soube quanto tempo isso durou, mas quando deu por si, se afastava do loiro esfregando a boca nas costas da mão. Estava viva e impressionantemente mais consciente.

Casper se levantou, foi até a bancada e tomou por ele mesmo pastilhas vermelhas que estavam dentro de um frasco. Limpou o pescoço com uma gaze preparada e fez ali mesmo um curativo, sem nenhuma pressa. Aproximou-se dela carregando uma caixa cheia de pequenos frascos e curativos. Subiu na cama e começou a limpá-la com delicadeza. Euphemia, que o acompanhava com o olhar, apenas abaixou o rosto, envergonhada. O silêncio entre eles perdurou até que ela estivesse limpa.

De repente, o olhar do garoto iluminou-se e ele deu um largo sorriso, afastando a caixa e as gazes sujas, assutando-a.

- Acabamos. Bem-vinda, Euphemia!

Por alguma razão, aquela felicidade parecia dolorosa e difícil de olhar.

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