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 Valeriu Mihaela

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Lohanne
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Yan Yuriev - Vampiro Puro Sangue

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MensagemAssunto: Valeriu Mihaela   Dom 20 Dez 2015 - 11:29

Relembrando a primeira mensagem :







Criados andavam de um lado para a outro pelos corredores, as compras de móveis, os objetos de decoração, pintores e decoradores enchiam a casa da família Yuriev de humanos. Humanos que sequer sabiam o perigo que corriam ali dentro.

Yuriev estava sentado ao lado de Ruri sobre um divã branco de madeira dourada e lustrosa, ambos observavam Selene com o pequeno bebê Kuran no braço. Yan despejou um olhar quase carinhoso sobre Ruri, ao perceber a barriga já proeminente da irmã. Aquele era um desejo de Eleazar e Yan estava mais do satisfeito em cunpri-lo. Sabiam que dentro de mais alguns meses, talvez um ano, o herdeiro Yuriev nasceria e algo lhe dizia que seria um menino. Yan havia até mesmo escolhido o nome do pequeno: Renan Yuriev.

O nome agradara Eleazar e fora amplamente aprovado por todos os clãs que estavam presentes no momento do anúncio.

Ruri agora era guardada por diversos lacaios, não que fosse necessário, pois Yan conhecia bem as capacidades da irmã, muito além da suas, mas ele queria, de uma estranha forma, participar daquilo.

Aquele sabor de paternidade havia despertado alguma coisa dentro dele que ele ainda não conseguia descrever. Talvez seu passado doloroso tivesse deixado uma lição, ou talvez não, afinal, Yuriev bem sabia que Eleazar tomaria a educação de seu herdeiro tão logo ele nascesse, por isso era importante tudo o que estava fazendo.

Ruri, ao contrário dele, ainda não parecia despertar ao que estava prestes a lhe acontecer. Parecia tão ou mais ausente do que Selena era habitualmente, mas Yan sabia que, apesar dos laços de sangue, mãe e filha não compartilhavam da mesma loucura.

Se bem que, assim que Katsuya Kuran fora trazido, Selena parecia ter saído de seu mundinho isolado. Ela imediatamente dera ordens e ordens e Eleazar sequer ousara questioná-la.

Agora um quarto inteiro era montato enquanto Selena se divertia com seu boneco vivo, os olhos cinzas da vampira anciã com um brilho renovado que chegava a assustar. Ela até mesmo ordenara que a criança fosse servida de sangue nobre o que dera a Yuriev uma excelente ideia.

Victor e Leila Mihaela sequer suspeitaram quando a luxuosa limusine de Yan parara em frente a residência deles, afinal, Stelian era um dos espiões de Yuriev e talvez ele quisesse tratar de negócios.

A família Mihaela tinha boa influência na corte, mas eram obcecados por poder e Yan farejara isso quase que imediatamente ao conhecê-los.

A questão é que tudo tinha um preço e sim, Yan ia lhes dar o que fora prometido, mas agora era o momento de mostrar lealdade.

A proposta era simples: Victor deveria dar seu sangue para o pequeno Katsuya, em troca disso, Leina, a irmã mais nova de Stelian, seria casada com Yoran Razvan, um vampiro nobre de um clã de puro sangue norueguês. Afinal, não era isso o que eles queriam?

Yan sinceramente não entendeu quando Victor reagiu de forma negativa a sua proposta. Nâo havia sido um pedido, havia sido uma ordem, uma cobrança pelo prestígio que a família dele teria.

A reação de Victor, suas palavras agressivas, a histeria de Leila, tudo aquilo parecia incômodo demais e precisava ser calado. As coisas seriam feitas conforme seu desejo.

Ao seu lado, Ruri ergueu apenas uma mão e logo Victor estava envolto em sombras, sufocado e impossibilitado de se mover, seus sentidos sendo apagados pouco a pouco.

Leila tentou fugir, o telefone tocou e a vampira nobre correu até ele. Yan lhe deu tempo suficiente para tirar o aparelho do gancho, antes de lhe acertar com sua bengala de prata e mármore, praticamente abrindo o crânio da nobre.

Ela caiu, mas ainda havia consciência naquele corpo. Yan a assistiu se rastejar mais e mais, os dedos descoordenados ainda tentavam alcançar o fone caído, os lábios distorcidos murmuravam alguma coisa.

Yan deu um pequeno chute n aparelho, afastando-o da mão da vampira e então se abaixou ao lado dela.

Fazia tempo que não se alimentava de um nobre, afinal, seu pai lhe pedia ordem na corte. Ele a pegou pelos cabelos platinados e a ergueu, sua língua passando pelas faixas de sangue daquele rosto agora deformado.

Ele sorveu longos goles e então se aproximou de Ruri, que permanecia sentada numa poltrona, as mãos agora sobre o colo, olhando para o vampiro desacordado.

Delicadamente, Yan ajoelhou-se diante dela e lhe ofertou a vampira, afinal, Ruri precisava se alimentar bem mais do que ele.

-Mic sora… por favor - ele depositou o corpo sobre o colo dela, seus dedos manchados de sangue acariciando sua face de mármore enquanto ele a observava faminta sugar daquele corpo.

-Você é tão perfeita - ele deixou escapar em um sussurro - Nosso filho sera perfeito, assim como nosso pai deseja - ele se ergueu, ainda afagando o rosto dela, observando Ruri sugar e sugar, até que toda a vida do cadáver se esvaiu e ele virou cinzas.

A vampira se ergue, alguns lacaios entraram na sala e pegaram o corpo, carregando até a limusine.

Yan deu o braço para Ruri e a ajudou limpar as cinzas debelo vestido preto e vermelho, ambos voltando à lumisine.

Ao chegarem em casa, Victor fora entregue a Selena. Ela preparou todo ritual para que Katsuya recebesse o sangue nobre e se tornasse também um. Em seguida, trancada com Ruri, Selena fez o ritual secreto do clã, com o pequeno, tirando seu coração do peito e guardando-o em uma caixa de madeira.

A criança ficara adormecida por dias, os exatos dias em que Ruri e Selene ficaram foram do castelo, indo guardar o precioso orgão do pequeno no que eles chamavam de gelo eterno.

Quando finalmente acordou, o pequeno tinha seus cabelos negros totalmente platinados e seus olhos cinzas. Desde esse dia, Selena não desgrudara do pequeno um segundo sequer.

-Tera um novo nome - ela anunciou para o casal sentado no divã branco - Será agora Valeriu e herdara o nome de seu sangue Mihaela - ela então abraçou ao bebê que permanecia plácido em seus braços, pouco lembrando a criança agitada e chorosa de dias atrás.

Yan assentiu, seguido por Ruri e ambos trocaram um breve olhar. Eleazar aprovaria aquilo? De qualquer forma, aquele bebê ainda era um Kuran e Yan ainda tinha uma missão a cumprir.

Afagando com uma das mãos a mão de Ruri, ele pegou o celular do bolso e discou alguns números, esperando a conhecida voz de Tohru lhe atender.

A voz trazia ainda mais tristeza do que ele se recordava e ele teria se compadecido, caso houvesse compaixão em sua alma, mas, não existia.

-Senhorita Kuran, espero que esteja melhor -  a voz dele era calma e baixa, como sempre - Gostaria de dizer que não se preocupe com seu pequeno Katsuya, ele agora está realmente seguro e não com humanos - ele lhe deu tempo para entender aquilo.

-Em breve irei até Ambarantis para pedir oficialmente sua mão para Loran, espero que tenha um sorriso no rosto quando me disser sim, ou então se pequeno herdeiro não vivera outro amanhã - ele aguardou a resposta dela, um sorriso sádico brincando em seu rosto.









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MensagemAssunto: Re: Valeriu Mihaela   Seg 22 Fev 2016 - 17:47


Ruri Yuriev

... I will always follow you...
... Mic Fratelle

Faltava pouco agora. Todos já haviam tomado suas determinadas posições. Mama e papa estavam no alto, na parte elevada do salão e logo em seguida eu me posicionei, obedecendo toda a ordem hierárquica, me posicionando um degrau abaixo de Selena. Nada podia sair errado aquele dia.

Aquela ideia não me agradava, não agradava o feto em meu ventre que parecia remexer minha mente como um chocalho a cada segundo me impedindo de manter o foco.
Uma impura, mestiça.
Mesmo após receber aquele fonllown e subir, aparentemente, de rank, ela sempre seria o que era. Mic fratele não merecia os fracos ou aquelas alianças fracas. Sem seu nome, aquele saco de carne não era nada e, ainda sim, duvidava bastante que uma mestiça bastarda fosse ser de grande utilidade. O próprio concelho repudiava sua existencia, como um tabu vindo de um puro-sangue e um humano. Mas eu jamais discordaria dele ou de seus planos. Confiava na forma como ele nos guiaria, confiava nele.

O rosto de papa não parecia transmitir qualquer aprovação e sua energia era perceptivelmente oposta a esse sentimento. Eu sabia, mais do que ninguém, das coisas de quem Yan era capaz. Eu o conhecia em cada parte, cada centímetro e jurava pelos deuses já mortos que um dia, Eleazar ainda se curvaria ao próprio filho.

Esse pensamento fez com que meus olhos inevitavelmente se pousassem sobre Yan. A cria em meu ventre me atiçou novamente, como em reconhecimento da figura a quem contemplava. Sim, era essa cria que iria provar a Eleazar que Yan não era fraco. Seria um macho, um herdeiro capaz e forte.

Aquela cria talvez fosse a última coisa concreta que pudesse fazer por mic fratele. Agora seria a mestiça ao seu lado e não tenho certezas de que ela seria capaz de seguí-lo e apoiá-lo. Mas esse era o destino, era o caminho que Yan havia escolhido e, se era dessa forma que desejava, era dessa forma que seria, mic fratele.

A mestiça adentrou o salão e reparei seu olhar sobre meu ventre. Uma cria sem dúvidas mais forte que a que ela carregava. Fruto de uma mestiça com um transformado, aquela criança certamente nasceria como um level E, uma besta descontrolada por sangue devido à natureza fraca demais. Quando se trava de mistura entre as raças, somente os filhos de puros e humanos tinham sangue. Os demais vampiros não tinham poder suficiente para suplantar o sangue fraco daquela união, trazendo sempre bestas sedentas e descontroladas ao mundo.
Ainda acreditava que aquela criança seria o mesmo, mas, porque se preocupar? Algo me dizia que aquela cria não iria vingar. Não precisávamos de mais um estorvo como aquele.

Ela se aproximou e a cerimônia logo começaria. Selena parecia contemplativa e vazia ao olhar todos e me perguntei brevemente quantas vezes eu poderia compartilhar aquilo com a mãe, aquele vazio nos olhos.
Como fêmea e, mesmo que essas palavras nunca tenham sido ditas, eu a entendia.
Era melhor parecer vazia do que deixar-se ver tudo que a construía.
O que não se pode ver não se pode destruir e, talvez isso, seja a forma de viver naquele clã, como eu bem sabia.


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MensagemAssunto: Re: Valeriu Mihaela   Ter 23 Fev 2016 - 12:53



""So much time on the other side
Waiting for you to wake up
So much time on the other side
Waiting for you to wake up
Maybe I'll see you in another life
If this one wasn't enough
So much time on the other side""

Ao avistarem a noiva um silêncio profundo caiu sobre o salão, a plateia tinha os olhos alternados entre Yan; o belo e jovem herdeiro Yuriev; Ruri, a princesa de gelo com seu ventre arredondado e Tohru, a mestiça Kuran que agora tinha sangue nobre e também trazia uma cria dentro de si.


Cada gesto era notado por aquela plateia especulativa, que parecia confusa com o quebra cabeças que estava desenrolado diante deles. Por que Yan Yuriev não se casava com sua irmã, assim como Selena e Eleazar? Ruri estava à espera de seu herdeiro, então aquele deveria ser o certo, não deveria?


Assim que Tohru deu os primeiros passos para dentro do salão, a tradicional marcha nupcial romena começou a ser tocada em flauta e piano, mas os olhos da maioria dos convidados agora estavam sobre Ruri e Yan. A jovem puro sangue olhava para o irmão, Yan sabia disso, o elo que eles tinham tornavam suas mentes abertas um ao outro.


Ele abaixou a cabeça e a olhou por um breve instante, olhou para seu rosto, para o ventre arredondado, ouviu as batidas do coração de seu filho. Aquele filho seria tragado por Eleazar tão logo soltasse seu primeiro suspiro.


Ele desviou então seu olhar para Tohru, ela parecia chocada ao notar a gravidez de Ruri, mas ela também estava grávida não estava? Eram assim que as coisas aconteciam no mundo deles, as alianças por interesse, por poder. Yan deixou um suspiro cansado escapar.


Ao seu lado, seu pai permanecia imóvel, os olhos agora estavam fixos sobre Tohru, talvez imaginando uma forma de destruir a alma dela, assim como ele fizera com todo seu clã. Além disso, a aura de desagrado do ancião era tão clara que Yan se esforçava para manter uma postura ereta e tornar a fitar a multidão de nobres e puros sangues menores ali.




Eleazar então desceu os dois degraus do pequeno palco e se aproximou de Tohru quando ela chegou ao altar. Ele tomou a mão dela nas suas e a guiou pelo resto do caminho. O olhar dele era ferro e não gelo como ela certamente deveria esperar, a aura dele era tão opressora que o ar parecia suspenso nos pulmões da jovem vampira.Se Selena tinha uma aura poderosa a de Eleazar além de poder trazia crueldade, uma real crueldade, como mergulhar em medo e loucura, em dor.


Ele a entregou para o filho, num gesto quase imperceptível de cabeça e Yan tomou as mãos de Tohru nas suas. Ele ergueu uma das mãos e tocou uma das mechas brancas, dando um breve sorriso.


-Bem vinda minha jovem noiva - ele disse num tom baixo, ainda com aquele sorriso receptivo. Seus olhos cinzas eram quase ternos. Seria aquilo um espetáculo a ser desempenhado?


Eleazar esperou os cumprimentos de Tohru e então se posicionou atrás deles, de frente para o salão lotado.


-Minha querida família - ele começou e o silêncio se tornou ainda mais intenso enquanto sua voz poderosa ecoava pelas paredes - Nosso clã tem se tornado a cada novo dia a esperança de nosso próprio país. Nós nos tornamos a Romênia e a Romênia se torna nós. Nosso prestígio agora alcança novos horizontes e com orgulho recebemos mais um membro de um clã real em nossos braços.


-Esta união não só simboliza a descoberta de sentimentos de jovens vampiros, mas sim uma aliança forte que prova que nossos valores são os valores corretos - ele olhou para todos ali, algumas pessoas tinham agora olhares admirados e inflamados - Esta noite brindaremos o nascer de um novo império enquanto meu nobre filho degusta de sua noiva, mas agora, diante de todos, peço que respeitosamente em vossos corações honrem este casal pois nesta noite eu me retiro e deixo com vocês seu novo líder e sua esposa.


Ele fez uma reverência e então entregou uma caixinha azul aveludada a Yan. O jovem vampiro abriu e verificou o conteúdo, assentindo de forma satisfeita, um largo sorriso brotando em seus lábios.


Era claro que ele estava feliz, era claro que estava orgulhoso, mas seu sorriso logo sumiu. Yan não esperava por aquele anúncio e ao que parecia tão pouco os demais convidados. As expressões admiradas se tornaram um pouco receosas, mas então algo inusitado aconteceu.





Stelian se ergueu de entre os convidados e então ergueu sua taça:


- Vida longa ao nosso novo imperador! - ele anunciou e aos poucos, outras mesas teve seus representantes erguidos, bem como suas taças e brindaram a Yan. Ele assentiu a cada um de seus convivas, mas seu olhar se demorou sobre Stelian.


-Vida longa a todos nós, à nossa Romênia e ao nosso império - ele respondeu após os cumprimentos e então olhou Tohru - Vida longa à nossa união minha cara esposa, vida longa à nossos filhos - ele então tomou a mão dela e colocou a aliança em seu dedo, um lindo anel de diamante e ouro branco.





A caixinha foi devolvida à Eleazar e ele tornou a se aproximar do casal.


-Meu último ato como imperador de nosso clã e consagrar esta união: Kuran e Yuriev como um só de agora em diante - ele então olhou para Yan como se aguardasse alguma coisa e então, ainda segurando a mão de Tohru, Yan aproximou sua testa de seu pai.


-Meu primeiro ato como imperador de nosso clã é nomear meu amado pai como… lorde de guerra de meu clã, de nossa família e de nosso império, assim se retira de todas as obrigações e passara a cuidar exclusivamente de nosso exército - Eleazar assentiu, mas seu olhar de reprovação por aquela mínima hesitação foi intenso.


Yan então se afastou de Eleazar e Tohru e então se virou para os demais convidados:





- Familie , onoare, datorie ! Pentru a Familiei ! - ele brindou a todos e foi aplaudido por alguns momentos., por todos os homens nas mesas.


Ao lado, Selena e Ruri assistiam a tudo em silêncio, claramente deixadas de lado naquele momento que parecia ser algo exclusivo da parte masculina do clã. Até mesmo as mulheres nas mesas ao redor tinha aquela mesma posição, enquanto os homens bradavam e comemoravam. Algumas ainda tinha pequenos sorrisos nos lábios, mas nada mais do que isso.


-É chegada a hora - ele se virou então para Tohru e lhe estendeu o braço, aguardando então para saírem do salão.









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MensagemAssunto: Re: Valeriu Mihaela   Qua 24 Fev 2016 - 2:38


Ao ver aquele sangue-Puro assustador vir em sua direção, Tohru achou que fosse desmaiar porque quase não conseguia respirar tamanha a aura opressiva e densa que cercava aquele vampiro. Pálida, mas firme, ela deixou-se conduzir até junto ao noivo que a recebeu com um sorriso discreto nos lábios finos e um olhar que fez seu coração bater mais rápido, fazendo-a corar, quando ele segurou-lhe as mãos e tocou seu cabelo.

-M-multumesc...- Ela conseguiu se forçar a dizer num fio de voz, se curvando levemente em cumprimento a ele.

Então o pai de Yan começou a falar, deixando-a ainda mais apreensiva. Novo império? Como assim? O que ele queria dizer com isso?,pensava, confusa e mais perplexa ficou ao proclamar Yan como o novo líder do mesmo.

-Nani?- pensou, assustada, ouvindo as aclamações de Stelian e dos demais convidados. 

 A atitude entusiástica deste aliás a deixou admirada depois de toda aquela hostilidade demonstrada antes. Seu noivo também parecia  intrigado, pensou seguindo o olhar dele.

Seguiram-se os brindes e então Yan voltou a tomar sua mão e colocou em seu dedo um magnífico anel de diamante fazendo votos de vida longa à união deles e seus futuros filhos.Estavam casados.

Tímida, Tohru olhou pra ele, baixando o olhar em seguida, lembrando do seu finado marido e pensando na reviravolta que dera sua vida.:- Hai..Vida longa...- Ela respondeu.

Eleazar tornou a falar, sacramentando a união deles. Yan, então, o nomeou senhor da guerra, fazendo Tohru se lembrar dos antigos Xoguns do Japão feudal. No entanto, ele ainda parecia zangado.Por que seria?-estranhou a jovem.

Seu agora marido afastou-se um pouco fazendo um animado brinde final com os homens da festa. No entanto, não tardou a retornar, oferecendo-lhe o braço para saírem.Tohru apavorou-se, mas manteve-se imóvel.Já? Kami-Sama, o que será de mim?


Lembrou-se das palavras de Selena. Talvez ansiasse ou melhor, tivesse suas fantasias sobre como seria a noite de núpcias com ele, mas ao mesmo tempo, tinha muito medo...Ela estava grávida de outro por qual ela já o recusara no passado...Ele devia odiá-la...sabia que aquele era um casamento de conveniência política, ainda mais depois de ver o que viu...Ele se vingaria sendo bruto com ela? Toda aquela gentileza seria uma fachada para os outros? Ou não?-pensou a jovem, empalidecendo.

Um pouco hesitante, estendeu a mão, ligeiramente trêmula e aceitou o braço que lhe era oferecido, concordando em silêncio.


               Tohru e Kyoshiro
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MensagemAssunto: Re: Valeriu Mihaela   Qua 24 Fev 2016 - 14:48


Agora estava feito. Estabelecido.
A aliança que Mic fratele tanto procurava havia sido selada frente a toda a sociedade vampírica da Romênia, havia sido presa com um anel.
Meu silêncio era mórbido, como o de todas as fêmeas ali, mesmo ante as comemorações. Porque assim era nossa sociedade, esse era nosso lugar.
Tive que me conter para  não virar às palavras de Eleazar.
O que ele queria com aquilo tudo?
Minha mente afiada pelos séculos naquela casa sabia que não era algo gratuito. E por um momento, temi o que aquele gesto pudesse significar.
Claramente Yan ainda não tinha a aprovação de papa. Então porque? O que Papa planejava com aquilo?
A expressão confusa de Yan demosntrou o mesmo, mas Steilan pareceu querer quebrar o gelo da situação.
Gelo.
Era a ligação de todos nós, de todos que ergueram seus copos e taças brindando à nossa nova liderança.
Liderança esta, que agora saía rumo à ala preparada especialmente para aquela noite, para a mestiça, agora sua esposa.
Os nobres continuariam ali, continuariam sua celebração, mas eu não.
Não era de  bom tom, em nenhum lugar da sociedade vampírica, prenhas ficarem em meio a resto da sociedade, ainda mais uma pura como eu.
Só eu sabia o quão fácil uma cria em formação poderia me fazer descontrolar pela sede.
As grávidas sempre eram mantidas reclusas e afastadas, salvo aquele evento, no próprio castelo de minha família e casamento de mic fratele.
Mas agora eu tinha que ir, ainda mais quando a sede gritava forte a minha garganta e o cheiro de tantos em um único local me atiçava os sentidos.
~ Mama... ~ me aproximei de Selena, reverenciando-a respeitosamente ~ cu voia dumitale...
Pedi autorização para me retirar, discretamente, saindo do salão e voltando aos meus aposentos assim que me foi concedida.
As mãos protegeram e acalmaram meu ventre enquanto seguia pelos corredores, protegendo aquela cria.
Será que ela também teria sua semente?
ME perguntei, enquanto me afastava e a sede gritava mais alto por ser aplacada.


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MensagemAssunto: Re: Valeriu Mihaela   Qui 25 Fev 2016 - 21:25

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