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 Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla

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MensagemAssunto: Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla   Qua 2 Dez 2015 - 9:26

Quarto 2 - Ala Masculina


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_Agora repita comigo: Nunca mais desobedecerei um DEUS!
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Yumi Ayuzawa
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MensagemAssunto: Re: Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla   Seg 21 Dez 2015 - 18:09

Yumi Campbell

Com a ajuda do taxista, Yumi havia conseguido levar Icaru até a entrada do alojamento, muitos caçadores olhavam desconfiados para a cena que se estendia, mas a ruiva a apenas forçava um sorriso e dizia que o companheiro de caçadas havia bebido demais.

Após muito esforço Campbell finalmente havia conseguido deixar o ruivo no alojamento, agora ele estava deitado e abrigado nas cobertas de lã. A respiração do vampiro era calma e compassada, aos poucos ele se recuperaria do porre de Vodka.

- Como você pode... após tanto tempo... me tratar assim, Icaru? - Yumi estava sentada na cama ao lado da dele, as lágrimas ainda brilhando nos olhos inchados, enquanto as palavras afiadas permaneciam cravadas nos ouvidos dela.

- Eu nunca fiz nada de errado! - ela urrou, erguendo-se da cama, cambaleando e caindo de joelhos no chão. - Eu nunca fiz nada de errado pra você me tratar assim. EU NUNCA FIZ NADA DE ERRADO PRA VOCÊ E PRO ZERO! - ela bateu os dois punhos no chão, mordendo os próprios lábios, controlando a vontade de gritar e mandar tudo para o alto.

- Eu não pedi para estar aqui novamente, eu não pedi para estar com ele ou com você! - ela se encolheu no chão amadeirado do quarto, a respiração saindo em soluço, enquanto algo dentro dela se quebrava. - Eu nunca pedi flores...




Última edição por Yumi Ayuzawa em Qui 24 Dez 2015 - 0:09, editado 1 vez(es)
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Lohanne
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MensagemAssunto: Re: Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla   Ter 22 Dez 2015 - 5:47







A cabeça de Icaru doía, seu corpo estava frio devido a neve presa em suas roupas, que se condensaram no percurso de volta para… para onde?

As imagens do sonho que acabara de ter foram tão nítidas e reais, o gosto do álcool amargava em sua boca e ele sentiu o estômago revirar.

Ainda de olhos fechados ele sentou-se na cama, seu corpo inteiro doeu e reclamou daquele movimento e  ele respirou fundo, tentando juntar todos os pedaços dentro de si, sentia como se tivesse levado uma surra.

Ainda zonzo e perdido, ele ouviu aquela voz em meio aos seus sentidos nublados, ele sentiu aquele perfume em seu quarto, sobrepondo-se a todos os outros sentidos dos vapores de álcool em seu sangue.

Ele estremeceu, seu corpo sentiu-se ainda mais gelado a medida que sua visão turva ganhava foco e via a garota ali no chão daquele quarto onde ele estava. Aquilo era real?

“Yumi…” - a boca dele abriu e fechou, apenas o ar escapando por seus lábios enquanto ele tentava entender o que a menina falava. Ela parecia furiosa, magoada, ferida. Com o que?

De repente uma verdade acinzentada se desenhou em sua mente. O som do vidro da garrafa se estilhaçando, o som da cadeira, a chuva de notas de dólar verde, os xingamentos. Aquilo não fora um som? Os olhos verdes azulados de Icaru fitaram aquela garota no chão e de repente era como se ele tivesse tomado um soco no estômago.

Ele permaneceu ali alguns segundos, paralisado, perdido entre aquela estranha sensação de real e irreal, sentindo dentro dele a sensação de amargura tomar conta, sentindo que havia se feito algo terrível e que não poderia ser desfeito.

Estava ainda zonzo, ainda havia muito álcool sendo queimado em seu organismo e, mesmo sendo um vampiro, era fraco e o efeito era quase o mesmo do que no organismo de um humano.

Uma parte dele desejava mais do que tudo cair no chão ao lado da caçadora ruiva e implorar perdão, dizer que aquilo tudo era uma mentira e que ele jamais diria aquelas coisas se estivesse sóbrio. Mas não estava e uma parte dele sabia que, em todo seu orgulho, era tudo o que ele queria ter dito.

Sua razão lhe dizia que, embora Yumi Campbell jamais lhe tivesse pedido qualquer coisa, ele estava ferido e orgulhoso demais, sabia que teria feito aquilo de qualquer modo, em algum momento.

Seus sentimentos frustrados eram exclusivamente culpa sua, mas ele despejou tudo aquilo sobre ela, como se ela tivesse qualquer obrigação de aceitá-lo. Quando ela havia ter dito sentir qualquer coisa por ele? Ele quem decidira aquilo, dentro dele, sozinho.

Ele olhou em volta, olhou para sua roupa toda úmida e suja, o quarto onde estava era seu quarto na associação. Aquele simples movimento vez seu cérebro se revoltar e sua cabeça latejar.

O que ele poderia fazer afinal? O que mais ele poderia fazer para remediar algo que parecia não ter mais solução?

Talvez fosse mais do que hora de deixar Yumi partir, de afogar aquele sentimento em seu coração, afinal, depois de tudo que havia dito e feito, depois de todas aquelas ofensas, pouco acreditava que teria qualquer esperança em conquistar a confiança de Yumi.

Ele fechou os olhos novamente, tudo nele parecia se desfazer em mil pedaços, em mil gotas de álcool que embebedavam os sentimentos dele.

-... - ele tentou falar qualquer coisa, a garganta seca arranhava, seu hálito estava terrivelmente fétido pela bebida e tudo o que conseguiu foi se inclinar para frente, para fora da cama e vomitar uma grande quantidade da bebida que havia ingerido.

Ele arfou, vomitando novamente, sujando o chão ao lado da cama.

Decadente, era tudo o que havia sobrado dele, preso em suas próprias ilusões, criando um mundo onde aquela jovem ruiva era tudo e era nada ao mesmo tempo.

Ele levou a mão ao estômago, sabia que naquele momento ela certamente estaria olhando para ele, o odiando ainda mais, mas não havia mais o que ser feito. Ele fechou os olhos, rezava para que ela apenas fosse embora naquele momento.

Era estranho como ele estava ansioso por vê-la, por falar várias coisas, por perguntar… e de repente tudo aquilo havia se desfeito. Era como se aquela lembrança fosse distante, de outra vida e ele simplesmente não era mais aquela pessoa. Ele não era mais o jovem doce de antes. Estava amargurado por uma decepção que ele próprio criara.

“Yumi… adeus… espero que um dia possa me perdoar…” - ele deixou-se cair na cama novamente, levando um dos braços sobre a cabeça. Não sentia mais forças para tomar qualquer atitude. Estava sujo, com frio, bêbado e ainda mais amargurado.

Ele se ergueu apenas o bastante para arrancar o cachecol cinza e o casaco molhado e voltou a cair no colchão. Sentia o peso da própria decepção, das próprias ilusões, todos caírem sobre ele com o peso de uma realidade que ele havia trazido à tona.

Se ele a amava tanto, por que feri-la tão profundamente?

Ele arrancou as próprias calças, ainda fingindo que ela não estava ali e puxou a coberta sobre si, como se aquilo fosse realmente protegê-lo de alguma coisa, da própria vergonha talvez.

Ele fechou os olhos, a cabeça latejando, o coração ainda mais e mais pesado. Ele sentia vontade de sumir, sentindo uma linha quente sobre seu rosto, o rastro de uma lágrima solitária. Há quanto tempo ele não chorava mais por aquela dor? Aquilo havia se tornado em obsessão e só poderia culminar em ódio. Talvez tivesse sido exatamente isso. Ele criara uma imagem dela para conseguir finalmente odiá-la, mas tudo o que conseguiu foi que ela o odiasse.

Ele respirou fundo, aquilo era um pesadelo? Não, não era um pesadelo, ela ainda estava ali e ele sequer se mexia, não se achava digno de dizer qualquer coisa a ela depois de tudo o que havia feito. Ela ainda o trouxera para casa. Por que?

Aquilo o cortou por dentro, uma pequena chama se acendendo em meio ao frio, mas ele logo a apagou. Não queria criar esperanças falsas novamente.

Deveria ao menos agradecê-la depois de tudo aquilo? Ele tinha aquele direito?

Ele abriu os olhos, encontrando novamente a garota ali. Ele permaneceu em silêncio apenas encarando. Talvez o certo fosse deixar que ela o odiasse, o xingasse e saísse dali. Ele não revidaria, estava a mercê de qualquer ação dela pois, além de tudo, agora se sentia apenas um covarde.





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MensagemAssunto: Re: Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla   Qua 23 Dez 2015 - 22:44

Yumi Campbell

Presa num poço invisível, Yumi sentia-se comprimida pelas palavras de Icaru, ela estava enterrada na cova que ele cavou. Como se cartas fossem tiradas de um baralho e postas sobre a mesa, Campbell sentia seus medos escaparem pelo assoalho do quarto, ali ela deixou grande parte de quem era, ou pelo menos, de quem acreditava ser.

Aos poucos ela buscou força e sentou sobre as pernas, sem coragem, sem ânimo de virar para trás e encarar um Icaru que fedia a alcool e a vômito. Os ouvidos da caçadora escutavam com pesar a movimentação dele sobre a cama, os barulhos enjoativos de liquidos sendo jorrados pelo chão. Toda a cena que se instalava dentro do quarto ela não teria na lembrança, Yumi simplesmente bloqueava a vontade de ajudá-lo... Afinal, apesar de tudo, porque ela ainda queria cuidá-lo?

A ruiva passou as mãos trêmulas pela face e enxugou inutilmente as lágrimas que persistiam em umedecer os olhos. Ela respirou fundo algumas vezes, apoiou as mãos contra a parede e se ergueu do chão. O lugar dela não era ali, talvez estar dentro da associação fosse um erro. Talvez fosse necessário aceitar a morte  dos pais, ter uma vida simples, casar e ter filhos como toda garota era induzida a ter. Esquecer... ela precisava esquecer todas aquelas criaturas noturnas, ocultar Kiryuu, Kaito ou Icaru.

Ou melhor, ela poderia dar fim em todos os devaneios, Icaru estava fragilizado sobre uma cama de espinhos invisivéis. Zero Kiryuu, ele não estaria preparado para um ataque surpresa de alguém que já fez parte de seu passado. A doce e forte Yumi Campbell, todos acreditariam nela, pois era cega nos objetivos e dedicada o suficiente para fazer o correto... não, ela não seria capaz de matar a todos os seus fantasmas.

Eles acreditariam, mas...

-Com licença... - a voz timbrou rouca e dolorida, pela primeira vez em anos, Yumi só queria morrer, já que seu maior pesadelo era ela mesma e não eles. Ela poderia vencer eles, mas será que conseguiria vencer o próprio reflexo no espelho?

De pé, ela ajeitou as roupas no corpo, acomodou os cabelos para o lado e umedeceu os lábios acreditando que ficaria com um aspecto mais saudável. Ela caminhou devagar até a porta, apenas o som das botas ecoando no quarto repleto de culpa e desilusões. Na comoda ao lado, ela deixou algumas notas de dinheiro, devolvendo o favor que Icaru havia feito no restaurante. Se Yumi era a vadia da história, o que seria dele afundado na própria destruição?

Campbell abriu a porta e foi envolvida pelo frio do corredor, já estava tarde e não havia mais ninguém circulando pelos dormitórios da associação. Vazio. Dentro daquele quarto ela deixou todas as felicidades e decepções, deixou Icaru, inclusive, ela.

Vazio.Os corredores continuariam vazios aquela noite.


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Lohanne
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MensagemAssunto: Re: Quarto 2 - Ala Masculina - Dupla   Qui 24 Dez 2015 - 13:21







""And my surrender keeps you from harm
And saves you for a life that's better than mine
And your forever severs the storm
The one that joined your eyes so steadily to mine""


Icaru ficou ali, inerte, esperando o ataque de fúria de Yumi mas, como um céu escuro onde apenas raios e trovões retumbavam mas a tempestade não caiu.

Era visível a mágoa nos olhos da caçadora, mas ele não conseguia articular nenhuma palavra ou nenhum gesto que pudesse resolver aquela situação, não havia remédio para voltar no tempo e apagar as palavras duras que dissera.

Além disso, estava fisicamente esgotado e aquele cheiro de vômito no ar o deixava ainda mais nauseado.

Ela o encarava em silêncio e aquilo era ainda mais doloroso do que gritos, porque com gritos ele saberia que ao menos ela estava com raiva e irada, o que era um claro sinal de que ainda se importava com alguma coisa mas, o silêncio, aquilo só podia significar que ela o desprezava e o desprezava ainda mais.

Ele observou as costas dela, os passos, aquele som ficaria para sempre marcado em sua mente. Se havia retornado para tentar ajudá-la, acabara de arruinar todas as chances que ainda lhe restavam.

Ele afundou no colchão, torcia para que o sono lhe alcançasse de alguma forma, mas isso não ocorreu nem no primeiro minuto, nem em meia hora, nem uma hora depois.

Estava sozinho no quarto, a bebida parecia ter sido sugada de seu organismo pela frieza de Yumi.

Icaru se levantou com muita dificuldade, estava impaciente, sua mente estava repleta de tentativas fracassadas de solucionar tudo aquilo. ainda não acreditava que havia dito aquelas palavras, que havia se achado, mesmo em sonho, no direito de humilhar Yumi daquela forma. Mas estava feito e talvez aquela tenha sido a melhor coisa: por um ponto final naquilo.

Ele cambaleou até o banheiro do quarto e lavou o rosto, decidindo então por tomar um banho gelado. Precisava tirar aquela roupa suja e limpar todo o quarto. Não queria perguntas sobre o que poderia ter acontecido.

Icaru se despiu e entrou no chuveiro de água fria, seu corpo estremecendo, mas sua mente terminava de clarear depois do soco do silêncio de Yumi tê-lo acordado.

Sentia-se quase humano quando saiu do banho, mas havia dentro dele uma sensação de peso que o incomodava ainda mais, talvez fosse melhor mover esse peso sobre o que sentia pela caçadora ruiva e seguir, mas de uma forma diferente.

“É hora de focar no passado, não neste passado, mas no meu passado. Eu passei tempo demais pensando em você… mas eu preciso me reconstruir e talvez eu encontre um modo de te trazer de volta também…” - ele se secou e apanhou roupas limpas de sua mochila.

Icaru retornou ao banheiro e pegou uma toalha para limpar todo o chão. Era a única ferramenta que dispunha para isso. Ao menos aquele cheiro ruim sumiu do ar.

Ele foi até as janelas e abriu, olhando para a noite fria, recebendo o vento em seu rosto de bom grado. A bebida agora parecia finalmente abandonar seu organismo, mas o sono não retornava.

Ele ficou olhando o movimento lá fora, alguns caçadores retornavam, tarde demais. Ele voltou até sua mala e retirou um frasco de pastilha, tomando algumas e tornando a olhar pela janela.

A cena de Yumi deixando o quarto se repetia inúmeras vezes, misturando-se a cena do único beijo que haviam dado no pôr do sol. Sera que ela não havia sentido nada?


“Não, ela nunca sentiu, eu criei tudo isso na minha mente” - ele respirou fundo. Amar Yumi havia sido platônico, ele pouco conhecia dela e ela pouco conhecia dele. Fora tudo uma ilusão que criara em sua mente e agora, sendo capaz de tê-la ofendido como fizera, tinha certeza de que, para o bem dos dois, deveria por um ponto final naquilo.

“Eu vou deixa-la em paz, mas… eu… eu vou ficar por perto, eu vou ajudar você… não espero que me perdoe, eu não mereço tanto de você depois do que fiz” - ele fixou os olhos no céu noturno - “Eu não vou permitir que qualquer um jamais a machuque como eu fiz e eu vou guardar todos esses sentimentos por você, pela Yumi que eu imaginei existir” - ele passou a mão no rosto e voltou para a cama, ligando a televisão num filme qualquer.

Seus olhos estavam fixos na tela, mas ele ainda via Yumi ali, no quarto, agora podia sentir o perfume que ela deixara no ar. Ele tentou ignorar aquilo e prestar atenção ao filme, mas ele ainda… ele ainda desejava aquele amor platônico.

-Ah… - ele resmungou, fechando os olhos. Por que toda aquela obsessão? Por que não outra garota?


-Por que você? - ele se perguntou, voltando a sentar na cama impaciente. O que poderia fazer agora? Talvez o melhor a fazer fosse…
Ele apanhou uma jaqueta na mala e saiu, pulando pela própria janela sem se importar tanto com a queda de dois andares, afinal, aquilo não o afetava mais. Icaru se perdeu nas sombras, saindo do campo da Associação.







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