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  Ruas e Becos da Cidade Central

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MensagemAssunto: Ruas e Becos da Cidade Central   Qui 26 Nov 2015 - 16:41

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Última edição por Master em Dom 29 Nov 2015 - 15:32, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qui 26 Nov 2015 - 16:59

+Louis+

Andava apressado pelas ruas, atravessou passando pela calçada para chegar a um ponto onde pudesse pegar um táxi, mas naquela hora não passava um, foi andando pela calçada olhando para trás para ver se algum se aproximava.

Enquanto andava notou um carro o seguindo, a princípio achava que era impressão, mas depois teve certeza, reconheceu a placa, era um dos carros do pub’s.

Ficou apreensivo, sabia que Magnus não o deixaria em paz, andou mais rápido para despistar, entrava em ruas e depois em uma loja e ali ficou olhando as roupas esperando tinha que ter alguma ideia de se livrar deles.

Pegou o celular, mas quem chamaria? Vincent... Pensou de imediato e fez uma chamada para o irmão, ele não atendia, ligou várias vezes e como não era atendido entrava na caixa postal.

_Vini, por favor atenda o telefone, estou precisando de ajuda. – Gravou a mensagem e encerrou a chamada.

O carro parou e ficou em frente aquela loja, ele olhava de trás de uma arara dentro da loja e tentava pensar como fugir.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sab 28 Nov 2015 - 14:11

O terno de Tuomas já estava escolhido e separado juntamente com o vendedor enquanto lirion escolhia uma camisa e uma gravata para combinar como seu. O vampiro gostava de alguns modelos mais ajustados ao corpo quando ia a algum evento especial, principalmente por que já andava alinhado durante os outros dias. “Algo deveria ganhar algum destaque às vezes”, era o que pensava na hora de escolher a gravata que havia esquecido de por na mala, a camisa era branca e simples e iria comprar uma nova, afinal camisas brancas nunca eram demais para ele. O terno havia trazido um para algum eventual problema. Então estava tudo certo a gravata seria cinza escuro, era então o momento de ver os modelos de camisa, quando a presença de outro vampiro o fez olhar em sua direção. Ele parecia um pouco nervoso, estaria a ponto de atacar alguém ali dentro? Lirion não queria aquele tipo de dor de cabeça agora para ele, principalmente por ser testemunha ou talvez possível executor. Ele estranhou um pouco a situação porque o outro vampiro não parecia apresentar ferimento algum ou estar decaindo.


De maneira pouco discreta conseguiu ouvir o que ele falava pelo telefone. O moreno pegou então o próprio celular lendo algumas mensagens um tanto ruins para seus negócios, bem por que não? Ele acabava recrutando novos soldados assim de maneira simples, porém era bem eficaz!  Lirion se aproximou devagar, como se procurasse algo também na arara, tentando observar o que eu acontecia pelo vidro, a seu ver não havia nada de errado, estaria ficando louco?  Não disfarçou o olhar e então se aproximou do vampiro falando calmamente em um tom de voz muito baixa, onde talvez só ele escutasse.



— algum problema? Está agitado o suficiente para deixar os outros clientes da loja inquietos— disse enquanto se mantinha a uma distancia segura demonstrando calma e que não iria ataca-lo.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Dom 29 Nov 2015 - 14:07

+Louis/Arthur+

O moreno ainda analisava a situação que estava, precisava sair dali, mas as possibilidades eram minímas, olhava toda a loja procurando uma rota de fuga, mas a única porta de saída para seu azar era de entrada, respirava devagar para se acalmar e pensar em uma possibilidade.

 

Ao longe viu a porta do carro abrir e de lá sairão quatro homens de terno, muito bem alinhados e com óculos escuros, reconheceu de imediato três deles, e sabia que se fosse pego por eles seria seu fim.


Spoiler:
 

Os homens sendo um deles um vampiro que sempre chamava Arthur de chefe entraram na loja e andaram espalhando pelos cantos daquele local, olhavam as roupas e encaravam Arthur.

Pierre fez um gesto com a mão em sinal de negativa, sem que o vissem para que entendesse que a situação era séria, um aviso a Arthur que não poderia ajudar.

Pablo mastigava um chiclete e o fitava da porta, estava um tanto ansioso e agitado. Rick olhou para Arthur ergueu a sobrancelhas apontando a cabeça para fora, olhava o carro. Ainda havia alguém naquele carro, o moreno estremeceu, se for quem ele imaginava, estava realmente em apuros.

"Droga chefe eu não aço ideia  de como te livrar disso..." - Pierre pensava um tanto agitado.

Louis prendeu o fôlego ele precisava de uma saída. Nesse momento aproximou dele um homem que logo de imediato reconhece como vampiro, o cheiro era típico e lhe fala com certa discrição, vira o olhar a ele e disfarça andando para outra arara. 

_Não se preocupe não sou de fazer ce... na...- Nesse instante veio a mente a saída, as palavras daquele vampiro clareou a mente.

"Só há um lugar onde posso ficar seguro... Associação de Caçadores...."

Seus pensamentos vinham com a estratégia de fazer um alarde naquele lugar, talvez uma vitima como um sequestro e assim conseguir ser preso pela associação.

_Sinto muito senhor, mas suas palavras irão salvar minha pele.

Arthur pegou um cabide na arara e quebrou a madeira, puxou o vampiro para si e agarrou pelas costas fazendo-o de refém e gritou dentro da loja que era um assalto.

Os funcionários se agitaram, algumas pessoas gritaram e correram para a saída e aqueles que ficaram se jogaram ao chão. Arthur arrastou o moreno junto a si para o canto preto do balcão e o fez entrar junto a ele.

Um funcionário acionou o alarme silencioso para chamar a policia e esperou encostado no canto. Os quatro homens que estavam atrás dele continuaram na loja e o de chapéu se aproximou com os braços para o alto.

Arthur fingia que aquele cabide era uma arma encostada nas costas do vampiro que ele fizera de refém, ele falou ao seu ouvido.

_Foi mal, mas preciso de sua cobertura não tenho nenhuma intensão de lhe fazer mal, só quero fugir e você será a minha rota de fuga.-Dizia baixo aquele vampiro perto de seu ouvido.


_Hei... hei... Arthur... Arthur... vamos parar com a cena solta tudo e vamos conversar...-o barbudo falava manso e pausado. 

_Nem pensar, conversar com vocês... sei a conversa... -Olhou os outros e colocou o vampiro a sua frente. 

_Arhtur... ah vá... é rápido só vamos ter uma pequena conversa...- Rick se aproximou pela esquerda do balcão.

O vampiro estava nervoso e ainda se mantinha na defensiva.

_Eu não me importo se vai furar esse cara ai, só quero te passa o recado de Magnus... Ou prefere que Victor venha até aqui? - O barbudo deu um sorriso no canto dos lábios.

_Vic...tor... -Arthur arregalou os olhos. _Victor veio aqui...-Arthur olhou em direção ao carro.

Aquela situação estava fugindo ao controle. 

_É melhor irmos, acho que chamaram a polícia. -Pierre chegou perto de Douglas.



Douglas olhou para fora e sabia que se a policia chegasse seria uma confusão ainda pior.

_Arthur vamos sair, mas saiba que estaremos perto. -Fez um sinal a todos que saíssem da loja e assim fizeram, não demorou muito e pode ouvir o som das sirenes dos carros de polícia.

Os quatro foram para o carro e entraram, assim o mesmo saiu deixando o lugar.
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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Seg 30 Nov 2015 - 9:54

-ah...


Lirion teria que mostrar surpresa e nervosismo, mas sério, era apenas um cabide de madeira, ele pode ver, ele pode sentir isso em suas costas... foi então que entendeu, o cara ali  provavelmente estava devendo para alguém,  provavelmente para esse tal de Magnus. Não era raro de acontecer, um vampiro perder suas economias e depender de agiotas, ou até mesmo ser um recém-transformado e não ter dinheiro para viver, mas este não era o caso desse tal de Arthur... ele não parecia ser um recém transformado, teria perdido tudo?


Com as mãos erguidas como um refém caminhou junto com o vampiro, aqueles caras ali de dentro não eram realmente lá grande coisa, mas havia humanos ali e não queria tomar uma bronca ou um tiro no meio da testa por causa de um vampiro que nem mesmo conhecia. Foram para a parte mais atrás do balcão, se vendo cercados pelos quatro integrantes da quadrilha do mau, e o chefe dos baixinhos deveria estar dentro do carro... de alguma forma isso pareceu assustar o vampiro com um pedaço de madeira a suas costas.


Lirion se manteve calado, desde que fora feito de “refém”. As sirenes denunciavam que a policia estava perto, e realmente seria complicado sair dali de maneira pacifica, porém os capangas haviam saído  da loja e voltado para o carro, um desses SUV da vida, mostrando que o dono ou assistia muitas series policiais, ou o tamanho tentava compensar alguma coisa, mas isso era algo que não fazia questão de pensar no momento. Com as gravatas ainda e mão  as erguei para que o vampiro a suas costas pudesse ver.

- qual é a melhor para um evento social, cinza chumbo  ou apenas cinza? — sim  o moreno não estava se importando com a policia, se realmente o cara quisesse assalta-lo estaria em apuros, e se fosse necessário quebrar o segredo para se defender, ele o faria.



— acho q cinza chumbo vai combinar, o terno é cinza chumbo também. — lirion pegou a carteira e retirou o cartão.
— vou querer levar este aqui, e você — se virou e olhou com a frieza de seus olhos azuis com uma leve insatisfação. — você me deve uma, e o pagamento é imediato.

Lirion o segurou pelo pulso o resfriando de maneira discreta, ele só sentiria sua pele queimar pelo frio. O moreno não o largaria tão fácil. Ele olhou para o balconista e sorriu gentilmente. Esperando que ele caísse na mentira.


— desculpe pela confusão, poderia retirar o alerta de assalto? Esse cara é um dos pacientes de um hospital que eu trabalho, ele sofre de esquizofrenia e está em tratamento, não sei como fugiu de lá, seria muito ruim pra imagem de lá caso isso viesse a tona. Desculpe pela bagunça, eu pagarei por tudo.



Lirion estendeu o cartão de credito para o balconista e sabia que isso iria lhe custar bastante para manter aquelas pessoas em silencio, principalmente esperava que a desculpa de doente fugindo do hospital colasse. Imaginou que a gravata e a bagunça iriam custar algo entorno de uns três a quatro dígitos.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Seg 30 Nov 2015 - 17:19

+Arthur+

De repente o vampiro levantou as gravatas pedindo que ele escolhesse, piscou os olhos meio confuso, ainda estava tenso com a situação ainda pouco e sabia que os capangas de Magnus estavam lá pelas ruas esperando ele passar, virou o rosto para o rapaz do balcão e abaixou o cabide mostrando a ele que era só um pedaço do cabide quebrado.

_A outra gravata... tudo cinza não terá um destaque, se bem que colocar um lenço no bolso destaca, mas depende da ocasião.

Ele virou e segurou o punho e sentiu a pele queimar com o frio, estava congelando e Arthur estremeceu, aquilo só estava piorando, sentiu que seria melhor ter encarado os capangas de Magnus, ao menos sabia o que poderia acontecer com ele se os enfrentassem, mas aquele vampiro desconhecido e com poderes de gelo, isso era algo que poderia ser pior se fizesse algo de errado naquele momento.

Louis embarcou naquela situação deixando levar quando o moreno deu a desculpa para os humanos na loja, dizendo que era louco e fugira do hospital. 

Suspirou, se era daquela forma, então melhor encarar a encenação e tentar sair dali e pelo visto estava caindo na mãos de outro que poderia cobrar dele.

_Eu não pretendo fugir daqui senhor... Só quero que solte meu braço ... 

Disse por fim esperando que o soltasse.

"Maldição estou nessa situação por culpa dele..." 

Ele encarou o vampiro de olhos estranhamente frios apesar de ter um sorriso gentil aos humanos da loja.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Seg 30 Nov 2015 - 21:49

Lirion soltou o artur enquanto conversava gentilmente com o humano que havia chamado o gerente para averiguar, os dois esperariam ate que tudo fosse averiguado e então fosse pago os devidos valores. Logicamente isso não foi de imediato, tudo demorou entorno de mais uns quarenta minutos, o suficiente para a policia chegar e ouvir sobre o mal entendido. Por sorte sua fala calma e seu tom convincente foram o suficiente para convencer até mesmo a policia a uma ida ao hospital para fazer uns exames antes de voltar para a clinica.


Os dois voltaram para aquela rota, lirion iria buscar algo que havia faltado, o vestido de freya que estava separado em uma das lojas. Ate aquele instante Lirion ainda não havia conversado com o outro vampiro, só o obrigou a seguir por aonde ia.  Ambos entraram na loja de roupas femininas e recolheram o vestido e o sapato que a vendedora havia escolhido.  Lirion encaminhou o caminho e então o mandou entrar no carro.


— então, que droga foi aquela de me ameaçar com um cabide?—o moreno ainda estava irritado, mas a maior parte já havia passado.
— se precisa da ajuda de alguém, peça primeiro antes de simplesmente ameaçar, afinal que merda toda era aquela? Era a máfia por acaso? E ainda me colocou no meio daquela palhaçada toda? Imagine só se eu quero que tudo se ferre e simplesmente mato a todos ali?
Ainda estava visivelmente irritado enquanto olhava a fatura do cartão e coçava o semblante.

- e agora? Como vai me pagar?


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qua 2 Dez 2015 - 13:02

+Arthur/Louis+

Ele sacudiu a mão estava quase ficando roxa do gelo daquele vampiro, depois enfiou nos bolsos da calça e ficou observando as atitudes daquele moreno, realmente aquele olhar gentil, ao seu ver era sinal de que não era bem assim, um vampiro sempre será um vampiro e aquele ali na certa iria lhe cobrar bem caro pelo ocorrido  na Loja.

Assim que fora resolvido a situação com os policiais, ambos saíram e Arthur foi obrigado a seguir por um tempo aquele vampiro, olhava pelos lugares vendo se o carro com os capangas de Magnus já haviam ido, mas ele sabia que era temporário.

Suspirou passando a mão no cabelo solto colocando uma mecha atrás da orelha, voltando a pôr as mãos no bolso da calça, assim que o moreno pegou roupas femininas em uma outra loja o fez entrar no carro, onde mal começou a andar foi falando com irritação aquele monte de perguntas.

Arthur olhava-o por um momento, o que diria a ele? Que se soubesse mais do que deveria poderia ser pior para ele? Talvez fosse melhor mentir, afinal não estava mais afim de se envolver com nenhum outro ser... Tinha tomado a decisão de agir sozinho, era a vida dele e seus filhos em jogo, no fim sempre foi somente ele e os filhos. Engoliu a seco, sua garganta começara a arder, tinha se esforçado para fazer seu braço roxo pelo gelo dele voltar ao normal, isso só fazia ele sentir a falta das pastilhas e a sede aumentar. Assim ele começou a falar pausadamente atento a cada palavra que pronunciava, deveria ser cauteloso e dessa vez não deixar se envolver com mais ninguém.

_Eu devo uma grana alta... Se não pagar, bom eu ... enfim, eles matam ...

Logo depois, viu o vampiro resmungar do gasto, deu um leve sorriso nervoso, afinal naquele momento dinheiro não faria falta, ainda tinha os 3 milhões de Magnus, mas tinha que manter a cena e resolveu omitir esse fato.

_Sinto muito senhor... Eu tentarei lhe pagar sobre os custos que eu possa ter gerado.

Baixou o olhar, virando o rosto para fora da janela do carro.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qua 2 Dez 2015 - 22:31

Lirion desconfiou do tipo de resposta dada, ele não parecia ser um transformado, mas seus aspectos não eram tão ruins assim. O moreno estreitou os olhos e analisou o vampiro a sua frente, então segurou seu rosto pelo o queixo e o fez virar em sua direção o olhando nos olhos, mas logo o soltou., aquilo era um pouco estranho, mas o vampiro recebia uma mensagem no celular, alguns problemas que teve em casa.


- tsc... logo  agora...


 ele pensou alto enquanto digitava algumas poucas palavras, esperava que aquilo solucionasse o equivoco que ocasionara o inicio do problema. O moreno se virou novamente para Arthur desconfiado e então disse:


- você não é de uma casta tão baixa assim para não ter dinheiro, ou seria azarado o suficiente para perder tudo em vícios mundanos?
Uma nova mensagem apitava no celular do moreno que bagunçava os cabelos de irritação


- o que foi desta vez?- resmungava mais para si do que para o entorno
Tudo parecia ser um mal entendido, será que ninguém conseguia passar um recado tão simples?  O vampiro escreveu mais uma mensagem em sua língua nativa, não era tão difícil assim já que todos falavam dinamarquês ali. Lirion era hábil em digitar mensagens e e-mails pelo celular, mas o assunto parecia irrita-lo. Mau havia acabado de mandar uma mensagem quando chegou uma outra, enquanto ele respondeu desta forma curta e grosseiramente.


- que se dane essa merda!—irritado jogou o celular no chão do carro enquanto ele anunciava uma nova mensagem— No final você esta devendo uma grana, eu preciso de alguém no mínimo que saiba pensar, e você vai me pagar com dinheiro ou com trabalho, se quiser aproveitar a vaga, por que amanhã um vai perder as presas!
O celular apitava novamente enquanto o moreno apoiava a cabeça sobre o volante  em uma prece silenciosa que fosse outro tipo de mensagem, mas pros seus pesadelos não  era.

— o que me diz? Se trabalhar direitinho pode ser que ate continue no emprego


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qui 3 Dez 2015 - 21:20

+Arthur+

Observava atentamente aquele vampiro, cada atitude dele era algo que ele imaginava ser de alguma forma lhe ser útil, ainda mantinha-se prudente ao responder suas perguntas.

Sentiu o toque dele e a forma como queria lhe impor a sua presença, era de fato um vampiro estranho, as atitudes e a maneira como demonstrava irritação com a mensagem que recebia ao celular.

_Como disse senhor, irei lhe ressarcir de seus gastos...

Falar menos era a maneira que ele evitaria muita aproximação desse vampiro, já tinha problemas demais para adquirir mais um. Por fim ele jogou o celular no chão do carro, olhou para o mesmo e depois voltou a encarar de forma não hostil aquele vampiro. Louis tinha algumas habilidades que apesar de estar sem seus poderes ainda lhe eram úteis.

_Emprego?!

Arthur deu um meio sorriso e fitou o vampiro irritado dizendo com sua voz suave e calma.

_És um tanto diferente senhor, acredito que deva confiar muito em seus dons para colocar dentro do seu carro um desconhecido que lhe ameaçou com um cabide de madeira claro, mas ameaçou. A qual não sabe o nome. - Fez uma pequena pausa._ Enfim, Arthur Linvisck e o senhor ?


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qui 3 Dez 2015 - 23:33

lirion era um tanto mais perspicaz do que aparentava, mas gostava de deixar seus pensamentos mais profundos para sí 

- esse mesmo homem que me ameaçou, se realmente me oferecesse perigo, já teria eliminado aquelas criaturas que entraram na loja, isso significa que ou seu poder brilha demais ou esta fraco demais.

lirion desta vez escrevia uma mensagem mais calmo, era para outra pessoa, pelo semblante brando, devia ser alguém de grande influencia em sua vida.


- então do que eu deveria ter medo? se mesmo sabendo que eu posso te congelar apenas encostando entrou num carro com um estranho? - lirion deu um sorriso gentil e polido recebendo uma mensagem positiva.

- e acredita mesmo que se fosse uma ameaça não teria transformado esse carro numa geladeira? bem vamos deixar isso de lado, eu tenho pessoas incompetentes na Dinamarca, eu preciso que alguem faça alguns serviços chatos enquanto eu banco a babá de vossa majestade (tuomas). acha que consegue?


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sex 4 Dez 2015 - 12:07

+Arthur+

Ele mantinha os pensamentos calmos e focado em cada palavra dele, sabia que aquele vampiro na sua atual condição era muito mais forte que ele e devido a sua falta ou erro ao lacrar seus poderes agora estava nas mãos dele, se bem que se fosse para morrer tinha certeza que já teria feito lá mesmo na loja.

_Sr... sei bem sobre o que pode ser capaz de fazer.-Cerrou o punho e girou um pouco. _Demorei um bom tempo para meu pulso normalizar e ainda sinto o frio...Quanto a minha condições, não sou nada além de um level C... só tenho minha mente e agilidade física e que por sinal na atual condições não são nada úteis.

Ele observava a mudança de postura dele ao pegar o celular e escrever a mensagem, poderia imaginar que aquele vampiro tinha um senhor e esse senhor poderia ser alguém muito mais influente.

_Acredite melhor aqui que com aqueles caras... E se tiver que morrer nas mãos de outro, ao menos não foi por eles.

Dinamarca...?!

Aquela proposta seria tentadora, poderia fugir e ficar por lá, se livraria de um problema e evitaria outros... Mas teria que levar Skye e Noah.

_Sou administrador e contador senhor se isso lhe for útil? Mas... Ainda não sei seu nome...

Ele poderia arriscar, mas precisava saber se poderia levar seus filhos, não os deixaria pra trás nunca.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sex 4 Dez 2015 - 18:47

Lirion sorriu bem mais amigavelmente para o vampiro, lhe estendendo a mão em uma saudação "calorosa"
- me Chamo Lirion Gatemberg, e eu sou o Administrador da família, mas parece que alguns  mau entendidos com os nossos vassalos estão nos fazendo perder algum dinheiro.

ele estava mais relaxando e então estendeu o celular para Arthur
- você sabe falar Dinamarquês? bem, se bem que todos la no minimo falam inglês acredito que isso não será um grande problema.

lirion bagunçava os cabelos um pouco relaxado algo haiva saido bem, se bem que as coisas iriam esquentar, ele sabia, mesmo seu pais tendo um inverno frio, as pessoas tinham um temperamento quente.

- agora... eu estou um pouco preocupado, você me disse que suas condições não te tornam uma pessoa util, qual seria sua condição afinal?


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sex 4 Dez 2015 - 19:25

+Arthur+

Ele percebeu que o vampiro estava mais a vontade e não parecia que iria oferecer qualquer hostilidade a ele, por fim se apresentou.

_Sr Gatemberg eu falo inglês e italiano, mas tenho facilidade em aprender outra língua... Quanto a  perda de dinheiro, fazer uma analise de tudo seria interessante, descobrir como esta sendo perdido esse dinheiro.

Ele baixou o olhar, ainda não sabia até onde poderia falar sobre si, mas como ele tinha pouco tempo e precisava deixar seus filhos em segurança, resolveu falar meia verdade de si.

_Eu não tenho muito tempo... talvez um mês ou menos... Sofro de uma doença do sangue.

Ele tirou do bolso do casaco uma caixa preta e vermelha onde tinha algumas pastilhas de sangue, abriu e tomou algumas.

_Isso me mantém vivo, por mais que me alimente de sangue, eu enfraqueço rápido e as crises tem vindo com mais frequência que antes.

Ele guardou as pastilhas no bolso e foi direto ao ponto.

_Se eu aceitar esse emprego, só terá meus serviços temporários, mas eu teria como levar meus filhos?

Ele olhava-o, precisava proteger e afasta-los de tudo aquilo e deixa-los seguros.

_Eu vou faltar a eles em pouco tempo e quero deixa-los em segurança.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sex 4 Dez 2015 - 19:50

- não acredito que lá eles fiquem em segurança, mas se assim deseja 
lirion deu de ombros, mas ele se lembrava que Freya tb não se adaptava bem com pastilhas, ela havia desenvolvido umas injeções para ela, da mesma forma que lirion tb não gostava delas, mas ele tinha seus meios de conseguir sangue fresco, suas amantes eram inúmeras na dinamarca, mas na cidade não tinha nenhuma, o que lhe causava um certo desconforto tendo que utilizar as pastilhas em alguns momentos.

-Doença no sangue né?, eu tenho uma princesa que também tem isso, ela uma uma fórmula injetável, mas no caso da princesinha a questão é outra... bem, com relação a isso não se preocupe, Sangue fresco te fará melhor do que pastilhas.

o vampiro estendeu o pulso oferecendo a seu futuro empregado

- eu preciso te manter saudável, ao menos para você se preparar para a sua viagem... 


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sab 5 Dez 2015 - 6:58

+Arthur+

Ele sabia que ficariam, Skye e Noah apesar de novos já haviam passado por muitas experiências ruins e ambos tenham dons incríveis. Afinal ele ao menos tinha feito o pé de meia para eles e só precisava recomeçar em outro lugar.

_Agradeço sua generosidade em aceitar que os leve comigo.

Por fim ele falou de uma princesa que usa uma método a que parece para algo parecido, talvez isso fosse interessante, mas ainda assim não entendi algo naquele acontecimentos... Por que ele estava sendo tão cordial e ajudando um completo estranho? Pior que estava fugindo de um grupo de possíveis bandidos ou algo perigoso?

Quando ele ofereceu o pulso para se alimentar estremeceu um pouco, aquilo era inusitado e ainda não sabia as reais pretensões daquele vampiro.

_Estou bem no momento, não se preocupe quanto a isso...

Voltou a olhar pela janela a rua onde as pessoas ainda aquela madrugada caminhavam talvez indo para casa e suas famílias, lembrou de Alanis e Vincent... Estaria abandonando-os, mas no momento era a única saída.

_Sr Gatemberg, por qual motivo está me ajudando? Afinal não serei útil por muito tempo...

Sua garganta apertou em um nó quase sufocante, lembrando dele, lembrando das palavras dele, sua mente angustiou-se, naquele momento seus pensamentos focaram em Nero, seu coração apertou e a angustia aumentava... Pegou o celular do bolso e procurou o número dele, esperou um pouco olhando o número sua mão tremia um pouco pela angustia que sentia. Por que deveria ligar a ele, não se importou em passar a perna e agora ele sentia toda aquela angustia  e necessidade de ouvir a voz dele. Desiste de ligar e envia uma mensagem: "Me liga". Guardou o celular no bolso novamente e voltou atenção ao vampiro ao seu lado.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sab 5 Dez 2015 - 13:59

 -ara ser sincero mr. arthur, talvez nem mesmo eu tenha tanto tempo vivo, isso vai fazer alguma diferença para você? não! a questão é que minha familia briga a muitos seculos.

o moreno se sentou mais confortável no carro, enquanto colocava o cinto de segurança.e apontava para que arthur fizesse o mesmo.

- e agora existe uma certa disputa de poder, e você sabe, vampiros não simplesmente brigam na justiça, eles brigam ate matar o seu adversário. com isso, as casas vassalas estão  se aproveitando da instabilidade para também conseguir algum poder...

Lirion ligou o carro e o tirou da vaga, começando entõa a dirigir numa velocidade baixa pelas ruas pouco movimentadas pelo horario.


- o problema é que eu não tenho mais ninguém em que possa confiar... e como você é estranho para todos aqueles imbecis de lá, eu tenho uma certa vantagem, se é que você me entende...

ele dirigiu por mais alguns instantes antes de que pudessem entrar na cidade baixa.

- então eu preciso de alguém que seja um elemento surpresa la dentro, e então topa? ou não?... onde fica a sua casa?- disse lirion dando uma carona.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Sab 5 Dez 2015 - 19:00

+Arthur+

Aquela conversa dele começou a fazer sentido para ele, conhecia bem esse tipo de disputa em clãs vampiricos, poder era o motivo principal, mas ele havia largado tudo não queria mais viver dessa forma. Ao menos pensou em se afastar de Ambarantis, partir para um lugar onde recomeçasse e deixasse seus filhos protegidos.

_Sr Gatemberg posso fazer esse tipo de serviço, eu só preciso arrumar algumas pendências e buscar meus filhos.

Colocou o cinto e viu-se entrar na cidade baixa, era distante de onde estava com a irmã em seu apartamento. Mas ele precisava ir a mansão na floresta, não queria dizer a ele.

_Estou na cidade Alta, mas pretendo ficar por aqui mesmo, agradeço a carona ... - Estendeu a ele depois de pegar de dentro de sua carteira um cartão de visita com seu contato. _Para falar comigo esses são meus contatos.

Ele pediu então para que parasse próximo a uma lanchonete e dali iria pegar um taxi e ir para fora da cidade, iria para sua mansão na floresta.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Dom 6 Dez 2015 - 14:37

Lirion pegou o cartão de Arthur e então entregou um seu. tempo para se preparar todos precisava, e esta noite ele tinha uma festa para ir, estava começando a ficar atrasado para o evento. ter deixado ele ali pela cidade era melhor do que simplesmente leva-lo ate sua casa, e então o fez, deixou no ponto onde ele havia pedido para saltar

- estarei fora por uns dias, mas devo voltar na proxima semana, se precisar de alguma coisa, me ligue! trarei o seu serviço para cá se as coisas estiverem ruins demais para te mandar para a Dinamarca.

Lirion então continuou sua viajem em deixar a roupa com Tuomas, e voltar para casa e se arrumar.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Seg 29 Fev 2016 - 16:52

++Melissa++

Sangue, sangue, sangue. Assim consistia minha dieta nos últimos dias e por que não meses que estava vivendo com o vovô Murtagh. Só o que era saudável para recuperar a saúde perdida, o velho dizia para minha tristeza. E assim não haviam tortas, não haviam doces, nem mesmo os picolés de melão japoneses que tanto gostava. Não gostava nada, só aquele sangue, que apesar do sabor não conseguia me satisfazer por todas as vezes que olhava quase entediada para a janela do hotel no qual estávamos hospedados em Abarantis.

Não devia ser apresentada para meu próprio clã tão cedo, não enquanto ainda não estivesse estável, eu sabia. Mas aquilo era tão chato, tão entediante, que talvez me tivesse dado a louca de repente de explorar a cidade. Por que não? Eu tinha dinheiro e, por ali, com certeza deveria haver uma loja de tortas.

- Vamos ser espiões secretos, White-chan... – Anunciei ao meu novo amigo, um lobo branco que, apesar de ter apenas quatro meses já havia alcançado o tamanho de um pastor alemão, a ponto de não caber mais em minha mochila. Não que ele fosse assustador, bravo ou algo do tipo. White era totalmente quieto e comportado ao meu lado, e tinha pelos extremamente arrumados dignos de ser o companheiro de uma princesa. Além disso, a gravatinha cheia de frufrus e a coleira gigante não o deixavam passar por um animal selvagem.

-Teddy, pode se enrolar no lençol e fingir que estou indisposta? – Ordenei ao pequeno urso de pelúcia, que apenas me olhou em confusão e reclamações, enquanto eu arranjava aquele chapéu quase russo pra esconder meus longos cabelos loiros e lisos por baixo dos pelos brancos além de um casaco de pele grosso e muito quente, que pelo menos não me faria ter aquela aparência adolescente. Ou de Melissa Lutont, muito embora não tivesse muito o que fazer com o meu rosto já que não era comum que usasse ou precisasse de maquiagem. E eu não tinha um bigode falso (?).

E assim começou minha empreitada, a passos leves e andar silencioso com a coleira na mão, enquanto tentava dar um sumiço em Hamlet, e então nos funcionários do hotel. Já disse que eu era uma exceção em relação a liberação de animais ali? Ninguém nunca havia reclamado.

Tensa e sentindo meu coração palpitar, eu apertei o botão do elevador, levando-me ao primeiro andar e dali parti como uma flecha até o lado de fora nevoso e branco, muito belo. Desculpe vovó, mas hoje eu iria dar um pequeno passeio, não aguentava mais ficar naquela dieta restrita, mesmo que fosse mais saudável.

E então eu apenas dei um sorriso, enquanto o primeiro floco atingia meu nariz e White espirrava do meu lado, isolados e sozinhos no por do sol. Sim. O relógio devia estar marcando entre seis e sete da noite e embora a luz ainda doesse um pouco meus olhos, eu não queria perder tempo... – Vamos procurar a loja de bolos... – Quase recitei, enquanto carregava meu amigo canino pela cidade de maneira tranquila.  Afinal, aos olhos dos humanos, aquilo era quase um Malamute albino ou um daqueles cruzamentos de cão com lobo que estavam na moda.
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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Seg 29 Fev 2016 - 22:37

Nada era o que parecia, e isso era um fato mais do que comprovado dentro das experiências que lirion tivera em seus anos de vida. Desde que nascera, sabia de sua posição como um dos Herdeiros de Tuomas, sabia o quando sua família era hostil, e nunca entendeu por que seu pai apenas havia o gerado. Para ele August sempre fora seu pai verdadeiro, mesmo sendo rígido, foi quem lhe ensinou muito do que sabia. Sua mãe por sua vez tinha uma arrogância típica da família, mas se demonstrava uma outra pessoa a sós com seu marido e seu filho. Desde que alcançou a idade o suficiente para frequentar as conversas adultas das reuniões percebeu, cada um ali vivia sob uma mascara, e apenas entre aqueles que confiava exigiam sua verdadeira face.

Com o passar dos anos Lirion aprendeu como mascarar muitos sobre ele, e então se tornar alguém importante dentro de seu próprio pais. Mas o destino havia tomado um rumo um pouco diferente desde que começou a seguir obediente as ordens de seu senhor, até mesmo Lirion mudou.

Era uma criança quando começou, fazia as coisas para ganhar o orgulho e a confiança de todos, e se agora o vissem, o causariam de crimes contra a família, pois bem, o fazia de forma deliberada, reunindo as casas vassalas e os fazendo jurar lealdade a ele, e sem perder tempo, destruindo todos aqueles que estavam em seu caminho, mas as coisas não eram tão simples assim, ainda haviam coisas em meio ao seu caminho, e precisaria ser forte para continuar.  Estava com um copo de café, desses que se compra em qualquer cafeteria cheia de pessoas jovens, e o celular na outra mão. Falava em dinamarquês de maneira tão impecável, que a língua demonstrava uma grande beleza a forma que ele pronunciava,  estava um pouco distraído pensando em como contar as noticias a seguir quando desligou o telefone e o guardou no bolso do casaco. Não usava luvas, apenas suas roupas sociais, um sobretudo e um cachecol que vestia apenas para não causar estranheza aos demais, não sentia frio, afinal ele havia nascido do frio, e era filho do gelo. Mas seus olhos azuiu olharam com um certo espanto ao ver um malamute branco andando pelas ruas, acompanhado de uma carota incrivelmente familiar a seus olhos. De maneira pouco discreta parou em plena calçada para observar quem se aproximava a maneira que ficou um tanto surpreso ao notar quem era, talvez não se lembrasse dela, haviam se passado alguns anos desde que saiu da Academia cross, talvez não o reconhecesse.

— perdão— paro frente ao cachorro branco, o olhando e depois para sua dona, de manera que não se amedrontava com sua presença como os demais humanos.—senhorita Kagura?


Era estranho que estivesse ali e sozinha. principalmente acompanhado de algo ligeiramente monstruoso. Algumas coisas haviam acontecido, quando então percebeu que isso talvez fosse um mau pressagio para seus planos.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Ter 1 Mar 2016 - 7:48

- Não está se divertindo, Euphie~? - Casper saltitava pela calçada, seguido pela "irmã" vampira. Tinha convencido a garota a sair do hotel depois de dizer que tinha conhecido um vampiro interessante, galante e "introvertido", que até ela ia gostar de interagir.

Andavam já sem rumo por algum tempo e isso já aborrecia a vampira. Ele tinha um casaco grosso marrom que cobria a blusa vinho. Tinha também uma bota de cano alto e uma calça jeans. Dessa vez usava chapéu. Euphemia já usava uma bota de combate com meia-calça preta decorada de fio 80, uma saia branca e um sobretudo azul cobrindo tudo. Tinha um cachecol por estética.

Estava na rua por pura pressão e também porque tinha prometido a si mesma que precisava fazer um esforço para sair de casa, em nome do restante de sua saúde mental. Só não entendia por que precisava ser tão cedo, mas concordava que isso seria melhor como desculpa para dormir depois.


- Não entendo por que estamos no meio do nada.... - comentou Euphemia após um tempo de caminhada.


- Não é meio do nada, é o centro!


- Parece o meio do nada...

O garoto coçou a bochecha e de repente saiu correndo, sem que ela pudese fazer nada.

- Já sei! Vou comprar alguma coisa gostosa pra gente.


Casper era tão enérgico que chegava a irritá-la. Insistiu para entrar em uma cafeteria, onde ela propositadamente se recusou a ir, esperando de braços cruzados do lado de fora.
"Você precisa conhecer o centro da cidade. Você quase não viu nada", era a desculpa do vampiro para sair andando com ela por Ambarantis.


Na sequência de seu mau humor, encostada à porta do local, via que duas almas conversavam naquele lugar. Não, eram três. Uma delas era... um...?
Não conseguiu disfarçar a cara de espanto e resolveu se aproximar da menina e o lobo, ainda que sob uma distância segura, de certa forma hipnotizada para entender se aquilo era MESMO um lobo. Ela amava aquelas criaturas. Ainda que não se desse bem com elas, mas fazia com que se lembrasse das florestas da Finlândia.

Euphemia levou a mão ao peito e sem perceber já estava ali, bem perto da dupla, totalmente alheia ao assunto, apenas encantada com a criatura.


- É seu? - foi o que conseguiu perguntar, como se fosse muito normal ter um lobo, mas a voz trazia uma admiração e ela nem conseguia tirar seus olhos do lobo.
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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Ter 1 Mar 2016 - 12:53


A cabeça de Lohanne doía enquanto ela caminhava pelas ruas. Estava atrasada, tinha certeza de que estava atrasada, mas para que? ela sabia que tinha que estar em algum lugar, tinha que falar com uma pessoa, mas algo parecia incerto, muito além daquela dor em sua cabeça.


Ela passou pela porta de uma sorveteria, até pensou em entrar, talvez comer algo doce, talvez descansar um pouco, mas isso a atrasaria ainda mais.


“Atrasar para que?” - ela parou e colocou uma das mãos nas têmporas, encostando-se na parede. Estaria alguém tentando invadir sua mente? Talvez alguém à mando de Lewis? Qual foi a última vez que se alimentara?


Ela não conseguia se lembrar, ela só conseguia sentir aquela dor de cabeça e talvez o melhor a fazer fosse apenas voltar para a Associação e mais tarde, caso estivesse melhor, ir ao encontro de Leon.


“Leon…” - ela apanhou o celular no bolso, mal conseguia ver as teclas, mas ainda asim se esforçou e conseguiu digitar a mensagem abaixo:


“Papa, não me sinto bem, sinto uma forte dor de cabeça. Estou no centro, acho que vim fazer algo aqui, mas não consigo… lembrar, vou para a Associação, te vejo mais tarde..” - assim que enviou a mensagem, ela guardou o aparelho celular no bolso e então fez sinal para um táxi. Estava nevando e tinha sido uma sorte encontrar o veículo de forma rápida e ainda por cima livre.


Sequer sabia que horas eram, então pegou novamente o celular e olhou. Era tarde, mas tarde para que? O que havia perdido?


Ela tentou rememorar os dados daquele dia, mas sua cabeça só fez mais doer e doer, então ela percebeu que o táxi ainda estava parado e ela não havia dito aonde ir. Ela passou o endereço do prédio da Associação e então o veículo começou a se mover.

“Algo esta errado… esta muito… errado…” - ela caiu no sono dentro do táxi em movimento, finalmente vencida por aquela estranha dor de cabeça.





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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qua 2 Mar 2016 - 15:08

++Melissa++


White não era um lobo comum. Suas mentes eram ligadas, devido a sua magia, a alma do animal era uma parte dela e isso, mesmo que ele não ousasse fazer sons além do uivo, fazia-lhe sentir confortável sozinha. Sentia o que ele sentia, lia seus pensamentos. Ele não gostava do cheiro urbano, embora quisesse ficar ao seu lado. Também não gostava daquele quarto com cheiro de limpeza. Concluiu a menina enquanto se escondia mais no casaco, passando a mão levemente sobre o pelo branco. -Estamos chegando White-chan.. - sussurrou a menina calmamente, continuando a andar. Até que uma sombra se fez em sua frente. Um homem moreno de cheiro quase familiar.

Kagura... Melissa abriu um sorriso diante daquele nome tão famíliar. Há quanto tempo não era chamada assim? Talvez depois que saiu daquela cross, ou quando a infância lhe havia deixado. Mas o quão agradável era ouvir aquilo. Logo, a puro sangue apenas olhou para o homem a sua frente por um tempo, o analisando com seus olhos indigos. Ele era da sua turma na antiga cross, seria Lirion-san?

Ao mesmo momento o lobo parecia se agitar perante o vampiro, ou querer fazê-lo, se suas mãos não estivessem quase grudadas em seu pelo. - ninguém me chama assim desde a outra academia, Lirion-niisan.. - Falou ainda de forma infantil, embora claramente não fosse mais a criancinha de antes. Mesmo diante da roupa pesada, seu belo e esguio corpo pos-puberdade, lhe era aparente, além de ter alcançado cerca de um metro e setenta de altura quando antes não chegava nem aos 1,50. Apesar de tudo, aquela atitude não tinha mudado muito nos últimos anos, mesmo que agora aparentasse chegar aos quinze anos de idade e sua sede por sangue houvesse se expandido no processo. - É bom te ver por aqui, veio estudar de novo? - A menina inclinou a cabeça, enquanto o analizava ainda com olhos infantis e inocentes.

Pelo menos até sentir o enorme lobo da coleira puxa-lá com força um tanto agitado e nervoso por causa de outra mulher que estava ali. Outra vampira, pela presença. White-chan, com exceção dela, não gostava muito de vampiros. "Fique calmo... Ela não vai te machucar..." Mandou a mensagem mentalmente para a criatura, só então encarando ela. Enquanto o lobo arisco se encolhia perto de seu corpo. - Sim, o nome dele é White-chan, ele é bonzinho embora se sinta agitado com estranhos. E calmamente ela deslizou as mãos enluvadas pelo pelo do focinho do animal. Aquilo lhe acalmaria.


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MensagemAssunto: Re: Ruas e Becos da Cidade Central   Qua 2 Mar 2016 - 22:57

os olhos de lirion percorreram a visão daquela jovem mulher até seu acompanhante canino, ele mantinha uma distancia respeitosa  quando acenou levemente com a cabeça confirmando quem era. não era mais uma criança que dividia seus doces com os outros vampiros, mas uma vampira de aparência delicada.

Lirion sabia que essas eram as mais perigosas

com um sorriso gentil lirion deu um passo mais para o lado, permitindo que um pedestre passasse pela rua, e não por entre eles. uma rápida olhada e alguns instantes de silencio antes que dessem continuidade aos assuntos.

- é uma pena que ninguem mais te chame assim, é um bonito nome, acredito que lhe caia bem. 
seus olhos azuis focaram olobo que parecia de alguma forma inquieto, e as mãos da bela puro sangue a sua frente, ela tentava tranquilizar a ambos, para que um não atacasse o outro, e lo moreno se pois a sorrir.
-white-chan, imagino que era uma criatura encaradora quando filhote. eu acredito que ele esteja apenas um pouco nervoso pelo cheiro estranho.- lirion então olhou ao redor, ele não era o unico cheiro estranho do local, quando resolveu dar de ombros.

- Veio comprar alguns chocolates? me lembro que costa dos mais doces se não me engano, sempre a encontrava com freya e mas alguns outros pivetes, as vezes com o grandão loiro a tira colo. - lirion deu um sorriso bebendo um poco de seu café-  tem uma doceria aqui perto, mas os da forma que mais gosta, creio que não os consiga neste bairro.

com um olhar sereno, lirion voltou a beber seu café, quando uma nova mensagem havia chegado, mas ele resolveu ignorar.


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